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Backup e Disaster Recovery para a virtualização de servidores

À medida que a tecnologia de virtualização de servidores evolui e sua adopção no sector aumenta, as organizações percebem benefícios que vão muito além da justificativa mais popular para a virtualização: reduzir os custos de infra-estrutura e aumentar a agilidade de TI. O próximo passo é usar a plataforma de virtualização como uma forma de habilitar ou aprimorar as estratégias de DR (Disaster Recovery – recuperação de desastre).

Por que a prontidão da DR é, de forma generalizada, um dos assuntos mais efervescentes no sector de TI? Estudos sugerem que as empresas perdem, em média, de US$ 80.000 a 90.000 por hora de inactividade, e que poucas empresas a sofrer uma perda de dados catastrófica alcançam uma sobrevida de longo prazo. Este post apresenta uma introdução à DR usando a plataforma de virtualização da Microsoft, uma análise detalhada das opções de backup e restauração existentes e algumas considerações sobre o Windows Server 2008 Hyper-V.

Noções básicas de planeamento da recuperação de desastre
A DR é o processo de restaurar serviços essenciais no caso de uma interrupção, e deve fazer parte do plano de continuidade de todas as empresas. Esse plano define como a empresa continuará a funcionar durante ou após um desastre, e constitui o fundamento de qualquer iniciativa de DR.

Alguns fornecedores afirmam que suas tecnologias de automatização de DR minimizam ou eliminam a necessidade de um plano detalhado e bem testado. Embora seja válido afirmar que a automatização pode reduzir o tempo de recuperação e diminuir a dependência da intervenção humana, vamos fazer uma pausa para um anúncio de utilidade pública: é impossível ter êxito na tentativa de atenuar um desastre contando somente com a tecnologia. As pessoas e os processos são sempre tão importantes quanto as tecnologias.

Na verdade, descobrirá que é praticamente impossível seleccionar as tecnologias certas, sem primeiro conhecer todas as restrições e os objectivos gerados pelo processo de planeamento de DR. Não vamos definir um plano completo de DR. Vamos, sim, enfatizar os elementos necessários para a escolha das tecnologias e implementações certas. Sendo assim, vamos descrever rapidamente alguns factores tecnológicos essenciais em um plano de DR.

Definições e priorização de serviços O que exatamente define todo o serviço que está tentando proteger e qual a sua importância para a organização? A Figura 1 mostra alguns exemplos de serviços de empresas que provavelmente seriam incluídos em qualquer plano de DR.


Figura 1 Exemplo de definições e priorização de serviços

Depois de definir os serviços, podemos começar a identificar os sistemas e as dependências a serem vinculados a que tipos de estratégias de DR. Talvez, depois de observar o conjunto completo de serviços e dependências, descubra que precisa adoptar alguns níveis diferentes de capacidade de DR, pois uma única solução de DR para todos os serviços essenciais seria muito cara e complexa.

Ferramentas Úteis para Administração Hyper-V

 

Ferramentas que auxiliam muito no gerenciamento de maquinas virtuais.

 

Olá Pessoal,

Estamos finalizando um processo de Implementação de uma estrutura virtualizada com o Hyper-V para adequar serviços como AD, Aplicação entre outros em um de nossos clientes.

Ao fazer muita pesquisa sobre as formas mais fáceis de administração do Hyper-V, me deparei com o Blog de um rapaz chamado Douglas Filipe, então decidi unir sua dica em nosso Blog também.

Para quem tem um ambiente virtualizado com o Hyper-V e procura ferramentas para sua administração, aqui vão algumas:

Hyper-V Machine Recovery Tool

Aplicativo usado para recuperar uma maquina virtual, juntamente com seu disco virtual e snapshots.

Hyper-V Web Manager

Hyper-V Web Manager (HVWM) é um utilitário de gerenciamento baseado na Web para o Microsoft Windows Server 2008 com a função Hyper-V. O gerenciamento web fornece a maioria das funcionalidades que está disponível no Microsoft Management Console para o Hyper-V.

WinImage

Software para gerenciamento de imagem de discos permite a criação, leitura e edição de formatos de imagens de discos incluindo VHD. (Dica do Gustavo Valle)

VHD Tool

Permite a criação de discos virtuais de tamanho fixo em segundos.

