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Empresa pode vigiar tudo que funcionário faz no computador do trabalho

Monitoramento é possível desde que esteja no contrato.
Confira formas que as empresas têm de fazer a vigilância.

Gabriela GasparinDo G1, em São Paulo

As empresas têm o direito de monitorar tudo o que os funcionários fazem no computador do trabalho, desde que a vigilância seja previamente informada e esteja prevista em contrato. Segundo advogados consultados pelo G1, caso o profissional seja pego pelo monitoramento fazendo algo proibido pelo empregador, ele pode ser demitido por justa causa.

Para quem fica o dia inteiro na frente do computador, o rastreamento pode soar invasivo, mas o argumento das empresas é que, se o instrumento é para o trabalho, ele não pode ser usado da forma que os empregados bem entendem.

Empresa paga o pato

De acordo com o advogado Renato Opice Blum, especialista em direito eletrônico, o que legitima o poder das empresas de vigiar os empregados é a própria legislação. O Código Civil prevê que o empregador é responsável por tudo o que os trabalhadores fazem usando as conexões e os equipamentos da empresa.
Isso significa que, se um funcionário cometer um crime por meio do computador do trabalho, a empresa responde judicialmente pelo caso. O funcionário também poderá responder pelo crime, mas os prejudicados costumam processar as empresas por conta de elas terem mais poder e dinheiro em caso de indenizações. “Quem paga o pato é a empresa”, afirma Blum.

E-mail pessoal

O monitoramento do e-mail pessoal é a questão mais polêmica, explica o advogado trabalhista Alan Balaban Sasson, uma vez que muitos profissionais alegam ser invasão de privacidade.

De acordo com o advogado, o monitoramento único e exclusivo do e-mail pessoal do trabalhador não é permitido, mas os programas de vigilância acabam monitorando o e-mail particular quando ele é acessado no computador da empresa.

No entanto, se está previsto em contrato que o computador é monitorado e que, caso o funcionário entrar no e-mail pessoal a página também poderá ser monitorada, e mesmo assim o profissional opta por acessar o e-mail, fica difícil querer questionar a empresa pelo ocorrido.

“O contrato é a palavra-chave. O que o chefe não pode é simplesmente chegar a falar ‘deixa eu olhar seu e-mail pessoal’. Nesse caso, seria uma coação”, afirma. Coação é uma ação injusta feita a uma pessoa, impedindo a livre manifestação da vontade do coagido.

O advogado Blum aconselha que as empresas proíbam ou bloquêem o acesso ao e-mail pessoal para evitar dores de cabeça com a questão.

Bloqueios

Desde que registrado no contrato, as empresas têm o direito de permitir ou bloquear qualquer tipo de ferramenta no computador, além de poder usar de diversos meios para vigiar o funcionário. “Do mesmo jeito que é permitido colocar um supervisor para monitorar o trabalho, é possível fazer a vigilância eletrônica”, explica Sasson.

É permitido, inclusive, gravar conversas do MSN, rastrear arquivos deixados na máquina e monitorar as palavras escritas pelo funcionário.

Justa causa

Além da questão jurídica, as justificativas das empresas para fazer o monitoramento são muitas, explicam os advogados, e vão desde proteger informações confidenciais da companhia a até mesmo acompanhar a produtividade do trabalhador.

“Objetivos vão desde proteger informações confidenciais da companhia a até mesmo acompanhar a produtividade do trabalhador”

Caso um funcionário seja pego pelo monitoramento fazendo algo proibido em contrato pela empresa, ele pode ser mandado embora por justa causa, dizem os advogados.

Em casos de flagrantes de descumprimentos não tão graves, como o acesso a uma rede social quando isso for proibido, o funcionário recebe uma advertência. Em caso de reincidência, ele recebe suspensão e, se repetir pela terceira vez, pode ser mandado embora por justa causa.

