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Controlando Extensões em Servidores Windows e Linux

Um dos maiores problemas que todos encontramos nos clientes é a quantidade de arquivo não produtivos nos servidores de arquivos. Cheguei a ver um servidor com mais de 20GB de música mp3, sem contar os filmes e fotos.

Todo esse conteúdo, além de consumir recursos físicos como servidores, consome tempo dos colaboradores e dos administradores, podendo ainda levar a empresa a ser multada por possuir arquivos que ferem a propriedade intelectual.

Abaixo, vou explicar como podemos utilizar o FSRM para aumentar a produtividade e o controle sobre os servidores de arquivos Windows e como realizar as mesmas alterações no SAMBA.

File Server Resource Manager

O FSRM (File Server Resource Manager) é um conjunto de ferramentas disponível apenas no Windows Server 2003 R2 que possibilita os administradores controlar e gerenciar a quantidade e os tipos de arquivos que são armazenados nos servidores. Com ele podemos estabelecer quotas por pastas, configurar os tipos de arquivos que podem ser gravados e gerar relatórios sobre a forma como está sendo utilizado o espaço em disco.

Instalando o File Server Resource Manager

  1. Abra o Control Panel;
  2. Em Add or Remove Programs, clique Add/Remove Windows Components;
  3. Em Windows Components Wizard, selecione Management and Monitoring Tools e então clique Details;
  4. Clique File Server Resource Manager;
  5. Clique OK, depois em Next, e então clique em Finish.

Bloqueando o armazenado de Audio e Video

Para bloquearmos a gravação de arquivos de áudio e vídeo em um determinado diretório

  1. Click com o botão direito em File Screens, e click em Create file screen.
  2. Em File screen path, escreva o endereço local do diretório ou utilize o botão Browse. Selecione o modelo Block Áudio and Vídeo Files, click Create.
  3. Tente copiar um arquivo
  4. Pronto, agora você pode escolher qualquer extensão e vetá-las no servidor de Arquivos.

    Essa notícia, coletei do IMasters.

    Mas e se fosse um servidor Linux, rodando o Samba? Muito mais fácil, essa já uso há algum tempo e creio que é imprescindível ao configurar um servidor de Arquivos.

    Basta adicionar a seguinte linha ao seu arquivo de configuração do SAMBA:

    veto files = /*.mp3/*.jpg/*.avi/*.mpeg/*.mpg/*.wma/*.wmv

    No caso acima o Samba irá barrar todos os arquivos que tiverem as extensões mp3, jpg, avi, mpeg, mpg, wma, wmv.

    Esta linha deve ser inserida na seção GLOBAL do arquivo smb.conf, a localização deste arquivo vai variar de distro para distro, em algumas distros está em /etc e outras em /etc/samba.

    Espero que seja útil!

Wubi — Windows Ubuntu Installer 9.04

“Instale uma das distribuições Linux mais famosas — a Ubuntu — dentro do seu Windows sem complicações!”

Wubi é uma inovação para os entusiastas do software livre ou para aqueles que sempre quiseram instalar o Linux, mas não sabiam como particionar seu disco rígido. Este pacote é um instalador do Ubuntu, uma das distribuições Linux mais atualizadas e de fácil acesso, dentro do próprio Windows. O Ubuntu é baseado no Debian e na última versão incorporou a tecnologia XGL.

A vantagem deste instalador é que não são necessárias partições. Durante a inicialização (boot) do sistema, você escolhe qual sistema operacional quer usar. O Wubi não fica devendo em nada em performance ao Ubuntu tradicional e apresenta as mesmas funcionalidades. De brinde você ainda ganha dois softwares instalado no pacote: o Mozilla Firefox e o OpenOffice.

Antes de ter medo do Linux, fique tranqüilo: há um prático desinstalador que retira o Ubuntu da sua máquina da mesma maneira que qualquer outro programa. E, falando em instalação, existe um novo instalador incorporado no pacote: o Lupin.

Lupin, um instalador semelhante ao do Windows

Lupin é um mecanismo de instalação muito semelhante ao do Windows, no qual o próprio sistema operacional monta os pacote e os distribui nos diretórios necessários. Isso evita muita dor de cabeça e deixa o Ubuntu acessível ao usuário mais leigo, além de facilitar a vida de quem já conhece o sistema.