Offline Virtual Machine Servicing Tool 2.1

Para quem usa o SCVMM e quer deixar suas bibliotecas de maquinas virtuais offline sempre atualizadas, essa ferramenta faz todo trabalho de forma automática.

Microsoft Assessment and Planning (MAP) Toolkit for Hyper-V

Ferramenta auxilia na avaliação e planejamento de um ambiente virtualizado.

VMToolKit

Dois aplicativos bem bacanas, permite edição de VHD`s e conversão de VMK para VHD.

HVRemote

Permite a configuração fácil e rápida de gerenciamento remoto do Hyper-V entre dominio e workgroup e vice-versa.

Virtual Machine Migration Test Wizard

Ferramenta que ajuda a testar a compatibilidade dos processadores em servidores de virtualização para que a migração de máquinas virtuais será bem sucedida.

Shell (right-click context menu) extenstions for Virtual Hard Disks

Ferramente que permite gerenciar e exibir detalhes minuciosos de um VHD.

E para quem quer aprender mais sobre virtualização sugiro o Virtuatopia

Fonte: Douglas Filipe Parisio

Solucionar Problemas com acesso ao Hyper-V

 

Nesse artigo vamos demonstrar como resolver o problema de gerenciar o Hyper-V Server em workgroup através de uma máquina cliente com o Windows7.

Muitas pessoas têm relatado esse problema ao executar o gerenciamento do Hyper-V em workgroup – especificamente se deparam com os seguintes erros “acesso negado. Não é possível estabelecer comunicação entre o “Server e o “cliente”. Em alguns casos, já vi erros RPC como “servidor RPC não está disponível. Não é possível estabelecer a comunicação entre “Server” e “cliente”. “

Diagnosticar o problema as vezes é uma tarefa que toma um pouco do tempo, ainda mais quando não temos muito tempo… Então nesse post vou demonstrar passo-a-passo como resolver esse problema.

A instalação do Hyper-V Server é bem simples e intuitiva, para esse procedimento estou usando o Hyper-V Server 2008 R2.

Vamos começar?

Definindo a senha de Administrador

Durante o primeiro logon após a instalação do Hyper-V Server, você será solicitado a digitar/criar a senha.

Nota: Este processo só ocorre durante o primeiro logon após a instalação do Hyper-V Server.

Hyper-V Configuration Tool

A ferramenta de configuração do Hyper-V é destinada a apoiar o administrador com um menu User Interface (UI) para configurar o Hyper-V Server. A ferramenta de configuração do Hyper-V inicia automaticamente no login do Administrador do sistema.

Nota: Se precisar inicar manualmente a ferramenta de configuração do Hyper-V Server 2008 R2, você precisa usar o comando sconfig.cmd e pressionar Enter, diferente da versão Hyper-V Server 2008, que para chamar o tela de configuração você usava o comando hvconfig.cmd.

Criando um Storage Repository no XenServer 5.5 utilizando RAID-1 por software

Olá!
Caso alguém precise, aqui estão os passos.

Para o exemplo, vamos supor que existam 3 HD’s SATA: 1 para a instalação do Xen (/dev/sda), os outros dois onde faremos o RAID-0 (/dev/sdb e /dev/sdc).

Criar uma partição e alterar seu tipo para “linux raid”, em cada HD a ser utilizado no RAID:

fdisk /dev/sdb

Pressionar “p” para visualizar as partições (se o disco for novo, não terá nenhuma) * PASSO OPCIONAL
Pressionar “d” para excluir partições (se necessário), digite o número da partição e pressione “ENTER” * PASSO OPCIONAL, dependendo se o disco é novo ou não
Pressionar “n” para criar uma partição, “p” para que ela seja “primária”, digitar “1″ e pressionar “ENTER” para que seja a primeira partição no disco
Pressionar “t” para alterar o tipo de partição, digitar o número da partição e pressionar “ENTER”, digitar “fd” e pressionar “ENTER” para alterar o tipo de partição para “linux raid”
Pressionar “w” para salvar as alterações e sair do fdisk

