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	<title>Blog NGR Network</title>
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	<description>Aqui você se atualiza com o mundo da Tecnologia!</description>
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		<title>Ferramentas &#218;teis para Administra&#231;&#227;o Hyper-V</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 21:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[administracao]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Ferramentas que auxiliam muito no gerenciamento de maquinas virtuais. &#160; Olá Pessoal, Estamos finalizando um processo de Implementação de uma estrutura virtualizada com o Hyper-V para adequar serviços como AD, Aplicação entre outros em um de nossos clientes. Ao fazer muita pesquisa sobre as formas mais fáceis de administração do Hyper-V, me deparei com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<h6>Ferramentas que auxiliam muito no gerenciamento de maquinas virtuais.</h6>
<p>&#160;</p>
<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Estamos finalizando um processo de Implementação de uma estrutura virtualizada com o Hyper-V para adequar serviços como AD, Aplicação entre outros em um de nossos clientes.</p>
<p>Ao fazer muita pesquisa sobre as formas mais fáceis de administração do Hyper-V, me deparei com o Blog de um rapaz chamado Douglas Filipe, então decidi unir sua dica em nosso Blog também.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://douglasfilipe.files.wordpress.com/2010/04/042410_2031_ferramentas12.jpg?w=630" width="332" height="420" /></p>
<p>Para quem tem um ambiente virtualizado com o Hyper-V e procura ferramentas para sua administração, aqui vão algumas:</p>
<p><a href="http://hyperr.codeplex.com/"><strong>Hyper-V Machine Recovery Tool</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Aplicativo usado para recuperar uma maquina virtual, juntamente com seu disco virtual e snapshots.</p>
<p><a href="http://hvwm.codeplex.com/"><strong>Hyper-V Web Manager</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Hyper-V Web Manager (HVWM) é um utilitário de gerenciamento baseado na Web para o Microsoft Windows Server 2008 com a função Hyper-V. O gerenciamento web fornece a maioria das funcionalidades que está disponível no Microsoft Management Console para o Hyper-V.</p>
<p><a href="http://www.winimage.com/download.htm"><strong>WinImage</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Software para gerenciamento de imagem de discos permite a criação, leitura e edição de formatos de imagens de discos incluindo VHD. (Dica do Gustavo Valle)</p>
<p><a href="http://code.msdn.microsoft.com/vhdtool"><strong>VHD Tool</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Permite a criação de discos virtuais de tamanho fixo em segundos.</p>
<p><a href="http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc501231(en-us).aspx"><strong>Offline Virtual Machine Servicing Tool 2.1</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Para quem usa o SCVMM e quer deixar suas bibliotecas de maquinas virtuais offline sempre atualizadas, essa ferramenta faz todo trabalho de forma automática.</p>
<p><a href="http://technet.microsoft.com/en-us/solutionaccelerators/dd537570.aspx"><strong>Microsoft Assessment and Planning (MAP) Toolkit for Hyper-V</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Ferramenta auxilia na avaliação e planejamento de um ambiente virtualizado.</p>
<p><a href="http://vmtoolkit.com/files/default.aspx"><strong>VMToolKit</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Dois aplicativos bem bacanas, permite edição de VHD`s e conversão de VMK para VHD.</p>
<p><a href="http://code.msdn.microsoft.com/HVRemote"><strong>HVRemote</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Permite a configuração fácil e rápida de gerenciamento remoto do Hyper-V entre dominio e workgroup e vice-versa.</p>
<p><a href="http://code.msdn.microsoft.com/VMMTestWizard"><strong>Virtual Machine Migration Test Wizard</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Ferramenta que ajuda a testar a compatibilidade dos processadores em servidores de virtualização para que a migração de máquinas virtuais será bem sucedida.</p>
<p><a href="http://code.msdn.microsoft.com/VHDShellExt"><strong>Shell (right-click context menu) extenstions for Virtual Hard Disks</strong></a><strong>     <br /></strong></p>
<p>Ferramente que permite gerenciar e exibir detalhes minuciosos de um VHD.</p>
<p>E para quem quer aprender mais sobre virtualização sugiro o <a href="http://www.virtuatopia.com/index.php/Main_Page">Virtuatopia</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://douglasfilipe.wordpress.com/2010/04/24/ferramentas-para-gerenciamento-e-suporte-do-hyper-v/#comment-389">Douglas Filipe Parisio</a></p>
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		<title>Solucionar Problemas com acesso ao Hyper-V</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 20:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[virtualizacao]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Nesse artigo vamos demonstrar como resolver o problema de gerenciar o Hyper-V Server em workgroup através de uma máquina cliente com o Windows7. Muitas pessoas têm relatado esse problema ao executar o gerenciamento do Hyper-V em workgroup – especificamente se deparam com os seguintes erros “acesso negado. Não é possível estabelecer comunicação entre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Nesse artigo vamos demonstrar como resolver o problema de gerenciar o Hyper-V Server em workgroup através de uma máquina cliente com o Windows7.</p>
<p>Muitas pessoas têm relatado esse problema ao executar o gerenciamento do Hyper-V em workgroup – especificamente se deparam com os seguintes erros “acesso negado. Não é possível estabelecer comunicação entre o “Server e o “cliente”. Em alguns casos, já vi erros RPC como “servidor RPC não está disponível. Não é possível estabelecer a comunicação entre “Server” e “cliente”. “</p>
<p>Diagnosticar o problema as vezes é uma tarefa que toma um pouco do tempo, ainda mais quando não temos muito tempo… Então nesse post vou demonstrar passo-a-passo como resolver esse problema.</p>
<p>A instalação do Hyper-V Server é bem simples e intuitiva, para esse procedimento estou usando o Hyper-V Server 2008 R2.</p>
<p>Vamos começar?</p>
<p>Definindo a senha de Administrador</p>
<p>Durante o primeiro logon após a instalação do Hyper-V Server, você será solicitado a digitar/criar a senha.</p>
<p>Nota: Este processo só ocorre durante o primeiro logon após a instalação do Hyper-V Server.</p>
<p>Hyper-V Configuration Tool</p>
<p>A ferramenta de configuração do Hyper-V é destinada a apoiar o administrador com um menu User Interface (UI) para configurar o Hyper-V Server. A ferramenta de configuração do Hyper-V inicia automaticamente no login do Administrador do sistema.</p>
<p>Nota: Se precisar inicar manualmente a ferramenta de configuração do Hyper-V Server 2008 R2, você precisa usar o comando sconfig.cmd e pressionar Enter, diferente da versão Hyper-V Server 2008, que para chamar o tela de configuração você usava o comando hvconfig.cmd.</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps53.jpg"><img title="Hyper-V Server Configuration Tool" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps53.jpg?w=691&amp;h=354" width="691" height="354" /></a></p>
<p> <span id="more-935"></span>
<p><strong>Hyper-V Server Configuration Tool</strong></p>
<p>Domain/Workgroup</p>
<p>Atualmente as configurações do Domain/Workgroup são exibidos na tela de configuração do Hyper-V Server.</p>
<p>Nota: Para o nosso exemplo vou deixar como Workgroup.</p>
<p>O próximo passo é renomear o Hyper-V Server, para executar esse procedimento é bem simples:</p>
<p>Na tela de configuração selecione o número 2 e pressione enter</p>
<p>Enter com o novo nome da Máquina, como por exemplo:</p>
<p>VMWHPSDES01</p>
