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Linux: Gerando senhas seguras e aleatórias

A utilização de senhas seguras é uma obrigação a todo profissional de TI. Suas senhas devem ter um bom comprimento e alternar entre letras, números e caracteres especiais, diminuindo drasticamente a possibilidade de descoberta das senhas por outras pessoas ou mecanismos automáticos. Para facilitar a nossa vida existe um utilitário no linux que gera senhas aleatórias sem que precisemos queimar neurônios para criá-las sozinhos: makepasswd.

O makepasswd utiliza o /dev/random para gerar as senhas, pode gerar várias senhas de uma só vez e criptografá-las com o algoritmo md5. É uma ótima ferramenta para quem precisa criar senhas seguras para serviços, pois as passwords geradas nao são simples de serem memorizadas, o que torna inviável a utilização para usuários comuns.

Instalando o makepasswd

Em distribuições Debian-like, digite o seguinte comando no terminal:

$ sudo apt-get install makepasswd

Gerando senhas com o makepasswd:

Digite no terminal:

$ makepasswd

Saída:

1mnU8L1LVF

Para alterar o comprimento da senha gerada, utilize a opção –char

$ makepasswd --char 12

saída:

9HaifQW4q923

para gerar várias senhas de uma só vez utilize –count

$ makepasswd --count 5

Saída:

LzSoH0
K2QXW5L
AisGn0vn
ETVj0W74
NpBp1TeA

Para gerar uma senha criptografada, utilize –crypt-md5 (Ele exibirá a senha em texto plano e criptografada)

$ makepasswd --crypt-md5

Saída:

YM2WYIry  $1$mn8MFbyM$Suk986UgD/kOuNBJsBzoD/

Estas são as opções mais comuns do comando, dê uma olhada na manpage do makepasswd para mais informações.

Agora que você já conhece o makepasswd, ponha em prática! Melhore a segurança de sua rede utilizando senhas seguras!

Fonte: Luiz Guanabara

Mantenha seus programas sempre atualizados com ajuda do R-Updater

O R-Updater é um programa capaz de realizar a tarefa de manter os programas atualizados no computador a fim de garantir um bom desempenho nas tarefas realizadas e tornar o sistema mais seguro contra ataques. Cabe ao usuário somente baixar e instalar novas versões. Isso porque embora a maioria dos aplicativos disponíveis no mercado já conte com ferramentas que procuram automaticamente atualizações, nem sempre elas são feitas com sucesso.

R-Updater 1.1

Ao executar o R-Updater pela primeira vez irá começar uma análise automática da máquina em busca dos softwares instalados e gerar uma lista com todos os programas que dispõem de atualizações para download e informações como a versão instalada e possíveis softwares em versão de testes beta. Para realizar o download de qualquer um dos aplicativos listados, clique na opção Update para abrir uma janela própria do desenvolvedor do R-Update. Nela você encontra link para baixar a versão mais recente e pode acessar a página do desenvolvedor ou realizar uma busca no Google em busca de mais informações sobre a nova atualização.

R-Updater 1.1

Além de realizar análises manuais a qualquer hora, o R-Updater permite agendar seu funcionamento e trabalha em segundo plano para informar o usuário em tempo real sobre qualquer novidade. Portanto é só agendar uma análise semanal para garantir que todos os softwares instalados fiquem em dia com a versão mais recente. Entre as configurações complementares do R-Updater estão avisos personalizados sobre as atualizações de programas específicos. Por exemplo, enquanto um software pode receber alertas sobre qualquer atualização disponível, outro pode ser configurado para só ser atualizado quando houver uma grande atualização.

