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Resolvendo problema de perfil temporário no Windows 7

Talvez já tenha acontecido com você de ligar seu computador com Windows 7 e aparecer uma mensagem informando que você esta conectado a um perfil temporário. A primeira coisa que vem a mente quando isso acontece é: Cadê meus arquivos? Bem, você não precisa se preocupar. Eles estarão na pasta com o nome de seu usuário, dentro da pasta “Users” ou “Usuários” na unidade que seu Windows está instalado, por padrão C:. Agora que você sabe que não perdeu seus documentos, o que fazer para resolver esse problema? Abaixo você verá como.

Para corrigir esse problema basta apagar uma chave no registro do Windows.

O caminho da chave é: HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\ProfileList

Atenção! Você deve apagar apenas a chave correspondente ao usuário.

O primeiro passo é abrir o “Editor de registro”, para isso digite “regedit” no “Executar” do Windows e clique em OK.

perfiltemporario1

Como instalar o Office 2007 no Linux

Se você prefere o pacote da Microsoft ao OpenOffice.org, saiba que é possível instalá-lo no Linux sem nenhum problema.

Micrsoft Office no Linux

Esta dica é muito útil para quem acabou de migrar do Windows para o Linux e já estava acostumado com o visual e as funcionalidades do Microsoft Office 2007. Para o sistema operacional livre você conta com ótimas opções de suítes de aplicativos para escritório como o OpenOffice e a sua versão brasileira, o BrOffice.

Porém, se nenhuma das alternativas lhe agrada, o jeito é voltar a usar o pacote proprietário da Microsoft. O processo de instalação do programa no Linux é muito simples e não é preciso digitar uma única linha de comando, em poucos minutos você já pode começar a usar o Office 2007 na sua distribuição Linux.

Pré-requisitos

O único pré-requisito, além é claro do DVD com uma versão Office 2007, é o complemento PlayOnLinux. Este aplicativo é uma espécie de apoio ao Wine, um simulador que permite a instalação de programas do Windows em outros sistemas operacionais como Linux e Mac.

Assinar digitalmente um documento no Word

Nos dias de hoje, o uso de papel como suporte à informação tem diminuído drasticamente. Quando queremos escrever um documento, em vez de utilizarmos uma caneta e uma folha de papel, abrimos o Word e escrevemos o que pretendemos, ou seja, acabamos por escrever também numa folha, mas em formato digital. Um pormenor que por vezes fazemos nas informações que escrevemos em papel, é assinar no fim dessa mesma folha Mas se evoluímos para a era digital, como assinamos agora um documento garantindo a autenticidade, integridade e não repúdio da informação?

 

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O seguinte tutorial demonstra como assinar um documento digitalmente. Para isso, necessitam ter uma assinatura em formato digital. Após a inserção da assinatura, esse documento já não pode ser alterado, caso contrário, a assinatura perde a sua validade.

1º Passo: Criar um documento Word e escrever a informação que queremos assinar.

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2º Passo: Clicar em Inserir

10 dicas para melhorar a nossa rede Wireless

Como melhorar uma rede sem fios? Bem, como todos sabemos cada caso é um caso, mas com algumas afinações podemos conseguir algumas melhorias. Para quem gosta deste assunto, aconselhamos vivamente a ler os artigos relacionados.

A ideia desde artigo é dar algumas dicas para tentar melhorar a qualidade de sinal wireless na nossa casa, de forma a termos uma rede mais estável, com menos quebras e com um melhores débitos.

1 – Posicionar o router wireless (ou ponto de acesso) no ponto central

Sempre que possível, devemos colocar o nosso equipamento (router Wireless/ Access Point). Assim podemos conseguir abranger mais zonas (quarto, sala, cozinha, etc) da nossa casa, fazendo com que o sinal chegue com mais qualidade. Se colocarmos o nosso ponto de acesso numa das extremidades, possivelmente no outro extremo a força de sinal não será a melhor.

