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Usando a Chave de Ativação AXXRAKSW5 para RAID-5

Através de uma “Chave de Ativação” é possível habilitar o suporte a RAID-5 nas portas SATA de algumas placas para servidor da Intel.

Os modelos compatíveis com a Chave de Ativação AXXRAKSW5 (Tower Falls) são: S5000VSA, S5000PAL, S5000PSL, S5000XVN, S5500BC(BCR),S5500HCVS5520HC(HCR) e S5520SC(SCR).

Nessas placas de servidor as portas SATA podem ser configuradas para RAID de níveis 0, 1 e 10.

Entretanto, para que a opção de nível 5 seja liberada, é necessária uma “Chave de Ativação” (Activaton Key).

Essa chave consiste em um diminuto hardware, o qual é vendido como opcional.

Uma vez tendo a Chave de Ativação instalada em sua placa mãe, siga os seguintes passos para habilitar a opção RAID-5 em seu servidor:

  • Entre no Setup de BIOS – usando a tecla de função [F2].
  • Acesse a aba ADVANCED;
  • Nessa aba, siga até o item MASS STORAGE;
  • Habilite a opção de CONTROLADORA SW RAID

(*) Antes de sair do Setup de BIOS, volte na aba MAIN e desabilite a opção “Quiet Boot” (pois, em modo “quiet”), a opção de evocar a controladora via “[CTRL] + E” fica escondida pela imagem decorativa do POST.

Agora basta usar a tecla de função [F10] para salvar as alterações e sair.

O servidor iniciará um novo boot e, após o POST, aparecerá a opção de evocar o Setup da Controladora pressionando a combinação de teclas [CTRL] + E.

Uma vez no Setup da Controladora, entre em Menu Principal > Configure > Easy Configuration.

Selecione os discos rígidos que farão parte do RAID-5 (usando a barra de espaço para selecionar os discos).

Avance pressionando a tecla de função [F10] pra continuar.

Na próxima página, a opção RAID-5 – que outrora estava “apagada” – agora passa a estar habilitada.

Basta escolher esse nível de RAID e mandar construir o volume.

Referências:

http://sinco.servehttp.com/equipamentos/produto.asp?descricao=AXXRAKSW5

http://www.intelraid.com/uploads/Intel_EmbeddedRAID_v6.pdf

http://www.intel.com/products/server/io/index.htm#RAID

Fonte: SINCO

Criando um Storage Repository no XenServer 5.5 utilizando RAID-1 por software

Olá!
Caso alguém precise, aqui estão os passos.

Para o exemplo, vamos supor que existam 3 HD’s SATA: 1 para a instalação do Xen (/dev/sda), os outros dois onde faremos o RAID-0 (/dev/sdb e /dev/sdc).

Criar uma partição e alterar seu tipo para “linux raid”, em cada HD a ser utilizado no RAID:

fdisk /dev/sdb

Pressionar “p” para visualizar as partições (se o disco for novo, não terá nenhuma) * PASSO OPCIONAL
Pressionar “d” para excluir partições (se necessário), digite o número da partição e pressione “ENTER” * PASSO OPCIONAL, dependendo se o disco é novo ou não
Pressionar “n” para criar uma partição, “p” para que ela seja “primária”, digitar “1″ e pressionar “ENTER” para que seja a primeira partição no disco
Pressionar “t” para alterar o tipo de partição, digitar o número da partição e pressionar “ENTER”, digitar “fd” e pressionar “ENTER” para alterar o tipo de partição para “linux raid”
Pressionar “w” para salvar as alterações e sair do fdisk