<p>Nota: Será necessário um restart na máquina para validar as alterações.</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps6.jpg"><img title="Hyper-V Server Configuration Tool" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps6.jpg?w=692&amp;h=361" width="692" height="361" /></a></p>
<p>Renomeando o Hyper-V Server</p>
<p>Depois de renomear a máquina vamos adicionar um administrador local.</p>
<p>Na tela de configuração selecione a opção 3.</p>
<p>Para nosso exemplo vou usar o nome Wilsterman (sou eu)…</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps7.jpg"><img title="Hyper-V Configuration Tool" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps7.jpg?w=689&amp;h=315" width="689" height="315" /></a></p>
<p>Criando um Administrador Local</p>
<p>Depois ele pede para você criar uma senha e confirmar essa senha, como mostra a figura abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps8.jpg"><img title="Hyper-V Server Configuration Tool" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps8.jpg?w=667&amp;h=287" width="667" height="287" /></a></p>
<p>Criando senha do novo Administrador Local</p>
<p>Configurando o Gerenciamento remoto</p>
<p>Digite 4, e configure as opções de 1 a 3 – A opção 1 você irá habilitar o gerenciamento remote através do MMC – Opção 2 você irá habilitar o PowerShell, depois desse processo será necessário reiniciar a máquina – e por fim Permitir o gerenciamento remoto Server Manager.</p>
<p>Nota: A opção 4 você visualiza a configuração do Firewall, mas adiante vamos retornar nessa opção.</p>
<p>Na opção 5 vamos habilitar a opção de Windows Update – depois que você habilitar o update automaticamente você receberá uma mensagem informando que o update está definido para buscar as atualizações todos os dias as 8:00 AM.</p>
<p>Nota: A opção 6 – Download and Install Updates – deve ser executada.</p>
<p>Na opção 7, vamos habilitar o Remote Desktop, a letra E habilita o Remote, depois será lhe perguntado qual o nivel de segurança você quer habilitar, para fins de testes vou escolher a opção 2 (less Secure).</p>
<p>Na opção 8, vamos configurar as definições de rede</p>
<p>Nessa opção ele mostra os adaptadores de redes disponíveis, e lhe pergunta: Select Network Adapter Index# no meu caso só tenho um adaptador e o index é 0.</p>
<p>Depois de selecionar o index 0, ele traz algumas opções como descrição, endereço IP (que por sinal está o APIPA) entre outras configurações. Vamos usar as opções 1 e 2.</p>
<p>Na opção 1 digite a letra S de Static e digite o IP em seguida a mascara e por fim o gateway;</p>
<p>Na opção 2, vamos configurar o Servidor DNS, defina o DNS Prefered e em seguida um DNS Alternativo;</p>
<p>Com a opção 4, saimos desse menu e voltamos para o Hyper-V Configuration Tool, depois de nossas alterações ele ficará assim:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps11.jpg"><img title="Hyper-V Configuration Tool" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps11.jpg?w=734&amp;h=397" width="734" height="397" /></a></p>
<p>Hyper-V Configuration Tool</p>
<p>Agora vamos dar incio a configuração do Windows7, nosso client, que irá gerenciar o Hyper-V Server 2008 R2.</p>
<p>Depois de baixar o <a href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=7d2f6ad7-656b-4313-a005-4e344e43997d&amp;displaylang=en">RSAT para o Windows7</a>, escolha entre x86 e x64, você precisar executar os seguintes passos:</p>
<p>Aponte para Painel de Controle, Programas, Programas e Recursos e selecione do lado esquerdo – Ativar ou desativar recursos do Windows.</p>
<p>Será aberto um janela – Recursos do Windows, navegue até – Ferramentas de Administração de Servidor Remoto, Ferramentas de Administração de Funções e marque o box Ferramentas do Hyper-V e clique em Ok.</p>
<p>Abra o Hyper-V Manager (Gerenciamento do Hyper-V), clique com o botão direito em Gerenciador Hyper-V e conectar ao Servidor, digite o Nome ou IP.</p>
<p>Será apresentado a seguinte tela com a mensagem de erro:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps12.jpg"><img title="Hyper-V Manager" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps12.jpg?w=837&amp;h=225" width="730" height="231" /></a></p>
<p>Hyper-V Manager</p>
<p>Vamos voltar no Hyper-V Server 2008 R2 e vamos executar os seguintes procedimentos:</p>
<p>Vamos selecionar a opção 15 – Iremos para a linha de comando – vamos executar as seguintes opções na ordem abaixo:</p>
<p>Netsh Firewall set opmode disable – ele irá retornar que a que completou o comando com exito, mas o comando Netsh Firewall está um pouco obsoleto, e existe outro comando para executar essa tarefa, conforme a imagem abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps13.jpg"><img title="Linha de comando" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps13.jpg?w=668&amp;h=332" width="668" height="332" /></a></p>
<p>Command Line &#8211; Netsh Firewall</p>
<p>Depois de desabilitar o Firewall, vamos conectar novamente através do Hyper-V manager no Hyper-V Server 2008 R2 e obtemos outra mensagem de erro como mostra a figura abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps14.jpg"><img title="Hyper-V Manager" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps14.jpg?w=836&amp;h=182" width="715" height="188" /></a></p>
<p>Hyper-V Manager &#8211; Mensagem de erro</p>
<p>Para resolver esse problema, no Windows7, clique em Iniciar, e digite dcomcnfg, como mostra a figura abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps15.jpg"><img title="Windows7" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps15.jpg?w=412&amp;h=486" width="412" height="486" /></a></p>
<p>Windows7 &#8211; dcomcnfg</p>
<p>Será aberta a tela Serviços de Componente, expanda serviços de componente, Computadores, Meu Computador e clique em propriedades como mostra a figura abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps16.jpg"><img title="Windows7" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps16.jpg?w=417&amp;h=330" width="417" height="330" /></a></p>
<p>Windows7 &#8211; Dcom &#8211; Meu Computdor, Propriedades</p>
<p>Agora na tela de Propriedades de Meu computador, selecione a aba Segurança COM, Permissão de Acesso, clique em Editar Limites, localize Logon Anônimo e selecione o box Acesso remoto, como mostra a figura abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps17.jpg"><img title="Windows7" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps17.jpg?w=625&amp;h=592" width="625" height="592" /></a></p>
<p>Windows7 &#8211; Permissão</p>
<p>Clique em Ok, Aplicar e OK novamente para fechar todas as telas, será necessário reiniciar o Windows7 para validar as alterações. Depois faça o logon no Windows7 e abra o Hyper-V Manager, e conecte novamente no Hyper-V Server 2008 R2 e você irá validar que o Windows7 está pronto para gerenciar o Hyper-V Server 2008 R2 e criar as Máquinas Virtuais como mostra a figura abaixo:</p>
<p><a href="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps18.jpg"><img title="Windows7" alt="" src="http://virtualizationbrazil.files.wordpress.com/2010/05/hps18.jpg?w=1024&amp;h=214" width="734" height="220" /></a></p>
<p>Hyper-V Manager &#8211; VMs</p>
<p>Até a proxima;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://virtualizationbrazil.wordpress.com/category/hyper-v/">Virtualization</a></p>
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		<title>Server Core: Comandos b&#225;sicos</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=924</link>
		<comments>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=924#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Windows server]]></category>
		<category><![CDATA[core]]></category>
		<category><![CDATA[ngr]]></category>
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		<category><![CDATA[server 2008]]></category>