Repetir os processos para o /dev/sdc

Para mim, o /dev/md0 já existia… Mas eu não tinha nenhum RAID configurado…
Por garantia, excluí ele:

rm -f /dev/md0

Criar o device RAID (sintaxe genérica: mknod NOME TIPO MAJOR MINOR):

mknod /dev/md0 b 9 0

/dev/md0: device a ser criado
b: será um device “de bloco” (existem outros tipos)
9: pelo que pesquisei no google, um device RAID (“/dev/md…”) é um device de bloco com o MAJOR=9 (só não achei o porquê)
0: pelas minhas pesquisas no google, é o mesmo número do “md” (como estamos criando o “md0″, aqui vai “0″; para o “md1″, aqui iria “1″; etc, só também não achei o porquê)

Inicializar o RAID:

mdadm -C /dev/md0 –level=raid1 –raid-devices=2 /dev/sdb1 /dev/sdc1

–C /dev/md0: criaremos o RAID em /dev/md0
–level=raid1: queremos um RAID-1
–raid-devices=2: a quantidade de discos que fará parte deste RAID

Os últimos parâmetros tratam-se de uma lista com os discos/partições a serem utilizadas neste RAID. Após a criação do Array, o volume RAID será montado. Para visualizar o status do Array, utilize o comando:

cat /proc/mdstat

Adicionar a nova área ao xen:

xe sr-create content-type=”LocalSR” type=lvm device-config-device=/dev/md0 shared=false name-label=”RAID1″

sr-create: criar um novo Storage Repository
content-type=”LocalSR”: será um repositório local
type=lvm: tipo de particionamento (LVM seria “o melhor”, segundo as pesquisas que andei fazendo no google, nas quais encontrei esta explicação sobre LVM)
device-config-device=/dev/md0: o disco a ser utilizado (aqui apontamos para o device RAID)
shared=false: o SR não será compartilhado (outros servidores Xen não acessarão este repositório)
name-label=”RAID0″: nosso SR se chamará “RAID0″, na tela de administração do Xen

Pronto! o novo SR já está disponível para uso.

Fonte: http://www.huff.com.br/?p=400

Disk2vhd transforma seu pc em uma maquina Virtual

O Disk2vhd é um utilitário gratuito que permite a criação de VHDs, discos rígidos virtuais que podem ser usados com o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server e Hyper-V, a partir de discos rígidos físicos.

Usando o programa que nem mesmo precisa de instalar, você seleciona os discos que serão transformados em arquivos do VirtualPC, depois que a ferramenta termina de executar, voce usa o VirtualPC para executar a copia do seu hd.

Onde uso isto?

Digamos que você tenha um computador que já tenha todos os programas que você usa com frequência, mas agora você quer um computador novo ou fazer um upgrade em seu sistema operacional.

Você pode então criar uma máquina virtual em seu PC antigo usando o Microsoft Virtual Machine. Assim você pode utilizar todos os programas (e todas as configurações originais) na máquina nova.

Ainda dá pra usar a virtualização para criar uma imagem do HD num arquivo único, o que é bem útil no caso de falha do disco novo (boot).

Download: Sysinternals Disk2vhd v1.0

Seis riscos da virtualização em servidores

Seis riscos da virtualização em servidores

Segundo o Gartner, 60% dos servidores virtualizados serão menos seguros que os servidores físicos até 2012.

Os analistas da consultoria alertam que muitos projetos de virtualização não estão envolvendo os setores de segurança da Informação na fase de planejamento.

Em 2009, o Gartner estimava que 18% dos datacenters eram ou seriam virtualizados. O número deve crescer a mais de 50% no fim e 2012.

A seguir, a consultoria lista os seis riscos mais comuns em virtualização e dá conselhos sobre como evitá-los:

FALTA DE ENVOLVIMENTO DO TIME DE SEGURANÇA

Pesquisa do Gartner em 2009 indicou que cerca de 40% dos projetos de virtualização não envolvem o time de segurança da informação nos estágios iniciais. Tipicamente, o argumento é que nada realmente está sendo modificado, que já há técnicas e processos nos fluxos de trabalho, sistema operacionais e hardware. Apesar disso ser verdade, o argumento ignora que uma nova camada de software está sendo introduzida na virtualização. A recomendação do Gartner aos profissionais de segurança é estender o processo de segurança, mais do que comprar mais segurança.

VULNERABILIDADES NA CAMADA DE VIRTUALIZAÇÃO

Uma camada de virtualização comprometida pode resultar no comprometimento de todos os fluxos de trabalho hospedados. A camada de virtualização representa outra plataforma importante de TI na infraestrutura. E como qualquer software, essa camada pode conter vulnerabilidades. Hackers podem explorer essas brechas nessa camada para ter controle dos fluxos de trabalho. Sob a perspectiva da TI, essa camada deve ser corrigida e configurada devidamente.

