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Criando um Storage Repository no XenServer 5.5 utilizando RAID-1 por software

Olá!
Caso alguém precise, aqui estão os passos.

Para o exemplo, vamos supor que existam 3 HD’s SATA: 1 para a instalação do Xen (/dev/sda), os outros dois onde faremos o RAID-0 (/dev/sdb e /dev/sdc).

Criar uma partição e alterar seu tipo para “linux raid”, em cada HD a ser utilizado no RAID:

fdisk /dev/sdb

Pressionar “p” para visualizar as partições (se o disco for novo, não terá nenhuma) * PASSO OPCIONAL
Pressionar “d” para excluir partições (se necessário), digite o número da partição e pressione “ENTER” * PASSO OPCIONAL, dependendo se o disco é novo ou não
Pressionar “n” para criar uma partição, “p” para que ela seja “primária”, digitar “1″ e pressionar “ENTER” para que seja a primeira partição no disco
Pressionar “t” para alterar o tipo de partição, digitar o número da partição e pressionar “ENTER”, digitar “fd” e pressionar “ENTER” para alterar o tipo de partição para “linux raid”
Pressionar “w” para salvar as alterações e sair do fdisk

Repetir os processos para o /dev/sdc

Para mim, o /dev/md0 já existia… Mas eu não tinha nenhum RAID configurado…
Por garantia, excluí ele:

rm -f /dev/md0

Criar o device RAID (sintaxe genérica: mknod NOME TIPO MAJOR MINOR):

mknod /dev/md0 b 9 0

/dev/md0: device a ser criado
b: será um device “de bloco” (existem outros tipos)
9: pelo que pesquisei no google, um device RAID (“/dev/md…”) é um device de bloco com o MAJOR=9 (só não achei o porquê)
0: pelas minhas pesquisas no google, é o mesmo número do “md” (como estamos criando o “md0″, aqui vai “0″; para o “md1″, aqui iria “1″; etc, só também não achei o porquê)

Inicializar o RAID:

mdadm -C /dev/md0 –level=raid1 –raid-devices=2 /dev/sdb1 /dev/sdc1

–C /dev/md0: criaremos o RAID em /dev/md0
–level=raid1: queremos um RAID-1
–raid-devices=2: a quantidade de discos que fará parte deste RAID

Os últimos parâmetros tratam-se de uma lista com os discos/partições a serem utilizadas neste RAID. Após a criação do Array, o volume RAID será montado. Para visualizar o status do Array, utilize o comando:

cat /proc/mdstat

Adicionar a nova área ao xen:

xe sr-create content-type=”LocalSR” type=lvm device-config-device=/dev/md0 shared=false name-label=”RAID1″

sr-create: criar um novo Storage Repository
content-type=”LocalSR”: será um repositório local
type=lvm: tipo de particionamento (LVM seria “o melhor”, segundo as pesquisas que andei fazendo no google, nas quais encontrei esta explicação sobre LVM)
device-config-device=/dev/md0: o disco a ser utilizado (aqui apontamos para o device RAID)
shared=false: o SR não será compartilhado (outros servidores Xen não acessarão este repositório)
name-label=”RAID0″: nosso SR se chamará “RAID0″, na tela de administração do Xen

Pronto! o novo SR já está disponível para uso.

Fonte: http://www.huff.com.br/?p=400

Disk2vhd transforma seu pc em uma maquina Virtual

O Disk2vhd é um utilitário gratuito que permite a criação de VHDs, discos rígidos virtuais que podem ser usados com o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server e Hyper-V, a partir de discos rígidos físicos.

Usando o programa que nem mesmo precisa de instalar, você seleciona os discos que serão transformados em arquivos do VirtualPC, depois que a ferramenta termina de executar, voce usa o VirtualPC para executar a copia do seu hd.

Onde uso isto?

Digamos que você tenha um computador que já tenha todos os programas que você usa com frequência, mas agora você quer um computador novo ou fazer um upgrade em seu sistema operacional.

Você pode então criar uma máquina virtual em seu PC antigo usando o Microsoft Virtual Machine. Assim você pode utilizar todos os programas (e todas as configurações originais) na máquina nova.

Ainda dá pra usar a virtualização para criar uma imagem do HD num arquivo único, o que é bem útil no caso de falha do disco novo (boot).

Download: Sysinternals Disk2vhd v1.0

Virtualização de Desktops?

Normalmente estamos habituados a ouvir falar sobre virtualização de sistemas operacionais mas aqui o conceito é ligeiramente diferente.

desktops

m tempo participei numa apresentação sobre um produto da empresa Citrix que demonstrava este novo conceito de virtualização. A ideia consiste em ter um sistema que centraliza todas as aplicações e que as distribui pelas máquinas que pretendemos através de Streaming.

xendesktop2

Desta forma, o utilizadores podem aceder às suas área de trabalho virtual, a partir de qualquer local, em qualquer computador.

