Tag Archives: wireless

Escolhendo o Melhor Canal para sua Rede sem Fio

Uma rede sem fio é muito sensível e está a mercê de diversos fatores, entre eles a escolha do canal. A frequência mais usada por este padrão, a de 2,4GHz, é dividida em vários canais que podem estar lotados ou recebendo interferência dos canais vizinhos. Aprenda agora a escolher o melhor deles na sua região.

Para que um canal não causasse problemas no que está ao lado, seria necessário um intervalo de pelo menos 25MHz entre eles, mas tanto aqui quanto nos Estados Unidos, a distância não passa dos 5MHz, o que faz com que tenhamos além de escolher um canal vago, se preocupar com a interferência dos canais vizinhos.

InSSIDer

Os canais 1, 6 e 11 são considerados os melhores justamente por não se sobreporem e pelo espaço que existe entre eles, porém a maioria dos roteadores sem fio vem configurado para o 6, lotando este canal nas redondezas da sua casa, causando instabilidade e lentidão. Como nosso cérebro não vem com detector de redes sem fio, não devemos confiar cegamente no que o seu roteador escolher.

WirelessMon

Para saber qual o melhor canal para sua rede sem fio, recomendo o InSSIDer e o WirelessMon. O WirelessMon mostra as redes sem fio ao seu redor, mostra a intensidade do sinal e além disso gera um gráfico dos canais mais usados nas redondezas. Já o InSSIDer mostra que canais estão causando interferência em quais canais (eles fazem mais coisas, porém me limitarei a estes recursos).

Infelizmente o WirelessMon é trial e para de funcionar em 30 dias. Ao contrário deste, o InSSIDer é totalmente gratuito e pesa menos que 1MB. Com a ajuda destes dois programas você vai conseguir ter uma análise detalhada dos canais ao seu redor e saber quais deles estão causando interferência no canal que você está usando.

A regra geral é usar um canal que esteja o mais distante possível dos demais e que de preferência não esteja sendo usado por outros. Se isso não for possível, certifique-se de que o canal é o menos ocupado, que recebe o mínimo de interferência e que não há nenhum outro sinal com mais potência que o seu.

Caso o sinal da sua rede seja o mais potente, ainda que o canal esteja sendo usado por outras redes, a interferência será mínima. Um exemplo sobre o maior espaço possível entre duas redes é imaginar um cenário onde o canal 7 e o 11 estão lotados. Nesse caso, usar o canal 9 seria o ideal pois ele está minimamente distante tanto de um quanto de outro.

Outra coisa que interfere bastante no sinal WiFi são os telefones sem fio que trabalham na frequência de 2,4GHz. Alguns deles não se dão bem com redes de computadores sem fios e acabam atrapalhando a comunicação com interferência. Experimente nesses casos manter o roteador bem distante do telefone, ou compre modelos de 900MHz.

Aqui em casa eu uso o canal 13 pois no nível onde uso o roteador e o notebook, aparecem apenas outras três redes, mas caso eu dê um passeio pela casa e pela rua, verei uma poluição impressionante no InSSIDer pois por aqui há muitas redes sem fio e empresas de internet via rádio que na verdade não passam de uma rede WiFi tamanho família. Todos os canais ficam ocupados ou sofrendo forte interferência dos diversos canais vizinhos.

Mesmo meu notebook não detectando tais redes, elas ainda assim causam interferência, mas essa poluição é insignificante já que elas nem sequer são detectadas devido ao fraco sinal. Então depois de chegar a uma conclusão sobre qual o melhor canal com base nos dados dos programas citados neste artigo, basta configurar seu roteador para usa-lo. Caso ele tenha suporte ao DD-WRT, basta ir emWireless > Basic Setup > Wireless Channel.

Vi no Amigo Geek.

10 dicas para melhorar a nossa rede Wireless

Como melhorar uma rede sem fios? Bem, como todos sabemos cada caso é um caso, mas com algumas afinações podemos conseguir algumas melhorias. Para quem gosta deste assunto, aconselhamos vivamente a ler os artigos relacionados.

A ideia desde artigo é dar algumas dicas para tentar melhorar a qualidade de sinal wireless na nossa casa, de forma a termos uma rede mais estável, com menos quebras e com um melhores débitos.

