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Operadora lança serviço de banda larga de 100 Mbps no Brasil

A operadora GVT anunciou o lançamento de um serviço banda larga de até 100 Mbps no país. Segundo comunicado da empresa, o serviço estará disponível para 73% da cobertura da empresa e 90% do seu respectivo mercado de banda larga.

O novo serviço de banda larga da GVT foi dividido em 3 Mbps, 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps, 50 Mbps e 100 Mbps, a R$ 49,90, R$ 69,90, R$ 99,90, 199,90, R$ 299,90 e R$ 499,90, respectivamente. Os preços são válidos para aquisição de banda larga dentro dos pacotes residenciais.

O cliente que optar por velocidades iguais ou superiores a 10 Mbps receberá gratuitamente o modem e contará com instalação assistida. As velocidades, de acordo com a companhia, não têm limitação para download e upload de arquivos.

Segundo a empresa, os novos pacotes tem o intuito de facilitar a exibição de vídeos em alta definição ou manipular arquivos pesados. Isso também mantém o alto desempenho também quando compartilhada entre várias máquinas. A empresa informa ainda que as velocidades de 50 Mbps e 100 Mbps são mais indicadas para escritórios e pequenos negócios que mantêm vários computadores ligados em rede.

“A combinação de velocidade, preço e abrangência do serviço eleva o país ao nível das nações mais avançadas em banda larga, e proporciona aos usuários novas experiências no mundo virtual”, declara o vice-presidente de Marketing e Vendas da empresa, Alcides Troller Pinto.

As cidades nas quais o serviço será comercializado podem ser vistas no site da empresa.

Roteador DIR-450, da D-Link, compartilha o 3G

Aparelho bota na rede sem fio a conexão de modems EVDO nos padrões USB e PC Card

Para quem deseja compartilhar a conexão 3G da Vivo, uma opção interessante e com preço decente é o roteador DIR-450, da D-Link. Ele resolve o problema de quem precisa montar uma redetemporária em locais com infra-estrutura mínima, usando apenas um modem com interface USB.

O equipamento se comunica comredes celulares EVDO, disponível apenas em operadoras CDMA (Code Division Multiple Access), uma das tecnologias usadas pela Vivo. Também funciona com outro padrão que, a médio e longo prazo, está com os dias contados: o wireless super-g, com velocidade nominal de transferência de até 108 Mbps.

Além de modems USB, o roteador aceita também um PC Card na interface PCMCIA, que acaba funcionando como porta WAN. Sua função principal é a integração com um cartão de dados. Para esta avaliação, usamos um adaptador YISO U893, da Vivo.

Em nossos testes, o wizard de configuração funcionou bem. Bastou incluir usuário e senha para manter a conexão ativa. O problema foi a demora para entrar na rede celular. Além disso, em determinados momentos o dispositivo precisou reiniciar várias vezes até estabelecer um link.

Desempenho e recursos

Depois que a conexão estava ajustada, a velocidade na rede sem fio manteve-se num nível razoável. Sua média foi de 20,5 Mbps, valor comparável ao alcançado pelos equipamentos 802.11g mais simples. A potência também ficou abaixo da média. Quando navegamos com um notebook a 30 metros de distância do roteador, o sinal caiu para 42%, num ambiente de escritório com divisórias de papelão.

Um problema do roteador é o fato de ele não ter uplink para redeethernet. Ou seja, só funciona com EVDO mesmo, sem a possibilidade de estabelecer uma segunda conexão banda larga do tipo ADSL, por exemplo. Quando um produto desse tipo vem com uma opção assim, é possível deixar o 3G apenas como backup para quando a rede principal cair.

O equipamento possui alguns recursos interessantes, como redirecionamento de tráfego externo para um determinado IP. É o chamado virtual server, útil para quando você deseja acessar a sua máquina de casa por algum outro local, por exemplo.

O DIR-450 suporta também o system check, para identificar quais cabos estão conectados e sem problemas. Outras funções interessantes são os envios de alertas, alterações em firmware e logs de sistema direto para o administrador. O produto poderia ter, ainda, suporte a SSL, para dar mais segurança ao tráfego de dados pela interface web.

Fonte: INFO On-Line

** Após este POST, descobrimos o novo modelo D-link DIR-451, que trabalha também com outras Operadoras (Claro, TIM, Oi, etc).

Embratel conclui redes WiMAX em 12 cidades

A Embratel montou redes WiMAX em 12 capitais brasileiras, onde deve oferecer serviços corporativos.

A informação foi revelada pela Embratel em comunicado ao mercado de ações. No início deste ano, a CVM, órgão que regula as empresas de capital aberto, pediu informações mais detalhadas sobre os investimentos da companhia em redes WiMAX.

