Archive for janeiro de 2010
10 razões para adotar redes sociais nas empresas X Novos Problemas a Empregadores
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Notícias on 8 de janeiro de 2010
Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.
A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).

Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study – The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:
- As empresas serão ávidas por mudança;
- Inovação de fora para dentro;
- Empresas globalmente integradas;
- Disruptivas por natureza;
- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;
Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.
Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:

- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.
- O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;
- A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;
- Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;
- Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;
- Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;
- Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;
- Referências: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;
- Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;
- Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.
Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.
Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.
Por Marcelo Bastos (http://hsm.updateordie.com/author/mbastos/)
Este texto foi publicado, originalmente, no Blog da HSM.
Opinião meio contraditória não acham? Por outro lado, temos a perca de produtividade por abusos:
Jogos no Facebook causam novos problemas para empregadores
Perda diária de produtividade das empresas pode chegar a 12,5%. Cerca de 20% dos usuários da rede social jogam os games.
Para muitos empregadores, Facebook, MySpace e outras redes sociais já são um flagelo no que tange a perdas de produtividade. Agora eles têm algo mais com que se preocupar: os jogos que esses sites oferecem.
Esse novo gênero de games sociais permite que as pessoas joguem com os amigos sem que todos precisem estar online ao mesmo tempo.
O envolvimento de baixa intensidade requerido fez com que jogos como “Farmville”, “Cafe world”, “Restaurant city”, “Pet society” e “Happy aquarium”, desenvolvidos por produtoras como Zynga, Playfish, Crowdstar e Slashkey, ganhassem popularidade entre os trabalhadores, que muitas vezes se conectam para jogá-los durante o expediente.

De acordo com uma recente pesquisa conduzida pela Associated Chambers of Commerce and Industry of India, cerca de 12,5% da produtividade do setor empresarial é desviada a cada dia para atividades em sites de redes sociais. “O que estamos vendo são mais e mais pessoas e organizações que reconhecem a perda de produtividade. Com isso, provavelmente mais bloqueios de aplicativos do Facebook por ordem dos executivos de informática serão vistos”, disse Rebecca Wettermann, da Nucleus Research.
A Nucleus Research conduziu um estudo recente sobre os efeitos das redes sociais sobre a produtividade no ambiente profissional. O levantamento constatou que cerca de metade dos funcionários de escritório dos Estados Unidos visitam sites de redes sociais no horário de trabalho, o que resulta em uma perda média da ordem de 1,5% da produtividade total do escritório.
O Facebook, que conta com 350 milhões de usuários no mundo, diz que pelo menos 20% de seus membros jogam online.
Sebastien de Halleux, presidente-executivo e co-fundador da Playfish, uma produtora de jogos on-line, disse que o crescimento na Ásia é mais rápido do que em outras regiões. “Não tínhamos ideia de que a difusão seria tão rápida. Quando conquistamos 100 mil usuários mensais, achávamos que aquilo fosse o auge do sucesso. Agora, com 60 milhões de usuários, achamos que estamos apenas no começo de algo muito maior”, disse.
Opiniões meio contraditórias não? Gostaria de saber as opiniões de cada um, comentem.
7 dicas para planejar TI em 2010
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Redes, Seguranca, Tecnologia on 5 de janeiro de 2010
Uma boa estratégia para TI em 2010 pode ajudar a reduzir custos e desperdícios nas empresas. Pedro Bicudo, sócio-diretor da TGT Consult, preparou uma série de dicas que podem auxiliar os CIOs.
Segundo o executivo, a instabilidade econômica presente em 2009 obrigou as empresas a abrir mão de investimentos e até dispensar força de trabalho para garantir seu bom funcionamento.
Após esse período crítico, chega a hora de aproveitar as oportunidades para planejar as estratégias para o próximo ano de forma mais eficiente.
“Na prática, preparar um plano não é fácil. Segui-lo é ainda mais complicado, por isso é necessário fazer um registro dessa estratégia, para que todos os envolvidos possam se comprometer e levar o plano adiante”, afirma Bicudo.