Ubuntu dentro do Windows!
O Lupin não contém o instalador, ele usa um arquivo ISO para numa analogia “descompactar” (para os mais puristas o termo correta seria “montar”) o conteúdo.

COMO FUNCIONA?

Após instalar o Wubi, o programa baixará automaticamente a distribuição Ubuntu, a qual possui cerca de 700 MegaBytes. Assim, ao reiniciar o computador, o usuário poderá escolher entre Windows ou Linux (Ubuntu). Ao selecionar o SO de código-fonte aberto, o sistema se encarregará de instalá-lo automaticamente — o que pode demorar um pouco na primeira vez. Uma vez instalado, basta escolher com qual sistema você deseja entrar no computador quando ele é ligado: Windows ou Ubuntu!

Pegue o Wubi através deste link.

Tenha a sua distro Linux em um pen drive USB com UNetbootin

Para quem quer levar o Linux no bolso ou facilitar a instalação do sistema operacional em máquinas sem drive de DVD (como muitos modelos de netbooks), o utilitário UnetBootin é a solução mais simples.

Ele é compatível com trinta distribuições de Linux, incluindo Ubuntu, Debian, Mandriva, entre outras. Também monta pen drives com FreeBSD, OpenBSD e NetBSD. A maneira mais rápida de usar o UnetBootin é abrir a imagem ISO do CD de instalação do sistema operacional desejado, mas o programa também pode fazer o download desses dados automaticamente. No entanto, esse recurso deve ser evitado, já que, com os arquivões de imagens de CD, podem ocorrer problemas ou interrupções durante o download.

Depois de abrir a imagem do CD, basta escolher o disco relativo ao pen drive e clicar em OK. Sim, é só isso. Ao final da cópia, o pen drive está prontinho para rodar o sistema operacional escolhido a partir do boot da máquina.

Algumas das distribuições listadas pelo UnetBootin servem para fins específicos, como a Parted Magic, que carrega um particionador de discos, ou a Super Grub Disk, para instalar um gerenciador de boot para os sistemas operacionais no HD.

Para fazer o download, acesse este link.

Virtualização agora é com o VirtualBox

VirtualBox é uma das aplicações gratuitas que permite aos utilizadores todo o potencial da virtualização onde podemos construir um sistema com todas as características técnicas mas de uma forma virtual não permanente.

Até pouco tempo, usar uma máquina virtual era sinônimo de usar o VMware Player ou o VMware Server. Ao contrário do que o nome pode sugerir, o VMware Server é perfeitamente utilizável em um PC doméstico, a única contra-indicação é que ele oferece mais opções e é dividido em dois componentes (o servidor propriamente dito e a interface), o que o torna um pouco mais complicado de usar. O VMware Player é mais simples de usar, mas em compensação não inclui a opção de criar novas máquinas virtuais (apenas usar VMs já existentes), o que limita seu uso.

Isso mudou com o crescimento do VirtualBox, que começou como um projeto da Innotek (uma empresa alemã de desenvolvimento de softwares) e foi posteriormente incorporado pela Sun. O VirtualBox é oferecido em duas versões: a primeira é uma versão parcialmente fechada, gratuita para uso pessoal, enquanto e a segunda é uma versão inteiramente open-source, que pode ser usada para qualquer fim e redistribuída livremente.

A versão “oficial” (também chamada de PUEL, que é o nome da licença usada) inclui alguns componentes proprietários e é distribuída através de uma licença específica e por isso é evitada pelos puristas. Assim como em outros casos, a Sun ganha dinheiro vendendo versões aprimoradas do software, destinadas ao ramo corporativo, o que permite manter os investimentos no projeto.

Ela está disponível no http://www.virtualbox.org/wiki/Downloads (clique no “Binaries – all platforms”). Na página estão disponíveis pacotes para diversas distribuições, entre elas o Fedora, Mandriva, Ubuntu e OpenSuSE.

Além da versão padrão, existe também o VirtualBox Open Source Edition (OSE), que é a versão inteiramente livre, que tem todo o código-fonte disponível e pode ser usada dentro dos termos da GPL. Esta é a distribuição que é incluída nos repositórios das distribuições, que pode ser instada diretamente usando o gerenciador de pacotes.

