Archive for category Hardware
Hands-on: Magic Mouse da Apple
Posted by Gustavo D. Cardoso in Hardware, Tecnologia on 28 de outubro de 2009
O Magic Mouse da Apple parece não ter nada diferente olhando por alto. É uma base de alumínio com um painel multitouch em cima. Pareceu meio estranho de usar a princípio, mas está anos luz à frente doMighty Mouse que conhecemos. Talvez eu até volte a usar um mouse.
A coisa estranha sobre o Magic Mouse não é como ele funciona. É que você tem diferentes comandos por gestos em relação ao trackpad do Macbook Pro.
Um exemplo óbvio: como você move o cursor movimentando o mouse inteiro com sua mão, você pode reservar o dedo para fazer o scroll em todas as direções, 360º (ao contrário de um mouse comum de PC que tem a rodinha de scroll vertical e às vezes, mal, horizontal)
Se você arrastar 2 ou 3 dedos rapidamente (o swipe) pela superfície, de um lado a outro enquanto usa o navegador, move-se o histórico para frente ou para trás. Fisicamente, o mouse é bonito e bom de usar. A parte de cima é feita de policarbonato branco que combina com as teclas dos teclados da Apple. Obviamente não há um mamilo de scroll, como no Mighty Mouse.
A superfície também simula os botões da esquerda e direita. Ao contrário de outros mouses da Apple, os dois botões funcionam perfeitamente. Dessa vez há um feedback físico, então quando você clica os botões, a superfície inteira clica, como o mouse original da Apple.
Ele funciona com duas pilhas AA, e a Apple diz que elas duram 4 meses. Você pode ter o mouse com o novo iMac ou pagar US$ 69 para tê-lo separadamente.
Há um probleminha que eu reparei: o mouse às vezes se move quando tento rolar – eu possivelmente consigo me acostumar com isso, mas foi algo que aconteceu comigo e com o cara que apresentava o produto que certamente teve mais tempo com o mouse. E descobri que há uma razão para você varrer o mouse/touchpad com menos dedos (2, ao invés de 4 no touchpad): seu dedo anular precisa segurar o mouse apropriadamente ou esse negócio pode derrapar pela sua mesa.
Uma boa notícia: pelo software, dá para configurá-lo para canhotos.
Manutenção de PCs: como testar se uma fonte está queimada?
Posted by Gustavo D. Cardoso in Hardware on 24 de agosto de 2009
Se o seu computador não liga, não pisca e nem dá sinal de vida, a probabilidade da fonte ter queimado é alta. Mas como testá-la? Com este artigo você aprenderá, e de forma bem simples!
Problemas com computadores acontecem. Por mais cuidadosos que nós sejamos com nossos preciosos e queridos equipamentos, a realidade é que dificilmente alguém escapará desta triste situação. Para alguns deles, existem apitos da placa mãe, para outros sinais e avisos na BIOS. Alguns componentes especiais hoje vêm equipados de fábrica até mesmo com LED indicadores numerados, bastando uma rápida consulta no manual.
Mas e quando você pressiona o botão de força e nada acontece (não há nenhum barulho, nem luz e nem ruídos dos discos rígidos, muito menos um drive de DVD trabalhando), o que fazer nesta hora tão desesperadora?
A primeira dica sempre é verificar os cabos e as suas respectivas conexões entre tomada e a fonte, pois em alguns casos de sobrecarga o equipamento corta o fornecimento de energia para o computador. Nessas situações o problema é resolvido rapidamente com a retirada e a reinserção do cabo de alimentação.