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		<description><![CDATA[O Windows Server 2008 Core é uma versão do Windows Server sem ambiente gráfico.&#160; Entre os benefícios do Server Core, estão uma menor superfície de ataque e menores requisitos de hardware para instalação, incluindo menor quantidade de memória e espaço em disco. Algumas considerações importantes: Após instalado o server core, ele não poderá se tornar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Windows Server 2008 Core é uma versão do Windows Server sem ambiente gráfico.&#160; Entre os benefícios do Server Core, estão uma menor superfície de ataque e menores requisitos de hardware para instalação, incluindo menor quantidade de memória e espaço em disco.</p>
<p>Algumas considerações importantes:</p>
<ul>
<li>Após instalado o server core, ele não poderá se tornar um server “full”. Uma vez server core, sempre server core. Se você se arrepender, terá que reinstalar a máquina com o server full. </li>
</ul>
<p align="center"><img src="http://desmontacia.files.wordpress.com/2010/08/servercore_thumb.png?w=374&amp;h=314" /></p>
</p>
<ul>
<li>Para fins de licenciamento, não há diferença nenhuma entre o server core e o full. Se você comprar uma licença de Windows Server 2008 Standard por ex., será sua opção instalá-lo na versão core, ou full. </li>
<li>Não são todas as roles e feactures que estão disponíveis para uso no server core, você pode consultar as roles e feactures disponíveis no link abaixo: </li>
</ul>
<ul><a href="http://www.microsoft.com/brasil/servidores/windowsserver2008/servercore.mspx">http://www.microsoft.com/brasil/servidores/windowsserver2008/servercore.mspx</a></ul>
<p>Considerações feitas, passamos a lista de comandos e dicas básicas para o Server Core:</p>
<p><strong>intl.cpl</strong> -&gt; configuração de teclado e opções regionais</p>
<p>&#160;</p>
<p> <span id="more-924"></span><br />
<hr /><strong>oclist</strong> -&gt; lista roles e feactures   <br />ex.: oclist (lista todas as roles e feactures)   <br />oclist |findstr DNS (filtrar saída e visualizar só linhas que contém a string DNS)<br />
<hr /><strong>ocsetup</strong> -&gt; instalação de roles e feactures (case sensitive)   <br />ex.: ocsetup DNS-Server-Core-Role   <br />ocsetup DNS-Server-Core-Role /uninstall (desinstalar role)
<p>OBS.: Sempre que for executar um comando que demora para ser processado, é recomendável preceder o comando de start /w, para que seja disponibilizado o prompt apenas após o processamento do comando.    <br />ex.: start /w ocsetup DNS-Server-Core-Role</p>
<hr /><strong>netdom</strong> -&gt; renomear máquinas, dar join no domínio, etc   <br />ex.: netdom join computer01 /domain:domain /userd:usuario /passwordd:senha (adicionar computer01 ao domínio)<br />
<hr /><strong>icacls</strong> -&gt; setar permissões<br />
<hr /><strong>dnscmd</strong> -&gt; administrar dns<br />
<hr /><strong>winrm</strong> -&gt; habilitar remote management   <br />ex.: winrm quickconfig<br />
<hr /><strong>winrs</strong> -&gt; conectar em máquina remota   <br />ex.: winrs -r:computername c:\windows\system32\cmd.exe (acessar cmd remoto)<br />
<hr /><strong>tasklist</strong> -&gt; listar processos em execução<br />
<hr /><strong>taskkill</strong> -&gt; finalizar processos   <br />ex.: taskkill /pid número_pid /T /F<br />
<hr /><strong>sc</strong> -&gt; gerenciar serviços   <br />ex.: sc getkeyname “descrição do serviço” (informar a descrição do serviço para obter o service name)   <br />sc stop service_name (parar serviço)   <br />sc start service_name (iniciar serviço)   <br />sc query (listar serviços)
<p>obs.: usar |findstr para filtrar saída ex.: sc query |findstr DNS (mostra somente as linhas que contém DNS na saída do comando)</p>
<hr /><strong>systeminfo</strong> -&gt; informações de sistema<br />
<hr /><strong>wbadmin</strong> -&gt; ferramenta para gerenciamento da feacture backup<br />
<hr /><strong>cscript c:\windows\system32\scredit.wsf /ar 0</strong> -&gt; liberar remote desktop<br />
<hr /><strong>shutdown -s -t 0</strong> (desligar, -r reiniciar)<br />
<hr /><strong>liberação de firewall:</strong>
<p>netsh advfirewall set allprofiles state off <strong>(desabilita todo o firewall)</strong></p>
<p><strong>liberação de firewall para determinados grupos de regras:</strong></p>
<p>netsh advfirewall firewall set rule group=”nome do grupo” new enable=yes</p>
<p>exemplos de grupos:</p>
<p>MMCs remotos -&gt; “remote administration”    <br />eventviewer -&gt; “remote event log management”     <br />services -&gt; “remote service management”     <br />reliability monitor -&gt; “performance logs and alerts”     <br />compartilhamento -&gt; “file and printer sharing”     <br />disk management -&gt; “remote volume management”</p>
<hr /><strong>configurar interface de rede com netsh:</strong>
<p>netsh interface show interfaces (lista as interfaces de rede)</p>
<p>netsh interface ipv4 set addresss name=”local area connection” source=static address=10.0.0.12 mask=255.255.255.0 gateway=10.0.0.1    <br />netsh interface ipv4 set dnsserver name=”local area connection” source=static address=10.1.1.11 primary</p>
<hr /><strong>dcpromo</strong> -&gt; instalação do AD   <br />dcpromo /unattend:arquivo_de_resposta (ou especificar parâmetros)
<p>obs.: Arquivo de resposta pode ser gerado pelo dcpromo gráfico em um server full</p>
<hr /><strong>Ativação da instalação do Windows</strong>
<p>slmgr -ipk número_serial</p>
<p>apos receber a mensagem informando da instalaçao do serial, digitar o seguinte comando</p>
<p>slmgr -ato</p>
<p>apos receber a mensagem informando q foi ativado, reiniciar</p>
<p>shutdown /r /t 0</p>
<hr />Com isso completamos o kit básico de sobrevivência no Server Core, sugerimos também o estudo de comandos MS DOS.
<p>&#160;</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://desmontacia.wordpress.com/2010/08/18/server-core-comandos-bsicos/#comment-166">Desmonta&amp;CIA</a></p>
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		<title>Criando um Storage Repository no XenServer 5.5 utilizando RAID-1 por software</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=923</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 14:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[virtualizacao]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[network. ngrnetwork]]></category>
		<category><![CDATA[ngr]]></category>
		<category><![CDATA[raid]]></category>
		<category><![CDATA[xen]]></category>
		<category><![CDATA[xen server]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Caso alguém precise, aqui estão os passos. Para o exemplo, vamos supor que existam 3 HD’s SATA: 1 para a instalação do Xen (/dev/sda), os outros dois onde faremos o RAID-0 (/dev/sdb e /dev/sdc). Criar uma partição e alterar seu tipo para “linux raid”, em cada HD a ser utilizado no RAID: fdisk /dev/sdb [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!   <br />Caso alguém precise, aqui estão os passos.</p>
<p>Para o exemplo, vamos supor que existam 3 HD’s SATA: 1 para a instalação do Xen (/dev/sda), os outros dois onde faremos o RAID-0 (/dev/sdb e /dev/sdc).</p>
<p>Criar uma partição e alterar seu tipo para “linux raid”, em cada HD a ser utilizado no RAID:</p>
<p align="left"><strong>fdisk /dev/sdb</strong></p>
<p>Pressionar <strong>“p”</strong> para visualizar as partições (se o disco for novo, não terá nenhuma) * PASSO OPCIONAL    <br />Pressionar <strong>“d”</strong> para excluir partições (se necessário), digite o número da partição e pressione “ENTER” * PASSO OPCIONAL, dependendo se o disco é novo ou não    <br />Pressionar <strong>“n”</strong> para criar uma partição, <strong>“p”</strong> para que ela seja “primária”, digitar <strong>“1″ </strong>e pressionar “ENTER” para que seja a primeira partição no disco    <br />Pressionar <strong>“t”</strong> para alterar o tipo de partição, digitar o número da partição e pressionar “ENTER”, digitar <strong>“fd”</strong> e pressionar “ENTER” para alterar o tipo de partição para <strong>“linux raid”</strong>    <br />Pressionar <strong>“w”</strong> para salvar as alterações e sair do fdisk</p>
<p>Repetir os processos para o <strong>/dev/sdc</strong></p>
<p align="center"><img alt="" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTyhWxglyTAaFwy2teNsXkK1_7zyUVcsKT61bFFqIVVKU_iI3Y&amp;t=1&amp;usg=__MVa3igN6LFoaJEFD_uMe7WXmAj0=" /></p>