1 – Posicionar o router wireless (ou ponto de acesso) no ponto central

Sempre que possível, devemos colocar o nosso equipamento (router Wireless/ Access Point). Assim podemos conseguir abranger mais zonas (quarto, sala, cozinha, etc) da nossa casa, fazendo com que o sinal chegue com mais qualidade. Se colocarmos o nosso ponto de acesso numa das extremidades, possivelmente no outro extremo a força de sinal não será a melhor.

wifi_1

2 – Tentar afastar o router wifi de paredes, objectos de metal, vidros, etc

Devemos tentar afastar o nosso router wifi de metais, alguns tipos de pavimentos, vidros ou outro tipo de superfícies que sejam passíveis de interferência. Equipamentos como microondas, berbequins, etc são também fontes de muita interferência. Faça uma análise ao espectro (ver artigo seguinte)

3 – Trocar a antena do router (caso seja possível)

As antenas que vêm com os router são normalmente omni-direccionais ou seja transmitem sinal em todas as direcções. Se o router está perto de uma parede exterior, ‘metade’ do sinal não será aproveitado pois será difundido para fora de casa (por exemplo). Nesse sentido podemos optar por uma antena com mais ganho(dBis) e também direccional ou sectorial, concentrando o sinal num sítio/zona específica.

wifi_2

4 – Mudar a placa wireless cliente

Sempre que possível podemos trocar a nossa placa Wireless por forma a incluir uma antena externa de maior ganho e assim tentar aumentar a distância de captura de sinal.

5 – Adicionar um Wireless repetidor/Bridge

Repetidores/Bridges wireless permitem aumentar a cobertura em termos de sinal wireless, sem a necessidade de voltar a passar cabos. Basicamente este tipo de equipamentos capturam o sinal wireless e regenram-no, expandindo assim o sinal da rede sem fios.wifi_3

6 – Mudar o canal

Considerando a norma 802.11b que nos permite 11Mb e que opera na frequência dos 2,4 a 2,4835 Ghz e que usa DSSS como modulação de sinal.O DSSS divide a gama de frequência em 14 canais de 22 MHz.

Dependendo da localização geográfica, o número de canais utilizáveis varia. Por exemplo nos EUA, o número de canais é de 11 enquanto na Europa, com excepção para a França (que apenas usa 4 canais), o número de canais é de 13, e no Japão usam-se os 14 canais.

De acordo com a frequência central e largura dos canais,  existem 3 canais RF que não sofrem sobreposição dos canais adjacentes (1, 6 e 11), o que permitiria o uso de 3 pontos de acesso (cada um operando em um canal) dentro da mesma área física.

wifi_4

7 – Tentar reduzir ao máximo as interferência no wireless

Como sabemos, atualmente existem muitos outros equipamentos a operar nas mesmas frequências do wireless. Ainda noutro dia fiz um teste com o equipamento Airview2 – EXT para avaliar o impacto de um microondas numa rede sem fios. Os resultados forma impressionares, em termos de degradação de sinal. Sempre que possível e o equipamento (router e placa cliente) suporte, podemos colocar a funcionar na banda dos 5 Ghz que é menos susceptível a interferências.

8 – Actualizar o firmware ou drivers da placa wireless

A actualização do firmware do router ou a actualização dos drivers da placa wireless são sempre acções importantes pois regularmente existem melhorias e correcções de bugs. Muita das vezes as melhorias aumentam o desempenho do equipamento.

Visite a página dos fabricante e verifique se existem actualizações.

9 – Sempre que possível usar equipamentos sempre do mesmo fabricante

Quando usamos um router da mesma marca da placa wireless cliente, provavelmente podemos usufruir de todas as ‘features’ dos equipamentos. Muita das vezes existem incompatibilidades entre equipamentos devido a concepção dos mesmos. É muito importante que antes de adquirir um equipamento se verifique se o mesmo está certificado segundo as normas do WIFI. Há situações em que placas não certificadas (que podem funcionar a 108 Mbps (super G)), simplesmente não se conseguirem associar ao ponto de acesso.