Download R-Updater (Disponível em versão instalável e portátil)

Compatível com todas as versões do Windows, incluindo o Windows 7 (32 e 64 bits)

Onze ferramentas essenciais para gerenciar o Active Directory

 

Por: Laura E. Hunter

VISÃO GERAL:

  • Criando objetos na linha de comando
  • Executando operações em massa dentro do Active Directory
  • Atualizações e manutenções do Active Directory

Caso você já tenha recebido uma planilha do Excel listando 200 novos funcionários que começam na semana seguinte ou caso as suas contas de usuário tenham sido configuradas incorretamente porque a equipe do suporte técnico clicou em algo

que não deveria, ou caso você apenas queira uma forma mais simples de gerenciar o Active Directory® do que sempre abrir Usuários e Computadores, há algumas ferramentas de administração gratuitas que podem ajudar. Algumas são criadas diretamente no SO Windows®, algumas vêm em um Resource Kit ou Ferramentas de Suporte do Windows e outras são ferramentas gratuitas de terceiros. Quais são essas ferramentas úteis e onde é possível obtê-las? Vamos descobrir.

Começarei pelas ferramentas de linha de comando internas do Windows Server® 2003 que lhe permitem criar, excluir, modificar e procurar objetos no Active Directory.

CSVDE

A ferramenta Comma-Separated Values Data Exchange, conhecida como CSVDE, permite que você importe novos objetos para o Active Directory usando um arquivo de origem CSV; ela também possibilita a exportação de objetos existentes para um arquivo CSV. A CSVDE não pode ser usada para modificar objetos existentes; quando você está usando essa ferramenta no modo de importação, só é possível criar objetos novos.

Exportar uma lista dos objetos existentes usando a CSVDE é muito simples. Aqui está como você exportaria os objetos do Active Directory para um arquivo chamado ad.csv:

csvde –f ad.csv

A opção –f indica que o nome do arquivo de saída vem em seguida. Mas você deve estar atento ao fato de que, dependendo do ambiente, essa sintaxe básica poderia resultar em um arquivo de saída grande e complicado. Para restringir a ferramenta e exportar apenas os objetos dentro de uma determinada OU (unidade organizacional), você poderia modificar a instrução da seguinte forma:

csvde –f UsersOU.csv –d ou=Users,dc=contoso,dc=com

Vamos dizer também que você seja o único interessado na exportação dos objetos de usuário para o seu arquivo CSV. Nesse caso, é possível adicionar a opção –r, que lhe permite especificar um filtro de protocolo LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) para a pesquisa, e a opção –l, que restringe o número de atributos exportados (observe que está tudo em uma só linha):

Criando um Storage Repository no XenServer 5.5 utilizando RAID-1 por software

Olá!
Caso alguém precise, aqui estão os passos.

Para o exemplo, vamos supor que existam 3 HD’s SATA: 1 para a instalação do Xen (/dev/sda), os outros dois onde faremos o RAID-0 (/dev/sdb e /dev/sdc).

Criar uma partição e alterar seu tipo para “linux raid”, em cada HD a ser utilizado no RAID:

fdisk /dev/sdb

Pressionar “p” para visualizar as partições (se o disco for novo, não terá nenhuma) * PASSO OPCIONAL
Pressionar “d” para excluir partições (se necessário), digite o número da partição e pressione “ENTER” * PASSO OPCIONAL, dependendo se o disco é novo ou não
Pressionar “n” para criar uma partição, “p” para que ela seja “primária”, digitar “1″ e pressionar “ENTER” para que seja a primeira partição no disco
Pressionar “t” para alterar o tipo de partição, digitar o número da partição e pressionar “ENTER”, digitar “fd” e pressionar “ENTER” para alterar o tipo de partição para “linux raid”
Pressionar “w” para salvar as alterações e sair do fdisk

Repetir os processos para o /dev/sdc

Para mim, o /dev/md0 já existia… Mas eu não tinha nenhum RAID configurado…
Por garantia, excluí ele:

rm -f /dev/md0

Criar o device RAID (sintaxe genérica: mknod NOME TIPO MAJOR MINOR):

mknod /dev/md0 b 9 0

/dev/md0: device a ser criado
b: será um device “de bloco” (existem outros tipos)
9: pelo que pesquisei no google, um device RAID (“/dev/md…”) é um device de bloco com o MAJOR=9 (só não achei o porquê)
0: pelas minhas pesquisas no google, é o mesmo número do “md” (como estamos criando o “md0″, aqui vai “0″; para o “md1″, aqui iria “1″; etc, só também não achei o porquê)