<p>Para mim, o /dev/md0 já existia… Mas eu não tinha nenhum RAID configurado…   <br />Por garantia, excluí ele:</p>
<p align="left"><strong>rm -f /dev/md0</strong></p>
<p>Criar o device RAID (sintaxe genérica: mknod NOME TIPO MAJOR MINOR):</p>
<p align="left"><strong>mknod /dev/md0 b 9 0</strong></p>
<p><strong>/dev/md0:</strong> device a ser criado    <br /><strong>b: </strong>será um device “de bloco” (existem outros tipos)    <br /><strong>9: </strong>pelo que pesquisei no google, um device RAID (“/dev/md…”) é um device de bloco com o MAJOR=9 (só não achei o porquê)    <br /><strong>0: </strong>pelas minhas pesquisas no google, é o mesmo número do “md” (como estamos criando o “md0″, aqui vai “0″; para o “md1″, aqui iria “1″; etc, só também não achei o porquê)</p>
<p>Inicializar o RAID:</p>
<p><strong></strong><strong>mdadm -C /dev/md0 &#8211;level=raid1 &#8211;raid-devices=2 /dev/sdb1 /dev/sdc1</strong></p>
<p><strong>–C /dev/md0:</strong> criaremos o RAID em /dev/md0    <br /><strong>–level=raid1:</strong> queremos um RAID-1    <br /><strong>–raid-devices=2</strong>: a quantidade de discos que fará parte deste RAID</p>
<p>Os últimos parâmetros tratam-se de uma lista com os discos/partições a serem utilizadas neste RAID. Após a criação do Array, o volume RAID será montado. Para visualizar o status do Array, utilize o comando:</p>
<p><strong>cat /proc/mdstat</strong></p>
<p align="center"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://blog.ngrnetwork.com.br/images/xen_1.JPG" width="526" height="320" /></p>
<p>Adicionar a nova área ao xen:</p>
<p><strong>xe sr-create content-type=”LocalSR” type=lvm device-config-device=/dev/md0 shared=false name-label=”RAID1″</strong></p>
<p><strong>sr-create:</strong> criar um novo Storage Repository    <br /><strong>content-type=”LocalSR”:</strong> será um repositório local    <br /><strong>type=lvm: </strong>tipo de particionamento (LVM seria “o melhor”, segundo as pesquisas que andei fazendo no google, nas quais encontrei esta <a href="http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-lvm/">explicação sobre LVM</a>)    <br /><strong>device-config-device=/dev/md0: </strong>o disco a ser utilizado (aqui apontamos para o device RAID)    <br /><strong>shared=false:</strong> o SR não será compartilhado (outros servidores Xen não acessarão este repositório)    <br /><strong>name-label=”RAID0″:</strong> nosso SR se chamará “RAID0″, na tela de administração do Xen</p>
<p>Pronto! o novo SR já está disponível para uso.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://blog.ngrnetwork.com.br/images/xen_2.JPG" width="704" height="436" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.huff.com.br/?p=400">http://www.huff.com.br/?p=400</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Disk2vhd transforma seu pc em uma maquina Virtual</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=922</link>
		<comments>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=922#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 20:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[virtualizacao]]></category>
		<category><![CDATA[disk2vhd]]></category>
		<category><![CDATA[hyper-v]]></category>
		<category><![CDATA[ngr]]></category>
		<category><![CDATA[ngr. network]]></category>
		<category><![CDATA[virtual]]></category>
		<category><![CDATA[windows 2008]]></category>
		<category><![CDATA[xen]]></category>

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		<description><![CDATA[O Disk2vhd é um utilitário gratuito que permite a criação de VHDs, discos rígidos virtuais que podem ser usados com o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server e Hyper-V, a partir de discos rígidos físicos. Usando o programa que nem mesmo precisa de instalar, você seleciona os discos que serão transformados em arquivos do VirtualPC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Disk2vhd é um utilitário gratuito que permite a criação de VHDs, discos rígidos virtuais que podem ser usados com o Microsoft Virtual PC, Microsoft Virtual Server e Hyper-V, a partir de discos rígidos físicos.</p>
<p>Usando o programa que nem mesmo precisa de instalar, você seleciona os discos que serão transformados em arquivos do VirtualPC, depois que a ferramenta termina de executar, voce usa o VirtualPC para executar a copia do seu hd.</p>
<p align="center"><img src="http://cache.gawker.com/assets/images/17/2009/10/500x_sshot-2009-10-08-15-07-48.jpg" /></p>
<h5><strong>Onde uso isto?</strong></h5>
<p>Digamos que você tenha um computador que já tenha todos os programas que você usa com frequência, mas agora você quer um computador novo ou fazer um upgrade em seu sistema operacional.</p>
<p>Você pode então criar uma máquina virtual em seu PC antigo usando o Microsoft Virtual Machine. Assim você pode utilizar todos os programas (e todas as configurações originais) na máquina nova.</p>
<p>Ainda dá pra usar a virtualização para criar uma imagem do HD num arquivo único, o que é bem útil no caso de falha do disco novo (boot).</p>
<p><em><strong>Download:</strong> </em><a href="http://download.sysinternals.com/Files/Disk2vhd.zip"><em>Sysinternals Disk2vhd v1.0</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cobian Backup &#8211; Uma alternativa vi&#225;vel</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=920</link>
		<comments>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=920#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguranca]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[cobian]]></category>
		<category><![CDATA[disaster]]></category>
		<category><![CDATA[network. ngrnetwork]]></category>
		<category><![CDATA[ngr]]></category>
		<category><![CDATA[restore]]></category>

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		<description><![CDATA[Cobian Backup é um programa “multitarefas” que pode ser usado para agendar cópias de segurança dos seus ficheiros e directorias. A tarefa cópias transfere os dados do local original para um outro local/drive dentro do mesmo computador ou um computador ligado à rede local. Pode também agendar o envio de dados via FTP de forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cobian Backup é um programa “multitarefas” que pode ser usado para agendar cópias de segurança dos seus ficheiros e directorias. A tarefa cópias transfere os dados do local original para um outro local/drive dentro do mesmo computador ou um computador ligado à rede local.</p>
<p><a href="http://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2010/04/cobina_backup_1.jpg">     <br /></a></p>
<p align="center"><img src="http://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2010/04/cobina_backup_1_small.jpg" /></p>
</p>
<p>Pode também agendar o envio de dados via FTP de forma “bidireccional” (download and upload). Cobian Backup apresenta-se em duas versões: a aplicação e o serviço. Neste formato de serviço o programa usa pouquíssimos recursos e corre de forma silenciosa nos serviços do Windows, actuando conforme a agenda de backups.</p>
<p align="center"><img src="http://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2010/04/cobina_backup_2_small.jpg" /></p>
<p><strong>Download: </strong><a href="http://www.cobiansoft.com/programz/cbSetup.exe">Cobian Backup 10.0.2.695</a> [14.52MB]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tutorial: Xobni 1.7</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=918</link>
		<comments>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=918#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Xobni 1.7 é um plugin para o Outlook que adiciona funcionalidades de rede social e de pesquisa para os e-mails e agenda de contatos. Hoje ele teve a sua versão final lançada e vamos aproveitar para conhecer melhor esta ferramenta. Basicamente, o programa indexa todos os seus e-mails e contatos permitindo a localização de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.xobni.com/"><strong>Xobni 1.7</strong></a> é um plugin para o Outlook que adiciona funcionalidades de rede social e de pesquisa para os e-mails e agenda de contatos. Hoje ele teve a sua versão final lançada e vamos aproveitar para conhecer melhor esta ferramenta.    <br />Basicamente, o programa indexa todos os seus e-mails e contatos permitindo a localização de mensagens ou pessoal em tempo real. Porém, existem funcionalidades adicionais, tais como descobrir se dois ou mais de seus contatos já se conhecem ou se a pessoa possui uma conta no Skype e muito mais.    </p>
