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Faça o backup de configurações de redes sem fio no Win7

Se por algum motivo você precisar fazer o backup e restauração de suas configurações de redes sem fio, o Windows 7 torna a tarefa bem simples e rápida.

O processo todo leva menos de um minuto. Para fazer o backup, basta sesguir os passos abaixo:

- Clique no ícone de rede na barra de tarefas e depois em Abrir a Central de Rede e Compartilhamento:

- Com a Central de Rede e Compartilhamento aberta, clique em Gerenciar redes sem fio no painel do lado esquerdo:

- Clique com o botão direito do mouse na rede sem fio desejada e selecione Propriedades:

- Na tela de propriedades, clique no link Copiar este perfil de rede para uma unidade flash USB:

Backup e Disaster Recovery para a virtualização de servidores

À medida que a tecnologia de virtualização de servidores evolui e sua adopção no sector aumenta, as organizações percebem benefícios que vão muito além da justificativa mais popular para a virtualização: reduzir os custos de infra-estrutura e aumentar a agilidade de TI. O próximo passo é usar a plataforma de virtualização como uma forma de habilitar ou aprimorar as estratégias de DR (Disaster Recovery – recuperação de desastre).

Por que a prontidão da DR é, de forma generalizada, um dos assuntos mais efervescentes no sector de TI? Estudos sugerem que as empresas perdem, em média, de US$ 80.000 a 90.000 por hora de inactividade, e que poucas empresas a sofrer uma perda de dados catastrófica alcançam uma sobrevida de longo prazo. Este post apresenta uma introdução à DR usando a plataforma de virtualização da Microsoft, uma análise detalhada das opções de backup e restauração existentes e algumas considerações sobre o Windows Server 2008 Hyper-V.

Noções básicas de planeamento da recuperação de desastre
A DR é o processo de restaurar serviços essenciais no caso de uma interrupção, e deve fazer parte do plano de continuidade de todas as empresas. Esse plano define como a empresa continuará a funcionar durante ou após um desastre, e constitui o fundamento de qualquer iniciativa de DR.

Alguns fornecedores afirmam que suas tecnologias de automatização de DR minimizam ou eliminam a necessidade de um plano detalhado e bem testado. Embora seja válido afirmar que a automatização pode reduzir o tempo de recuperação e diminuir a dependência da intervenção humana, vamos fazer uma pausa para um anúncio de utilidade pública: é impossível ter êxito na tentativa de atenuar um desastre contando somente com a tecnologia. As pessoas e os processos são sempre tão importantes quanto as tecnologias.

Na verdade, descobrirá que é praticamente impossível seleccionar as tecnologias certas, sem primeiro conhecer todas as restrições e os objectivos gerados pelo processo de planeamento de DR. Não vamos definir um plano completo de DR. Vamos, sim, enfatizar os elementos necessários para a escolha das tecnologias e implementações certas. Sendo assim, vamos descrever rapidamente alguns factores tecnológicos essenciais em um plano de DR.

Definições e priorização de serviços O que exatamente define todo o serviço que está tentando proteger e qual a sua importância para a organização? A Figura 1 mostra alguns exemplos de serviços de empresas que provavelmente seriam incluídos em qualquer plano de DR.


Figura 1 Exemplo de definições e priorização de serviços

Depois de definir os serviços, podemos começar a identificar os sistemas e as dependências a serem vinculados a que tipos de estratégias de DR. Talvez, depois de observar o conjunto completo de serviços e dependências, descubra que precisa adoptar alguns níveis diferentes de capacidade de DR, pois uma única solução de DR para todos os serviços essenciais seria muito cara e complexa.

Cobian Backup – Uma alternativa viável

Cobian Backup é um programa “multitarefas” que pode ser usado para agendar cópias de segurança dos seus ficheiros e directorias. A tarefa cópias transfere os dados do local original para um outro local/drive dentro do mesmo computador ou um computador ligado à rede local.


Pode também agendar o envio de dados via FTP de forma “bidireccional” (download and upload). Cobian Backup apresenta-se em duas versões: a aplicação e o serviço. Neste formato de serviço o programa usa pouquíssimos recursos e corre de forma silenciosa nos serviços do Windows, actuando conforme a agenda de backups.