Caso alguém se interesse, tem um super-tutotial do Carlos Morimoto, aqui no Guia do Hardware.

Conheça o Slax

SLAX é uma distribuição Linux baseada em Slackware Linux. É um Live CD, podendo ser executada sem instalação no disco rígido – ou mesmo em um computador sem disco rígido. Ele pode ser executado pelo CD, por um drive USB ou pela memória RAM – o que libera o drive de CD para outros usos. SLAX Standard e Kill Bill usam o KDE como seu ambiente de desktop, enquanto o Popcorn usa Xfce. O FluxBox é uma opção em todas as versões exceto Frodo.

A versão atual estável do SLAX é a v 6.0.9 que tem cerca de 191Mb, sendo que se pode escolher para adicionar dentre 27 módulos de linguagens, incluindo o português do Brasil.

Abaixo, um how-to em inglês, mostrando como instalar o SLAX em um pen-drive:

Site Slax

Considerado mais seguro que Windows, Linux também não está livre de ameaças

É notável a campanha de divulgação do Linux toda vez que aparece um novo vírus ou brecha de segurança no Windows. Segundo esses usuários, instalar qualquer versão do Linux seria a solução para os problemas de segurança enfrentados por usuários do Windows. Mas por que os usuários de Linux enfrentam tão poucos problemas? E pode ser a troca de sistema a solução? 

Foto: Reprodução
Imagem mostra mudanças no painel de configuração do AutoRun no XP e no Vista. Inexistente no Linux, foi o AutoRun, criado para facilitar interação com CD-ROMs, que viabilizou os vírus em pendrives. (Foto: Reprodução )

O Linux não está livre de pragas digitais, e a história está aí para provar isso. Diversos códigos maliciosos foram criados para atacar o sistema, especialmente na década de 90, quando muitos vírus eram criados pelos chamados “grupos de VX” — jovens interessados em desafiar antivírus e provar conceitos. 

Esses vírus eram capazes de infectar executáveis Linux no formato conhecido como ELF. Devido ao baixo uso da plataforma — que era ainda menor na época — essas pragas encontraram dificuldades para se espalhar e a grande maioria não saiu de laboratórios. 

Os programadores de vírus conseguiram, no entanto, criar códigos multiplataforma, capazes de infectar aplicativos Windows e Linux, nas duas plataformas. O vírus Pelf ou Lindose, cujo nome deriva de PE+ELF ou Linux+Windows (PE é o formato de programas no Windows, ELF, do Linux), foi uma dessa pragas. Criado em 2001, a autoria do código é do conhecido grupo 29A, notável por criar pragas tecnicamente complicadas e inovadoras. Hoje extinto, o 29A (“666” em hexadecimal) também criou o primeiro vírus para Windows 64-bit e as primeiras pragas para smartphones Symbian e PocketPC. 

Como outros vírus criados para atacar Linux, o Pelf nunca foi encontrado fora de laboratórios. Ele meramente prova um conceito: é possível criar um vírus multiplataforma, e é vírus infectar arquivos ELF. Outro vírus semelhante foi o BadBunny, criado em 2007 com a capacidade de disseminar-se em Windows, Mac e Linux por meio do OpenOffice. 

Worms

Também não faltam worms de Linux — códigos que usam a internet para se espalhar. Em 2001, o worm L1on se aproveitou de uma falha no servidor de DNS conhecido como BIND, o mais popular em sistemas Unix como o Linux, enquanto outro worm, conhecido como Ramen, utilizou técnicas de força bruta para infectar máquinas da distribuição Red Hat. 

Um ano depois, em 2002, três pragas parecidas se espalharam, Scalper, Slapper e Devnull. Enquanto a primeira atacava sistemas BSD, as outras duas se concentravam em sistemas Linux. De acordo com a companhia de segurança finlandesa F-Secure, o Slapper infectou computadores em pelo menos cem países diferentes e tinha o objetivo de lançar ataques de negação de serviço distribuída

Brechas

Mais recentemente, pragas conhecidas como Perlbots tem atacado sistemas Linux usando brechas em programas usados em websites, como o fórum phpBB. Esses Perlbots formam redes zumbis com os computadores Linux, assim como os bots do Windows, para enviar mensagens indesejadas (spam) e realizar ataques para derrubar sites. 