Já se ele for pego fazendo algo mais grave, como acessando sites de pornografia infantil, por exemplo, a demissão por justa causa pode ser imediata.
Mercado
De olho nesse grande mercado, uma vez que o computador é cada vez mais a principal ferramenta de trabalho nas empresas, desenvolvedoras de softwares usam a criatividade para oferecer programas que atendam às demandas dos empregadores (veja no quadro acima).

O diretor da NGR Network (Distribuidora do ÚnicoNet), Gustavo Domingos Cardoso, afirma que tanto empresas pequenas como grandes o procuram em busca de soluções.

MSN

Entre os programas desenvolvidos pela empresa está um software que controla o uso do MSN. Com a ferramenta, é possível definir com quais pessoas o funcionário pode interagir e gravar as conversas realizadas. Neto explica que o programa notifica os participantes sobre a gravação.

O programa também rastreia as palavras usadas pelo funcionário na conversa e, se necessário, impede que alguns termos sejam enviados.

Cuidado com senha

A Guidance Software, outra empresa que desenvolve softwares de monitoramento, oferece um produto que monitora tudo o que o funcionário faz no computador, desde arquivos utilizados, a e-mails escritos e sites visitados.

Fabrício Simão, gerente técnico para a América Latina da empresa, diz que, com determinados produtos, é possível capturar senhas não criptografadas de alguns sites, o que demanda cuidado.

SORRIA! VOCÊ ESTÁ SENDO MONITORADO!

Ler e-mails, navegar pela Internet, conversar via mensagens instantâneas, falar ao telefone…

Todas estas atividades podem ser – e são – controladas em muitas empresas hoje em dia. A tecnologia criou novas oportunidades para o funcionário que quer “dar um tempo” no serviço e se distrair utilizando suas ferramentas de trabalho… “A fiscalização dos funcionários é um direito do empregador. O poder de controle pode ser exercido diretamente pelo superior hierárquico ou pelos próprios meios eletrônicos, ou seja, câmeras, gravadores…

É fundamental que os colaboradores tenham conhecimento desta fiscalização e também que ela seja autorizada por escrito”, explica a Doutora Fabíola Marques, presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo. 

Novos programas de monitoramento estão sendo desenvolvidos, pois os gerentes começam a fazer “vista grossa” em relação às atividades de seus funcionários na rede, tornando obrigatória a instalação de programas que monitoram a navegação, examinam e-mails e restringem os sites que podem ser acessados.

É o caso do Sistema ÚnicoNET, que possui ferramentas para controle, segurança e ferramentas de negócios para aumentar a lucratividade da empresa. 

 

O consultor em segurança na Internet da ÚnicoNET, Oracio Kuradomi, explica como funciona o sistema: “O empresário tem opção de escolher a forma de monitoramento e a quem ele será aplicado. O sistema monitora praticamente tudo! MSN, e-mails, anti-vírus, relatórios… Toda a conversa entre funcionários fica registrada”. Também é possível permitir que o colaborador acesse determinados sites durante o horário de trabalho, liberando os demais para depois do expediente. 

Outra ferramenta interessante é o envio de cópias e direcionamento de e-mails. “Se alguém de fora manda um currículo para o diretor da empresa, o sistema checa as palavras e o encaminha para alguém da área de Recursos Humanos.

Quando chega um e-mail com um pedido de vendas urgente, uma cópia é encaminhada para o gerente da área” exemplifica Kuradomi. Mensagens indesejadas também podem ser bloqueadas e arquivos suspeitos impedidos de serem abertos, bloqueando qualquer tipo de vírus. 

E O TEMPO OCIOSO? 

Isso tudo acontece por uma razão: muitos profissionais deixam de trabalhar para bater papo ou navegar em sites relacionados a assuntos pessoais. É o que apontou uma pesquisa realizada pela consultoria internacional Websense divulgada em 2006 no site O Globo Online. 

