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Iniciar maquinas virtuais automaticamente no VMware

Uma das configurações mais importantes no ESX é configurarmos o start automático das maquinas virtuais, pois caso aconteça uma queda de energia, o servidor sobe automaticamente as maquinas virtuais.

1 – Acesse o client do vSphere, e entre com seu usuário e senha como mostra a figura abaixo:

 

2 – Clique na aba “Configuration” e em seguida na opção “Virtual Machine Startup/Shutdown”. Ao lado direito da tela você verá a configuração atual das maquinas virtuais, como mostra a figura abaixo.

 

3 – Ao clicar na opção “Properties”, no canto direito da tela, você pode alterar a ordem de todas as maquinas virtuais. Lembrando que  para isso a opção de start automático tem que estar selecionada.

Com isso, basta que você escolha a maquina desejada e clique no botão “Move Up ou Move Down”, como mostra a figura abaixo.

 

4 – Uma informação importante é o tempo de espera para a maquina subir. Por padrão o sistema deixa 2 minutos entre o ligamento de cada maquina. Isso é importante para não sobrecarregar o servidor subindo todas as maquinas ao mesmo tempo.

Vi esta dica importante no Blog Baú da TI!

Disk2vhd transforma seu pc em uma maquina Virtual

O Disk2vhd é um utilitário gratuito que permite a criação de VHDs, discos rígidos virtuais que podem ser usados com o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server e Hyper-V, a partir de discos rígidos físicos.

Usando o programa que nem mesmo precisa de instalar, você seleciona os discos que serão transformados em arquivos do VirtualPC, depois que a ferramenta termina de executar, voce usa o VirtualPC para executar a copia do seu hd.

Onde uso isto?

Digamos que você tenha um computador que já tenha todos os programas que você usa com frequência, mas agora você quer um computador novo ou fazer um upgrade em seu sistema operacional.

Você pode então criar uma máquina virtual em seu PC antigo usando o Microsoft Virtual Machine. Assim você pode utilizar todos os programas (e todas as configurações originais) na máquina nova.

Ainda dá pra usar a virtualização para criar uma imagem do HD num arquivo único, o que é bem útil no caso de falha do disco novo (boot).

Download: Sysinternals Disk2vhd v1.0

Teste o Android no seu Computador

O Android é considerado por muitos como o sistema operacional do momento. As vezes em conversa, quando refiro que o meu smartphone usa Android, alguns utilizadores ainda me questionam sobre o que é isso do Android. É certo que o Android ainda não atingiu o seu nível de popularidade, mas com as publicidades que têm aparecido no âmbito dos telemóveis/smartphones o Android será  brevemente um termo conhecido de todos.

Bem, mas é só possível testar o Android se tiver um telemóvel/smartphone? A resposta é NÃO!, e hoje vamos ver como colocar o Android a funcionar num PC.

Há muitas formas de colocarmos o sistema operativo Android a funcionar no nosso PC. A forma mais simples é através de uma máquina virtual, usando para isso o VMWare ou o VirtualBox. No entanto podemos também instalá-lo nativamente na nossa máquina sem qualquer problema.

Hoje vamos testar/explorar o Android através do VirtualBox. Para isso devem seguir os seguintes (simples) passos:

Passo 1 – Caso ainda não tenha o virtualBox instalado, pode fazê-lo a partir daqui

Passo 2 – Download do sistema Operativo Android android-x86-1.6-r2.iso

Passo 3 – A partir de agora é criar uma máquina virtual “normalíssima”, com base no .iso do sistema operativo Android

Para começar, indicamos qual o nome para a nossa VM

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Em seguida, definimos quando vamos partilhar da nossa memória RAM total para a máquina virtual (Para este exemplo, defini 512 MB de RAM e o rendimento é excelente)

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Depois mandamos criar o disco rígido virtual para a nossa VM.

Android_02

Depois das “pré-configurações” e criada a nossa máquina virtual, mandamos iniciar a mesma através do botão “iniciar”

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Durante o processo de arranque, teremos de indicar onde se encontra o sistema operativo (para instalar nativamente ou apenas correr em live mode).

Usando o Xen no OpenSuse

Assim como em outras distribuições, você pode usar o VirtualBox ou o VMware sobre o OpenSUSE, criando máquinas virtuais com outros sistemas. Apesar disso, o Yast inclui também um wizard que se encarrega de instalar e configurar o Xen, deixando-o pronto para uso.