Repetir os processos para o /dev/sdc

Para mim, o /dev/md0 já existia… Mas eu não tinha nenhum RAID configurado…
Por garantia, excluí ele:

rm -f /dev/md0

Criar o device RAID (sintaxe genérica: mknod NOME TIPO MAJOR MINOR):

mknod /dev/md0 b 9 0

/dev/md0: device a ser criado
b: será um device “de bloco” (existem outros tipos)
9: pelo que pesquisei no google, um device RAID (“/dev/md…”) é um device de bloco com o MAJOR=9 (só não achei o porquê)
0: pelas minhas pesquisas no google, é o mesmo número do “md” (como estamos criando o “md0″, aqui vai “0″; para o “md1″, aqui iria “1″; etc, só também não achei o porquê)

Inicializar o RAID:

mdadm -C /dev/md0 –level=raid1 –raid-devices=2 /dev/sdb1 /dev/sdc1

–C /dev/md0: criaremos o RAID em /dev/md0
–level=raid1: queremos um RAID-1
–raid-devices=2: a quantidade de discos que fará parte deste RAID

Os últimos parâmetros tratam-se de uma lista com os discos/partições a serem utilizadas neste RAID. Após a criação do Array, o volume RAID será montado. Para visualizar o status do Array, utilize o comando:

cat /proc/mdstat

Adicionar a nova área ao xen:

xe sr-create content-type=”LocalSR” type=lvm device-config-device=/dev/md0 shared=false name-label=”RAID1″

sr-create: criar um novo Storage Repository
content-type=”LocalSR”: será um repositório local
type=lvm: tipo de particionamento (LVM seria “o melhor”, segundo as pesquisas que andei fazendo no google, nas quais encontrei esta explicação sobre LVM)
device-config-device=/dev/md0: o disco a ser utilizado (aqui apontamos para o device RAID)
shared=false: o SR não será compartilhado (outros servidores Xen não acessarão este repositório)
name-label=”RAID0″: nosso SR se chamará “RAID0″, na tela de administração do Xen

Pronto! o novo SR já está disponível para uso.

Fonte: http://www.huff.com.br/?p=400

Configurar RAID 5 no Windows XP Professional

 

Como sabemos o Windows XP Professional só oferece suporte nativo ao RAID 0, mas com algumas modificações é possível aumentar este suporte para RAID 1 e RAID 5, igualando-o neste ponto às versões Server da Microsoft.

  Como Criar um RAID?
A ferramenta RAID pode ser implementada por duas maneiras: Por software ou por Hardware. Sendo que, antes de avaliarmos esta questão, vamos lembrar sem muito detalhes o funcionamento e as características dos principais níveis RAID existentes. 
RAID é um acrônimo para Redundant Array of Independent Disks. Isto é, o objetivo da tecnologia é usar discos independentes a fim de criar uma matriz (array) redundante para armazenar os dados. Os níveis (0, 1, 5, etc) correspondem ao modo como esta matriz é implementada.  

RAID e seus diversos Niveis

RAID 0 não é uma técnica que prevê tolerância a falhas, pois nenhuma informação de paridade ou copia de dados é feita entre os discos que compõem a matriz. Seu ponto positivo é a performance, pois como os dados de cada arquivo são armazenados de forma distribuída entre os discos, o tempo é drasticamente reduzido devido ao paralelismo no acesso físico. Contudo, se você tiver um RAID 0 com 5 HD’s (mínimo é 2) e um disco parar, todos os dados serão perdidos.


RAID 1 é conhecido como mirroing (espelhamento) e tem como ponto positivo a tolerância à falhas. Quando dois discos são espelhados, a cada gravação de dados duas operações de escritas são feitas. Se o disco principal parar, o “espelho” assume seu lugar de forma totalmente transparente ao usuário. Como ponto negativo, o usuário sempre perderá 50% da capacidade de armazenamento instalada na CPU.

RAID 5 une o melhor das duas técnicas anteriores. Os dados de cada arquivo são distribuídos entre os HD’s e uma informação de paridade é calculada e também armazenada de forma distribuída entre os discos. Com isso se ganha no paralelismo do acesso e, se um disco falhar, a informação perdida é reconstruída a partir dos dados gravados nos outros discos e da operação lógica XOR (Exclusive OR, OU Exclusivo). É evidente que neste caso o sistema terá sua performance diminuída devido à latência adicional para o processamento da operação XOR. 