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2 – Tentar afastar o router wifi de paredes, objectos de metal, vidros, etc

Devemos tentar afastar o nosso router wifi de metais, alguns tipos de pavimentos, vidros ou outro tipo de superfícies que sejam passíveis de interferência. Equipamentos como microondas, berbequins, etc são também fontes de muita interferência. Faça uma análise ao espectro (ver artigo seguinte)

3 – Trocar a antena do router (caso seja possível)

As antenas que vêm com os router são normalmente omni-direccionais ou seja transmitem sinal em todas as direcções. Se o router está perto de uma parede exterior, ‘metade’ do sinal não será aproveitado pois será difundido para fora de casa (por exemplo). Nesse sentido podemos optar por uma antena com mais ganho(dBis) e também direccional ou sectorial, concentrando o sinal num sítio/zona específica.

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4 – Mudar a placa wireless cliente

Sempre que possível podemos trocar a nossa placa Wireless por forma a incluir uma antena externa de maior ganho e assim tentar aumentar a distância de captura de sinal.

5 – Adicionar um Wireless repetidor/Bridge

Repetidores/Bridges wireless permitem aumentar a cobertura em termos de sinal wireless, sem a necessidade de voltar a passar cabos. Basicamente este tipo de equipamentos capturam o sinal wireless e regenram-no, expandindo assim o sinal da rede sem fios.wifi_3

6 – Mudar o canal

Considerando a norma 802.11b que nos permite 11Mb e que opera na frequência dos 2,4 a 2,4835 Ghz e que usa DSSS como modulação de sinal.O DSSS divide a gama de frequência em 14 canais de 22 MHz.

Dependendo da localização geográfica, o número de canais utilizáveis varia. Por exemplo nos EUA, o número de canais é de 11 enquanto na Europa, com excepção para a França (que apenas usa 4 canais), o número de canais é de 13, e no Japão usam-se os 14 canais.

De acordo com a frequência central e largura dos canais,  existem 3 canais RF que não sofrem sobreposição dos canais adjacentes (1, 6 e 11), o que permitiria o uso de 3 pontos de acesso (cada um operando em um canal) dentro da mesma área física.

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7 – Tentar reduzir ao máximo as interferência no wireless

Como sabemos, atualmente existem muitos outros equipamentos a operar nas mesmas frequências do wireless. Ainda noutro dia fiz um teste com o equipamento Airview2 – EXT para avaliar o impacto de um microondas numa rede sem fios. Os resultados forma impressionares, em termos de degradação de sinal. Sempre que possível e o equipamento (router e placa cliente) suporte, podemos colocar a funcionar na banda dos 5 Ghz que é menos susceptível a interferências.

8 – Actualizar o firmware ou drivers da placa wireless

A actualização do firmware do router ou a actualização dos drivers da placa wireless são sempre acções importantes pois regularmente existem melhorias e correcções de bugs. Muita das vezes as melhorias aumentam o desempenho do equipamento.

Visite a página dos fabricante e verifique se existem actualizações.

9 – Sempre que possível usar equipamentos sempre do mesmo fabricante

Quando usamos um router da mesma marca da placa wireless cliente, provavelmente podemos usufruir de todas as ‘features’ dos equipamentos. Muita das vezes existem incompatibilidades entre equipamentos devido a concepção dos mesmos. É muito importante que antes de adquirir um equipamento se verifique se o mesmo está certificado segundo as normas do WIFI. Há situações em que placas não certificadas (que podem funcionar a 108 Mbps (super G)), simplesmente não se conseguirem associar ao ponto de acesso.

10 – Actualização das norma 802.11b para 802.11g (e se possível para 802.11n)

  • O padrão IEEE 802.11b define taxas de transferência de rede na ordem dos 11 Mbps, isto se as condições de transmissão forem ideais. Serão reduzidas para 5,5 Mbps, 2 Mbps ou 1 Mbps se a intensidade do sinal ou interferências estiverem a prejudicar a transmissão de dados. O 802.11b funciona nos 2,4Ghz.
  • O padrão IEEE 802.11g aumenta a taxa máxima de transmissão de dados para 54 Mbps (5x mais rápido que o 802.11b) e um alcance aproximado de 38 metros. Opera também na frequência 2,4Ghz e como tal está sujeito a interferências de equipamentos que utilizem a mesma frequência.
  • O padrão 802.11 n,  tem uma largura de banda até entre os 300 Mbps e 600 Mbps, e um alcance de 70 metros. Opera nas frequências 2,4GHz e 5GHz. É um padrão recente com uma nova tecnologia, MIMO (multiple input, multiple output) que utiliza várias antenas para transferência de dados de um local para outro. Os principais benefícios desta tecnologia são o aumento significativo da largura de banda e o alcance que permite.