A utilização desta tecnologia simplifica a vida de qualquer administrador de sistemas, reduzindo o tempo de manutenção das máquinas em qualquer parque informático assim como a simplicidade de gestão uma vez que é centralizada.

Algumas características:

  • Gestão centralizada;
  • Instalações simplificadas;
  • Facilidade para a execução de backups;
  • Suporte e manutenção simplificados;
  • Acesso controlado a dados sensíveis e à propriedade intelectual mantendo-os seguros dentro do Datacenter de uma empresa;
  • Independência de Hardware;
  • Disponibilização de novos desktops reduzida para alguns minutos;
  • Migração de desktops para novo hardware de forma transparente;
  • Maior disponibilidade e mais fácil recuperação de desktops;
  • Compatibilidade total com as aplicações.

Fonte: PeopleWare

Microsoft Hyper-V R2

Este artigo é um pequeno tutorial de como obter o Windows 2008 R2 Trial, instalar o Hyper-V R2 e de como criar simples máquinas virtuais em windows.

O Hyper-v é um produto que incorpora um hypervisor e algumas ferramentas para o gerir.

Ao contrário do Vmware Workstation ou do Virtualbox, o software de virtualização não fica “por cima” do sistema operativo. Tem acesso directo ao hardware.

A quem pode interessar o Hyper-V R2?
Quem quiser ter um ambiente complexo numa ou mais máquina de testes e os produtos “desktop” não forem suficientes.
Quem quiser ter um ou mais servidores em produção que contenham diversos sistemas operativos a correr na mesma máquina.

Por último, de referir que existem alternativas, também grátis, ao Microsoft Hyper-V R2. As três mais conhecidas:
- Citrix XenServer -> http://citrix.com/English/ps2/produc…ntentID=683148
- Microsoft Hyper-V server -> http://www.microsoft.com/windowsserv…perv-main.aspx
- Vmware Esx 4i -> http://www.vmware.com/products/esxi/

Cada produto tem as suas vantagens e desvantagens e este post não serve para discutir qual é o melhor.

De referir que o tutorial é da versão do Hyper-V R2 dentro do Windows 2008 e não o Hyper-V Server, que é um produto grátis à parte.

A nível de hardware, em príncipio tudo o que tem drivers para windows deve funcionar, mas tive problemas com placas de rede Realtek. Usei Intel Pro 1000.

Por último só mostro a instalação de máquinas virtuais Windows e não linux, pelo limitado suporte a nível de distribuições e outras limitações ( suporte só para 1 vcpu e legacy network ).

Primeiro que tudo pode-se obter a trial de 180 dias do Windows 2008 R2 em http://www.microsoft.com/windowsserv…-software.aspx

A instalação do Windows 2008 é o “normal”. Pode ser next next next ou podem costumizar.

Este é o primeiro ecrã depois da instalação do Windows 2008. Neste ecrã podem alterar as definições principais do sistema operativo.

Uma das primeiras acções a tomar, normalmente, é fixar um ip ao servidor de Hyper-V.

Alterar o computer name.

Efectuar todos os updates que estiverem disponíveis.

Activar a trial, activando o computador. Não é necessário colocar qualquer serial key.

No ecrã principal, carregar em “Add a role” e escolher “Hyper-V”. Carregar em “Next”.

Escolher a ou as placas de rede onde ficarão as redes virtuais.

Confirmar os settings e carregar em “Install”.

Efectuar o close e reiniciar a máquina.

Depois do reboot, devemos ter um ecrã de confirmação que a instalação foi bem sucedida.

Na parte de rede, pode-se ver que foi criado um dispositivo virtual.

Aceder a “Administrative tools” e carregar em Hyper-V manager.
De referir que com o RSAT se pode gerir o Hyper-V remotamente a partir de um windows 7 ou Vista.

Este é o ecrã principal da consola mmc do Hyper-V.

No “Virtual Network manager”, podemos definir as propriedades da placa de rede, propriedades de mac address e adicionar novas redes.

Nos settings do servidor, podemos escolher onde ficam fisicamente as máquinas virtuais e outras propriedades, como de teclado e rato.

Para criar uma nova máquina virtual, aceder a “Actions”, “New”, “Virtual Machine”

O ecrã inicial do wizard.

Escolher o nome da máquina virtual, neste caso será um “Windows 2008 R2″.

Escolher a memória Ram assignada à máquina virtual.