Além disso tudo, são códigos maliciosos para Linux que deram origem ao termo “rootkit”. Os rootkits para Linux são suítes de aplicativos que permitem ao invasor instalar uma “porta dos fundos” (backdoor) para acesso total ao computador da vítima de forma camuflada. Para isso, esses rootkits substituem programas como o “ls”, que lista arquivos, para esconder qualquer referência ao código malicioso. Quando pragas Windows de comportamento semelhante surgiram, o termo foi utilizado para defini-las também. 

Antivírus

Mesmo todos esses fatos não bastam para que usuários de Linux desistam de dizer que o sistema está protegido contra vírus. Até grandes evangelistas do sistema afirmam que a plataforma teria bases sólidas o suficiente para dispensar programas de segurança como antivírus. 

É, no entanto, verdade que, hoje, um usuário de Linux tem baixíssimas chances de ser infectado por códigos maliciosos, assim como usuários de Mac, embora o risco para esses últimos esteja aumentando. A esmagadora maioria dos usuários de Linux não precisa de antivírus, e os poucos que utilizam usam mais para eliminar pragas que possam infectar sistemas Windows.

 

Ampliar FotoFoto: Reprodução

Por padrão, a maioria das distribuições Linux solicita uma senha para realizar tarefas administrativas. O Windows XP não tem recurso semelhante. No Vista, existe o UAC, que exige apenas um clique em vez de uma senha. (Foto: Reprodução )

O Linux tem sim características que dificultam o funcionamento de vírus, como por exemplo o uso de contas limitadas por padrão, em vez de contas administrativas como o Windows.Realizar essa mesma configuração no Windows é possível, porém muitos usuários a dispensam sem compreender o quanto facilitaria a limpeza de um sistema ter o código malicioso restrito ao usuário que o executou. 

A plataforma do pinguim tem algumas vantagens nesse campo, portanto. Mas isso não significa que o conhecido argumento da popularidade não tenha valor. A maioria dos usuários de Linux provavelmente conhece mais usuários de Windows do que pessoas que usam a mesma plataforma. Se fossem infectados por um vírus que se espalhasse por e-mail, por exemplo, iriam acabar enviando mais mensagens infectadas para usuários de Windows — e a praga não iria se espalhar. Os vírus se beneficiam muito de “monoculturas” de software, e o Linux, além de estar em minoria, possui várias distribuições e configurações distintas. 

Ampliar FotoFoto: Reprodução

Para que um arquivo no Linux seja executado como programa, suas permissões de acesso precisam ser modificadas. Isso dificulta que um anexo de um e-mail seja executado por acidente, por exemplo. (Foto: Reprodução )

Vale notar também que os usuários de Linux têm um conhecimento um pouco maior de informática, em média. Muitos são programadores e já usaram Windows e tiveram alguns problemas com vírus, portanto conhecem o problema bem. Outros são administradores de sistema. Isso significa que pragas digitais usando engenharia social (enganação) teriam mais dificuldades para encontrar vítimas entre os usuários de sistemas não-Windows. 

Por fim, o Windows é o sistema preferido em redes corporativas. Logo, ataques de espionagem industrial são geralmente realizados com base em falhas na suíte de escritório Microsoft Office para infectar a rede da empresa alvo. 

Quando o Linux vira maioria, como é hoje em servidores de websites, códigos maliciosos aparecem de várias formas. Os usuários domésticos da plataforma, onde são minoria, porém, não são afetados por esse tipo de praga, o que dá a impressão de que o sistema é invulnerável, o que não é o caso. 

Estaria o Linux tão vulnerável quanto Windows se fosse igualmente popular? Responder essa pergunta é pura especulação, porque não se pode pensar que os vírus não iriam se adaptar ou usar truques diferentes. Muitos vírus de Windows, tais como são hoje, não iriam conseguir executar no Linux, se fossem adaptados de forma equivalente. Estamos falando de sistemas diferentes, no entanto, e não é difícil imaginar que os vírus também seriam diferentes. 