O Xen é um software de virtualização muito usado em servidores, onde concorre com o VMware Server, o Virtuozzo e outros produtos. Um dos principal motivos do Xen ser pouco usado em desktops, onde predominam o VMware e o VirtualBox é o fato de ele ser mais complicado de instalar e configurar, um problema que o configurador do Yast se oferece para resolver:

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Com exceção do Qemu (que, embora muito lento, pode rodar sem usar um módulo de Kernel), todos os virtualizadores utilizam módulos de Kernel para ter acesso direto ao hardware e poderem assim acessar instruções privilegiadas do processador, capturar tráfego da rede e assim por diante, de forma a fazerem seu trabalho. O VMware, por exemplo, usa três módulos diferentes, o vmmon, o vmci e o vsock.

O Xen é um pouco mais intransigente, exigindo o uso de um Kernel especialmente compilado, contendo um conjunto de patches, que incluem as funções que permitem que ele tenha acesso direto ao hardware e outras funções necessárias.

Para facilitar, o wizard do OpenSUSE instala o novo Kernel automaticamente, adicionando uma opção de boot no menu do grub, o “Xen — OpenSUSE”. Como pode imaginar, é necessário reiniciar a máquina e inicializar usando a nova opção para que o Xen possa ser usado:

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Depois de reiniciar, use a opção “Criar máquina virtual” dentro da categoria “Sistema > Virtualização” do iniciar para criar as máquinas virtuais e poder testar. É possível (a partir do Xen 3.0) criar tanto VMs com outras distribuições Linux quanto com o Windows:

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Ao criar uma máquina virtual para uma distribuição Linux, você tem a opção de usar o modo de paravirtualização, que é o sistema clássico de operação do Xen, ou de usar o modo de virtualização completa, que está disponível a partir do Xen 3.0:

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O modo de paravirtualização é o mais usado em servidores, pois oferece um melhor desempenho. O grande problema é que ele exige que o sistema operacional dentro da máquina virtual seja especialmente adaptado para rodar dentro da VM. No caso das distribuições Linux, é necessário utilizar uma versão do kernel com suporte ao Xen (a maioria das grandes distribuições oferecem uma opção de boot que permite a instalação dentro da VM), mas isso não é possível no caso do Windows, que tem o código fonte fechado e não pode ser modificado.

No modo de virtualização completa, o Xen trabalha de forma similar ao VMware e outros softwares de virtualização, o que permite instalar o Windows e qualquer distribuição Linux, sem necessidade de usar um kernel especial (é por isso que ao criar uma VM com o Windows, a opção de usar o modo de paravirtualização não é mostrado). Este é o modo que você vai acabar usando na maior parte do tempo ao usar o Xen para testar vários sistemas.

O principal empecilho é que o modo de virtualização completa só funciona em máquinas com processadores Intel ou AMD recentes, com suporte ao Intel VT ou ao AMD-V. Se você usa um processador antigo, resta apenas o modo de paravirtualização.

Em seguida, você vai para o menu de configuração da máquina virtual. À primeira vista, ele parece apenas um menu de confirmação, mas na verdade todas as opções são editáveis:

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Para poder usar a VM, o absoluto mínimo é acessar a opção “Discos” e adicionar um CD-ROM, com a mídia de instalação. Você pode tanto usar o próprio drive de CD-ROM da máquina (o que é o default) quanto indicar a localização de um arquivo .ISO com a imagem do CD de instalação:

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É importante também ajustar a quantidade de memória reservada à máquina virtual. O Xen permite que você defina um valor inicial, que é a quantidade “fixa” de memória que é reservada assim que a VM é ativada e também um valor máximo, que pode ser usado em caso de necessidade. Isso evita que você precise reservar 512 MB de memória para uma VM onde você precisa de apenas 256 MB na maior parte do tempo, por exemplo:

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Você pode escolher também a placa de vídeo que será simulada. Por padrão, o Xen simula uma placa Cirrus Logic 5446, uma placa 2D antiga, da época da Trident 9680, que oferece apenas recursos básicos de aceleração em 2D, sem qualquer suporte a 3D. Para os raros casos em que você esteja instalando um sistema sem suporte a ela dentro da VM, existe a opção de simular uma placa VESA, sem recursos especiais:

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Depois de concluída a configuração, a VM será inicializada, dando boot através do CD-ROM e iniciando a instalação do sistema, como um PC normal. O Xen não possui um sistema de acesso ao vídeo local da máquina virtual, por isso utiliza um servidor VNC interno para exibir as imagens. Isso faz com que o desempenho da atualização de tela seja bastante ruim se comparado ao do VirtualBox ou do VMware Player:

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Como comentei, o Xen é otimizado para uso em servidores, onde o modo de paravirtualização oferece um bom desempenho. O wizard do OpenSUSE automatiza a instalação e configuração e o modo de virtualização completa permite que você instale o Windows ou outras distribuições Linux sem muita complicação, mas não espere que o Xen se comporte de forma tão transparente quanto o VirtualBox, que é otimizado para uso em desktops.

