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Backup e Disaster Recovery para a virtualização de servidores

À medida que a tecnologia de virtualização de servidores evolui e sua adopção no sector aumenta, as organizações percebem benefícios que vão muito além da justificativa mais popular para a virtualização: reduzir os custos de infra-estrutura e aumentar a agilidade de TI. O próximo passo é usar a plataforma de virtualização como uma forma de habilitar ou aprimorar as estratégias de DR (Disaster Recovery – recuperação de desastre).

Por que a prontidão da DR é, de forma generalizada, um dos assuntos mais efervescentes no sector de TI? Estudos sugerem que as empresas perdem, em média, de US$ 80.000 a 90.000 por hora de inactividade, e que poucas empresas a sofrer uma perda de dados catastrófica alcançam uma sobrevida de longo prazo. Este post apresenta uma introdução à DR usando a plataforma de virtualização da Microsoft, uma análise detalhada das opções de backup e restauração existentes e algumas considerações sobre o Windows Server 2008 Hyper-V.

Noções básicas de planeamento da recuperação de desastre
A DR é o processo de restaurar serviços essenciais no caso de uma interrupção, e deve fazer parte do plano de continuidade de todas as empresas. Esse plano define como a empresa continuará a funcionar durante ou após um desastre, e constitui o fundamento de qualquer iniciativa de DR.

Alguns fornecedores afirmam que suas tecnologias de automatização de DR minimizam ou eliminam a necessidade de um plano detalhado e bem testado. Embora seja válido afirmar que a automatização pode reduzir o tempo de recuperação e diminuir a dependência da intervenção humana, vamos fazer uma pausa para um anúncio de utilidade pública: é impossível ter êxito na tentativa de atenuar um desastre contando somente com a tecnologia. As pessoas e os processos são sempre tão importantes quanto as tecnologias.

Na verdade, descobrirá que é praticamente impossível seleccionar as tecnologias certas, sem primeiro conhecer todas as restrições e os objectivos gerados pelo processo de planeamento de DR. Não vamos definir um plano completo de DR. Vamos, sim, enfatizar os elementos necessários para a escolha das tecnologias e implementações certas. Sendo assim, vamos descrever rapidamente alguns factores tecnológicos essenciais em um plano de DR.

Definições e priorização de serviços O que exatamente define todo o serviço que está tentando proteger e qual a sua importância para a organização? A Figura 1 mostra alguns exemplos de serviços de empresas que provavelmente seriam incluídos em qualquer plano de DR.


Figura 1 Exemplo de definições e priorização de serviços

Depois de definir os serviços, podemos começar a identificar os sistemas e as dependências a serem vinculados a que tipos de estratégias de DR. Talvez, depois de observar o conjunto completo de serviços e dependências, descubra que precisa adoptar alguns níveis diferentes de capacidade de DR, pois uma única solução de DR para todos os serviços essenciais seria muito cara e complexa.

Ferramentas Úteis para Administração Hyper-V

 

Ferramentas que auxiliam muito no gerenciamento de maquinas virtuais.

 

Olá Pessoal,

Estamos finalizando um processo de Implementação de uma estrutura virtualizada com o Hyper-V para adequar serviços como AD, Aplicação entre outros em um de nossos clientes.

Ao fazer muita pesquisa sobre as formas mais fáceis de administração do Hyper-V, me deparei com o Blog de um rapaz chamado Douglas Filipe, então decidi unir sua dica em nosso Blog também.

Para quem tem um ambiente virtualizado com o Hyper-V e procura ferramentas para sua administração, aqui vão algumas:

Hyper-V Machine Recovery Tool

Aplicativo usado para recuperar uma maquina virtual, juntamente com seu disco virtual e snapshots.

Hyper-V Web Manager

Hyper-V Web Manager (HVWM) é um utilitário de gerenciamento baseado na Web para o Microsoft Windows Server 2008 com a função Hyper-V. O gerenciamento web fornece a maioria das funcionalidades que está disponível no Microsoft Management Console para o Hyper-V.

WinImage

Software para gerenciamento de imagem de discos permite a criação, leitura e edição de formatos de imagens de discos incluindo VHD. (Dica do Gustavo Valle)

VHD Tool

Permite a criação de discos virtuais de tamanho fixo em segundos.

Offline Virtual Machine Servicing Tool 2.1

Para quem usa o SCVMM e quer deixar suas bibliotecas de maquinas virtuais offline sempre atualizadas, essa ferramenta faz todo trabalho de forma automática.

Microsoft Assessment and Planning (MAP) Toolkit for Hyper-V

Ferramenta auxilia na avaliação e planejamento de um ambiente virtualizado.

VMToolKit

Dois aplicativos bem bacanas, permite edição de VHD`s e conversão de VMK para VHD.

HVRemote

Permite a configuração fácil e rápida de gerenciamento remoto do Hyper-V entre dominio e workgroup e vice-versa.

Virtual Machine Migration Test Wizard

Ferramenta que ajuda a testar a compatibilidade dos processadores em servidores de virtualização para que a migração de máquinas virtuais será bem sucedida.

Shell (right-click context menu) extenstions for Virtual Hard Disks

Ferramente que permite gerenciar e exibir detalhes minuciosos de um VHD.

E para quem quer aprender mais sobre virtualização sugiro o Virtuatopia

Fonte: Douglas Filipe Parisio

Solucionar Problemas com acesso ao Hyper-V

 

Nesse artigo vamos demonstrar como resolver o problema de gerenciar o Hyper-V Server em workgroup através de uma máquina cliente com o Windows7.