Confira as dicas do profissional e da consultoria para garantir o planejamento de TI em 2010:
1. Seu plano está documentado?
Para essa pergunta é comum que o CIO responda: “sim, claro, eu tenho um plano e todos nós sabemos o que fazer”.
Mas, é visível que sem um claro registro, as pessoas simplesmente esquecem, perdem o foco, e ao fim do ano não lembram quais eram suas metas. É melhor errar pelo excesso do que pela falta: publique o seu plano 2010.
2. O plano diferencia o estratégico do tático?
Verifique o plano e veja se está claro o que é tático. O direcionamento estratégico é aquele dá uma visão de longo prazo, um destino para TI e uma descrição de alto nível de como serão alcançados seus objetivos (é a estratégia para se chegar lá).
Já o tático, é um plano de execução descrito por projetos que iniciam agora, ou em poucos meses. Esse será feito já em 2010 e, ao ser entregue, terá contribuído para a estratégia de longo prazo da TI e da empresa.
3. Como será controlado?
Cada iniciativa pode ser medida? Cada projeto tem data definida? O plano 2010 deve conter a lista de entregáveis (milestones), associados a datas, para que seja possível medir o avanço do plano.
Para grandes projetos é mais fácil definir milestones, mas são as pequenas coisas do dia-a-dia que corrompem o seu planejamento. Por mais simples que sejam as metas, sempre deve haver um projeto associado, como por exemplo, se a iniciativa for: “reduzir o número de chamados de reset de senha em 10%”, ele deve ser corrigido para “o João será responsável por reduzir em 10% o número de chamados de reset de senha até o mês de julho e para isso terá um orçamento de R$ x,xx”.
Sem responsabilidade, recurso e cobrança o seu plano não vai sair do papel, e a verificação é simples, cada iniciativa ou projeto deve estar claramente definido: a data de inicio, a data de entrega, os recursos, o orçamento e a meta de resultado.
4. Existem produtos intermediários?
O plano deve estar estruturado para medir o avanço mensal. Medir os projetos por tempo e Homem/Hora (a gestão do tempo de cada pessoa levou trabalhando na a atividade ou projeto). Mas é válido lembrar que, essa medida é útil, porém insuficiente.
Tenha por política definir eventos realizados, ou entregas parciais, e procure sempre associar essa entrega a um benefício, assim, além de demonstrar o avanço, será possível “medir” os benefícios atingidos todos os meses.
5. O benefício pode ser demonstrado?
Não há nada mais frustrante do que entregar um projeto e ser perguntado “por que fizemos isso?”. Cada sub-item do seu plano 2010 deve ter uma razão. Escreva-a. Por exemplo, mesmo que “melhorar a qualidade do atendimento” pareça óbvio, isso precisa ser justificado, explicando a razão: “para melhorar a produtividade do usuário”.
Nesse exemplo o primeiro é a meta do projeto, e o segundo é a razão do negócio. O óbvio precisa ser dito e repetido. Sem comunicação não é possível demonstrar o valor entregue. Divulgue e faça-se notar.
Outro ponto interessante: não se esqueça de “matar” os projetos para os quais não se consegue descrever o benefício, porque são eles que “matam” o CIO.
6. Possui contingência? Você gerencia riscos?
Qual a alternativa se um projeto der errado, se a verba for cortada, se uma pessoa chave pedir a conta ou se aparecer uma demanda emergencial? Deve haver alternativas para cada projeto, como por exemplo: terceirizar, treinar recurso de backup, ter alternativa de fornecimento, linguagem, arquitetura, etc.
Cada projeto deve ter um pequeno capítulo, ou parágrafo, explicando quais são as alternativas em caso de problemas.
7. Seu plano é conhecido e defendido por todos?
Verifique se está acessível e se sua equipe entende porque existe cada um dos projetos. O entendimento, a compreensão e a repetição da comunicação são fundamentais para que a equipe mantenha foco na execução.