O Gartner recomenda que as empresas tratem a camada de virtualização como a mais crítica da plataforma x86 em datacenter. É importante que a arquitetura seja a mais simplificada possível, com configuração ajustada para evitar qualquer alteração não desejada. É recomendado que os fornecedores de plataformas de virtualização forneçam ferramentas para checagem de integridade das máquinas virtuais no momento da inicialização. Não é recomendado que as empresas apenas utilizem sistemas baseados em host para verificação de intrusão (HDIS, NDIS etc).

RISCO NA COMUNICAÇÃO ENTRE MÁQUINAS VIRTUAIS

Para uma comunicação eficiente entre máquinas virtuais, a maioria das plataformas virtualizadas inclui a habilidade de criar software baseado em redes svirtuais e switches dentro do servidor físico para que as máquinas virtuais se comuniquem diretamente. Esse tráfego não ficará visível para dispositivos de segurança baseados em rede. O Gartner recomenda que, no mínimo, as empresas solicitem para a comunicação entre máquinas virtuais o mesmo tipo de monitoramento usado nas redes físicas.

CARGAS DE TRABALHO EM UM SERVIDOR FÍSICO SEM SEPARAÇÃO SUFICIENTE

Sistemas críticos e cargas de trabalho sensíveis estão sendo alvo de virtualização. Isso não é necessariamente um problema, mas pode se tornar caso as cargas de trabalho sejam combinadas com outras de diferente zonas no mesmo servidor físico, sem a separação adequada.

A recomendação é solicitar o mesmo tipo de separação requerida em redes físicas hoje em diferentes níveis de confiança em um datacenter. É preciso tratar as cargas de trabalho hospedadas virtualmente como inseguras e isolá-las do resto do datacenter físico.

FALTA DE CONTROLE NO ACESSO À CAMADA DE VIRTUALIZAÇÃO

Faltam controles adequados no acesso administrativo à camada e ferramentas administrativas. O acesso administrativo da camada virtualizada deve ser controlada firmemente, mas isso é complicado pelo fato de há múltiplos caminhos para a administração dessas camada.

O Gartner recomenda restringir o acesso à camada de virtualização como em qualquer sistema sensível, escolhendo plataformas de virtualização que permitem escolhar o que cada um pode fazer no acesso ao ambiente virtual. As empresas também podem avaliar se necessitam de ferramentas de terceiros para oferecer esse controle administrativo rígido.

RISCO DE SEPARAÇÃO DE FUNÇÕES DE REDE E CONTROLES DE SEGURANÇA

Quando os servidores físicos são transformados em uma única máquina, aumenta o risco de os administradores de sistema e usuários ganharem acesso aos dados, além do privilégio que teriam normalmente. O Gartner recomenda que o mesmo time responsável pela topologia de rede física  tome conta dos ambientes virtuais.

Kátia Arima, da INFO

Modo XP do Windows 7 ganha upgrade e favorece mais usuários

Máquinas sem suporte à virtualização por hardware já podem rodar aplicativos do XP no novo sistema operacional da Microsoft.

O Windows 7 trouxe tantas mudanças técnicas que algumas aplicações que rodavam perfeitamente no Windows XP não chegam nem a iniciar no Windows 7.

Mas para não ser criticada logo de cara, a Microsoft se precaveu e inseriu no novo sistema operacional um recurso capaz de executar qualquer aplicativo criado para o ambiente do Windows XP.

win7-to-xp-150.jpg

Esse recurso, chamado de Modo XP, instala uma máquina virtual no Windows 7, emulando assim o Windows XP e, em conseqüência, executando todos os softwares antigos. Mas tal recursos exige que o processador do PC tenha suporte à virtualização por hardware e, novamente, o problema continuava para quem não possuía máquinas com chips mais atuais.

Não se sabe se muitos usuários ou empresas reclamaram disso, mas o fato é que a Microsoft atualizou o módulo do Modo XP e ele agora não exige mais tal compatibilidade por hardware.

Fácil instalação
Para executar o Modo XP sem a virtualização por hardware, basta acessar a página da Microsoft e escolher sua edição de Windows 7 e idioma (Portuguese Brazil).