Muitas pessoas têm relatado esse problema ao executar o gerenciamento do Hyper-V em workgroup – especificamente se deparam com os seguintes erros “acesso negado. Não é possível estabelecer comunicação entre o “Server e o “cliente”. Em alguns casos, já vi erros RPC como “servidor RPC não está disponível. Não é possível estabelecer a comunicação entre “Server” e “cliente”. “

Diagnosticar o problema as vezes é uma tarefa que toma um pouco do tempo, ainda mais quando não temos muito tempo… Então nesse post vou demonstrar passo-a-passo como resolver esse problema.

A instalação do Hyper-V Server é bem simples e intuitiva, para esse procedimento estou usando o Hyper-V Server 2008 R2.

Vamos começar?

Definindo a senha de Administrador

Durante o primeiro logon após a instalação do Hyper-V Server, você será solicitado a digitar/criar a senha.

Nota: Este processo só ocorre durante o primeiro logon após a instalação do Hyper-V Server.

Hyper-V Configuration Tool

A ferramenta de configuração do Hyper-V é destinada a apoiar o administrador com um menu User Interface (UI) para configurar o Hyper-V Server. A ferramenta de configuração do Hyper-V inicia automaticamente no login do Administrador do sistema.

Nota: Se precisar inicar manualmente a ferramenta de configuração do Hyper-V Server 2008 R2, você precisa usar o comando sconfig.cmd e pressionar Enter, diferente da versão Hyper-V Server 2008, que para chamar o tela de configuração você usava o comando hvconfig.cmd.

Virtualização – O que é e para que serve?

Todos os dias quando procuro novidades tecnológicas tenho visto cada vez mais a palavra “virtualização” a aparecer nos títulos das noticias. Alguma vez se perguntaram exactamente o que é “virtualizar um SO” ou mesmo uma aplicação?

Tentarei no artigo seguinte dar uma ideia geral sobre os vários tipos de virtualização e que objectivos se podem obter.

A virtualização não é mais do que a partilha de recursos físicos de uma maquina (CPU, RAM, Disco Rígido) entre varias maquinas virtuais, ou seja, a ocupação de recursos que estejam livres na maquina física.

Vejamos um exemplo prático:
Em várias empresas é normal a existência de vários servidores físicos para os mais distintos serviços, um para partilhar ficheiros, outro para armazenar base de dados, outro para partilhar impressoras. Traduzindo por miúdos todos estes servidores tem um custo quer a nível manutenção do hardware para cada um deles, como a nível de electricidade e espaço.

E se pudéssemos juntar tudo numa só máquina?

É para responder a esta questão que surgiu a necessidade de virtualização. A poupança de recursos mantendo sempre o bom funcionamento da plataforma tecnológica!

Para tal apenas necessitamos de um servidor de maquinas virtuais, que pode ir de equipamento extremamente caro construído apenas para o efeito tal como um Vmware ESX Server até ao mais simples dos computadores. Claro que as diferenças entre estes dois equipamentos estará sempre em causa mas esse não é o objectivo deste artigo.

Já sabemos que podemos criar vários “computadores” dentro de um, mas que precisamos para tal?

Neste momento as plataformas empresariais mais conhecidas são VMware, Hyper-V e XEN.

As diferenças entre eles são imensas e serão apresentadas num próximo artigo. Para exemplo utilizo para exemplificação a plataforma Hyper-V da Microsoft.

Tal como podemos ver tenho várias “máquinas virtuais” criadas. Maquinas estas às quais podemos definir características como, nº de discos, capacidade da ram, unidades de cdrom, portas COM, LPT, Placas de Rede… bem tudo o quanto podemos escolher quando compramos um pc novo…

O grande beneficio da virtualização, e esta sim é a resposta central ao porque do “boom” que esta tecnologia está a obter a cada dia que passa, é que ao invés de termos 4 servidores a utilizar 10% de recursos de cada um e a gastar 100% de electricidade e manutenção, podemos eventualmente junta-los todos num só hardware ao que iremos gastar exactamente as percentagens de recursos que desejarmos, queremos uma maquina com 1024mb de ram, outra com 256 e outra com 2048?

Perfeitamente… desde claro tenhamos hardware físico, neste caso 3328Mb de ram para alocar as diferentes máquinas. Ou seja no final teríamos apenas uma máquina física a gastar electricidade e a performance praticamente a mesma.

No entanto nem tudo é um mar de rosas, existem cuidados a ter com este tipo de situações, cuidados esses que irão depender de cada implementação.

A própria Microsoft já tem aplicações para o “utilizador comum” virtualizar algumas maquinas, neste caso o Virtual PC o qual nos permite no nosso próprio computador, sem ter necessidade de termos qualquer tipo de requisito mínimo um outro sistema operativo a correr.

Certamente se lembram das complicações que houve em migração de aplicações do Windows XP para o Windows Vista, mesmo após estes anos todos tenho certeza que ainda existem muitas aplicações que não funcionam e que requerem o velhinho XP!

Com a saída do Windows 7 a Microsoft sabia que isto ainda iria acontecer, daí que lançou um “actualização opcional” denominado “Windows XP Mode” (actualmente ainda em versão Release Candidate) que admirem-se ou não , nada mais faz do que correr uma maquina virtual no nosso próprio computador com o Windows XP instalado. Ou seja, o comum utilizador pode usufruir de todos os benefícios que o Windows 7 traz, como ainda pode trabalhar naquela aplicação que ainda requer um MS-DOS ou que apenas funciona em XP.

Para mim o perfeito exemplo de uma grande vantagem da virtualização. À semelhança do slogan “Vá para fora cá dentro” podemos quase dizer que “Utilize o Windows XP com o Windows 7 instalado”

Fonte: PeopleWare