O estudo “Web@Work América Latina” contou com a participação de mais de 400 funcionários de empresas do Brasil, Chile, México e Colômbia, sendo cerca de 200 gerentes da área de Tecnologia da Informação e os demais de áreas diversas. 

As constatações? 

Pelo menos 80% dos brasileiros entrevistados gastam tempo de trabalho acessando sites não-relacionados ao trabalho, sendo o tempo médio de 4,7 horas por semana – mais do que o dobro do tempo apontado na pesquisa de 2005. Kuradomi sabe bem o que é isso… “Existe uma rotina do funcionário: ao chegar ele liga o computador, lê os e-mails, liga o MSN e começa a dar ‘Oi’ para todo mundo (risos). Responde e encaminha e-mails e, é claro, entra no Orkut…”. 

O ranking dos sites mais acessados pelos brasileiros está assim: 

- sites de notícias: 64% 

- sites de finanças: 51% 

- e-mail pessoal: 42% 

- lojas virtuais: 36% 

- sites esportivos: 26% 

Pelo menos 12% admitiram ter acessado sites ou conteúdos pornográficos proposital ou acidentalmente em computadores ou notebooks da empresa. 

As mensagens instantâneas estão entre as preferidas também: dois em cada três funcionários (68%) de empresas da América Latina usam mensagens instantâneas horário de trabalho, sendo 19% deles para assuntos pessoais. Porém, as empresas aprovaram o uso de programa de mensagens instantâneas no ambiente de trabalho – pelo menos 43% delas… 

O “cafezinho” é coisa do passado! Pelo menos 64% dos funcionários brasileiros preferem abrir mão da pausa para o café para poder usar a Internet no trabalho para fins pessoais. 

SEPARANDO O PESSOAL DO PROFISSIONAL… 

Muitos acreditam que o monitoramento pode invadir a privacidade do profissional, mas é fato que ele não pode ultrapassar algumas barreiras. “Entendo que em todos os tipos de empresa pode ocorrer o monitoramento, desde que ele não viole a intimidade da pessoa. Por exemplo, não acho correto o empregador instalar câmeras de vídeo nos banheiros utilizados pelos funcionários, no entanto, nos locais de trabalho, esta fiscalização é possível, desde que a pessoa tenha conhecimento do fato e autorize tal forma de fiscalização”, comenta a advogada, Doutora Fabíola. 

O consultor Kuradomi também tem a mesma opinião. “Não invadimos a privacidade de ninguém, pois o sistema não vê o e-mail pessoal do funcionário e este só pode trabalhar com o e-mail profissional durante o dia”. 

Segundo Fabíola, às vezes fica difícil separar o pessoal do profissional, mas o objetivo não deve ser limitar ou impedir que os funcionários resolvam questões particulares… “A idéia é evitar problemas para a empresa e garantir a segurança dos colaboradores”. Para ela, a melhor maneira de implantar esta forma de fiscalização é criar programas com a participação efetiva de todos os envolvidos. 

MAS ATÉ AONDE TUDO ISSO VAI? 

Alguns limites devem ser observados e o funcionário também deve fazer a sua parte: quando sentir que está tendo a sua privacidade invadida, ele deve lutar por seus direitos! 

Confira os limites da vigilância permitidos nas empresas segundo uma matéria publicada na Revista Exame, em outubro de 2006: 

Permitido 

  •  limitar o acesso a sites considerados de conteúdo inapropriado 
  •  verificar o conteúdo dos e-mails corporativos enviados e recebidos 
  •  bloquear o uso de telefones fixos e celulares e gravar ligações sobre assuntos pessoais feitas na empresa 

Contra a lei 

  •  gravar imagens com câmeras internas e usá-las indevidamente 
  •  espionar o conteúdo da caixa postal de e-mail particular do funcionário 
  •  utilizar tecnologias de rastreamentos (GPS) sem autorização prévia do funcionário 

Como o funcionário deve se proteger? 