Download: Cobian Backup 10.0.2.695 [14.52MB]

Utilizando o ASR (Automated System Recovery) para Recuperação de Desastres

Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de backups, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação. Veja como fazer isso …

Introdução
Imagine a seguinte situação: segunda-feira, de manhã, você acaba de instalar um novo software ou aplicativo em um servidor de produção, talvez até mesmo um controlador de domínio. Após a instalação, durante o boot, a seguinte mensagem surge: “NTLDR is missing. Press any key to continue”. Frio na barriga, você tenta um novo boot, agora em modo de segurança, depois, em modo de última configuração válida, e nada. Seu servidor não quer colaborar… E você precisa dele operando o mais rápido possível. Bem, parece que a única solução é reinstalar o Windows novamente, os patches, aplicativos, drivers, templates de segurança, etc,etc,etc….

Para tais situações críticas é que se enquadra muito bem o ASR – Automated System Recovery, ou, Recuperação do Sistema Automatizada, recurso implementado primeiramente no Windows XP, e disponibilizado para os servidores da família Windows Server 2003.

Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de “backups”, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação.

Como o ASR funciona
O ASR trabalha junto com o “Windows Setup” para reconstruir as configurações de armazenamento e de discos físicos de um servidor, incluindo as partições e arquivos de “inicialização” e “sistema”, permitindo que o servidor volte a operar corretamente. Este processo inclui o uso de um “disquete ASR”, que contém informações de armazenamento antes do desastre, que são utilizadas para a restauração do servidor. Após uma restauração completa de ASR, basta que você restaure os dados de usuários ou arquivos de aplicações.

Atenção
O ASR não inclui arquivos ou partições que não estão nas partições de “inicialização” e “sistema”. Assim, quaisquer dados de usuários que porventura tenham sido perdidos, devem ser restaurados através de uma política de backup. O ASR NÃO substitui a política de backup de dados dos usuários ou demais informações. Deve ser utilizado em conjunto com tais procedimentos.

Criando um backup ASR
O ASR pode ser dividido em 2 componentes: backup e restore. O componente “backup” pode ser acessado através da própria ferramenta de backup do Windows (ntbackup.exe), selecionando a opção “Automated System Recovery Preparation Wizard”, conforme ilustração abaixo:


Figura 1


O próximo passo é definir onde o arquivo de backup (.bkf) será gravado, conforme ilustrado abaixo:


Figura 2


O arquivo gerado contém as seguintes informações:

System State: conjunto de informações pertencentes ao sistema operacional essenciais para seu bom funcionamento. Incluem o registro, a base do COM+, arquivos do sistema e de boot, e arquivos do Windows File Protection. O System State pode incluir também a base de Certificados (caso o servidor seja um servidor de Certificados), a base do Active Directory, mais a pasta SYSVOL (caso o servidor seja um controlador de domínio), informações de cluster (caso ele seja nó de um cluster) e a Metabase do IIS (caso o IIS esteja instalado).

Este arquivo pode ser copiado ou gerado numa mídia removível (uma mídia de CD, por exemplo), para que o processo de restauração ocorra corretamente.

Após a geração do arquivo de backup (.bkf), o “Wizard” nos solicita um disquete. Este disquete contém informações sobre o backup, as configurações de disco (incluindo discos básicos e volumes dinâmicos, e como se deve proceder para uma restauração). Uma mensagem, conforme ilustrado abaixo, indica que o processo foi finalizado corretamente.


Figura 3


A ilustração abaixo indica o conteúdo gerado em disquete pelo ASR:


Figura 4


Restaurando um backup ASR
O componente “restore”  do ASR pode ser acessado do seguinte modo:

Reinicie o servidor com o CD de instalação do Windows Server;
Durante o modo texto do setup, pressione a tecla F2;

O ASR, então, lê as informações de disco do servidor a partir do disquete gerado e restaura todas as assinaturas, volumes e partições necessários para que o servidor possa ser iniciado corretamente (estes discos são conhecidos como “discos críticos”).

O ASR então, faz uma instalação simples do Windows, e automaticamente, inicia a restauração do sistema a partir do arquivo .bkf criado pelo “Automated System Recovery Preparation Wizard”. Todos os dispositivos “Plug and Play” também são detectados e instalados.

Após esta instalação, se necessário, deve-se fazer uma restauração dos dados dos usuários ou outras informações que não estejam nas partições de inicialização ou sistema.