Para outros modelos, existe também uma chave de liga/desliga na parte de trás, geralmente logo abaixo da ventoinha. Verifique-a em ambas as posições e tente ligar o computador.
Agora, se tudo está devidamente ligado e há energia passando pela tomada, uma das grandes possibilidades é a da sua fonte ter queimado. E para que você tenha certeza de que foi isso que aconteceu, o Baixaki preparou algumas dicas e testes bem rápidos que podem ser realizados para você não ter que desmontar o PC, peça por peça, em busca de uma solução.
Pronto para colocar a suspeita em ação? Então vamos ao trabalho! E que fique bem claro: estes passos são válidos apenas para fontes do tipo ATX!
Abrindo o computador
O primeiro passo é abrir a lateral do computador com uma chave de fenda, de modo a garantir o acesso aos cabos e componentes. Basta retirar os três parafusos que ficam na parte de trás da porta lateral e puxá-la.

Com a lateral retirada, comece a remover todos os cabos de alimentação que estão ligados aos componentes do computador, como discos rígidos, drives de DVD, ventoinhas e placa mãe.
Para o próximo passo, nós recomendamos que você remova totalmente a fonte do gabinete, de modo a evitar que algum cabo permaneça acidentalmente ligado a algum dos componentes internos.
Testando a fonte
Com a fonte livre, desconectada da tomada e de todas as partes do computador, localize o cabo de alimentação da placa mãe. Ele é o maior de todos, contando com vinte ou vinte e quatro pinos, de acordo com cada versão.

Pegue um clipe de papel fino e metálico, sem pinturas e dobre-o de modo que ele fique com duas pontas paralelas para baixo. Outra alternativa é utilizar um fio metálico maleável, com as pontas desencapadas.
Com o cabo de alimentação da placa mãe em mãos, localize o terminal do fio verde e insira uma das pontas do clipe ou do fio (ele é responsável pela partida do computador quando o botão de energia é acionado). Logo ao lado deste terminal, deve haver também outro para o fio preto (GND). É nele que deve ser inserida a outra ponta do clipe. A esta altura seu conector da placa mãe deve estar exatamente assim:

Tudo certo? Então chegou a hora do teste! Cuidadosamente ligue o cabo de alimentação na tomada e depois na fonte. Caso as ventoinhas comecem a girar, você tem um indicativo de que a sua fonte está funcionando normalmente, logo dificilmente ela será uma das causas do computador não estar ligando.

Medindo adequadamente a tensão
E para as pessoas que possuem multímetros em suas casas, uma dica final (para os casos em que a fonte liga) é também conferir se a distribuição de tensão está correta nos cabos. Para isso, regule o aparelho para modo de alimentação contínua, pegue qualquer terminal preto do cabo da placa mãe e insira a ponta multi-teste preta (com a fonte ainda ligada pelo último teste).
Em seguida, procure pelo fio vermelho e ligue a outra ponta de testes nele. O valor mostrado no aparelho deve ser de 5V, com variação de 0,5V para mais ou para menos. Em seguida, repita o procedimento com o fio amarelo, mantendo a ponta preta no fio preto. A tensão mostrada deve ser de 12V, novamente com variação de 0,5V para mais ou para menos.

