Category Archives: Hardware

Adicionando um atalho do Assistente de Scanner na Área de Trabalho do Windows 7

Adicionando um atalho do Assistente de Scanner na Área de Trabalho do Windows 7

Lembra daquele Assistente de Scanner super leve do Windows XP? Ele também existe no Windows 7 só que ele está escondido.

Ao invés de usar o assistente que é pesado da sua impressora (HP, Epson, Canon, Lexmark) use este que é mais prático.

1º – Clique no menu Iniciar

2º -  Digite na barra de pesquisa wiaacmgr

3º – Na lista Programas,clique com o botão direito sobre wiaacmgr

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4º –Selecione Enviar para.

5º -Clique em Área de trabalho(criar atalho).

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6º Renomeie o atalho como Assistente de Scanner.

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Pronto! agora fica mais fácil escanear algo.

Fonte: Dicas de Info 365

Capacidade de endereçamento de memória dos Servidores Microsoft

Limite de Memoria Física : Windows Server 2008

Tabela que especifica os limites de memória física para Windows Servidor 2003 e Windows Servidor 2008. Para limites maiores que 4 GB em sistemas 32 bits o Windows precisa que o parâmetro PAE esteja habilitado.

Limite de Memoria Física: Windows Server 2008

Para limites maiores que 4 GB em sistemas 32 bits o Windows precisa que o parâmetro PAE esteja habilitado.

Version Limit in 32-bit Windows Limit in 64-bit Windows
Windows Server 2008 Datacenter (full installation) 64 GB 2 TB
Windows Server 2008 Datacenter (Server Core installation) 64 GB 2 TB
Windows Server 2008 Enterprise 64 GB 2 TB
Windows Server 2008 Standard 4 GB 32 GB
Windows Server 2008 for Itanium-Based Systems Not applicable 2 TB
Windows Web Server 2008 4 GB 32 GB

Limite de Memoria Física: Windows Server 2003

Para limites maiores que 4 GB em sistemas 32 bits o Windows precisa que o parâmetro PAE esteja habilitado.

Version Limit in 32-bit Windows Limit in 64-bit Windows
Windows Server 2003 Service Pack 2 (SP2), Datacenter Edition 128 GB

64 GB with 4GT

2 TB
Windows Server 2003 Service Pack 2 (SP2), Enterprise Edition 64 GB 2 TB
Windows Storage Server 2003, Enterprise Edition 8 GB Not applicable
Windows Storage Server 2003 4 GB Not applicable
Windows Server 2003 R2 Datacenter Edition

Windows Server 2003 with Service Pack 1 (SP1), Datacenter Edition

128 GB

16 GB with 4GT

1 TB
Windows Server 2003 R2 Enterprise Edition

Windows Server 2003 with Service Pack 1 (SP1), Enterprise Edition

64 GB

16 GB with 4GT

1 TB
Windows Server 2003 R2 Standard Edition

Windows Server 2003, Standard Edition SP1

4 GB 32 GB
Windows Server 2003, Datacenter Edition 128 GB

16 GB with 4GT

512 GB
Windows Server 2003, Enterprise Edition 32 GB

16 GB with 4GT

64 GB
Windows Server 2003, Standard Edition 4 GB 16 GB
Windows Server 2003, Web Edition 2 GB Not applicable
Windows Small Business Server 2003 4 GB Not applicable
Windows Compute Cluster Server 2003 Not applicable 32 GB

Windows and PAE

Windows Version Support
Windows 2000 Professional
Windows XP
AWE API and 4 GB of physical RAM
Windows XP SP2 and later AWE API and 4 GB of physical address space
Windows 2000 Server
Windows Server 2003, Standard Edition
AWE API and 4 GB of RAM
Windows Server 2003 SP1, Standard Edition AWE API and 4 GB of physical address space
Windows Server 2003, Enterprise Edition 8 processors and 32 GB RAM
Windows Server 2003 SP1, Enterprise Edition 8 processors and 64 GB RAM
Windows 2000 Advanced Server 8 processors and 8 GB RAM
Windows 2000 Datacenter Server 32 processors and 32 GB RAM (support for 64 GB was not offered because of a lack of systems for testing)
Windows Server 2003, Datacenter Edition 32 processors and 64 GB RAM
Windows Server 2003 SP1, Datacenter Edition 32 processors and 128 GB RAM

Fonte: Green

Usando a Chave de Ativação AXXRAKSW5 para RAID-5

Através de uma “Chave de Ativação” é possível habilitar o suporte a RAID-5 nas portas SATA de algumas placas para servidor da Intel.