Quando todas as pessoas sabem o que é mais importante e o que deve ser feito, as suas decisões do dia-a-dia são melhores, mais assertivas, e todos saem ganhando com isso.
Fonte: Info
Aumente o seu sinal 3G com uma… panela?
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Mobilidade, wi-fi on 5 de janeiro de 2010
Este truque vem no seguimento de outros que já deixamos para aumentar o sinal dos vários sinais de Internet.
Quem utiliza os modems 3G, muito usados hoje em dia, poderá ter dificuldades em captar o melhor sinal, esta falta de sinal reduz a velocidade de navegação tornando mesmo essa navegação uma péssima experiência. Mas poderá aumentar esse sinal, veja como!
O mesmo poderá fazer para a Internet Móvel por pens USB, os tipos mais comuns ultimamente, para isso use uma extensao USB e coloque a pen dentro da panela, conforme é mostrado no vídeo. Esta truque, retirando a parte engracada da panela, é compreensível pois este utensílio funciona como se fosse uma parabólica que centraliza o sinal no seu espaço interior criando uma amplificação ao sinal.
Como podem ver não precisam comprar potencializadoes de sinal ou pendurarem-se na janela para terem melhor sinal 3G! Basta irem à cozinha e trazerem de lá uma das ferramentas disponíveis.
Fonte: PeopleWare
Utilizando o ASR (Automated System Recovery) para Recuperação de Desastres
Posted by Gustavo D. Cardoso in Seguranca, Tutorial on 5 de janeiro de 2010
Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de backups, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação. Veja como fazer isso …
Introdução
Imagine a seguinte situação: segunda-feira, de manhã, você acaba de instalar um novo software ou aplicativo em um servidor de produção, talvez até mesmo um controlador de domínio. Após a instalação, durante o boot, a seguinte mensagem surge: “NTLDR is missing. Press any key to continue”. Frio na barriga, você tenta um novo boot, agora em modo de segurança, depois, em modo de última configuração válida, e nada. Seu servidor não quer colaborar… E você precisa dele operando o mais rápido possível. Bem, parece que a única solução é reinstalar o Windows novamente, os patches, aplicativos, drivers, templates de segurança, etc,etc,etc….
Para tais situações críticas é que se enquadra muito bem o ASR – Automated System Recovery, ou, Recuperação do Sistema Automatizada, recurso implementado primeiramente no Windows XP, e disponibilizado para os servidores da família Windows Server 2003.
Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de “backups”, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação.
Como o ASR funciona
O ASR trabalha junto com o “Windows Setup” para reconstruir as configurações de armazenamento e de discos físicos de um servidor, incluindo as partições e arquivos de “inicialização” e “sistema”, permitindo que o servidor volte a operar corretamente. Este processo inclui o uso de um “disquete ASR”, que contém informações de armazenamento antes do desastre, que são utilizadas para a restauração do servidor. Após uma restauração completa de ASR, basta que você restaure os dados de usuários ou arquivos de aplicações.
Atenção
O ASR não inclui arquivos ou partições que não estão nas partições de “inicialização” e “sistema”. Assim, quaisquer dados de usuários que porventura tenham sido perdidos, devem ser restaurados através de uma política de backup. O ASR NÃO substitui a política de backup de dados dos usuários ou demais informações. Deve ser utilizado em conjunto com tais procedimentos.
Criando um backup ASR
O ASR pode ser dividido em 2 componentes: backup e restore. O componente “backup” pode ser acessado através da própria ferramenta de backup do Windows (ntbackup.exe), selecionando a opção “Automated System Recovery Preparation Wizard”, conforme ilustração abaixo:

Figura 1
O próximo passo é definir onde o arquivo de backup (.bkf) será gravado, conforme ilustrado abaixo:

Figura 2
O arquivo gerado contém as seguintes informações:
System State: conjunto de informações pertencentes ao sistema operacional essenciais para seu bom funcionamento. Incluem o registro, a base do COM+, arquivos do sistema e de boot, e arquivos do Windows File Protection. O System State pode incluir também a base de Certificados (caso o servidor seja um servidor de Certificados), a base do Active Directory, mais a pasta SYSVOL (caso o servidor seja um controlador de domínio), informações de cluster (caso ele seja nó de um cluster) e a Metabase do IIS (caso o IIS esteja instalado).
Este arquivo pode ser copiado ou gerado numa mídia removível (uma mídia de CD, por exemplo), para que o processo de restauração ocorra corretamente.
Após a geração do arquivo de backup (.bkf), o “Wizard” nos solicita um disquete. Este disquete contém informações sobre o backup, as configurações de disco (incluindo discos básicos e volumes dinâmicos, e como se deve proceder para uma restauração). Uma mensagem, conforme ilustrado abaixo, indica que o processo foi finalizado corretamente.

Figura 3
A ilustração abaixo indica o conteúdo gerado em disquete pelo ASR:

Figura 4
Restaurando um backup ASR
O componente “restore” do ASR pode ser acessado do seguinte modo:
Reinicie o servidor com o CD de instalação do Windows Server;
Durante o modo texto do setup, pressione a tecla F2;
O ASR, então, lê as informações de disco do servidor a partir do disquete gerado e restaura todas as assinaturas, volumes e partições necessários para que o servidor possa ser iniciado corretamente (estes discos são conhecidos como “discos críticos”).
O ASR então, faz uma instalação simples do Windows, e automaticamente, inicia a restauração do sistema a partir do arquivo .bkf criado pelo “Automated System Recovery Preparation Wizard”. Todos os dispositivos “Plug and Play” também são detectados e instalados.
Após esta instalação, se necessário, deve-se fazer uma restauração dos dados dos usuários ou outras informações que não estejam nas partições de inicialização ou sistema.
Dicas e Melhores práticas
Execute o ASR regularmente, se possível de maneira automatizada (isto pode ser feito através do “Schedule Tasks” do próprio Windows Server);
Certifique-se que a mídia que contém o arquivo .bkf estará disponível em caso de necessidade de uma restauração (não seria muito lógico deixar este arquivo gravado, por exemplo, na partição de sistema do servidor…);
Lembre-se que o ASR não faz backup de partições ou volumes que não sejam a de inicialização ou sistema. Assim, tenha uma política de backup para tais informações. Se você estiver usando o próprio backup do Windows Server, a opção “All information on this computer”, do “Backup Wizard”, além de copiar todos os arquivos e dados de usuários, também gera o backup ASR.
Certifique-se de que os arquivos Asr.sif e Asrpnp.sif, gerados em disquete pelo ASR, estejam disponíveis e protegidos. Se o disquete que contém estes arquivos estiver danificado, pode-se recuperá-los da pasta systemroot\Repair. Estes arquivos também podem ser copiados manualmente para uma outra localização, para aumentar o nível de proteção.
Como política de recuperação de desastres, o serviço de RIS (Remote Installation Services) pode ser utilizado em conjunto com o ASR para prover um processo totalmente automatizado de recuperação. Para maiores informações sobre isto, acesse o documento “Designing RIS Installations“.
O ASR substitui o ERD (Emergency Repair Disk), introduzido junto com o Windows 2000. Porém, o ERD não formatava ou re-configurava os discos durante o processo de restauração de arquivos danificados ou perdidos. O ASR, ao contrário, sempre formata a partição de boot e pode formatar, se necessário, a partição de sistema.
Conclusão
Podemos concluir que o ASR de forma alguma substitui uma boa política de backup (incluindo testes de recuperação) dos dados críticos, incluindo informações de usuários. Porém, se planejado junto com esta política, se torna uma ferramenta poderosa de recuperação de desastres, sendo possível restaurar um servidor danificado em minutos. E logicamente, vai poupar um bom esforço dos administradores de rede e sistemas.
Dica de Cursos On-Line
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas on 5 de janeiro de 2010
Os Cursos são realizados pelo IPED – Instituto Politécnico de Ensino a Distância, e possuem uma didática voltada ao usuário final, com exemplos visuais e comentários explicativos.
Ao término de cada curso, será realizado o Teste de Avaliação Final, caso o aluno seja aprovado haverá a emissão do certificado de conclusão do treinamento, caso contrário ele será direcionado a uma aula de reforço e reavaliado após esta aula.
Outros Cursos: Idiomas, Informática, Programação, Profissionalizantes e Animações e Design.
Os Cursos tem um investimento de R$ 24,90.
Formas de Pagamento:

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Fonte: Fabricio Silva













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