10 – Actualização das norma 802.11b para 802.11g (e se possível para 802.11n)

  • O padrão IEEE 802.11b define taxas de transferência de rede na ordem dos 11 Mbps, isto se as condições de transmissão forem ideais. Serão reduzidas para 5,5 Mbps, 2 Mbps ou 1 Mbps se a intensidade do sinal ou interferências estiverem a prejudicar a transmissão de dados. O 802.11b funciona nos 2,4Ghz.
  • O padrão IEEE 802.11g aumenta a taxa máxima de transmissão de dados para 54 Mbps (5x mais rápido que o 802.11b) e um alcance aproximado de 38 metros. Opera também na frequência 2,4Ghz e como tal está sujeito a interferências de equipamentos que utilizem a mesma frequência.
  • O padrão 802.11 n,  tem uma largura de banda até entre os 300 Mbps e 600 Mbps, e um alcance de 70 metros. Opera nas frequências 2,4GHz e 5GHz. É um padrão recente com uma nova tecnologia, MIMO (multiple input, multiple output) que utiliza várias antenas para transferência de dados de um local para outro. Os principais benefícios desta tecnologia são o aumento significativo da largura de banda e o alcance que permite.

Fonte: PeopleWare

Aumente o seu sinal 3G com uma… panela?

Este truque vem no seguimento de outros que já deixamos para aumentar o sinal dos vários sinais de Internet.

Quem utiliza os modems 3G, muito usados hoje em dia, poderá ter dificuldades em captar o melhor sinal, esta falta de sinal reduz a velocidade de navegação tornando mesmo essa navegação uma péssima experiência. Mas poderá aumentar esse sinal, veja como!

O mesmo poderá fazer para a Internet Móvel por pens USB, os tipos mais comuns ultimamente, para isso use uma extensao USB e coloque a pen dentro da panela, conforme é mostrado no vídeo. Esta truque, retirando a parte engracada da panela, é compreensível pois este utensílio funciona como se fosse uma parabólica que centraliza o sinal no seu espaço interior criando uma amplificação ao sinal.

Como podem ver não precisam comprar potencializadoes de sinal ou pendurarem-se na janela para terem melhor sinal 3G! Basta irem à cozinha e trazerem de lá uma das ferramentas disponíveis.

Fonte: PeopleWare

Encontre pontos de rede wireless em poucos minutos

Tenha uma lista de pontos wi-fi super completa e acessível em qualquer parte do mundo! Conecte-se sempre que precisar!

Imagine a seguinte situação. Você está viajando a negócios em uma cidade que passou a conhecer nos últimos cinco minutos. Contudo, você precisa acessar seu email para fazer o download de uma apresentação indispensável para a reunião que acontecerá daqui alguns minutos, ou seja, o tempo de você sair do aeroporto e chegar à sede da empresa. Entretanto, você precisa parar para almoçar. Por que não ir a um restaurante que ofereça internet wireless gratuita? Então descubra como encontrar os lugares que contam com serviços assim!

O processo todo é muito simples e basta que você tenha algum tipo de precaução no dia anterior. Acesse o serviço online JiWire para descobrir onde estão as redes wi-fi que estão mais perto de onde a reunião acontecerá. Uma vez que você acessou o site, digite o nome do país em que você está no campo de buscas na parte superior da tela. Depois, uma lista com os estados irá aparecer.

Digite o nome do local que você quer encontrar pontos wi-fi!

Escolha qual é o estado e em seguida a cidade em que você está e, através das coordenadas do Google Maps, escolha qual é o lugar mais próximo que oferece internet sem fio. Contudo, você encontra três tipos diferentes de marcação no mapa: os pontos verdes, azuis e alaranjados. Os pontos verdes marcam os estabelecimentos que não cobram nada para que você acesse a rede sem fio do local. Os azuis já exigem algum tipo de tarifa para utilização do serviço. É muito frequente encontrar esses pontos em lanchonetes, restaurantes e hotéis. Já os pontos alaranjados são encontrados apenas nos países que trabalham com a operadora AT&T.

Se preferir não gastar, vá aos estabelecimentos marcados em verde!

Você pode optar por encontrar esses locais via mapa (Google Maps) ou então através de uma lista bastante completa com os nomes, tipos de estabelecimento, endereços e configurações básicas de conexão de cada um dos pontos encontrados pelo JiWire. Assim, você fica livre para utilizar a internet em qualquer lugar do mundo! Basta utilizar os serviços de um dos estabelecimentos listados e pronto! Seus emails, documentos e outros arquivos já podem ser baixados em poucos minutos se a conexão encontrada for boa!

New York é uma das cidades que mais tem conexões sem fio!Opte pelo mapa ou a lista de estabelecimentos!