De qualquer forma, a facilidade de instalação no OpenSUSE faz com que o Xen mereça pelo menos um teste.

Fonte: GuiadoHardware

Com sensores, Project Natal quer aposentar o controle

A Microsoft revelou em sua conferência na E3, realizada nesta segunda-feira (1º), o Project Natal , dispositivo que traz uma série de sensores para o Xbox 360. O aparelho tem detecção de movimento de corpo inteiro, além de reconhecimento de rosto e voz, e fica posicionada em frente à TV.

No vídeo de demonstração no evento, foi revelado um game de luta, que faz exatamente os mesmo movimentos corporais do jogador; um jogo de corrida em que se joga com gestos, como se estivesse segurando um volante – outros jogadores atuam durante o pitstop -; e um título de chutar a gol. Foi mostrado também um jogo de skate, em que o usuário pode “escanear” o próprio equipamento. Esse título também é controlado por gestos.

O sensor também conta com um sistema de reconhecimento de face. Assim, quando um usuário fica em frente ao sistema, o Xbox 360 faz o login na Xbox Live, e o avatar passa a imitar seus movimentos. Também tem reconhecimento de voz e, com essa função, é possível ativar comandos apenas falando. Para tocar um vídeo, basta dizer “play”; com “good bye”, o console é desligado.

O corpo é o controle

A navegação na dashboard pode ser feita com movimento das mãos. Games como “1 vs 100″, de perguntas e respostas, passam a ser jogados com gestos e voz, quase como nos programas de TV do gênero na vida real. Ou seja, o sistema também sabe o número de jogadores, que abre possibilidade para títulos multiplayer.

Foram mostrados dois aplicativos ao vivo durante a E3. Em “Ricochet”, o objetivo é rebater uma bola, com qualquer parte do corpo. Como o sensor é 3D, consegue reconhecer distâncias, ou seja o avatar do jogador pode se movimentar em todas as direções do espaço virtual. A precisão parece alta, reconhecendo até a abertura das mãos e a velocidade com que os movimentos são feitos.

Já em “Paint Party”, o usuário simula que está jogando tinta com as mãos num quadro gigante. A cor é escolhida através de comando de voz. E existe uma funcionalidade de recortar máscaras usando os contornos de seu corpo.

Nomes estrelados

Dois grandes nomes da indústria estão trabalhando com o Project Natal. Um deles é o consagrado diretor Steven Spielberg, que recentemente também passou a fazer games (caso de “Boom Blox”). Por ora, seu projeto ainda está envolto em mistério.

A outra personalidade é Peter Molyneux, presidente da Lionhead Studios, que demonstrou “Milo”. Essse é o nome do garoto virtual que guiou a demonstração do jogo, na qual caminhava por uma enseada e a jogadora que interagia com Milo através de conversa e movimentos pode mexer na água (até seu reflexo aparece). O garoto apresenta movimentos faciais bastante realistas, com destaque para a movimentação da boca durante a fala.

Na última parte da demonstração, a jogadora desenhou algo em uma folha de papel e a “entregou” a Milo, erguendo-a em frente a câmera e, no mesmo instante, Milo aparecia com a folha em mãos na tela. Segundo Molyneux, Milo reconhecerá os desenhos feitos em papel, mas como essa interação acontece será demonstrada em uma apresentação à portas fechadas durante a E3.

Windows 7 com XP Embutido

Acabou o mistério: os problemas de compatibilidade que infernizaram o Windows Vista serão coisa do passado com o Windows 7, devido à nova tecnologia Windows XP Mode (XPM, Virtual Windows XP, Virtual XP ou VXP).

O XMP é baseado na próxima geração do Microsoft Virtual PC, que ainda não foi lançada. O XP Mode basicamente é composto por dois itens: um ambiente virtual baseado no Virtual PC e uma cópia licenciada do Windows XP Professional com o SP3. E o mais incrível é que ele estará disponível para download gratuitamente no site da Microsoft para todos os usuários do Windows 7 Professional, Enterprise e Ultimate. A única exigência é ter um processador que suporte a tecnologia Intel VT-x ou AMD-V (virtualização assistida por hardware).