Veja mais sobre a operação XOR

Uma matriz RAID pode ser criada por hardware ou por software. A implementação por Hardware é feita através de uma placa de expansão normalmente instalada em slot’s PCI, PCI-E, PCI-X, bem como a partir da integração de um circuito integrado na placa-mãe, como vem ocorrendo há algum tempo mesmo entre as “MOBOS” para Desktops. 


A implementação por Software é o que estaremos implementando neste tutorial, onde toda a configuração é feita depois que o S.O. é instalado e o processador da máquina é que fica responsável pelas operações lógicas relacionadas. 

Assim como ocorre em toda analise entre interfaces on-board e off-board, é claro que o RAID por hardware é melhor, pois além de aliviar o processador também nos permite criar uma matriz RAID bootável, uma vez que a configuração da controladora RAID está disponível durante o POST da maquina. 
É devido a essas razões que o RAID por software só se justifica basicamente em duas situações: Quando a MOBO não possuir uma controladora RAID integrada, ou quando você tiver pelo menos 3 HD’s (além do HD do sistema) para compor um RAID 5 e seu sistema não for formado por uma MOBO que suporte RAID 5. Se este não for seu caso, vamos ao passo-a-passo para dotar o Windows XP do suporte ao RAID 5.

   Windows XP PRO com RAID 5

O XP pode reconhecer os HD’s instalados como discos básicos ou discos dinâmicos. No primeiro caso, eles podem ser divididos em partições primarias, estendidas e unidades lógicas. Quando um HD é dinâmico só podemos criar volumes, não mais partições. 

Na pratica, a diferença entre as implementações está nas tarefas que são suportadas. RAID, por exemplo, só pode ser criado sobre volumes, e é por isso que nossa primeira tarefa será converter os 3 HD’s SCSI para discos dinâmicos. Para isso, vá até o Gerenciamento do Computador (Iniciar > Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > Gerenciamento do Computador) e clique em Gerenciamento de discos:


Selecione qualquer disco básico, clique com o botão direito e vá em Converter em disco dinâmico, em seguida selecione os discos que deseja converter e clique em OK.


Agora clique com o botão direito sobre algum dos discos dinâmicos e selecione a opção Novo Volume. O assistente será iniciado, clique em avançar até a tela abaixo, onde você verá que o Windows XP só suporta nativamente Volume Simples (criado sobre um único HD), estendido (um ou mais HD’s são usados; o espaço do primeiro é usado, depois o do segundo e assim por diante; se um disco falhar, todos os dados serão perdidos) e Distribuído (este é o RAID 0).


Vejamos agora o procedimento necessário para adaptar o Win XP PRO ao RAID 5. Primeiramente, localize e copie os arquivos para qualquer pasta:

        dmboot.sys (c:\Windows\system32\drivers)
        dmconfig.dll (c:\Windows\system32)
        dmadmin.exe (c:\Windows\system32)

Agora precisamos de um editor hexadecimal, para este tutorial utilizarei o UltraEdit-32.

Veja uma lista destes Softwares

Após a instalação, com o programa aberto abra o arquivo dmboot.sys, em seguida vá até: Search > Find > selecione a caixa “Find ASSCII” e em Find what digite WINNT e clique em Find Next:


 Modifique os arquivos conforme mostrado nas figuras:

 Faça o mesmo procedimento com o arquivo dmconfig.dll buscando por LANMANNT:

 E por ultimo com arquivo dmadmin.exe procurando por SERVERNT:

Feita as alterações substitua os arquivos em questão em suas pastas já especificadas:  


A cada arquivo substituído, como são arquivos do sistema o Windows tentará restaurar os arquivos originais através do CD de instalação do Windows. Mais, como fizemos estas mudanças para que o Windows suporte o RAID 5, devemos manter a substituição, para isso clique em “cancelar” e em seguida em “sim”. Como mostrado abaixo