Entretanto, conectar-se a redes públicas pode ser um pouco arriscado. Por isso, preste muita atenção em alguns aspectos importantes antes de utilizar alguma dessas redes. Primeiro, verifique com o responsável pelo estabelecimento se existe algum tipo de restrição ou exigência que não tenha sido especificada no JiWire – isso é importante, afinal nem sempre o site terá todas as informações das quais você precisa.

Certifique-se de utilizar métodos eficazes de segurança!

Depois, é importante que você tenha um bom firewall sempre ativo no seu notebook ou netbook; algum bisbilhoteiro pode querer fazer alguma visita indesejada no seu computador. E o mais importante de tudo: redes wi-fi públicas não são como conectar-se na sua própria casa. Portanto, todo cuidado é pouco!

Muito bem, agora que você já conhece uma maneira bastante simples de encontrar pontos de internet sem fio em qualquer lugar do mundo, já pode planejar suas reuniões, viagens e qualquer outro compromisso em que você queira levar seu computador. O serviço também é muito interessante para pesquisas acadêmicas, já que possui uma abrangência bastante interessante de número de conexões com relação aos lugares do mundo. Encontrou sua cidade? Conte para a gente qual seria o melhor lugar do mundo para você conectar-se à internet!

Fonte: Baixaki

Qual é a senha da rede sem fio?

Qual é a senha da rede sem fio?

Descubra a senha esquecida de uma conexão sem fio armazenada em seu PC com o WirelessKeyView

Se seu micro ou notebook se conecta a uma rede sem fio, mas você esqueceu a senha, há uma forma de recuperá-la. A senha pode ser útil para configurar outra máquina, por exemplo. Basta baixar e rodar o programinha WirelessKeyView. Ele mostra todas as chaves armazenadas no computador, em todos os tipos de criptografia (WPA e WEP) e tanto em hexadecimal quanto em ASCII. As chaves também podem ser exportadas para um arquivo CSV.

Downlad Aqui

Como melhorar o sinal da sua rede Wireless

Uma das questões que me fazem algumas vezes é se é possível aumentar a força de sinal de um router wireless. A resposta é sim, podendo tal configuração ser muita das vezes no próprio router (potência em mw ou dBs) ou se houver viabilidade de se trocar a antena do mesmo por outra com maior ganho (mais dBis). Para quem não tiver a possibilidade de fazer uma coisa nem outra, deixo aqui uma sugestão simples, barata e eficaz.

A ideia que o vídeo apresenta é concentrar a força de sinal do router wireless em pontos específicos (quarto, sala, cozinha, etc) de uma casa (por exemplo). Como as antenas, dos pontos de acesso wireless, são normalmente omnidireccionais (irradiam sinal em 360º), a sugestão passa por diminuir o ângulo de cobertura mas reforçar a força de sinal nesses pontos.

Fica a sugestão e espero que experimentem isso em casa.

Fonte: PeopleWare

Roteador DIR-450, da D-Link, compartilha o 3G

Aparelho bota na rede sem fio a conexão de modems EVDO nos padrões USB e PC Card

Para quem deseja compartilhar a conexão 3G da Vivo, uma opção interessante e com preço decente é o roteador DIR-450, da D-Link. Ele resolve o problema de quem precisa montar uma redetemporária em locais com infra-estrutura mínima, usando apenas um modem com interface USB.

O equipamento se comunica comredes celulares EVDO, disponível apenas em operadoras CDMA (Code Division Multiple Access), uma das tecnologias usadas pela Vivo. Também funciona com outro padrão que, a médio e longo prazo, está com os dias contados: o wireless super-g, com velocidade nominal de transferência de até 108 Mbps.

Além de modems USB, o roteador aceita também um PC Card na interface PCMCIA, que acaba funcionando como porta WAN. Sua função principal é a integração com um cartão de dados. Para esta avaliação, usamos um adaptador YISO U893, da Vivo.

Em nossos testes, o wizard de configuração funcionou bem. Bastou incluir usuário e senha para manter a conexão ativa. O problema foi a demora para entrar na rede celular. Além disso, em determinados momentos o dispositivo precisou reiniciar várias vezes até estabelecer um link.

Desempenho e recursos

Depois que a conexão estava ajustada, a velocidade na rede sem fio manteve-se num nível razoável. Sua média foi de 20,5 Mbps, valor comparável ao alcançado pelos equipamentos 802.11g mais simples. A potência também ficou abaixo da média. Quando navegamos com um notebook a 30 metros de distância do roteador, o sinal caiu para 42%, num ambiente de escritório com divisórias de papelão.