<p>Gratuito, roda no Outlook 2003 e 2007. O download pode ser feito clicando <a href="http://www.xobni.com/push/6685?t=3282438"><strong>aqui</strong></a>.    </p>
<p>A instalação é simples:</p>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34562-01.jpg" /></p>
<p>Depois de instalado, o programa tentará iniciar o Outlook. Caso não consiga, abra-o manualmente. Você perceberá que não é necessária nenhuma configuração, ele já inicia integrado ao Outlook:</p>
<p>  <span id="more-918"></span>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34562-02.jpg" /></p>
<p>Na primeira vez em que é executado ele indexará seus e-mails (acima, no destaque). Isso pode levar de 5 a 10 minutos, dependendo da quantidade.   <br />Enquanto ele faz a indexação uma pequena janela abrirá. Nela você poderá habilitar as funcionalidades de redes sociais: Skype, Linkedin, Facebook e Hoovers (Myspace). Para que elas funcionem você deve ter uma conta nos respectivos serviços e o Skype instalado. Caso queira ativar, clique em Enable:</p>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34562-03.jpg" /></p>
<p><strong>Funcionalidades</strong></p>
<p><strong>     <br />Busca por e-mails</strong>    <br />Antes do Xobni, a busca por e-mails dentro do Outlook era um processo lento e improdutivo. Agora, com a pesquisa instantânea do Xobni, o e-mail que você está procurando aparece imediatamente, enquanto você digita:</p>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34562-04.jpg" /></p>
<p>O Xobni pode criar uma lista de resultados de uma única palavra-chave 50 vezes mais rápido do que o Outlook.   <br />Uma exclusividade do programa é que os resultados da pesquisa estão divididos em duas categorias: as pessoas e os e-mails. Ou seja, ele faz a busca nos contatos e no conteúdo das mensagens ao mesmo tempo. Para refinar o resultado, é só clicar no nome da pessoa e você vai ter todas as conversas que teve com essa ela, bem como todos os anexos, as informações de contato e outras informações que você possa precisar.    <br />O Xobni busca por informações de seus contatos nas assinaturas do e-mail, corpo da mensagem, contatos do Outlook, assim como no LinkedIn, Facebook, Hoovers, Skype e Yahoo. Se você precisa descobrir rapidamente o número do telefone do Francisco, basta digitar Francisco na caixa de pesquisa e todos os dados estarão disponíveis, é só passar o mouse sobre o nome da pessoa:</p>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34562-05.jpg" /></p>
<p><strong>Pesquise anexos por pessoa     <br /></strong>Você precisa encontrar um anexo que determinada pessoa lhe enviou há algum tempo e você lembra apenas do nome do anexo e da pessoa, mas não a data em que foi enviado. Basta fazer a pesquisa pelo nome da pessoa e clicar em seu perfil. Na parte de baixo da janela aparecerá a lista dos anexos que ela lhe enviou. Clique na pequena lupa e você poderá fazer a busca pelo anexo específico:</p>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/conteudo/articlefiles/34562-06.jpg" /></p>
<p>Caso não sejam muitos anexos, basta clicar na setinha dupla (<b>&gt;&gt;</b>) que aparece ao lado da lupa:</p>
<p align="center"><img border="0" align="absMiddle" src="http://www.baboo.com.br/conteudo/articlefiles/34562-07.jpg" /></p>
<p>Depois de encontrado o anexo você pode clicar para abri-lo, clicar com o botão direito para salvá-lo ou abrir o e-mail que continha o anexo.</p>
<p><b>Catálogo de Endereços automático</b>    <br />Provavelmente você não vai querer adicionar todos de quem você recebe um e-mail para o seu catálogo de endereços. No entanto, nunca se sabe quando alguém que não foi adicionado ao catálogo de endereços se tornará importante para você. O Xobni resolve este problema, criando aquilo que eles chamam de &quot;catálogo de endereços automático&quot;. Ele cria um perfil para cada pessoa que você já tenha se comunicado. Os perfis dos seus contatos serão repletos de informações, incluindo: e-mails, anexos, os números de telefone, IDs do Skype etc. Isso permitirá que você trate os seus contatos do Outlook como uma lista de favoritos.    <br />Ele organiza os seus contatos e classifica-os de acordo com o volume e a freqüência de suas correspondências e exibe as relações que existem entre os seus contatos através da análise do <b>De</b>, <b>Para </b>e <b>CC</b> dos e-mails. Você pode ser surpreendido pelos resultados ao descobrir que duas pessoas em sua caixa postal já se conhecem, porque elas já trocaram e-mails entre si.    <br />Gratuito, o programa roda em Windows XP, Vista e Windows 7.    </p>
<p> <em></em>
<p><em><strong>Fonte: </strong></em><a href="http://www.babooforum.com.br/forum/Tutorial-Xobni-17-t684912.html"><em>Fórum do BABOO</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Disaster Recovery Plan (DRP)</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=916</link>
		<comments>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=916#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=916</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Introdução O principal objetivo de um plano de continuidade de negócios (BCP – Business Continuity Plan) é garantir a operação da empresa com o mínimo impacto aos clientes em situações de contingência. No atentado de 11 de setembro de 2001 as Torres Gêmeas do World Trade Center de Nova Iorque, as empresas que tinham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>O principal objetivo de um plano de continuidade de negócios (BCP – Business Continuity Plan) é garantir a operação da empresa com o mínimo impacto aos clientes em situações de contingência. No atentado de 11 de setembro de 2001 as Torres Gêmeas do World Trade Center de Nova Iorque, as empresas que tinham BCPs bem estruturados reiniciaram suas operações poucas horas depois do atentado terrorista.</p>
<p>Algumas empresas subestimam os riscos de um desastre e não investem em BCPs. Os planos de continuidade de negócios podem ser classificados em dois tipos: os Planos de Continuidade das áreas de negócios e os Planos de Recuperação de Desastres (DRP – Disaster Recovery Plan) do Centro de Processamento de Dados.</p>
<p>Em muitos casos as áreas de negócios das empresas dependem fortemente do processamento de dados para suas atividades e uma paralisação do processamento pára o negócio da empresa. Um exemplo foi a paralisação do serviço de e-mail do provedor de Internet Terra por dois dias devido a um problema no subsistema de armazenamento de dados, em abril de 2003. O site Terra teve que abonar dois dias da mensalidade dos seus 800 mil assinantes com um prejuízo de mais de R$400 mil.</p>
<p>Por essa razão as empresas investem em planos de recuperação de desastre (DRP) e não em planos de continuidade em suas áreas de negócios. Talvez, as exceções sejam as instituições financeiras que são mais sensíveis às paralisações de negócios motivadas por greves e blecautes de energia.</p>
<p>Esse estudo focará no plano de recuperação de desastre dos centros de processamento de dados – DRP.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTer5KKub0DshRvRuwTpJTbP778JoUQpvkFrHQpI0Yrxr16LF4&amp;t=1&amp;usg=__ST1hRpNGJlMsryJ_AZ0t_ECdncU=" /></p>
<p><strong>Objetivos do DRP</strong></p>
<p>O objetivo preliminar de um plano de recuperação de desastre (DRP) é permitir que uma organização sobreviva a um desastre e que possa restabelecer as operações dos negócios. A fim de sobreviver as empresas devem assegurar que as operações críticas possam recomeçar o processamento normal dentro de um espaço de tempo razoável. Para atingir esses objetivos o DRP deve atender os seguintes requisitos:</p>
<p>&#160;</p>
<p> <span id="more-916"></span>
<ul>