Agora voltamos ao Gerenciador do Computador nas Ferramentas Administrativas e em Gerenciamento de Discos, clicamos novamente em “Novo Volume…” e temos agora as opções de RAID 1 (Espelhamento) e RAID 5:


Como nosso tutorial é sobre RAID 5, vamos criá-lo. Clique sobre RAID 5 e em avançar. Adicione os discos que farão parte desta matriz e clique em avançar:


Especifique uma letra para o novo volume, na tela seguinte o Sistema de arquivos:


Agora é só concluir o assistente e esperar a criação do RAID 5:


Agora é aproveitar o beneficio conquistado com Windows XP Professional, agora com RAID 5:

Fonte: Toms Hardware 

Tipos de RAID

Como nunca decoro e, sempre que alguém me pergunta tenho que correr para dar uma “googlada”, resolvi colocar um guia de referência que peguei lá do Fórum do Baboo aqui, para uma consulta rápida sempre que alguém precisar.

Esse artigo demonstra como solucionar os problemas de quebra de disco em um servidor, Dependendo dos serviços que estão sendo rodados no servidor, geralmente acesso à banco de dados, e-mail, sistema corporativos, etc, não seria legal perder todo esse conteúdo por causa de uma falha de disco rígido, e por isso empresas de médio a grande porte investem em sistemas de “tolerância à falhas” ou seja, o Sistema RAID.

Uma das melhores soluções para “tolerância à falhas” para seu servidor é o Sistema RAID.

Definição de RAID: RAID significa “Redundant Array of Inexpensive Disks”. Pesquisadores da Universidade de Berkeley na Califórnia foram os que publicaram um estudo definindo o RAID, as suas características e tecnologias. Atualmente existem onze tipos de RAID: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 10, 53 e 0+1. 

Abaixo estão as descrições dos RAID mais utilizados:

RAID 0 – striping sem tolerância à falha

Este nível tem o nome de “striping”. Os dados do computador são divididos entre dois ou mais discos rígidos, o que oferece uma alta performance de transferência de dados, porém não oferece segurança de dados, pois caso haja alguma pane em um disco rígido, todo o conteúdo gravado neles irá ser perdido. O RAID 0 pode ser usado para se ter uma alta performance, porém não é indicado para sistemas que necessitam de segurança de dados.

É possível usar de dois a quatro discos rígidos em RAID 0, onde os mesmos serão acessados como se fosse um único disco, aumentando radicalmente o desempenho do acesso aos HD’s. Os dados gravados são divididos em partes e são gravados por todos os discos. Na hora de ler, os discos são acessados ao mesmo tempo. Na prática, temos um aumento de desempenho de cerca de 98% usando dois discos, 180% usando 3 discos e algo próximo a 250% usando 4 discos. As capacidades dos discos são somadas. Usando 4 discos de 10 GB, por exemplo, você passará a ter um grande disco de 40 GB.

Este modo é o melhor do ponto de vista do desempenho, mas é ruim do ponto de vista da segurança e da confiabilidade, pois como os dados são divididos entre os discos, caso apenas um disco falhe, você perderá os dados gravados em todos os discos. É importante citar que neste nível você deve usar discos rígidos idênticos. É até possível usar discos de diferentes capacidades, mas o desempenho ficará limitado ao desempenho do disco mais lento.

RAID 1 (mirror e duplexing)

RAID 1 também é conhecido como “espelhamento”, ou seja, os dados do computador são divididos e gravados em dois ou mais discos ao mesmo tempo, oferecendo, portanto, uma redundância dos dados com segurança contra falha em disco. Esse nível de RAID tende a ter uma demora maior na gravação de dados nos discos, pelo fato da replicação ocorrer entre os dois discos instalados, mais sua leitura será mais rápida, pois o sistema terá duas pontes de procura para achar os arquivos requeridos.