Em seguida, faça o download dos três softwares que aparecem logo depois de selecionar as opções, como mostra a imagem abaixo. Note que as máquinas que possuem virtualização por hardware não necessitam baixar a terceira opção: “Windows XP Mode Update”.

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Aviso no link de download que o update serve máquinas sem suporte a virtualização por hardware

Virtualização por hardware e por software
É esperado que o Modo XP executado em uma máquina com suporte à virtualização por hardware seja mais rápido do que uma máquina sem este recurso. Até mesmo a Microsoft informa sobre isso em sua página de perguntas mais frequentes.

No entanto, com processadores mais atuais e com memória de, no mínimo, 2 GB de RAM, será possível executar o Modo XP sem perda significativa de desempenho.

Atenção: a versão anterior do Modo XP continua funcionando nas máquinas que possuem suporte à virtualização por hardware e não necessita de nenhuma atualização.

Fonte: PCWorld

Virtualização de Desktops?

Normalmente estamos habituados a ouvir falar sobre virtualização de sistemas operacionais mas aqui o conceito é ligeiramente diferente.

desktops

m tempo participei numa apresentação sobre um produto da empresa Citrix que demonstrava este novo conceito de virtualização. A ideia consiste em ter um sistema que centraliza todas as aplicações e que as distribui pelas máquinas que pretendemos através de Streaming.

xendesktop2

Desta forma, o utilizadores podem aceder às suas área de trabalho virtual, a partir de qualquer local, em qualquer computador.

A utilização desta tecnologia simplifica a vida de qualquer administrador de sistemas, reduzindo o tempo de manutenção das máquinas em qualquer parque informático assim como a simplicidade de gestão uma vez que é centralizada.

Algumas características:

  • Gestão centralizada;
  • Instalações simplificadas;
  • Facilidade para a execução de backups;
  • Suporte e manutenção simplificados;
  • Acesso controlado a dados sensíveis e à propriedade intelectual mantendo-os seguros dentro do Datacenter de uma empresa;
  • Independência de Hardware;
  • Disponibilização de novos desktops reduzida para alguns minutos;
  • Migração de desktops para novo hardware de forma transparente;
  • Maior disponibilidade e mais fácil recuperação de desktops;
  • Compatibilidade total com as aplicações.

Fonte: PeopleWare

Microsoft Hyper-V R2

Este artigo é um pequeno tutorial de como obter o Windows 2008 R2 Trial, instalar o Hyper-V R2 e de como criar simples máquinas virtuais em windows.

O Hyper-v é um produto que incorpora um hypervisor e algumas ferramentas para o gerir.

Ao contrário do Vmware Workstation ou do Virtualbox, o software de virtualização não fica “por cima” do sistema operativo. Tem acesso directo ao hardware.

A quem pode interessar o Hyper-V R2?
Quem quiser ter um ambiente complexo numa ou mais máquina de testes e os produtos “desktop” não forem suficientes.
Quem quiser ter um ou mais servidores em produção que contenham diversos sistemas operativos a correr na mesma máquina.

Por último, de referir que existem alternativas, também grátis, ao Microsoft Hyper-V R2. As três mais conhecidas:
- Citrix XenServer -> http://citrix.com/English/ps2/produc…ntentID=683148
- Microsoft Hyper-V server -> http://www.microsoft.com/windowsserv…perv-main.aspx
- Vmware Esx 4i -> http://www.vmware.com/products/esxi/

Cada produto tem as suas vantagens e desvantagens e este post não serve para discutir qual é o melhor.

De referir que o tutorial é da versão do Hyper-V R2 dentro do Windows 2008 e não o Hyper-V Server, que é um produto grátis à parte.

A nível de hardware, em príncipio tudo o que tem drivers para windows deve funcionar, mas tive problemas com placas de rede Realtek. Usei Intel Pro 1000.

Por último só mostro a instalação de máquinas virtuais Windows e não linux, pelo limitado suporte a nível de distribuições e outras limitações ( suporte só para 1 vcpu e legacy network ).

Primeiro que tudo pode-se obter a trial de 180 dias do Windows 2008 R2 em http://www.microsoft.com/windowsserv…-software.aspx

A instalação do Windows 2008 é o “normal”. Pode ser next next next ou podem costumizar.