Fonte: PeopleWare

Utilizando o ASR (Automated System Recovery) para Recuperação de Desastres

Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de backups, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação. Veja como fazer isso …

Introdução
Imagine a seguinte situação: segunda-feira, de manhã, você acaba de instalar um novo software ou aplicativo em um servidor de produção, talvez até mesmo um controlador de domínio. Após a instalação, durante o boot, a seguinte mensagem surge: “NTLDR is missing. Press any key to continue”. Frio na barriga, você tenta um novo boot, agora em modo de segurança, depois, em modo de última configuração válida, e nada. Seu servidor não quer colaborar… E você precisa dele operando o mais rápido possível. Bem, parece que a única solução é reinstalar o Windows novamente, os patches, aplicativos, drivers, templates de segurança, etc,etc,etc….

Para tais situações críticas é que se enquadra muito bem o ASR – Automated System Recovery, ou, Recuperação do Sistema Automatizada, recurso implementado primeiramente no Windows XP, e disponibilizado para os servidores da família Windows Server 2003.

Com o ASR, podemos criar conjuntos regulares de “backups”, que podem fazer parte de um plano de “Recuperação de Desastres”, e pode ser usado como a última saída em casos de falhas, após já termos esgotados outras alternativas de recuperação.

Como o ASR funciona
O ASR trabalha junto com o “Windows Setup” para reconstruir as configurações de armazenamento e de discos físicos de um servidor, incluindo as partições e arquivos de “inicialização” e “sistema”, permitindo que o servidor volte a operar corretamente. Este processo inclui o uso de um “disquete ASR”, que contém informações de armazenamento antes do desastre, que são utilizadas para a restauração do servidor. Após uma restauração completa de ASR, basta que você restaure os dados de usuários ou arquivos de aplicações.

Atenção
O ASR não inclui arquivos ou partições que não estão nas partições de “inicialização” e “sistema”. Assim, quaisquer dados de usuários que porventura tenham sido perdidos, devem ser restaurados através de uma política de backup. O ASR NÃO substitui a política de backup de dados dos usuários ou demais informações. Deve ser utilizado em conjunto com tais procedimentos.

Criando um backup ASR
O ASR pode ser dividido em 2 componentes: backup e restore. O componente “backup” pode ser acessado através da própria ferramenta de backup do Windows (ntbackup.exe), selecionando a opção “Automated System Recovery Preparation Wizard”, conforme ilustração abaixo:


Figura 1


O próximo passo é definir onde o arquivo de backup (.bkf) será gravado, conforme ilustrado abaixo:


Figura 2


O arquivo gerado contém as seguintes informações:

System State: conjunto de informações pertencentes ao sistema operacional essenciais para seu bom funcionamento. Incluem o registro, a base do COM+, arquivos do sistema e de boot, e arquivos do Windows File Protection. O System State pode incluir também a base de Certificados (caso o servidor seja um servidor de Certificados), a base do Active Directory, mais a pasta SYSVOL (caso o servidor seja um controlador de domínio), informações de cluster (caso ele seja nó de um cluster) e a Metabase do IIS (caso o IIS esteja instalado).

Este arquivo pode ser copiado ou gerado numa mídia removível (uma mídia de CD, por exemplo), para que o processo de restauração ocorra corretamente.

Após a geração do arquivo de backup (.bkf), o “Wizard” nos solicita um disquete. Este disquete contém informações sobre o backup, as configurações de disco (incluindo discos básicos e volumes dinâmicos, e como se deve proceder para uma restauração). Uma mensagem, conforme ilustrado abaixo, indica que o processo foi finalizado corretamente.