Os modelos compatíveis com a Chave de Ativação AXXRAKSW5 (Tower Falls) são: S5000VSA, S5000PAL, S5000PSL, S5000XVN, S5500BC(BCR),S5500HCVS5520HC(HCR) e S5520SC(SCR).

Nessas placas de servidor as portas SATA podem ser configuradas para RAID de níveis 0, 1 e 10.

Entretanto, para que a opção de nível 5 seja liberada, é necessária uma “Chave de Ativação” (Activaton Key).

Essa chave consiste em um diminuto hardware, o qual é vendido como opcional.

Uma vez tendo a Chave de Ativação instalada em sua placa mãe, siga os seguintes passos para habilitar a opção RAID-5 em seu servidor:

  • Entre no Setup de BIOS – usando a tecla de função [F2].
  • Acesse a aba ADVANCED;
  • Nessa aba, siga até o item MASS STORAGE;
  • Habilite a opção de CONTROLADORA SW RAID

(*) Antes de sair do Setup de BIOS, volte na aba MAIN e desabilite a opção “Quiet Boot” (pois, em modo “quiet”), a opção de evocar a controladora via “[CTRL] + E” fica escondida pela imagem decorativa do POST.

Agora basta usar a tecla de função [F10] para salvar as alterações e sair.

O servidor iniciará um novo boot e, após o POST, aparecerá a opção de evocar o Setup da Controladora pressionando a combinação de teclas [CTRL] + E.

Uma vez no Setup da Controladora, entre em Menu Principal > Configure > Easy Configuration.

Selecione os discos rígidos que farão parte do RAID-5 (usando a barra de espaço para selecionar os discos).

Avance pressionando a tecla de função [F10] pra continuar.

Na próxima página, a opção RAID-5 – que outrora estava “apagada” – agora passa a estar habilitada.

Basta escolher esse nível de RAID e mandar construir o volume.

Referências:

http://sinco.servehttp.com/equipamentos/produto.asp?descricao=AXXRAKSW5

http://www.intelraid.com/uploads/Intel_EmbeddedRAID_v6.pdf

http://www.intel.com/products/server/io/index.htm#RAID

Fonte: SINCO

Hands-on: Magic Mouse da Apple

O Magic Mouse da Apple parece não ter nada diferente olhando por alto. É uma base de alumínio com um painel multitouch em cima. Pareceu meio estranho de usar a princípio, mas está anos luz à frente doMighty Mouse que conhecemos. Talvez eu até volte a usar um mouse.

A coisa estranha sobre o Magic Mouse não é como ele funciona. É que você tem diferentes comandos por gestos em relação ao trackpad do Macbook Pro.

Um exemplo óbvio: como você move o cursor movimentando o mouse inteiro com sua mão, você pode reservar o dedo para fazer o scroll em todas as direções, 360º (ao contrário de um mouse comum de PC que tem a rodinha de scroll vertical e às vezes, mal, horizontal)

Se você arrastar 2 ou 3 dedos rapidamente (o swipe) pela superfície, de um lado a outro enquanto usa o navegador, move-se o histórico para frente ou para trás. Fisicamente, o mouse é bonito e bom de usar. A parte de cima é feita de policarbonato branco que combina com as teclas dos teclados da Apple. Obviamente não há um mamilo de scroll, como no Mighty Mouse.

A superfície também simula os botões da esquerda e direita. Ao contrário de outros mouses da Apple, os dois botões funcionam perfeitamente. Dessa vez há um feedback físico, então quando você clica os botões, a superfície inteira clica, como o mouse original da Apple.

Ele funciona com duas pilhas AA, e a Apple diz que elas duram 4 meses. Você pode ter o mouse com o novo iMac ou pagar US$ 69 para tê-lo separadamente.

Há um probleminha que eu reparei: o mouse às vezes se move quando tento rolar – eu possivelmente consigo me acostumar com isso, mas foi algo que aconteceu comigo e com o cara que apresentava o produto que certamente teve mais tempo com o mouse. E descobri que há uma razão para você varrer o mouse/touchpad com menos dedos (2, ao invés de 4 no touchpad): seu dedo anular precisa segurar o mouse apropriadamente ou esse negócio pode derrapar pela sua mesa.

Uma boa notícia: pelo software, dá para configurá-lo para canhotos.

Manutenção de PCs: como testar se uma fonte está queimada?

Se o seu computador não liga, não pisca e nem dá sinal de vida, a probabilidade da fonte ter queimado é alta. Mas como testá-la? Com este artigo você aprenderá, e de forma bem simples!