Este é o primeiro ecrã depois da instalação do Windows 2008. Neste ecrã podem alterar as definições principais do sistema operativo.

Uma das primeiras acções a tomar, normalmente, é fixar um ip ao servidor de Hyper-V.

Alterar o computer name.

Efectuar todos os updates que estiverem disponíveis.

Activar a trial, activando o computador. Não é necessário colocar qualquer serial key.

No ecrã principal, carregar em “Add a role” e escolher “Hyper-V”. Carregar em “Next”.

Escolher a ou as placas de rede onde ficarão as redes virtuais.

Confirmar os settings e carregar em “Install”.

Efectuar o close e reiniciar a máquina.

Depois do reboot, devemos ter um ecrã de confirmação que a instalação foi bem sucedida.

Na parte de rede, pode-se ver que foi criado um dispositivo virtual.

Aceder a “Administrative tools” e carregar em Hyper-V manager.
De referir que com o RSAT se pode gerir o Hyper-V remotamente a partir de um windows 7 ou Vista.

Este é o ecrã principal da consola mmc do Hyper-V.

No “Virtual Network manager”, podemos definir as propriedades da placa de rede, propriedades de mac address e adicionar novas redes.

Nos settings do servidor, podemos escolher onde ficam fisicamente as máquinas virtuais e outras propriedades, como de teclado e rato.

Para criar uma nova máquina virtual, aceder a “Actions”, “New”, “Virtual Machine”

O ecrã inicial do wizard.

Escolher o nome da máquina virtual, neste caso será um “Windows 2008 R2″.

Escolher a memória Ram assignada à máquina virtual.

Configurar a parte de rede. Escolher a rede onde vai estar ligada a máquina.

Escolher o nome do disco, tamanho e local.

Escolher de onde vai ser instalado o sistema operativo. Neste caso o “D:”.

Carregar em “Finish” para acabar a criação da máquina virtual.

Se acedermos aos “Settings” da máquina virtual, temos acesso a mais opções.

Por exemplo, colocar a máquina virtual com dois processadores.

No fim de configurarmos a máquina, carregar em “Start”.

Abrir a consola de visualização e proceder à normal instalação do Windows 2008.

Instalação do Windows 2008 e impacto na máquina física.

Task manager com dois processadores dentro da máquina virtual.
De referir que neste caso não é necessário instalar quaisquer drivers ou tools, porque já estão incluídos no sistema operativo.

Criar uma segunda máquina virtual para um Windows XP.

Todos os menus para configurar a vm são os mesmos. Pode-se arrancar com a máquina virtual e começar a instalar o XP.

No fim da instalação, aceder a “Action” e “Insert Integration services setup disk”.

No XP é iniciado a instalação dos drivers.

No fim da instalação efectuar um restart à máquina virtual.

Device manager do windows XP com os drivers instalados.

E é tudo, um simples guia para o Hyper-V R2.
Muito mais se pode fazer com este produto, como liga-lo a um System Center Virtual Machine Manager, que também é um produto pago, mas que adiciona features ao produto.

Fonte: Fórum de Portugal

Usando o Xen no OpenSuse

Assim como em outras distribuições, você pode usar o VirtualBox ou o VMware sobre o OpenSUSE, criando máquinas virtuais com outros sistemas. Apesar disso, o Yast inclui também um wizard que se encarrega de instalar e configurar o Xen, deixando-o pronto para uso.

O Xen é um software de virtualização muito usado em servidores, onde concorre com o VMware Server, o Virtuozzo e outros produtos. Um dos principal motivos do Xen ser pouco usado em desktops, onde predominam o VMware e o VirtualBox é o fato de ele ser mais complicado de instalar e configurar, um problema que o configurador do Yast se oferece para resolver:

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Com exceção do Qemu (que, embora muito lento, pode rodar sem usar um módulo de Kernel), todos os virtualizadores utilizam módulos de Kernel para ter acesso direto ao hardware e poderem assim acessar instruções privilegiadas do processador, capturar tráfego da rede e assim por diante, de forma a fazerem seu trabalho. O VMware, por exemplo, usa três módulos diferentes, o vmmon, o vmci e o vsock.

O Xen é um pouco mais intransigente, exigindo o uso de um Kernel especialmente compilado, contendo um conjunto de patches, que incluem as funções que permitem que ele tenha acesso direto ao hardware e outras funções necessárias.