Figura 3


A ilustração abaixo indica o conteúdo gerado em disquete pelo ASR:


Figura 4


Restaurando um backup ASR
O componente “restore”  do ASR pode ser acessado do seguinte modo:

Reinicie o servidor com o CD de instalação do Windows Server;
Durante o modo texto do setup, pressione a tecla F2;

O ASR, então, lê as informações de disco do servidor a partir do disquete gerado e restaura todas as assinaturas, volumes e partições necessários para que o servidor possa ser iniciado corretamente (estes discos são conhecidos como “discos críticos”).

O ASR então, faz uma instalação simples do Windows, e automaticamente, inicia a restauração do sistema a partir do arquivo .bkf criado pelo “Automated System Recovery Preparation Wizard”. Todos os dispositivos “Plug and Play” também são detectados e instalados.

Após esta instalação, se necessário, deve-se fazer uma restauração dos dados dos usuários ou outras informações que não estejam nas partições de inicialização ou sistema.

Dicas e Melhores práticas

Execute o ASR regularmente, se possível de maneira automatizada (isto pode ser feito através do “Schedule Tasks” do próprio Windows Server);

Certifique-se que a mídia que contém o arquivo .bkf estará disponível em caso de necessidade de uma restauração (não seria muito lógico deixar este arquivo gravado, por exemplo, na partição de sistema do servidor…);

Lembre-se que o ASR não faz backup de partições ou volumes que não sejam a de inicialização ou sistema. Assim, tenha uma política de backup para tais informações. Se você estiver usando o próprio backup do Windows Server, a opção “All information on this computer”, do “Backup Wizard”, além de copiar todos os arquivos e dados de usuários, também gera o backup ASR.

Certifique-se de que os arquivos Asr.sif e Asrpnp.sif, gerados em disquete pelo ASR, estejam disponíveis e protegidos. Se o disquete que contém estes arquivos estiver danificado, pode-se recuperá-los da pasta systemroot\Repair. Estes arquivos também podem ser copiados manualmente para uma outra localização, para aumentar o nível de proteção.

Como política de recuperação de desastres, o serviço de RIS (Remote Installation Services) pode ser utilizado em conjunto com o ASR para prover um processo totalmente automatizado de recuperação. Para maiores informações sobre isto, acesse o documento “Designing RIS Installations“.

O ASR substitui o ERD (Emergency Repair Disk), introduzido junto com o Windows 2000. Porém, o ERD não formatava ou re-configurava os discos durante o processo de restauração de arquivos danificados ou perdidos. O ASR, ao contrário, sempre formata a partição de boot e pode formatar, se necessário, a partição de sistema.

Conclusão
Podemos concluir que o ASR de forma alguma substitui uma boa política de backup (incluindo testes de recuperação) dos dados críticos, incluindo informações de usuários. Porém, se planejado junto com esta política, se torna uma ferramenta poderosa de recuperação de desastres, sendo possível restaurar um servidor danificado em minutos. E logicamente, vai poupar um bom esforço dos administradores de rede e sistemas.

Fonte: Danilo Bordini – Forum do Baboo

Controlando Extensões em Servidores Windows e Linux

Um dos maiores problemas que todos encontramos nos clientes é a quantidade de arquivo não produtivos nos servidores de arquivos. Cheguei a ver um servidor com mais de 20GB de música mp3, sem contar os filmes e fotos.

Todo esse conteúdo, além de consumir recursos físicos como servidores, consome tempo dos colaboradores e dos administradores, podendo ainda levar a empresa a ser multada por possuir arquivos que ferem a propriedade intelectual.

Abaixo, vou explicar como podemos utilizar o FSRM para aumentar a produtividade e o controle sobre os servidores de arquivos Windows e como realizar as mesmas alterações no SAMBA.

File Server Resource Manager

O FSRM (File Server Resource Manager) é um conjunto de ferramentas disponível apenas no Windows Server 2003 R2 que possibilita os administradores controlar e gerenciar a quantidade e os tipos de arquivos que são armazenados nos servidores. Com ele podemos estabelecer quotas por pastas, configurar os tipos de arquivos que podem ser gravados e gerar relatórios sobre a forma como está sendo utilizado o espaço em disco.

Instalando o File Server Resource Manager

  1. Abra o Control Panel;
  2. Em Add or Remove Programs, clique Add/Remove Windows Components;
  3. Em Windows Components Wizard, selecione Management and Monitoring Tools e então clique Details;
  4. Clique File Server Resource Manager;
  5. Clique OK, depois em Next, e então clique em Finish.