<li>Prover um ambiente seguro e pessoas preparadas para um desastre; </li>
<li>Reduzir as perdas financeiras em casos de desastres; </li>
<li>Identificar linhas de negócios críticas que requeiram suporte em situações de desastres; </li>
<li>Identificar as fraquezas e executar um programa da prevenção de desastre; </li>
<li>Minimizar a duração de uma paralisação das operações de negócio; </li>
<li>Facilitar a coordenação eficaz de tarefas da recuperação; e, </li>
<li>Reduzir a complexidade do esforço de recuperação.</li>
</ul>
<p><strong>Etapas de um DRP</strong></p>
<p>O desenvolvimento de um DRP envolve a criação de uma &quot;planta de recuperação&quot; para restaurar os recursos computacionais com as funções vitais de processamento de dados para atender as necessidades dos negócios da empresa. O plano deve procurar restabelecer o ambiente de processamento no menor tempo possível a fim de evitar um efeito catastrófico nos negócios. O desenvolvimento de uma estratégia viável de recuperação não deve ser uma iniciativa exclusiva da área de processamento de dados, mas de toda a organização para proteger os interesses da empresa.</p>
<p>Para atender esse objetivo deve se adotar uma metodologia que enfatize os seguintes pontos chaves:</p>
<ul>
<li>Fornecer a gerência uma compreensão detalhada do esforço total requerido para tornar e manter uma planta de recuperação eficaz; </li>
<li>Obter o compromisso da gerência apropriada para suportar e participar no esforço de recuperação; </li>
<li>Definir as exigências de recuperação na perspectiva do negócio; </li>
<li>Documentar o impacto de uma perda prolongada às operações e ao negócio; </li>
<li>Selecionar as equipes do DRP para testes, atualizar e assegurar uma execução eficaz do plano; </li>
<li>Desenvolver uma &quot;planta de recuperação&quot; que seja compreensível, fácil de usar e manter; </li>
<li>Definir como as premissas do DRP devem ser integradas aos processos de negócio para uma recuperação no tempo necessário para não haver ruptura nos processos de negócios</li>
</ul>
<p>Para se atingir um planejamento eficaz é necessário que o pessoal sênior de sistemas de informação e das áreas de negócios estejam envolvidos durante todo o projeto para o beneficio da organização.</p>
<p>O planejamento do DRP deve prever as seguintes etapas:</p>
<ul>
<li>Fase 1 &#8211; Pré-planejamento das atividades </li>
<li>Fase 2 &#8211; Avaliação da vulnerabilidade e definição das exigências do projeto </li>
<li>Fase 3 – Avaliação de impacto no negócio </li>
<li>Fase 4 – Definição detalhada das exigências </li>
<li>Fase 5 – Desenvolvimento do plano </li>
<li>Fase 6 – Plano de teste/simulação </li>
<li>Fase 7 – Programa de manutenção </li>
<li>Fase 8 – Testes iniciais e implementação</li>
</ul>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR4r6LBNwH8ieIFESPx-gFWvIeiDZ_M9hCMttY1n7YwW1MHCXY&amp;t=1&amp;usg=__IUxkHEGbQ85twnR3wXsxo4ejfQI=" /></p>
<p><strong>Fase 1 – Pré-planejamento das atividades</strong></p>
<p>Essa fase determina as necessidades iniciais do projeto com base em informações sobre os requerimentos de processamento de dados para as funções criticas da empresa. Isso permite a equipe refinar o escopo de trabalho e identificar os aspectos críticos para o sucesso do projeto.</p>
<p>Durante esta fase o comitê executivo do projeto (Steering Committee) deve ser estabelecido. O comitê tem a responsabilidade total para fornecer o sentido e a orientação à equipe do projeto. O comitê deve também tomar todas as decisões relacionadas ao esforço de planejamento do DRP. O gerente de projeto deve trabalhar com o comitê para finalizar o planejamento detalhado e desenvolver entrevistas para avaliar a segurança e elaborar a análise de impacto no negócio.</p>
<p>Outros dois aspectos chaves desta fase são: o desenvolvimento de uma política para suportar os programas da recuperação; e um programa para educar a gerência e as pessoas-chave do projeto nas atividades que lhes serão atribuídas.</p>
<p><strong>Fase 2 – Avaliação da vulnerabilidade e definição das exigências do projeto</strong></p>
<p>Como diz o ditado é melhor evitar que remediar. Essa fase analisa as vulnerabilidades do ambiente de processamento e avalia as possibilidades de ocorrência de um desastre. Essa análise deve conduzir medidas para reduzir a probabilidade de desastre.</p>
<p>Esta fase incluirá as seguintes tarefas chaves:</p>
<p>Uma avaliação completa da segurança do ambiente de processamento de dados e do ambiente das comunicações, incluindo:</p>
<ul>
<li>Pessoal; </li>
<li>Segurança física; </li>
<li>Procedimentos operacionais; </li>
<li>Planejamento de apoio e de contingência; </li>
<li>Desenvolvimento e manutenção dos sistemas; </li>
<li>Segurança das bases de dados; </li>
<li>Segurança de comunicações dos dados e voz; </li>
<li>Sistemas e segurança do software de controle do acesso; </li>
<li>Apólices de seguro; </li>
<li>Planejamento e administração da segurança; </li>
<li>Controles da aplicação; </li>
<li>Computadores pessoais.</li>
</ul>
<p>A avaliação da segurança permitirá a equipe de projeto melhorar os procedimentos de emergência existentes e medidas de prevenção de desastres.</p>
<p align="center"><img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRDg91Wl4snfKp_l8H83hKYWYy2wuBpYpBW1dzqVzQx2BOSEu8&amp;t=1&amp;usg=__4ILAo0kdaVaVGmzXduDlGF2jBuA=" /></p>
<p>Recomendações de atividades sobre a segurança devem ser encaminhadas ao comitê executivo de modo que as ações corretivas possam ser iniciadas em um momento oportuno.</p>
<p>Definição do esforço do planejamento.</p>
<p>Análise, recomendação e compra de um software para a manutenção e controle permanente do DRP.</p>
<p>Desenvolvimento da estrutura da &quot;planta de recuperação&quot;.</p>
<p>Montagem da equipe do projeto.</p>
<p><strong>3) Fase 3 – Avaliação de Impacto no Negócio</strong></p>
<p>Nessa fase é realizada uma avaliação de impacto nos negócios de todas as unidades da empresa para identificar os sistemas, processos e funções críticas. Essa análise de impacto econômico deve avaliar a negação de acesso aos serviços de sistemas e outros serviços e facilidades. Deve-se definir também qual o máximo tempo de sobrevivência do negócio sem acesso aos sistemas.</p>
<p>O relatório de avaliação de impacto deve ser apresentado ao comitê executivo. Esse relatório identifica as funções críticas dos serviços e os tempos que devem ser recuperados os sistemas em caso de desastre. As informações são usadas como base para definir os recursos necessários para suportar os serviços críticos.</p>
<p><strong>Fase 4 – Definição detalhada das exigências</strong></p>
<p>Durante essa fase o perfil das exigências do plano de recuperação é desenvolvido usando como base o relatório de impacto no negócio. Devem ser desenvolvidas estratégias alternativas de recuperação com o auxilio de uma ferramenta para estruturar as informações, como a técnica da matriz de alternativas. O planejamento deve contemplar:</p>
<ul>
<li>Hardware (mainframe, servidores, comunicação de dados e voz, computadores pessoais, impressoras, etc.) </li>
<li>Software (pacotes, desenvolvimentos in-house e desenvolvimento externo) </li>
<li>Documentação (processamento de dados, sistemas e usuários) </li>
<li>Provedores de serviços externos (telecomunicações, telefonia, web hosting, etc.) </li>
<li>Facilidades (energia, escritórios, equipamentos de escritórios, etc.) </li>
<li>Pessoal.</li>
</ul>
<p>As estratégias de recuperação devem completar planos de curto, médio e longo prazo.</p>
<p><strong>Fase 5 – Desenvolvimento do Plano</strong></p>
<p>Nesta fase, os componentes das plantas de recuperação são definidos e as plantas são documentadas. Esta fase inclui também a execução das mudanças nos procedimentos dos usuários e a implementação de processos para suportar as estratégias selecionadas para a recuperação e as alternativas identificadas.</p>
<p>Devem ser formalizados os acordos contratuais com os fornecedores de hardware, software e serviços para suportar o plano de recuperação. As equipes de apoio ao plano de recuperação devem ser formadas e definidas suas responsabilidades no plano. Os padrões de recuperação devem ser consolidados nessa fase.</p>