Configurar a parte de rede. Escolher a rede onde vai estar ligada a máquina.

Escolher o nome do disco, tamanho e local.

Escolher de onde vai ser instalado o sistema operativo. Neste caso o “D:”.

Carregar em “Finish” para acabar a criação da máquina virtual.

Se acedermos aos “Settings” da máquina virtual, temos acesso a mais opções.

Por exemplo, colocar a máquina virtual com dois processadores.

No fim de configurarmos a máquina, carregar em “Start”.

Abrir a consola de visualização e proceder à normal instalação do Windows 2008.

Instalação do Windows 2008 e impacto na máquina física.

Task manager com dois processadores dentro da máquina virtual.
De referir que neste caso não é necessário instalar quaisquer drivers ou tools, porque já estão incluídos no sistema operativo.

Criar uma segunda máquina virtual para um Windows XP.

Todos os menus para configurar a vm são os mesmos. Pode-se arrancar com a máquina virtual e começar a instalar o XP.

No fim da instalação, aceder a “Action” e “Insert Integration services setup disk”.

No XP é iniciado a instalação dos drivers.

No fim da instalação efectuar um restart à máquina virtual.

Device manager do windows XP com os drivers instalados.

E é tudo, um simples guia para o Hyper-V R2.
Muito mais se pode fazer com este produto, como liga-lo a um System Center Virtual Machine Manager, que também é um produto pago, mas que adiciona features ao produto.

Fonte: Fórum de Portugal

Usando o Xen no OpenSuse

Assim como em outras distribuições, você pode usar o VirtualBox ou o VMware sobre o OpenSUSE, criando máquinas virtuais com outros sistemas. Apesar disso, o Yast inclui também um wizard que se encarrega de instalar e configurar o Xen, deixando-o pronto para uso.

O Xen é um software de virtualização muito usado em servidores, onde concorre com o VMware Server, o Virtuozzo e outros produtos. Um dos principal motivos do Xen ser pouco usado em desktops, onde predominam o VMware e o VirtualBox é o fato de ele ser mais complicado de instalar e configurar, um problema que o configurador do Yast se oferece para resolver:

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Com exceção do Qemu (que, embora muito lento, pode rodar sem usar um módulo de Kernel), todos os virtualizadores utilizam módulos de Kernel para ter acesso direto ao hardware e poderem assim acessar instruções privilegiadas do processador, capturar tráfego da rede e assim por diante, de forma a fazerem seu trabalho. O VMware, por exemplo, usa três módulos diferentes, o vmmon, o vmci e o vsock.

O Xen é um pouco mais intransigente, exigindo o uso de um Kernel especialmente compilado, contendo um conjunto de patches, que incluem as funções que permitem que ele tenha acesso direto ao hardware e outras funções necessárias.

Para facilitar, o wizard do OpenSUSE instala o novo Kernel automaticamente, adicionando uma opção de boot no menu do grub, o “Xen — OpenSUSE”. Como pode imaginar, é necessário reiniciar a máquina e inicializar usando a nova opção para que o Xen possa ser usado:

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Depois de reiniciar, use a opção “Criar máquina virtual” dentro da categoria “Sistema > Virtualização” do iniciar para criar as máquinas virtuais e poder testar. É possível (a partir do Xen 3.0) criar tanto VMs com outras distribuições Linux quanto com o Windows:

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Ao criar uma máquina virtual para uma distribuição Linux, você tem a opção de usar o modo de paravirtualização, que é o sistema clássico de operação do Xen, ou de usar o modo de virtualização completa, que está disponível a partir do Xen 3.0:

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O modo de paravirtualização é o mais usado em servidores, pois oferece um melhor desempenho. O grande problema é que ele exige que o sistema operacional dentro da máquina virtual seja especialmente adaptado para rodar dentro da VM. No caso das distribuições Linux, é necessário utilizar uma versão do kernel com suporte ao Xen (a maioria das grandes distribuições oferecem uma opção de boot que permite a instalação dentro da VM), mas isso não é possível no caso do Windows, que tem o código fonte fechado e não pode ser modificado.

No modo de virtualização completa, o Xen trabalha de forma similar ao VMware e outros softwares de virtualização, o que permite instalar o Windows e qualquer distribuição Linux, sem necessidade de usar um kernel especial (é por isso que ao criar uma VM com o Windows, a opção de usar o modo de paravirtualização não é mostrado). Este é o modo que você vai acabar usando na maior parte do tempo ao usar o Xen para testar vários sistemas.

O principal empecilho é que o modo de virtualização completa só funciona em máquinas com processadores Intel ou AMD recentes, com suporte ao Intel VT ou ao AMD-V. Se você usa um processador antigo, resta apenas o modo de paravirtualização.