Dicas e Melhores práticas

Execute o ASR regularmente, se possível de maneira automatizada (isto pode ser feito através do “Schedule Tasks” do próprio Windows Server);

Certifique-se que a mídia que contém o arquivo .bkf estará disponível em caso de necessidade de uma restauração (não seria muito lógico deixar este arquivo gravado, por exemplo, na partição de sistema do servidor…);

Lembre-se que o ASR não faz backup de partições ou volumes que não sejam a de inicialização ou sistema. Assim, tenha uma política de backup para tais informações. Se você estiver usando o próprio backup do Windows Server, a opção “All information on this computer”, do “Backup Wizard”, além de copiar todos os arquivos e dados de usuários, também gera o backup ASR.

Certifique-se de que os arquivos Asr.sif e Asrpnp.sif, gerados em disquete pelo ASR, estejam disponíveis e protegidos. Se o disquete que contém estes arquivos estiver danificado, pode-se recuperá-los da pasta systemroot\Repair. Estes arquivos também podem ser copiados manualmente para uma outra localização, para aumentar o nível de proteção.

Como política de recuperação de desastres, o serviço de RIS (Remote Installation Services) pode ser utilizado em conjunto com o ASR para prover um processo totalmente automatizado de recuperação. Para maiores informações sobre isto, acesse o documento “Designing RIS Installations“.

O ASR substitui o ERD (Emergency Repair Disk), introduzido junto com o Windows 2000. Porém, o ERD não formatava ou re-configurava os discos durante o processo de restauração de arquivos danificados ou perdidos. O ASR, ao contrário, sempre formata a partição de boot e pode formatar, se necessário, a partição de sistema.

Conclusão
Podemos concluir que o ASR de forma alguma substitui uma boa política de backup (incluindo testes de recuperação) dos dados críticos, incluindo informações de usuários. Porém, se planejado junto com esta política, se torna uma ferramenta poderosa de recuperação de desastres, sendo possível restaurar um servidor danificado em minutos. E logicamente, vai poupar um bom esforço dos administradores de rede e sistemas.

Fonte: Danilo Bordini – Forum do Baboo

Tipos de RAID

Como nunca decoro e, sempre que alguém me pergunta tenho que correr para dar uma “googlada”, resolvi colocar um guia de referência que peguei lá do Fórum do Baboo aqui, para uma consulta rápida sempre que alguém precisar.

Esse artigo demonstra como solucionar os problemas de quebra de disco em um servidor, Dependendo dos serviços que estão sendo rodados no servidor, geralmente acesso à banco de dados, e-mail, sistema corporativos, etc, não seria legal perder todo esse conteúdo por causa de uma falha de disco rígido, e por isso empresas de médio a grande porte investem em sistemas de “tolerância à falhas” ou seja, o Sistema RAID.

Uma das melhores soluções para “tolerância à falhas” para seu servidor é o Sistema RAID.

Definição de RAID: RAID significa “Redundant Array of Inexpensive Disks”. Pesquisadores da Universidade de Berkeley na Califórnia foram os que publicaram um estudo definindo o RAID, as suas características e tecnologias. Atualmente existem onze tipos de RAID: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 10, 53 e 0+1. 

Abaixo estão as descrições dos RAID mais utilizados:

RAID 0 – striping sem tolerância à falha

Este nível tem o nome de “striping”. Os dados do computador são divididos entre dois ou mais discos rígidos, o que oferece uma alta performance de transferência de dados, porém não oferece segurança de dados, pois caso haja alguma pane em um disco rígido, todo o conteúdo gravado neles irá ser perdido. O RAID 0 pode ser usado para se ter uma alta performance, porém não é indicado para sistemas que necessitam de segurança de dados.

É possível usar de dois a quatro discos rígidos em RAID 0, onde os mesmos serão acessados como se fosse um único disco, aumentando radicalmente o desempenho do acesso aos HD’s. Os dados gravados são divididos em partes e são gravados por todos os discos. Na hora de ler, os discos são acessados ao mesmo tempo. Na prática, temos um aumento de desempenho de cerca de 98% usando dois discos, 180% usando 3 discos e algo próximo a 250% usando 4 discos. As capacidades dos discos são somadas. Usando 4 discos de 10 GB, por exemplo, você passará a ter um grande disco de 40 GB.

Este modo é o melhor do ponto de vista do desempenho, mas é ruim do ponto de vista da segurança e da confiabilidade, pois como os dados são divididos entre os discos, caso apenas um disco falhe, você perderá os dados gravados em todos os discos. É importante citar que neste nível você deve usar discos rígidos idênticos. É até possível usar discos de diferentes capacidades, mas o desempenho ficará limitado ao desempenho do disco mais lento.