Fonte: G1

Software para Gerenciamento de T.I

Enfim encontrei o Software dos meus sonhos, trata-se do Spiceworks IT Desktop que é um aplicativo de software livre que combina vários programas em um, incluindo monitoramento de rede, inventário de rede, software de Help Desk, relatórios e resolução de problemas. É uma ferramenta poderosa que foi projetada para pequenas a médias empresas.
Aqui estão algumas das principais funcionalidades e serviços que o Spiceworks fornece para os administradores de rede:

Inventário de rede

A coisa mais importante do Spiceworks é que ele pode fazer um inventário de todo o seu software e hardware em um curto período de tempo, não importa o que você está executando em sua rede.

É possível descobrir os PCs com Windows, Mac, Linux, servidores de impressão, roteadores ou qualquer outro dispositivo que tenha um endereço IP. Então, ele capta informações detalhadas sobre cada dispositivo, incluindo patches, serviços sendo executados, versões dos SOs, endereços MAC e etc.

Você também pode usar o Spiceworks para fazer inventários de outros ativos, tais como móveis e telefones celulares e etc.

Imagem anexada

Ele pode criar relatórios personalizados, para procurar dispositivos na sua rede, tais como encontrar todas as impressoras HP ou obter uma lista dos computadores com menos de 512 MB de RAM e etc.

Monitoramento de rede

Todos sabemos que é quase impossível para um administrador de TI sabe o que está acontecendo com cada computador em sua rede. Algumas pessoas começam á copiar muitos arquivos para seus computadores e começam a ficar sem espaço! Outros instalarão todo o tipo de lixo que encontrarem, deixando seu Windows lento. É aonde o Spiceworks pode ajudá-lo.

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Você pode criar alertas para notificá-lo quando algo está errado em sua rede. Por exemplo, você verá mensagens se um computador começa ficar sem espaço ou se a tinta de uma impressora está se esgotando ou se um servidor ficar offline.

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Ele também pode ser configurado para que você possa saber quando alguém instalou software autorizado ou o programa de antivírus de alguém está desatualizado. Outra grande coisa do programa é que ele pode ver facilmente o os Logs de Eventos de todos os computadores.

Software de Help Desk

Recebeu um monte de solicitações de seus usuários pedindo para corrigir um problema? Ou talvez adicionar uma nova funcionalidade ou remover um aplicativo? Se você ainda não tem nenhum tipo de software de Help Desk, então, definitivamente conheça o Spiceworks. Ele possui um pacote completo de Ajuda.

Você pode criar bilhetes (Tickets) com apenas um clique, se você estiver navegando na sua rede com o Spiceworks e encontrar algo que precisa de atenção. Todos os usuários podem criar Tickets via e-mail ou via internet, juntamente com anexos. Eles também podem visualizar on-line o status do ticket.

Imagem anexada

Em termos de gestão de tickets, você pode distribuir tickets para qualquer um de sua equipe de TI ou atribuí-los as um determinado dispositivo de hardware. Você também pode usá-lo para gerenciar projetos de TI, tais como o desenvolvimento de software.

Comunidade de TI 

Finalmente, o Spiceworks está sendo usado por mais de 400 mil Profissionais de TI e eles formam uma comunidade. Existe também um grande fórum com toneladas de perguntas e respostas de todo o mundo.

Globalmente, o Spiceworks é uma fabulosa ferramenta para redes de pequena e média dimensão, que têm orçamentos pequenos. Uma vez que não custa nada e fornece muito, ele vai fazer mais administradores felizes.

O download requer cadastro e deve ser feito na página do desenvolvedor.

Windows Vista e XP Gratuitos???

Isto seria o verdadeiro sonho para qualquer usuário, mas esse sonho não será de todo impossível.

 Muitos usuários infelizmente utilizam versões do Windows “crackeadas” devido aos preços muitas vezes excessivos que a Microsoft pratica em seus produtos.

Para combater a pirataria e arranjar uma alternativa ao software pago, alguns programadores têm vindo a desenvolver versões do Linux com um design bastante idêntico ao XP e ao Vista.

  • Vixta

O Vixta é uma versão baseada no Fedora com um gestor de desktop, o KDE para dar um visual de Windows Vista.