Um problema do roteador é o fato de ele não ter uplink para redeethernet. Ou seja, só funciona com EVDO mesmo, sem a possibilidade de estabelecer uma segunda conexão banda larga do tipo ADSL, por exemplo. Quando um produto desse tipo vem com uma opção assim, é possível deixar o 3G apenas como backup para quando a rede principal cair.

O equipamento possui alguns recursos interessantes, como redirecionamento de tráfego externo para um determinado IP. É o chamado virtual server, útil para quando você deseja acessar a sua máquina de casa por algum outro local, por exemplo.

O DIR-450 suporta também o system check, para identificar quais cabos estão conectados e sem problemas. Outras funções interessantes são os envios de alertas, alterações em firmware e logs de sistema direto para o administrador. O produto poderia ter, ainda, suporte a SSL, para dar mais segurança ao tráfego de dados pela interface web.

Fonte: INFO On-Line

** Após este POST, descobrimos o novo modelo D-link DIR-451, que trabalha também com outras Operadoras (Claro, TIM, Oi, etc).

Como medir o seu sinal Wireless

Uma das perguntas que me fazem com alguma frequência é: “Como faço para medir o sinal wireless lá em casa, do meu pc ao router?”, e na sequência desta pergunta vem sempre outra do tipo…”Olha…tenho o router na sala, será que apanho no quarto?… eu já testei mas dá-me sinal muito fraco“.

A resposta que dou para estas questões é quase sempre a mesma.…”Temos de analisar…nisto da tecnologia wireless nunca se sabe pois podem existir interferências ou existirem cenários que não são muito apropriados para a propagação do sinal, como por exemplo a existência de  humidade em paredes, vidros, a própria localização do router wireless, outros equipamentos que funcionam na mesma frequência, etc etc .

Bem, para termos uma percepção da distribuição do sinal wireless podemos usar várias aplicações, no entanto muitas são específicas para determinadas placas wireless. Eu por exemplo costumo usar com frequência o ConfigFree da Toshiba. Para quem tem placas Cisco pode usar por exemplo o ACU. Outra aplicação interessante é o Odyssey Client Manager, mas hoje vamos falar da aplicação gratuita Network Stumbler.

Ele permite:

  • Verificar se a sua rede sem fios está correctamente configurada.
  • Descobrir zonas com má cobertura na sua rede sem fios.
  • Detectar outras redes sem fios que possam causar interferências.
  • Detectar AP’s não autorizados.
  • E, claro, fazer o famoso WarDriving (detectar redes abertas).

A última versão do netstumbler pode ser obtido aqui.

Depois de instalado o netstumbler e executado aparecerá indicação das redes que a vossa placa detecta (“snifou”). No meu caso apenas uma rede (a minha) com o nome (SSID) wlan.

sshot-1

Nota: No caso de não vos aparecer nada verifiquem em Devices se está seleccionada a vossa placa.

O que indicam as colunas do netstumbler?

  • MAC – Endereço MAC do router/AP/Placa (ad-hoc) Wireless
  • SSID – Nome da rede.
  • Chain – Indica o canal usado. O * indica que estamos associados a essa rede.
  • Speed – Indica a largura de banda usada. Neste caso o ritmo de transmissão é 54 Mbps.
  • Type – Se é um Access Point (AP) ou uma rede ad-hoc (Peer).
  • Encryption – Aparece WEP para redes com encriptação.
  • SNR – Relação sinal/ruído (signal to noise ratio) e é medido em dB (decibéis).
  • Sinal+ – O valor relativo à força de sinal mais elevado até ao momento.
  • Noise- indica a intensidade do ruído.
  • SNR+ é a taxa de sinal/ruído (valor mais elevado até ao momento).

A maioria das placas não conseguem medir correctamente o ruído o que faz com que apareça o valor –100. O sinal wireless é medido em decibéis numa escala negativa, ou seja quanto “menor”, que na realidade é maior,  melhor. Não esquecer que estamos a trabalhar com valores negativos (exemplo:  -40 dB é maior que -79dB)

Podemos ainda verificar a variação de sinal. Para isso basta seleccionarem Channels.

sshot-2

Espero que este mini tutorial ajude a perceber um pouco mais da tecnologia wireless. Espero em próximos posts dar mais umas dicas.