RAID 1 (mirror e duplexing)

RAID 1 também é conhecido como “espelhamento”, ou seja, os dados do computador são divididos e gravados em dois ou mais discos ao mesmo tempo, oferecendo, portanto, uma redundância dos dados com segurança contra falha em disco. Esse nível de RAID tende a ter uma demora maior na gravação de dados nos discos, pelo fato da replicação ocorrer entre os dois discos instalados, mais sua leitura será mais rápida, pois o sistema terá duas pontes de procura para achar os arquivos requeridos.

Neste nível são utilizados dois discos, sendo que o segundo terá uma cópia idêntica do primeiro, ou seja, um CLONE. Na prática, será como se existisse apenas um único disco rígido instalado, pois o segundo seria usado para espelhamento dos dados gravados no primeiro – mas caso o disco principal falhe por qualquer motivo, você terá uma cópia de segurança armazenada no segundo disco. Este é o modo ideal se você deseja aumentar a confiabilidade e a segurança do sistema.

Um detalhe importante em RAID 1 é que, caso os dois discos estejam na mesma IDE, (1º em master e o 2º em slave), você teria que resetar o micro caso o primeiro disco quebrar, usando um disco por IDE a placa fará a troca automaticamente, sem necessidade de reset. 

RAID 10 (mirror e striping com alta performance)

RAID 10 pode ser usado apenas com 4 discos rígidos. Os dois primeiros trabalharão em modo Striping (aumentando o desempenho), enquanto os outros dois armazenarão uma cópia exata dos dois primeiros, mantendo uma tolerância à falhas. Este modo é na verdade uma junção do RAID 0 com o RAID 1 e é muito utilizado em servidores de banco de dados que necessitem alta performance e tolerância à falhas.

RAID 0+1 (alta performance com tolerância)

Ao contrário do que muitos pensam, o RAID 0+1 não é o mesmo que o RAID 10: embora ambos exijam no mínimo quatro discos rígidos para operarem e funcionam de uma maneira similar, o RAID 0+1 e tem a mesma tolerância à falha do RAID 5. No RAID 0+1, se um dos discos rígidos falhar, ele se torna essencialmente um RAID 0

RAID 2 (ECC)

Este nível de RAID é direcionado para uso em discos que não possuem detecção de erro de fábrica. O RAID 2 é muito pouco usado uma vez que os discos modernos já possuem de fábrica a detecção de erro no próprio disco.

RAID 3 (cópia em paralelo com paridade) 

RAID 3 divide os dados, a nível de byte, entre vários discos. A paridade é gravada em um disco em separado. Para ser usado este nível, o hardware deverá possuir este tipo de suporte implementado. Ele é muito parecido com o RAID 4.

RAID 4 (paridade em separado)

RAID 4 divide os dados, a nível de “blocos”, entre vários discos. A paridade é gravada em um disco separado. Os níveis de leitura são muito parecidos com o RAID 0, porém a gravação requer que a paridade seja atualizada toda as vezes que ocorrerem gravações no disco, tornando-a mais lenta a gravação dos dados no disco. O RAID 4 exige no mínimo três discos rígidos.

RAID 5 (paridade distribuída)

RAID 5 é comparável ao RAID 4, mas ao invés de gravar a paridade em um disco separado, a gravação é distribuída entre os discos instalados. O RAID 5 aumenta a velocidade em gravações de arquivos pequenos, uma vez que não há um disco separado para a paridade. Porém como o dado de paridade tem que ser distribuído entre todos os discos instalados, durante o processo de leitura, a performance deverá ser um pouco mais lenta que o RAID 4. O RAID 5 exige no mínimo três discos rígidos.

Existem outros RAID que são utilizados em menor escala e/ou são baseados naquele acima mencionados:

RAID 6 (dupla paridade) 
É essencialmente uma extensão do RAID 5 com dupla paridade

RAID 7 (altíssima performance) 
As informações são transmitidas em modo assíncrono que são controladas e cacheadas de modo independente. obtendo performances altíssimas.

RAID 53 (alta performance) 
É essencialmente um RAID 3 com cinco discos rígidos

Com certeza pode-se afirmar que o Sistema de arquitetura RAID é o mais utilizado entre empresas que querem manter segurança de dados em seus servidores. Algumas soluções são bastante caras, mas permitem um nível de segurança compatível com o investimento realizado.

Autor original: Danilo Montagna
Direitos Autorais: Danilo Montagna