Vale lembrar que o Vixta está disponível em português de Portugal e em Inglês uma vez que o seu autor é bastante luso.

  • Famelix

O Famelix é um projeto feito por brasileiros e chilenos e baseado em Debian, apresentando assim os idiomas, português do Brasil e espanhol do Chile.

Igualmente ao Vixta, utiliza o KDE. Dentro das versões do Famelix estão disponíveis com design idêntico ao Windows XP e ao Windows Vista respectivamente as versões 1.3 e 2.0.

Claro que o leitor vai dizer: “Isto realmente é tudo muito bonito mas todos nós utilizamos o Windows, porque eu quero jogar e usar aplicativos MS e não posso.”

As distribuições Linux atuais (e em especial o Vixta e o Famelix) têm uns programas incluídos dados pelos nomes de Wine e Winex que permitem correr as aplicações e jogos para Windows no ambiente Linux.

  • Famelix 2.0

Ainda existe desculpa para utilizar software ilegal?

GOs – O Não-Google OS

É fácil encontrar referências chamando o gOS de “Google OS”, mas ele não é bem isso. 

Uma curiosidade sobre o gOS é o fato dele ter sido alvo de muitas especulações, por acharem que ele era um sistema da gigante Google. Vi algumas pessoas postando isso recentemente, provando o quanto um boato espalhado na web é forte, e que leva tempo para ser totalmente desmentido.

gos

Para esclarecer este ponto: o sistema é fabricado pela empresa ‘Good OS LLC’, de Los Angeles, distribuído em computadores da fabricante de PC’s chamada Everex Green gPC, e vendido principalmente na rede de supermercados Wal-Mart. Recentemente, a empresa começou a vender o Everex CloudBook, um UMPC com o sistema gOS que concorre diretamente com o Eee PC da Asus, e pode ser visto neste post do Mundo Hi-Tech.

O gOS também chama a atenção por possuir muitas ferramentas do Google em sua barra de atalhos extremamente elegante (acho que é isso que originou os rumores que foram citados anteriormente). Entre as ferramentas, em sua maioria online, estão as seguintes: Mozilla Firefox, Gmail, GTalk, Google Calendar, Google Docs and Spreadsheets, Google Reader, Google Maps, Google News, Google Finance, Google Product Search, gBooth, YouTube, Blogger, Facebook, Wikipedia, Meebo, Skype, Xine Movie Player, Rhythmbox e Box.net


Fonte: UnderLinux

Otimizando o SQUID

Pois é galera, cansei do pessoal me ligando para perguntar sobre como melhorar o tempo de resposta de acesso ao cache do squid, então resolvi postar a dica aqui:

Para melhorarmos o tempo de resposta de acesso ao cache do Squid, o ideal é utilizar o acesso a múltiplos caches. 

O que ocorre é que o Squid “encontra” mais rapidamente um objeto procurando em vários diretórios “rasos” do que em um único diretório “profundo”. 

E se este arranjo for distribuído por diversos discos o desempenho é ainda maior. 

Em seu squid.conf coloque o seguinte para o método UFS: 

cache_dir ufs /var/squid/cache/1 2900 128 512
cache_dir ufs /var/squid/cache/2 2900 128 512
cache_dir ufs /var/squid/cache/3 2900 128 512
cache_dir ufs /var/squid/cache/4 2900 128 512
cache_dir ufs /var/squid/cache/5 2900 128 512

Temos acima um swap de 14,GB divididos em 5 blocos de 2,9 GB. 

Caso deseje usar o daemon diskd, a configuração ficaria assim:

cache_dir diskd /var/squid/cache/1 2900 128 512 Q1=64 Q2=72
cache_dir diskd /var/squid/cache/2 2900 128 512 Q1=64 Q2=72
cache_dir diskd /var/squid/cache/3 2900 128 512 Q1=64 Q2=72
cache_dir diskd /var/squid/cache/4 2900 128 512 Q1=64 Q2=72
cache_dir diskd /var/squid/cache/5 2900 128 512 Q1=64 Q2=72

Sendo assim, o tempo de resposta no acesso ao cache do SQUID vai melhorar muito, sendo perceptível até ao mais exigente dos usuários.

Esta dica tem os méritos ao  Carlos Affonso Henriques (VivaoLinux).