Ficando atento no Código Interno da empresa, usando o e-mail com cuidado e controlando tudo o que, com quem e como fala ao telefone. “Se o funcionário entender que a empresa passou dos limites, a melhor forma é conversar com seus superiores hierárquicos. Se a conversa não for possível, o empregado poderá comunicar o fato à Delegacia Regional do Trabalho, ao seu Sindicato e ao Ministério Público do Trabalho. Em caso de rescisão de contrato de trabalho, ele deve consultar um advogado”, aconselha a Doutora Fabíola. 

FAZENDO JUSTIÇA! 

A Justiça Brasileira julgou, desde 2000 até setembro de 2006, cerca de 700 casos de crimes eletrônicos, como o vazamento de informações pela Internet para concorrentes e a publicação de dados falsos. Casos como o de demissão por justa causa devido ao monitoramento de sites e e-mails tem se tornado cada vez mais comuns. 

Em dezembro do ano passado, a 2ª Vara do Trabalho de Cachoeirinha (RS) confirmou a demissão por justa causa de um funcionário retirado de suas funções por acessar sites pornográficos durante o horário de expediente. O funcionário havia entrado com um processo por danos morais contra a empresa, alegando que sua dispensa não teria sido justificada. A Justiça entendeu que os fatos traduzem grave violação contratual e justificam a demissão por justa causa. 

Uma ex-funcionárias da Nestlé também foi demitida por justa causa por divulgar noticias sobre a empresa aos colegas de trabalho. Ela recorreu alegando que a empresa teria violado sua correspondência eletrônica pessoal e que ela teria sido exposta a constrangimento ao ser conduzida, na frente de todos, por seguranças da empresa na sua saída. A Justiça decidiu a favor da empresa por considerar que o e-mail fornecido como ferramenta de trabalho pertence à empresa, e não ao funcionário, e a companhia tem o direito de investigar seu conteúdo e penalizar seu mau uso. “Acho que muita coisa vai mudar no futuro. O controle vai ser obrigatório, não tem como fugir disso… Mas a Legislação da Internet também tem que mudar!”, diz Kuradomi. 

Fabíola também acha que muita coisa ainda deve ser feita: “Acredito que a fiscalização dos colaboradores por meios eletrônicos deve ser amplamente discutida para que não existam excessos. Tudo vai depender da evolução e dos limites impostos pela própria sociedade. De qualquer forma, é importante tomarmos cuidado para que o contato direto entre funcionário e empregador sempre exista. Só assim teremos garantias de que as relações trabalhistas se desenvolvam de forma a garantir os direitos dos empregados e também dos empregadores”. 

Fonte: Bruna Martinho – Catho On-line

Software para Gerenciamento de T.I

Enfim encontrei o Software dos meus sonhos, trata-se do Spiceworks IT Desktop que é um aplicativo de software livre que combina vários programas em um, incluindo monitoramento de rede, inventário de rede, software de Help Desk, relatórios e resolução de problemas. É uma ferramenta poderosa que foi projetada para pequenas a médias empresas.
Aqui estão algumas das principais funcionalidades e serviços que o Spiceworks fornece para os administradores de rede:

Inventário de rede

A coisa mais importante do Spiceworks é que ele pode fazer um inventário de todo o seu software e hardware em um curto período de tempo, não importa o que você está executando em sua rede.

É possível descobrir os PCs com Windows, Mac, Linux, servidores de impressão, roteadores ou qualquer outro dispositivo que tenha um endereço IP. Então, ele capta informações detalhadas sobre cada dispositivo, incluindo patches, serviços sendo executados, versões dos SOs, endereços MAC e etc.

Você também pode usar o Spiceworks para fazer inventários de outros ativos, tais como móveis e telefones celulares e etc.

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Ele pode criar relatórios personalizados, para procurar dispositivos na sua rede, tais como encontrar todas as impressoras HP ou obter uma lista dos computadores com menos de 512 MB de RAM e etc.