Neste nível são utilizados dois discos, sendo que o segundo terá uma cópia idêntica do primeiro, ou seja, um CLONE. Na prática, será como se existisse apenas um único disco rígido instalado, pois o segundo seria usado para espelhamento dos dados gravados no primeiro – mas caso o disco principal falhe por qualquer motivo, você terá uma cópia de segurança armazenada no segundo disco. Este é o modo ideal se você deseja aumentar a confiabilidade e a segurança do sistema.

Um detalhe importante em RAID 1 é que, caso os dois discos estejam na mesma IDE, (1º em master e o 2º em slave), você teria que resetar o micro caso o primeiro disco quebrar, usando um disco por IDE a placa fará a troca automaticamente, sem necessidade de reset. 

RAID 10 (mirror e striping com alta performance)

RAID 10 pode ser usado apenas com 4 discos rígidos. Os dois primeiros trabalharão em modo Striping (aumentando o desempenho), enquanto os outros dois armazenarão uma cópia exata dos dois primeiros, mantendo uma tolerância à falhas. Este modo é na verdade uma junção do RAID 0 com o RAID 1 e é muito utilizado em servidores de banco de dados que necessitem alta performance e tolerância à falhas.

RAID 0+1 (alta performance com tolerância)

Ao contrário do que muitos pensam, o RAID 0+1 não é o mesmo que o RAID 10: embora ambos exijam no mínimo quatro discos rígidos para operarem e funcionam de uma maneira similar, o RAID 0+1 e tem a mesma tolerância à falha do RAID 5. No RAID 0+1, se um dos discos rígidos falhar, ele se torna essencialmente um RAID 0

RAID 2 (ECC)

Este nível de RAID é direcionado para uso em discos que não possuem detecção de erro de fábrica. O RAID 2 é muito pouco usado uma vez que os discos modernos já possuem de fábrica a detecção de erro no próprio disco.

RAID 3 (cópia em paralelo com paridade) 

RAID 3 divide os dados, a nível de byte, entre vários discos. A paridade é gravada em um disco em separado. Para ser usado este nível, o hardware deverá possuir este tipo de suporte implementado. Ele é muito parecido com o RAID 4.

RAID 4 (paridade em separado)

RAID 4 divide os dados, a nível de “blocos”, entre vários discos. A paridade é gravada em um disco separado. Os níveis de leitura são muito parecidos com o RAID 0, porém a gravação requer que a paridade seja atualizada toda as vezes que ocorrerem gravações no disco, tornando-a mais lenta a gravação dos dados no disco. O RAID 4 exige no mínimo três discos rígidos.

RAID 5 (paridade distribuída)

RAID 5 é comparável ao RAID 4, mas ao invés de gravar a paridade em um disco separado, a gravação é distribuída entre os discos instalados. O RAID 5 aumenta a velocidade em gravações de arquivos pequenos, uma vez que não há um disco separado para a paridade. Porém como o dado de paridade tem que ser distribuído entre todos os discos instalados, durante o processo de leitura, a performance deverá ser um pouco mais lenta que o RAID 4. O RAID 5 exige no mínimo três discos rígidos.

Existem outros RAID que são utilizados em menor escala e/ou são baseados naquele acima mencionados:

RAID 6 (dupla paridade) 
É essencialmente uma extensão do RAID 5 com dupla paridade

RAID 7 (altíssima performance) 
As informações são transmitidas em modo assíncrono que são controladas e cacheadas de modo independente. obtendo performances altíssimas.

RAID 53 (alta performance) 
É essencialmente um RAID 3 com cinco discos rígidos

Com certeza pode-se afirmar que o Sistema de arquitetura RAID é o mais utilizado entre empresas que querem manter segurança de dados em seus servidores. Algumas soluções são bastante caras, mas permitem um nível de segurança compatível com o investimento realizado.

Autor original: Danilo Montagna
Direitos Autorais: Danilo Montagna