Este procedimento também pode ser realizado com as pontas Molex (os encaixes para discos rígidos e outros periféricos, que contem quatro encaixes), valendo os mesmos procedimentos e valores descritos acima.
Xiiiiiiiiiii!! Não deu certo!
Se a sua fonte não deu nem sinal de vida com o teste proposto acima, é provável que ela esteja avariada. O custo do reparo varia também de acordo com a natureza do problema (se for só um fusível, você gastará centavos na troca), mas se você não entende de eletrônica o ideal é buscar a ajuda de um técnico especializado. Caso opte pela compra de uma fonte nova, leve sempre em consideração a necessidade de energia dos seus componentes para não comprar uma abaixo das especificações necessárias.
Fonte: Baixaki
Quais as diferenças entre IDE, SATA e SATA II?
Posted by Gustavo D. Cardoso in Hardware on 13 de agosto de 2009
O que é e quais são as diferenças entre um HD IDE, SATA e SATA II?
Se você fizer uma pesquisa por modelos de Discos Rígidos, certamente vai encontrar os termos IDE, IDE/ATA, SATA e SATA2. De uma forma geral, já é de conhecimento comum que isso tem alguma coisa a ver com velocidade, mas nem todos sabem exatamente o que significam. Estas siglas resumem-se a nomes de padrões para interfaces de controladores, que são responsáveis pelos dispositivos de armazenamento de dados do computador.
Nas Interfaces antigas a controladora (que em termos simples é uma espécie de padrão que faz a ligação e transferência de dados entre os dispositivos de armazenamento no computador) fazia parte da interface e não do próprio HD como é atualmente. Para facilitar a visualização, abaixo vamos falar de cada uma delas em separado.
Padrão IDE
O IDE, do inglês Integrated Drive Eletronics, foi o primeiro padrão que integrou a controladora com o Disco Rígido. Os primeiros HDs com interface IDE foram lançados por volta de 1986 e na época isto já foi uma grande inovação porque os cabos utilizados já eram menores e havia menos problema de sincronismo, o que deixava os processos mais rápidos.
Inicialmente, não havia uma definição de padrão e os primeiros dispositivos IDE apresentavam problemas de compatibilidade entre os fabricantes. O ANSI (American National Standards Institute), em 1990, aplicou as devidas correções para padronização e foi criado o padrão ATA (Advanced Technology Attachment). Porém com o nome IDE já estava mais conhecido, ele permaneceu, embora algumas vezes fosse chamado de IDE/ATA.

As primeiras placas tinham apenas uma porta IDE e uma FDD (do drive de disquete) e mais tarde passaram a ter ao menos duas (primária e secundária). Cada uma delas permite a instalação de dois drives, ou seja que podemos instalar até quatro Discos Rígidos ou CD/DVD-ROMs na mesma placa. Para diferenciar os drives instalados na mesma porta, existe um “jumper” para configurá-los como master (mestre) ou slave.
Inicialmente, as interfaces IDE suportavam apenas a conexão de Discos Rígidos e é por isso que há um tempo atrás os computadores ofereciam como diferencial os famosos “kits multimídia”, que eram compostos por uma placa de som, CD-ROM, caixinhas e microfone. O protocolo ATAPI (AT Attachment Packet Interface) foi criado para fazer a integração deste tipo de drive com o IDE, de forma que se tornou rapidamente o padrão.
SATA
O SATA ou Serial ATA, do inglês Serial Advanced Technology Attachment, foi o sucessor do IDE. Os Discos Rígidos que utilizam o padrão SATA transferem os dados em série e não em paralelo como o ATA. Como ele utiliza dois canais separados, um para enviar e outro para receber dados, isto reduz (ou quase elimina) os problemas de sincronização e interferência, permitindo que frequências mais altas sejam usadas nas transferências.
Os cabos possuem apenas sete fios, sendo um par para transmissão e outro para recepção de dados e três fios terra. Por eles serem mais finos, permitem inclusive uma melhor ventilação no gabinete. Um cabo SATA pode ter até um metro de comprimento e cada porta SATA suporta um único dispositivo (diferente do padrão master/slave do IDE).

Existem dois padrões de controladores SATA: o SATA 150 (ou SATA 1.5 Gbit/s ou SATA 1500), o SATA 300 (SATA 3.0 Gbit/s ou SATA 3000) e o SATA 600 (ou SATA 6.0 Gbit/s). Este último é a terceira geração desta tecnologia e foi lançado em Maio de 2009 e são melhor aproveitados por Discos rígidos de Estado Sólido.
E o SATA II?
É chamado de SATA II ou SATA 2, basicamente todos os produtos da segunda geração do SATA (aquela com especificação de 3.0Gbit/s). A diferença entre o SATA e o SATA II é a basicamente a velocidade para transferência de dados.
Pinos X Velocidade
Para uma melhor visualização, organizamos uma tabela com a quantidade de pinos e a velocidade da taxa de transferência de dados destes padrões.








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