Monitoramento de rede

Todos sabemos que é quase impossível para um administrador de TI sabe o que está acontecendo com cada computador em sua rede. Algumas pessoas começam á copiar muitos arquivos para seus computadores e começam a ficar sem espaço! Outros instalarão todo o tipo de lixo que encontrarem, deixando seu Windows lento. É aonde o Spiceworks pode ajudá-lo.

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Você pode criar alertas para notificá-lo quando algo está errado em sua rede. Por exemplo, você verá mensagens se um computador começa ficar sem espaço ou se a tinta de uma impressora está se esgotando ou se um servidor ficar offline.

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Ele também pode ser configurado para que você possa saber quando alguém instalou software autorizado ou o programa de antivírus de alguém está desatualizado. Outra grande coisa do programa é que ele pode ver facilmente o os Logs de Eventos de todos os computadores.

Software de Help Desk

Recebeu um monte de solicitações de seus usuários pedindo para corrigir um problema? Ou talvez adicionar uma nova funcionalidade ou remover um aplicativo? Se você ainda não tem nenhum tipo de software de Help Desk, então, definitivamente conheça o Spiceworks. Ele possui um pacote completo de Ajuda.

Você pode criar bilhetes (Tickets) com apenas um clique, se você estiver navegando na sua rede com o Spiceworks e encontrar algo que precisa de atenção. Todos os usuários podem criar Tickets via e-mail ou via internet, juntamente com anexos. Eles também podem visualizar on-line o status do ticket.

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Em termos de gestão de tickets, você pode distribuir tickets para qualquer um de sua equipe de TI ou atribuí-los as um determinado dispositivo de hardware. Você também pode usá-lo para gerenciar projetos de TI, tais como o desenvolvimento de software.

Comunidade de TI 

Finalmente, o Spiceworks está sendo usado por mais de 400 mil Profissionais de TI e eles formam uma comunidade. Existe também um grande fórum com toneladas de perguntas e respostas de todo o mundo.

Globalmente, o Spiceworks é uma fabulosa ferramenta para redes de pequena e média dimensão, que têm orçamentos pequenos. Uma vez que não custa nada e fornece muito, ele vai fazer mais administradores felizes.

O download requer cadastro e deve ser feito na página do desenvolvedor.

Sistema de controle de rotinas e operações – MT OPERA

Um sistema de controle de rotinas e operações é algo relativamente simples, mas que pode fazer muita diferença dentro de um ambiente de TI. Como controlar e melhorar os procedimentos que são executados rotineiramente, como por exemplo backups, atualizações de softwares e manutenções preventivas?

Este controle pode ser feito através de uma agenda, ou até de uma planilha eletrônica, mas se não existir uma cultura de consultar e alimentar estes recursos, dificilmente este sistema fornecerá dados relevantes para a tomada de decisão.

Apresento uma solução de software que roda via web da Multitask Consultoria, o MT-OPERA, que permite o cadastro de diversos itens: usuários, clientes, tarefas, periodicidade, agendamento, duração, servidores etc.

O executor da tarefa inicia a execução e pode dar um parecer sobre qualquer evento que aconteça durante a execução, ou até mesmo a impossibilidade de cumprir a atividade. Também é possível fazer o upload dos procedimentos detalhados de cada tarefa, o que permite que qualquer pessoa especializada, mas que nunca tenha executado o processo, tenha um passo-a-passo para a execução da operação.

A operação adequada do programa permitirá ao gestor tomar decisões de acordo com os relatórios gerados, como por exemplo:

* Quanto tempo é gasto em operações rotineiras.

* Se determinada operação consome muito tempo e traz pouco valor ao negócio, devemos pensar em formas de automatizar esta tarefa.

* Conhecendo os problemas da operação, podemos tomar decisões de melhoria e prevenção, já que a operação de uma maneira geral, trata da execução de procedimentos de prevenção, evitando que o problemas alcancem um patamar que prejudique o funcionamento da área de TI.

Screenshots:

Fonte: InfoNeural