Como funciona o XMP?
O XMP funciona de forma semelhante ao Virtual PC, mas com um detalhe importante: assim como ocorre com o MED-V (Microsoft Enterprise Desktop Virtualization), o XPM não necessita que você execute o ambiente virtual como um computador diferente. Ao invés disso, você instala os programas dentro do Windows XP virtual e pode executá-los como se eles estivessem no próprio Windows 7.

Parece complicado, mas não é. Na prática, você poderá executar o IE6 e o IE8 lado a lado, como se ambos estivessem instalados no Windows 7, embora o IE6 esteja sendo executado dentro de um “Windows XP invisível”. Esse é o grande trunfo do XMP: para o usuário final, ele permite rodar todos os programas compatíveis com o Windows XP sejam executados no Windows 7. É como se o usuário estivesse rodando o Windows XP ao mesmo tempo que o Windows 7, e ambos utilizando o mesmo desktop.

Exemplo prático
A imagem abaixo mostra o Office 2003 rodando juntamente com o Office 2007 no Windows 7. O curioso é que o Office 2003 não está instalado no Windows 7, mas sim no “Windows XP Mode”. Note que a barra superior do Office 2003 mostra os botões do Windows XP, indicando que ele está rodando sob “Windows XP Mode”, enquanto o Office 2007 mostra os botões do Windows 7, indicando que ele está instalado no Windows 7. Todo programa que estiver rodando sob o “Windows XP Mode” mostrará os botões do Windows XP. 

Mesmo que ambos estejam rodando em sistemas operacionais diferentes, eles aparecem juntos no mesmo desktop, e têm total interação: você pode arrastar um objeto do Office 2007 e soltá-lo no Office 2003, e vice-versa, como se ambos estivessem rodando no Windows 7. 

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Windows XP e Windows 7 rodando simultaneamente!

A instalação do Windows XP Mode é muito semelhante à instalação do Virtual PC:

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No final da instalação do Windows XP Mode, você tem um desktop secundário com o Windows XP:

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Outro detalhe importante é que o “Windows XP Mode” suporta periféricos USB, algo que o Virtual PC atual não suporta. Com isso, se o usuário tiver um periférico que funciona somente no Windows XP, ele poderá instalar os drivers como se estivesse no Windows XP e utilizá-lo normalmente.

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A instalação do Office 2003 no Windows XP Mode segue a mesma rotina da instalação do Windows XP:

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Enfim a Microsoft resolveu definitivamente os problemas de compatibilidade do Windows XP com o Windows 7, simplesmente embutindo o Windows XP no Windows 7. Isso terá um resultado muito positivo no sucesso do Windows 7, pois os usuários do Windows XP poderão migrar para o novo sistema operacional sem se preocuparem com o principal impecilho: compatibilidade. Desta vez a Microsoft acertou em cheio.

Para baixar o XPM, acesse este link.

Fonte: Baboo

Virtual CloneDrive 5.4.2.5 Final

Esta aplicação é totalmente compatível com qualquer Windows que já testei (2000, XP, Vista 32 e 64, Windows 7).

O Virtual CloneDrive é uma aplicação gratuita desenhada pela SlySoft, empresa detentora de outras aplicações que normalmente apresentamos aqui, exemplo o AnyDVD.

Esta ferramenta trabalha e comporta-se como se uma drive de CD/DVD física se tratasse, no entanto apenas existe virtualmente.

Podemos descarregar as imagens ISO e montar uma drive com o conteúdo como se fosse um disco. Este tipo de utilização permite uma maior rapidez no acesso a conteúdos que estariam num disco físico, de acesso mais lento e sujeito a degradar-se.

  • Suporta as mais comuns estruturas de imagens como ISO, BIN, CCD
  • Pode montar até 8 drives virtuais
  • Fácil de usar, dois cliques sobre a imagem ISO e tem a drive montada
  • Virtual CloneDrive é gratuito, pode usar sem gastar um tostão

Acho que as características não poderiam ser mais agradáveis. Em relação ao Daemon este é menos equipado, no entanto pareceu-me mais rápido a transitar de imagem para imagem.

Vale a pena?
Quem já não usa imagens, sugiro que comece a transportar os seus dados dessa forma, principalmente se tiver valiosos DVD’s de jogos, filmes, música ou dados, este tipo de cópia é bastante fidedigna.

Caso interesse, poderá fazer o download diretamente neste link.

Fonte: PeopleWare