Inicializar o RAID:

mdadm -C /dev/md0 –level=raid1 –raid-devices=2 /dev/sdb1 /dev/sdc1

–C /dev/md0: criaremos o RAID em /dev/md0
–level=raid1: queremos um RAID-1
–raid-devices=2: a quantidade de discos que fará parte deste RAID

Os últimos parâmetros tratam-se de uma lista com os discos/partições a serem utilizadas neste RAID. Após a criação do Array, o volume RAID será montado. Para visualizar o status do Array, utilize o comando:

cat /proc/mdstat

Adicionar a nova área ao xen:

xe sr-create content-type=”LocalSR” type=lvm device-config-device=/dev/md0 shared=false name-label=”RAID1″

sr-create: criar um novo Storage Repository
content-type=”LocalSR”: será um repositório local
type=lvm: tipo de particionamento (LVM seria “o melhor”, segundo as pesquisas que andei fazendo no google, nas quais encontrei esta explicação sobre LVM)
device-config-device=/dev/md0: o disco a ser utilizado (aqui apontamos para o device RAID)
shared=false: o SR não será compartilhado (outros servidores Xen não acessarão este repositório)
name-label=”RAID0″: nosso SR se chamará “RAID0″, na tela de administração do Xen

Pronto! o novo SR já está disponível para uso.

Fonte: http://www.huff.com.br/?p=400

Cobian Backup – Uma alternativa viável

Cobian Backup é um programa “multitarefas” que pode ser usado para agendar cópias de segurança dos seus ficheiros e directorias. A tarefa cópias transfere os dados do local original para um outro local/drive dentro do mesmo computador ou um computador ligado à rede local.


Pode também agendar o envio de dados via FTP de forma “bidireccional” (download and upload). Cobian Backup apresenta-se em duas versões: a aplicação e o serviço. Neste formato de serviço o programa usa pouquíssimos recursos e corre de forma silenciosa nos serviços do Windows, actuando conforme a agenda de backups.

Download: Cobian Backup 10.0.2.695 [14.52MB]

Teste o Android no seu Computador

O Android é considerado por muitos como o sistema operacional do momento. As vezes em conversa, quando refiro que o meu smartphone usa Android, alguns utilizadores ainda me questionam sobre o que é isso do Android. É certo que o Android ainda não atingiu o seu nível de popularidade, mas com as publicidades que têm aparecido no âmbito dos telemóveis/smartphones o Android será  brevemente um termo conhecido de todos.

Bem, mas é só possível testar o Android se tiver um telemóvel/smartphone? A resposta é NÃO!, e hoje vamos ver como colocar o Android a funcionar num PC.

Há muitas formas de colocarmos o sistema operativo Android a funcionar no nosso PC. A forma mais simples é através de uma máquina virtual, usando para isso o VMWare ou o VirtualBox. No entanto podemos também instalá-lo nativamente na nossa máquina sem qualquer problema.

Hoje vamos testar/explorar o Android através do VirtualBox. Para isso devem seguir os seguintes (simples) passos:

Passo 1 – Caso ainda não tenha o virtualBox instalado, pode fazê-lo a partir daqui

Passo 2 – Download do sistema Operativo Android android-x86-1.6-r2.iso

Passo 3 – A partir de agora é criar uma máquina virtual “normalíssima”, com base no .iso do sistema operativo Android

Para começar, indicamos qual o nome para a nossa VM

Android_00

Em seguida, definimos quando vamos partilhar da nossa memória RAM total para a máquina virtual (Para este exemplo, defini 512 MB de RAM e o rendimento é excelente)

Android_01

Depois mandamos criar o disco rígido virtual para a nossa VM.

Android_02

Depois das “pré-configurações” e criada a nossa máquina virtual, mandamos iniciar a mesma através do botão “iniciar”

Android_03

Durante o processo de arranque, teremos de indicar onde se encontra o sistema operativo (para instalar nativamente ou apenas correr em live mode).