Problemas com computadores acontecem. Por mais cuidadosos que nós sejamos com nossos preciosos e queridos equipamentos, a realidade é que dificilmente alguém escapará desta triste situação. Para alguns deles, existem apitos da placa mãe, para outros sinais e avisos na BIOS. Alguns componentes especiais hoje vêm equipados de fábrica até mesmo com LED indicadores numerados, bastando uma rápida consulta no manual.

Mas e quando você pressiona o botão de força e nada acontece (não há nenhum barulho, nem luz e nem ruídos dos discos rígidos, muito menos um drive de DVD trabalhando), o que fazer nesta hora tão desesperadora?

A primeira dica sempre é verificar os cabos e as suas respectivas conexões entre tomada e a fonte, pois em alguns casos de sobrecarga o equipamento corta o fornecimento de energia para o computador. Nessas situações o problema é resolvido rapidamente com a retirada e a reinserção do cabo de alimentação.

O problema é a falta de energia, mas não na tomada

Para outros modelos, existe também uma chave de liga/desliga na parte de trás, geralmente logo abaixo da ventoinha. Verifique-a em ambas as posições e tente ligar o computador.

Agora, se tudo está devidamente ligado e há energia passando pela tomada, uma das grandes possibilidades é a da sua fonte ter queimado. E para que você tenha certeza de que foi isso que aconteceu, o Baixaki preparou algumas dicas e testes bem rápidos que podem ser realizados para você não ter que desmontar o PC, peça por peça, em busca de uma solução.

Pronto para colocar a suspeita em ação? Então vamos ao trabalho! E que fique bem claro: estes passos são válidos apenas para fontes do tipo ATX!

Abrindo o computador

O primeiro passo é abrir a lateral do computador com uma chave de fenda, de modo a garantir o acesso aos cabos e componentes. Basta retirar os três parafusos que ficam na parte de trás da porta lateral e puxá-la.

Parafusos que devem ser retirados do gabinete

Com a lateral retirada, comece a remover todos os cabos de alimentação que estão ligados aos componentes do computador, como discos rígidos, drives de DVD, ventoinhas e placa mãe.

Para o próximo passo, nós recomendamos que você remova totalmente a fonte do gabinete, de modo a evitar que algum cabo permaneça acidentalmente ligado a algum dos componentes internos.

Testando a fonte

Com a fonte livre, desconectada da tomada e de todas as partes do computador, localize o cabo de alimentação da placa mãe. Ele é o maior de todos, contando com vinte ou vinte e quatro pinos, de acordo com cada versão.

Pinos que devem ser ligados

Pegue um clipe de papel fino e metálico, sem pinturas e dobre-o de modo que ele fique com duas pontas paralelas para baixo. Outra alternativa é utilizar um fio metálico maleável, com as pontas desencapadas.

Com o cabo de alimentação da placa mãe em mãos, localize o terminal do fio verde e insira uma das pontas do clipe ou do fio (ele é responsável pela partida do computador quando o botão de energia é acionado). Logo ao lado deste terminal, deve haver também outro para o fio preto (GND). É nele que deve ser inserida a outra ponta do clipe. A esta altura seu conector da placa mãe deve estar exatamente assim:

Clip de papel inserido

Tudo certo? Então chegou a hora do teste! Cuidadosamente ligue o cabo de alimentação na tomada e depois na fonte. Caso as ventoinhas comecem a girar, você tem um indicativo de que a sua fonte está funcionando normalmente, logo dificilmente ela será uma das causas do computador não estar ligando.

Fonte funcionou?

Medindo adequadamente a tensão

E para as pessoas que possuem multímetros em suas casas, uma dica final (para os casos em que a fonte liga) é também conferir se a distribuição de tensão está correta nos cabos. Para isso, regule o aparelho para modo de alimentação contínua, pegue qualquer terminal preto do cabo da placa mãe e insira a ponta multi-teste preta (com a fonte ainda ligada pelo último teste).

Em seguida, procure pelo fio vermelho e ligue a outra ponta de testes nele. O valor mostrado no aparelho deve ser de 5V, com variação de 0,5V para mais ou para menos. Em seguida, repita o procedimento com o fio amarelo, mantendo a ponta preta no fio preto. A tensão mostrada deve ser de 12V, novamente com variação de 0,5V para mais ou para menos.

Medindo a tensão

Este procedimento também pode ser realizado com as pontas Molex (os encaixes para discos rígidos e outros periféricos, que contem quatro encaixes), valendo os mesmos procedimentos e valores descritos acima.

Xiiiiiiiiiii!! Não deu certo!