Para facilitar, o wizard do OpenSUSE instala o novo Kernel automaticamente, adicionando uma opção de boot no menu do grub, o “Xen — OpenSUSE”. Como pode imaginar, é necessário reiniciar a máquina e inicializar usando a nova opção para que o Xen possa ser usado:

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Depois de reiniciar, use a opção “Criar máquina virtual” dentro da categoria “Sistema > Virtualização” do iniciar para criar as máquinas virtuais e poder testar. É possível (a partir do Xen 3.0) criar tanto VMs com outras distribuições Linux quanto com o Windows:

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Ao criar uma máquina virtual para uma distribuição Linux, você tem a opção de usar o modo de paravirtualização, que é o sistema clássico de operação do Xen, ou de usar o modo de virtualização completa, que está disponível a partir do Xen 3.0:

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O modo de paravirtualização é o mais usado em servidores, pois oferece um melhor desempenho. O grande problema é que ele exige que o sistema operacional dentro da máquina virtual seja especialmente adaptado para rodar dentro da VM. No caso das distribuições Linux, é necessário utilizar uma versão do kernel com suporte ao Xen (a maioria das grandes distribuições oferecem uma opção de boot que permite a instalação dentro da VM), mas isso não é possível no caso do Windows, que tem o código fonte fechado e não pode ser modificado.

No modo de virtualização completa, o Xen trabalha de forma similar ao VMware e outros softwares de virtualização, o que permite instalar o Windows e qualquer distribuição Linux, sem necessidade de usar um kernel especial (é por isso que ao criar uma VM com o Windows, a opção de usar o modo de paravirtualização não é mostrado). Este é o modo que você vai acabar usando na maior parte do tempo ao usar o Xen para testar vários sistemas.

O principal empecilho é que o modo de virtualização completa só funciona em máquinas com processadores Intel ou AMD recentes, com suporte ao Intel VT ou ao AMD-V. Se você usa um processador antigo, resta apenas o modo de paravirtualização.

Em seguida, você vai para o menu de configuração da máquina virtual. À primeira vista, ele parece apenas um menu de confirmação, mas na verdade todas as opções são editáveis:

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Para poder usar a VM, o absoluto mínimo é acessar a opção “Discos” e adicionar um CD-ROM, com a mídia de instalação. Você pode tanto usar o próprio drive de CD-ROM da máquina (o que é o default) quanto indicar a localização de um arquivo .ISO com a imagem do CD de instalação:

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É importante também ajustar a quantidade de memória reservada à máquina virtual. O Xen permite que você defina um valor inicial, que é a quantidade “fixa” de memória que é reservada assim que a VM é ativada e também um valor máximo, que pode ser usado em caso de necessidade. Isso evita que você precise reservar 512 MB de memória para uma VM onde você precisa de apenas 256 MB na maior parte do tempo, por exemplo:

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Você pode escolher também a placa de vídeo que será simulada. Por padrão, o Xen simula uma placa Cirrus Logic 5446, uma placa 2D antiga, da época da Trident 9680, que oferece apenas recursos básicos de aceleração em 2D, sem qualquer suporte a 3D. Para os raros casos em que você esteja instalando um sistema sem suporte a ela dentro da VM, existe a opção de simular uma placa VESA, sem recursos especiais:

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Depois de concluída a configuração, a VM será inicializada, dando boot através do CD-ROM e iniciando a instalação do sistema, como um PC normal. O Xen não possui um sistema de acesso ao vídeo local da máquina virtual, por isso utiliza um servidor VNC interno para exibir as imagens. Isso faz com que o desempenho da atualização de tela seja bastante ruim se comparado ao do VirtualBox ou do VMware Player:

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Como comentei, o Xen é otimizado para uso em servidores, onde o modo de paravirtualização oferece um bom desempenho. O wizard do OpenSUSE automatiza a instalação e configuração e o modo de virtualização completa permite que você instale o Windows ou outras distribuições Linux sem muita complicação, mas não espere que o Xen se comporte de forma tão transparente quanto o VirtualBox, que é otimizado para uso em desktops.

De qualquer forma, a facilidade de instalação no OpenSUSE faz com que o Xen mereça pelo menos um teste.

Fonte: GuiadoHardware