Segundo a Embratel, seus investimentos em WiMAX somarão R$ 175 milhões. A primeira fase, já concluída, montou redes nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo

Numa segunda etapa, outros 49 municípios serão beneficiados pela rede. Ao todo, a Embratel instalará 1018 rádios ERB para fornecer o sinal sem fio de acesso à web no padrão WiMAX.

No comunicado, a empresa afirma que não pretende oferecer banda larga sem fio para o mercado doméstico, segmento onde a tecnologia 3G está em vantagem. A idéia é usar o WiMAX para fornecer serviços corporativos a pequenas e médias empresas localizadas na área de cobertura das redes.

A Embratel diz em seu comunicado que se reserva o direito de não revelar quais são os fornecedores dos equipamentos usados para montar a rede. A companhia também não revela características técnicas da rede, como velocidade de tráfego de dados ou se a rede será para acesso fixo ou WiMAX móvel.

Informações técnicas e modelo de negócio para explorar a rede deverão ser revelados pela Embratel só após o final do mês.

Fonte: INFO

Brasil tem a quinta pior banda larga do mundo

Estudo da Cisco Systems chamado “Broadband Quality Score” (BQS, em tradução livre, pontuação para a qualidade em banda larga) aponta que o Brasil tem a quinta pior banda larga do mundo, na frente apenas de Chipre, México, China e Índia. 

O cálculo avalia a qualidade e o índice de penetração da tecnologia. Para se ter uma idéia, existem 8,675 milhões de conexões banda larga no país e 45% deste total tem velocidade entre 256 kbps (kilobits por segundo)e 512 kbps, segundo dados do IDC do primeiro trimestre deste ano. Conexões entre 512 kbps e 1 Mbps totalizavam 21%, e velocidades maiores que 1 Mbps (megabits por segundo) apenas 7%.

A comScore confirma a falta de qualidade da banda larga brasileira: pesquisa indica que os brasileiros tendem a visitar sites multimídia com a mesma freqüência que os internautas do resto do mundo, mas que o acesso é menor do que a média mundial devido a impedimentos tecnológicos.

Uma das medidas do governo brasileiro para “bandalargar” o Brasil foi a revisão do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado, que obriga as concessionárias de telefonia fixa a levar a rede de banda larga até a sede de todos os municípios brasileiros até dezembro de 2010.

Com isso, ficou estabelecido que 40% dos municípios deverão ser atendidos até dezembro de 2008, 80%, até dezembro de 2009 e 100%, até dezembro de 2010. 

A velocidade da banda larga para municípios com até 20 mil habitantes deverá ser de, no mínimo, 8 Mbps; entre 20 mil e 40 mil, no mínimo, 16 Mbps; entre 40 mil e 60 mil, no mínimo, 32 Mbps; e acima de 60 mil, no mínimo, 64 Mbps.

Segundo a avaliação do BQS, os serviços mais usados atualmente, como vídeos streaming e redes sociais, pressupõem que se tenha uma conexão banda larga que ofereça velocidade de 3,75 Mbps de download e 1 Mbps de upload.

No entanto, para que haja qualidade na experiência do futuro na Internet, considerando os serviços que estarão disponíveis e serão demandados daqui um ano, será necessária velocidade de download de 11,25 Mbps e 5 Mbps de upload. 

O estudo mostra que, do final de 2009 para 2015, a demanda será por vídeos streaming de alta definição (como os que já são oferecidos no Joost), compartilhamento de arquivos grandes, IPTV de alta definição e videoconferência deve sair do ambiente empresarial para se tornar mais um serviço ao consumidor na Internet, como os mensageiros instantâneos.

A conclusão do BQS é que o único país que está pronto para o futuro é o Japão.

Os critérios de avaliação do BQS incluíram velocidades de download (recebimento de dados), upload (envio de dados) e a latência (tempo que um pacote de dados leva da fonte ao seu destino).

Mais informações sobre o estudo podem ser encontrados no site da Oxford University.

Banda larga via rede elétrica chega neste ano

plc

 

Emília Ribeiro, conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), afirmou que os brasileiros poderão acessar internet por meio da rede de energia elétrica ainda em 2009 e garantiu que seu relatório sobre a regulamentação da oferta estará pronto ainda no fim de março.

 

Emília afirmou, à Agência Brasil, que é muito importante decidir a questão, porque é uma forma barata de expandir a banda larga para todo o país e aumentar a competição no setor.

Com a transmissão de dados em alta velocidade pela rede elétrica, sistema também conhecido como BPL ou PLC, as tomadas residenciais passam a ser pontos de rede. A conselheira explica que os dados são transmitidos por meio de fio elétrico ou por outro cabeamento no poste de energia e levado para dentro da residência por meio da caixa de energia elétrica.

Emília aproveitou para defender a disseminação da banda larga no serviço público e nas escolas. Segundo a conselheira, não custaria muito para o governo um estudo que faça o serviço chegar à segurança, à saúde, à cultura, entre outros.

 

Fonte: IDGNow