Se a sua fonte não deu nem sinal de vida com o teste proposto acima, é provável que ela esteja avariada. O custo do reparo varia também de acordo com a natureza do problema (se for só um fusível, você gastará centavos na troca), mas se você não entende de eletrônica o ideal é buscar a ajuda de um técnico especializado. Caso opte pela compra de uma fonte nova, leve sempre em consideração a necessidade de energia dos seus componentes para não comprar uma abaixo das especificações necessárias.

Fonte: Baixaki

Quais as diferenças entre IDE, SATA e SATA II?

O que é e quais são as diferenças entre um HD IDE, SATA e SATA II?

Se você fizer uma pesquisa por modelos de Discos Rígidos, certamente vai encontrar os termos IDE, IDE/ATA, SATA e SATA2. De uma forma geral, já é de conhecimento comum que isso tem alguma coisa a ver com velocidade, mas nem todos sabem exatamente o que significam. Estas siglas resumem-se a nomes de padrões para interfaces de controladores, que são responsáveis pelos dispositivos de armazenamento de dados do computador.

Nas Interfaces antigas a controladora (que em termos simples é uma espécie de padrão que faz a ligação e transferência de dados entre os dispositivos de armazenamento no computador) fazia parte da interface e não do próprio HD como é atualmente. Para facilitar a visualização, abaixo vamos falar de cada uma delas em separado.

Padrão IDE

O IDE, do inglês Integrated Drive Eletronics, foi o primeiro padrão que integrou a controladora com o Disco Rígido. Os primeiros HDs com interface IDE foram lançados por volta de 1986 e na época isto já foi uma grande inovação porque os cabos utilizados já eram menores e havia menos problema de sincronismo, o que deixava os processos mais rápidos.

Inicialmente, não havia uma definição de padrão e os primeiros dispositivos IDE apresentavam problemas de compatibilidade entre os fabricantes. O ANSI (American National Standards Institute), em 1990, aplicou as devidas correções para padronização e foi criado o padrão ATA (Advanced Technology Attachment). Porém com o nome IDE já estava mais conhecido, ele permaneceu, embora algumas vezes fosse chamado de IDE/ATA.

Cabo de transferência IDE/ATA.

As primeiras placas tinham apenas uma porta IDE e uma FDD (do drive de disquete) e mais tarde passaram a ter ao menos duas (primária e secundária). Cada uma delas permite a instalação de dois drives, ou seja que podemos instalar até quatro Discos Rígidos ou CD/DVD-ROMs na mesma placa. Para diferenciar os drives instalados na mesma porta, existe um “jumper” para configurá-los como master (mestre) ou slave.

Inicialmente, as interfaces IDE suportavam apenas a conexão de Discos Rígidos e é por isso que há um tempo atrás os computadores ofereciam como diferencial os famosos “kits multimídia”, que eram compostos por uma placa de som, CD-ROM, caixinhas e microfone. O protocolo ATAPI (AT Attachment Packet Interface) foi criado para fazer a integração deste tipo de drive com o IDE, de forma que se tornou rapidamente o padrão.

SATA

O SATA ou Serial ATA, do inglês Serial Advanced Technology Attachment, foi o sucessor do IDE. Os Discos Rígidos que utilizam o padrão SATA transferem os dados em série e não em paralelo como o ATA. Como ele utiliza dois canais separados, um para enviar e outro para receber dados, isto reduz (ou quase elimina) os problemas de sincronização e interferência, permitindo que frequências mais altas sejam usadas nas transferências.

Os cabos possuem apenas sete fios, sendo um par para transmissão e outro para recepção de dados e três fios terra. Por eles serem mais finos, permitem inclusive uma melhor ventilação no gabinete. Um cabo SATA pode ter até um metro de comprimento e cada porta SATA suporta um único dispositivo (diferente do padrão master/slave do IDE).

Cabo de transferência de dados SATA

Existem dois padrões de controladores SATA: o SATA 150 (ou SATA 1.5 Gbit/s ou SATA 1500), o SATA 300 (SATA 3.0 Gbit/s ou SATA 3000) e o SATA 600 (ou SATA 6.0 Gbit/s). Este último é a terceira geração desta tecnologia e foi lançado em Maio de 2009 e são melhor aproveitados por Discos rígidos de Estado Sólido.

E o SATA II?

É chamado de SATA II ou SATA 2, basicamente todos os produtos da segunda geração do SATA (aquela com especificação de 3.0Gbit/s). A diferença entre o SATA e o SATA II é a basicamente a velocidade para transferência de dados.

Pinos X Velocidade

Para uma melhor visualização, organizamos uma tabela com a quantidade de pinos e a velocidade da taxa de transferência de dados destes padrões.

Pinos e velocidade de transferência