<p align="center"><img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS8Sy-KtEcGx5aR0IEYGnguZkEnRKNQ0EDHCY_McQHCmafH2bA&amp;t=1&amp;usg=__Kax5BE3-H0Z5o81yUhRa2Dq4Ibc=" /></p>
<p><strong>Fase 6 – Plano de Teste/Simulação</strong></p>
<p>O programa de teste/simulação do DRP deve ser desenvolvido nessa fase. O objetivo dos testes/simulações é validar o plano de recuperação e fazer os ajustes necessários. Lembrando que os ambientes de negócios e processamento de dados são dinâmicos, os planos de recuperação devem ser constantemente revistos, atualizados e testados.</p>
<p><strong>Fase 7 – Programa de Manutenção</strong></p>
<p>A manutenção das plantas é fator critico de sucesso de uma recuperação real. As plantas de recuperação devem refletir as mudanças nos ambientes reais. É crítico que os processos existentes sejam revisados para fazer a manutenção da planta de recuperação do cliente através do processo de gerência de mudan��as. Nas áreas onde a gerência de mudanças não existe, esse procedimento deve ser implementado. Muitos produtos de software de recuperação possuem a facilidade de gerência de mudanças.</p>
<p><strong>Fase 8 – Testes Iniciais e Implementação</strong></p>
<p>Uma vez os planos desenvolvidos, inicia-se a fase de implementação e testes. Essa fase deve ser repetida no mínimo duas vezes por ano ou quando ocorrer uma mudança significativa no ambiente de processamento de dados ou de negócios.</p>
<p>As seguintes atividades devem ser realizadas:</p>
<ul>
<li>Definição do escopo do teste; </li>
<li>Identificação das equipes de teste; </li>
<li>Estruturação do teste; </li>
<li>Condução do teste; </li>
<li>Análise dos resultados do teste; e, </li>
<li>Modificação dos planos de recuperação, se necessário.</li>
</ul>
<p>O escopo do teste depende da estratégia de recuperação selecionada, o que reflete os requerimentos de negócio da empresa. O plano de recuperação desenvolvido deve ser escrito de forma que seja compreensível e fiel a realidade da organização.</p>
<p><strong>Estrutura Organizacional do DRP</strong></p>
<p>A organização da equipe do projeto de recuperação deve ser flexível para atender os requisitos desse tipo de atividade. A implementação, manutenção e execução de um plano de recuperação exige dedicação do pessoal e trabalho sob pressão. Um fator crítico de sucesso é a criação de uma organização dedicada para essa finalidade.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRH_vpS1dnHU2FcsDuMZRBmuVHbvaWhk9d5LZiEU4rUYfrHzsE&amp;t=1&amp;usg=__IxBSmdWOsE6QPQJmz6UKsviFY6w=" /></p>
<p>Os planos de recuperação devem ser tratados como documentos vivos. As informações estão em constante processo de mudança e a cada dia tornam-se mais integradas e complexas. Os planos de recuperação devem acompanhar essas mudanças. Os planos de testes/simulações devem assegurar a capacidade de recuperação do ambiente considerando as constantes mudanças dos processos. A organização deve assegurar que a equipe do DRP esteja sempre atualizada sobre as mudanças nos negócios.</p>
<p>A seguir é apresentado um modelo de organização para conduzir o plano de recuperação:</p>
<p><strong>1) Comitê Executivo</strong></p>
<p>O comitê executivo deve incluir representantes das áreas chaves da organização:</p>
<ul>
<li>Sistemas de Informação; </li>
<li>Infra-estrutura de tecnologia da informação; </li>
<li>Desenvolvimento de Sistemas; </li>
<li>Redes de Comunicações de Dados; </li>
<li>Comunicação de Voz; </li>
<li>Unidades de Negócios.</li>
</ul>
<p><strong>2) Equipe do Projeto</strong></p>
<p>A composição da equipe do projeto varia de acordo com o ambiente tecnológico e de negócios onde os planos foram desenvolvidos. É importante notar que os gerentes dos ambientes tecnológicos e das unidades de negócios são responsáveis pela manutenção e teste de seus respectivos planos. Entretanto, o pessoal responsável pelo planejamento da estratégia de recuperação deve ser o coordenador das atividades de teste, revisão dos planos e manutenção do plano principal.</p>
<p>A Auditoria Interna deve ser convidada a fazer parte de todas as equipes. Os gerentes representados nas diversas equipes devem recomendar pessoas seniores para representá-los ou eles próprios participarem das equipes contribuindo com sua experiência no desenvolvimento dos planos de recuperação.</p>
<p><strong>(1) Equipe Principal</strong></p>
<ul>
<li>Gerente do Projeto; </li>
<li>Especialista em operação de computadores e redes de dados; </li>
<li>Especialista em suporte de sistemas; </li>
<li>Especialista em suporte de voz, redes e telecomunicações.</li>
</ul>
<p><strong>(2) Equipe Técnica</strong></p>
<ul>
<li>Analista de redes; </li>
<li>Analista de infra-estrutura física; </li>
<li>Analista de banco de dados; </li>
<li>Analista de segurança; </li>
<li>Analista de operação; </li>
<li>Analista de suporte de rede;</li>
</ul>
<p><strong>(3) Equipe de Negócios</strong></p>
<ul>
<li>Membros das diversas áreas de negócios que fazem parte do plano de recuperação.</li>
</ul>
<p>Recursos Necessários para o DRP</p>
<p>As empresas devem evitar implementar planos de recuperação sem uma equipe e recursos dedicados para essa finalidade sob o risco de falharem após altos investimentos. Uma das razões do fracasso de alguns planos é a falta de comprometimento das equipes na manutenção e testes do plano de forma continua, o que resulta na perda da compatibilidade do plano de recuperação com a realidade da empresa.</p>
<p>Para garantir o sucesso do plano de recuperação deve se investir em três categorias:</p>
<blockquote><p>(1) Pessoal</p>
<p>Os gerentes devem alocar profissionais experientes e competentes para participar das equipes de recuperação.</p>
<p>(2) Investimento inicial</p>
<p>A empresa deve investir na compra de equipamentos redundantes nas áreas de voz e comunicação de dados, processamento de dados (incluindo servidores e subsistemas de armazenamento de dados), equipamentos redundantes de geração de energia (UPS, geradores a diesel, etc.) e equipamentos de apoio (fax, PCs, scanner, copiadoras, etc.).</p>
<p>(3) Despesas recorrentes</p>
<p>As despesas recorrentes incluem o aluguel de espaço para instalar os computadores e outros equipamentos, contratos de serviços e manutenção. Uma alternativa eficaz e que exige menos investimentos é a contratação de uma empresa especializada em DRP, onde é possível contratar todos os serviços de recuperação, desde o planejamento, manutenção e equipamentos.</p>
<p>&#160;</p>
</blockquote>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.efagundes.com/artigos/Disaster_Recovery_Plan.htm">EFagundes</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tutorial Windows Live Writer</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=910</link>
		<comments>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=910#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 03:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>
		<category><![CDATA[ngr]]></category>
		<category><![CDATA[ngr. network]]></category>
		<category><![CDATA[offline]]></category>
		<category><![CDATA[update]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>
		<category><![CDATA[windows live]]></category>
		<category><![CDATA[writer]]></category>

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		<description><![CDATA[O Windows Live Writer é o editor de blogs da Microsoft. Na minha opinião, o melhor. Ele é fácil de usar e cheio de recursos que não encontrei em outros editores. Para que todos possam utilizar este programa, resolvi fazer um tutorial. INSTALAÇÃO Para instalar clique aqui. Aproveite e leia mais sobre ele. Uma vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://lh5.ggpht.com/ekosterapia/SHT81U_fS1I/AAAAAAAABZM/1FSccpWNi4U/s1600-h/windows-live-writer-logo%5B7%5D.png"><img src="http://lh6.ggpht.com/ekosterapia/SHT825fCJoI/AAAAAAAABZQ/NrUdvNCh7Ac/windows-live-writer-logo_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" border="0" alt="windows-live-writer-logo" width="292" height="188" /></a></p>