Em seguida, você vai para o menu de configuração da máquina virtual. À primeira vista, ele parece apenas um menu de confirmação, mas na verdade todas as opções são editáveis:

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Para poder usar a VM, o absoluto mínimo é acessar a opção “Discos” e adicionar um CD-ROM, com a mídia de instalação. Você pode tanto usar o próprio drive de CD-ROM da máquina (o que é o default) quanto indicar a localização de um arquivo .ISO com a imagem do CD de instalação:

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É importante também ajustar a quantidade de memória reservada à máquina virtual. O Xen permite que você defina um valor inicial, que é a quantidade “fixa” de memória que é reservada assim que a VM é ativada e também um valor máximo, que pode ser usado em caso de necessidade. Isso evita que você precise reservar 512 MB de memória para uma VM onde você precisa de apenas 256 MB na maior parte do tempo, por exemplo:

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Você pode escolher também a placa de vídeo que será simulada. Por padrão, o Xen simula uma placa Cirrus Logic 5446, uma placa 2D antiga, da época da Trident 9680, que oferece apenas recursos básicos de aceleração em 2D, sem qualquer suporte a 3D. Para os raros casos em que você esteja instalando um sistema sem suporte a ela dentro da VM, existe a opção de simular uma placa VESA, sem recursos especiais:

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Depois de concluída a configuração, a VM será inicializada, dando boot através do CD-ROM e iniciando a instalação do sistema, como um PC normal. O Xen não possui um sistema de acesso ao vídeo local da máquina virtual, por isso utiliza um servidor VNC interno para exibir as imagens. Isso faz com que o desempenho da atualização de tela seja bastante ruim se comparado ao do VirtualBox ou do VMware Player:

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Como comentei, o Xen é otimizado para uso em servidores, onde o modo de paravirtualização oferece um bom desempenho. O wizard do OpenSUSE automatiza a instalação e configuração e o modo de virtualização completa permite que você instale o Windows ou outras distribuições Linux sem muita complicação, mas não espere que o Xen se comporte de forma tão transparente quanto o VirtualBox, que é otimizado para uso em desktops.

De qualquer forma, a facilidade de instalação no OpenSUSE faz com que o Xen mereça pelo menos um teste.

Fonte: GuiadoHardware

Virtualização

Desta vez, vou voltar a falar novamente de minha distro Linux predileta. Já passei por situações há dois anos atrás, de ter de desenvolver projetos de virtualização de Windows Server sobre o Xen, mais especificamente sobre o Xen, rodando no SLES 10.

Na época, virtualização ainda não era meu foco, apesar de já estar virando uma realidade no mundo, ainda não existia recursos suficientes ao Xen, para virtualizar um produto Microsoft,  (Windows Server 2000) sobre ele. Mas com muito apoio técnico (Novell, 4Linux, outros), conseguimos realizar tal “façanha”, porém, sem um pingo de performance, nem confiabilidade no sistema.

Hoje,  graças à uma parceria Novell x Microsoft, isso já é uma realidade com o Windows Server 2008 em algumas de suas versões.

Dois anos se passaram e, ainda sou um pouco amador no mundo da consolidação e virtualização, mas em meus Labs (Já teste Virtual Server, Metaframe, VMWare) o Xen oferece os maiores recursos, além do maior custo x benefício x praticidade (Além de vir integrado ao SLES).

Sobre o Xen:

O Xen é uma plataforma de virtualização livre para as arquiteturas x86x86-64IA-32IA-64 e PowerPC. A versão open source do Xen distingue-se do VMware por NÃO oferecer interface gráfica com funções avançadas de gerenciamento que permitam a criação de um data center virtual, em contrapartida, todo o gerenciamento é muito mais flexível em linha de comando, permitindo que você crie o seu DataCenter Virtual de acordo com suas necessidades, sendo assim, muito superior ao VMware, além de possuir melhor performance, a velocidade das máquinas virtuais paravirtualizadas pelo Xen são muito próximas da máquina real, tecnologia exclusiva do Xen.

Caso o usuário queria a interface gráfica do Xen, deve optar pela versão paga oferecida pela empresa Citrix, igualando-se ao VMWare no sentido de ter telas gráficas para gerenciamento do DataCenter. Ele permite que se rode vários sistemas operacionais em um mesmo hardware ao mesmo tempo.

Abaixo, segue o link para um tutorial, desenvolvido pelo grande Carlos Alberto, da Novell, apresentando um how-to de como criar uma máquina virtual com o Xen integrado do SLES 10 SP2, também um vídeo com a mesma apresentação.

How To Novell