<p>O Windows Live Writer é o editor de blogs da Microsoft.</p>
<p>Na minha opinião, o melhor.</p>
<p>Ele é fácil de usar e cheio de recursos que não encontrei em outros editores.</p>
<p>Para que todos possam utilizar este programa, resolvi fazer um tutorial.</p>
<ul>
<li>INSTALAÇÃO</li>
</ul>
<p>Para instalar <a href="http://download.live.com/writer">clique aqui</a>. Aproveite e leia mais sobre ele.</p>
<p>Uma vez instalado, clique no ícone para abrir o programa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh3.ggpht.com/ekosterapia/SHT83jaUoyI/AAAAAAAABZU/3NsP6ywDmhQ/s1600-h/live_writer_1%5B5%5D.jpg"><img src="http://lh4.ggpht.com/ekosterapia/SHT84OejyVI/AAAAAAAABZY/HnjhTCON2M8/live_writer_1_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" border="0" alt="live_writer_1" width="242" height="183" /></a></p>
<ul>
<li>ADICIONANDO UM BLOG</li>
</ul>
<p>A primeira coisa que devemos fazer é adicionar nossos blogs ao Writer.</p>
<p>Clique em &#8220;blog&#8221;&gt;&#8221;adicionar conta de blog&#8221;.</p>
<p><span id="more-910"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh3.ggpht.com/ekosterapia/SHT85AS277I/AAAAAAAABZc/bxeE9Hf66XI/s1600-h/live_writer_2%5B2%5D.jpg"><img src="http://lh4.ggpht.com/ekosterapia/SHT85kF5BFI/AAAAAAAABZg/BsipkfjjJ2U/live_writer_2_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" alt="live_writer_2" width="244" height="184" /></a></p>
<p>Escolha &#8220;outro serviço de blog&#8221;. Insira o endereço do seu blog, login e senha.</p>
<ul>
<li>CONFIGURANDO</li>
</ul>
<p>Vamos agora configurar o programa.</p>
<p>Clique em ferramentas&gt;opções</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh6.ggpht.com/ekosterapia/SHT86bbAkmI/AAAAAAAABZk/z2MZ-LApQzA/s1600-h/op%C3%A7%C3%B5es%5B2%5D.jpg"><img src="http://lh5.ggpht.com/ekosterapia/SHT87BToH0I/AAAAAAAABZo/eMePXqw7dYA/op%C3%A7%C3%B5es_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" alt="opções" width="244" height="229" /></a></p>
<p>Configure ao seu gosto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Obs:</span></p>
<p>Não existe ainda um bom corretor ortográfico em português.</p>
<p>Quanto aos plugins, encontramos centenas na web.</p>
<p><a href="http://wlwplugins.com/">http://wlwplugins.com/</a></p>
<p><a href="http://vista.gallery.microsoft.com/results.aspx?bt=9&amp;pl=8&amp;ds=1&amp;la=%7B%7D&amp;tier=0&amp;st=3&amp;p=1&amp;c=0">Windows Live Gallery</a></p>
<ul>
<li>CRIANDO POSTS</li>
</ul>
<p>Vamos agora criar um post. Coloque o título no local indicado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh3.ggpht.com/ekosterapia/SHT87j7UvyI/AAAAAAAABZs/JJUPORltinc/s1600-h/titulo%5B2%5D.jpg"><img src="http://lh5.ggpht.com/ekosterapia/SHT88xn5L2I/AAAAAAAABZw/09th15MUG2w/titulo_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" alt="titulo" width="244" height="121" /></a></p>
<p>Logo abaixo comece a escrever.</p>
<p>É um editor de textos como qualquer outro. (Word e afins)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh4.ggpht.com/ekosterapia/SHT89y0QLKI/AAAAAAAABZ0/QMfYfEcOvXY/s1600-h/edicao%5B2%5D.jpg"><img src="http://lh3.ggpht.com/ekosterapia/SHT8-i5QjCI/AAAAAAAABZ4/ESDiTHLO_9g/edicao_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" alt="edicao" width="244" height="19" /></a></p>
<p>Para dar forma ao texto (cor, tipo de fonte e etc) clique em formatar.</p>
<p>Para adicionar uma imagem, clique no ícone &#8220;inserir imagem&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh6.ggpht.com/ekosterapia/SHT8_QVQf2I/AAAAAAAABZ8/wlfI3BCSWq4/s1600-h/imagem%5B2%5D.jpg"><img src="http://lh5.ggpht.com/ekosterapia/SHT8_0wlvYI/AAAAAAAABaA/0C2tvHbvqdM/imagem_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" alt="imagem" width="244" height="131" /></a></p>
<p>À sua direita você encontrará formas de editar e alinhar a imagem.</p>
<p>Prá mim é a melhor parte, pois o editor do Blogger ainda é muito fraco neste quesito.</p>
<p>As imagens ficarão hospedadas no Picasa.</p>
<p>Além de imagens podemos inserir videos, links, tabelas e mapas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh3.ggpht.com/ekosterapia/SHT9ARfl5qI/AAAAAAAABaE/hvjR3pPzKss/s1600-h/live_writer_4%5B5%5D.jpg"><img src="http://lh4.ggpht.com/ekosterapia/SHT9BSraM1I/AAAAAAAABaI/aXkBHp1_h_c/live_writer_4_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" border="0" alt="live_writer_4" width="244" height="130" /></a></p>
<ul>
<li>VISUALIZANDO</li>
</ul>
<p>Post pronto? Ótimo. Vamos agora visualizá-lo no layout do blog.</p>
<p>Clique em &#8220;exibir&#8221;e depois em &#8220;visualização da web&#8221;.</p>
<p>Ficou legal? Agora é hora de publicar.</p>
<ul>
<li>PUBLICANDO</li>
</ul>
<p>Clique em &#8220;arquivo&#8221; e depois em &#8220;publicar&#8221;.</p>
<p>Para apenas salvar o post no Blogger, clique em &#8220;salvar rascunho&#8221; e &#8220;postar rascunho no blog&#8221;.</p>
<p>Para que este recurso funcione adequadamente, o Writer tem que estar na versão mais recente.</p>
<p>Atualize-o via Windows Update.</p>
<ul>
<li>ATUALIZANDO CONFIGURAÇÕES</li>
</ul>
<p>Cada vez que fizermos uma alteração no layout devemos &#8220;informar&#8221; o Writer.</p>
<p>Escolha &#8220;blog&#8221; &gt; &#8220;editar configurações&#8221;&gt; &#8220;atualizar configurações&#8221;.</p>
<ul>
<li>EDITANDO POSTAGENS</li>
</ul>
<p>Clique em &#8220;arquivo&#8221; e depois em &#8220;abrir&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lh6.ggpht.com/ekosterapia/SHT9CHtlY3I/AAAAAAAABaM/yCQzyBZKbRA/s1600-h/posts%5B2%5D.jpg"><img src="http://lh5.ggpht.com/ekosterapia/SHT9DHhE3HI/AAAAAAAABaQ/ZJmNsSr5x2A/posts_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" alt="posts" width="244" height="191" /></a></p>
<p>Escolha o blog e depois a postagem a ser editada.</p>
<p>Não tem segredo..</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Transforme seu celular num módulo GPS Externo via Bluetooth</title>
		<link>http://blog.ngrnetwork.com.br/?p=907</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 02:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo D. Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[bluetooh]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhar gps]]></category>
		<category><![CDATA[gps]]></category>
		<category><![CDATA[n95]]></category>
		<category><![CDATA[ngr]]></category>
		<category><![CDATA[ngr. network]]></category>
		<category><![CDATA[ngrnetwork]]></category>
		<category><![CDATA[nokia]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem um celular com GPS interno é possível transformá-lo num módulo GPS Externo via bluetooth usando o aplicativo ExtGPS. Com isso, você poderá usar as capacidades GPS no seu desktop, notebbok, PDA, Tablet, ou qualquer outro dispositivo com conexão Bluetooth e suporte ao protocolo RFCOMM. Este método é especialmente interessante na medida em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem um celular com GPS interno é possível transformá-lo num módulo GPS Externo via bluetooth usando o aplicativo <a href="http://www.joiku.com/index.php?action=products&amp;mode=productDetails&amp;product_id=351" target="_blank">ExtGPS</a>. Com isso, você poderá usar as capacidades GPS no seu desktop, notebbok, PDA, Tablet, ou qualquer outro dispositivo com conexão Bluetooth e suporte ao protocolo RFCOMM.</p>
<p>Este método é especialmente interessante na medida em que você pode utilizar o GPS em dispositivos com interfaces de interação mais amigáveis que um celular. Vale lembrar que o aplicativo é desenvolvimento em Java e poderia funcionar em qualquer aparelho com suporte a Java e um GPS embarcado, apesar de o fabricante citar apenas alguns modelos da Nokia.</p>
<p>Segue um vídeo que mostra o aplicativo em ação com a dupla N95 e N800:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4k91bubgtoU?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4k91bubgtoU?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://ronisons.com/blog/?p=132">Ronison&#8217;s Blog</a></p>
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