Bloqueando o armazenado de Audio e Video

Para bloquearmos a gravação de arquivos de áudio e vídeo em um determinado diretório

  1. Click com o botão direito em File Screens, e click em Create file screen.
  2. Em File screen path, escreva o endereço local do diretório ou utilize o botão Browse. Selecione o modelo Block Áudio and Vídeo Files, click Create.
  3. Tente copiar um arquivo
  4. Pronto, agora você pode escolher qualquer extensão e vetá-las no servidor de Arquivos.

    Essa notícia, coletei do IMasters.

    Mas e se fosse um servidor Linux, rodando o Samba? Muito mais fácil, essa já uso há algum tempo e creio que é imprescindível ao configurar um servidor de Arquivos.

    Basta adicionar a seguinte linha ao seu arquivo de configuração do SAMBA:

    veto files = /*.mp3/*.jpg/*.avi/*.mpeg/*.mpg/*.wma/*.wmv

    No caso acima o Samba irá barrar todos os arquivos que tiverem as extensões mp3, jpg, avi, mpeg, mpg, wma, wmv.

    Esta linha deve ser inserida na seção GLOBAL do arquivo smb.conf, a localização deste arquivo vai variar de distro para distro, em algumas distros está em /etc e outras em /etc/samba.

    Espero que seja útil!

VNC Reverso

Sempre procurei sobre uma solução de Suporte Remoto gratuita, onde com um simples clique eu pudesse me conectar à meus clientes, sem muita interação do usuário e sem re-direcionamentos, liberações em Firewall, etc.

Trabalhei por um tempo com o NTR Support, da NTR Global. Mas se trata de uma solução muita cara, que ainda não cabe em meu orçamento. Passamos a utilizar frequentemente o TeamViewer, porém, ele é somente gratuito para uso domésticoo,  já estava me sentindo mal em utilizá-lo com tanta frequência em ambiente corporativo, sem falar na limitaçã0 de 5 minutos de suporte.

Pesquisando um pouco, encontrei alguns tutoriais sobre o VNC Reverso – SC, uma solução OpenSource, 100% customizável, onde, os re-direcionamentos e liberações são realizados apenas na instalação e na parte de Suporte,  o cliente libera conexão para a equipe em poucos cliques.

Resolvi customizar um tutorial e espalhar ao mundo, tendo em vista a grande utilidade que esta solução me proporcionou.

Vamos aos passos para criação:

1. Baixar o UltraVNC em http://www.uvnc.com/download/index.html

2. Baixar o arquivo custom.zip em http://www.uvnc.com/pchelpware/sc/create.html

3. Extrair os arquivos para customização, são eles:

icon1.ico
icon2.ico
logo.bmp
rc4.key
helpdesk.txt
background.bmp

Esta é a imagem Default do Client VNC SC

Os arquivos BMP e ICO podem ser customizados conforme os padrões de sua empresa, caso queira conferir como ficou o meu, baixe o mesmo aqui.

As alterações importantes devem ser feitas no arquivo helpdesk.txt, o próprio site do UltraVNC explica passo-a-passo, neste link. Vou mencionar apenas as linhas importantes deste arquivo.

[HOST]

Suporte – João ***** aqui você coloca um nome para a conexão

-connect 200.221.xxx.xxx:5500 –noregistry *** aqui voce configura o ip externo da maquina e a porta de acesso.

Obs.: você pode repetir host quantas vezes forem necessário ex.: se você possuri 10 maquina que darão suporte remoto você pode listar o nome e o ip das 10 maquinas aqui.

Após customizado completamente,você deve compactar os arquivos novamente com o nome custom.zip, acessar o site:  http://support1.uvnc.com/cgi-bin/upload3.pl e fazer Upload deste arquivo para compilação.

O usuário é foo e a senha foobar.
Faça o upload e baixe o executável, já pronto para disponibilizar à seus clientes.
A  porta que o VNC Listening usa é 5500, essa porta precisa estar liberada no Firewall e roteada para a máquina de Suporte para que funcione o programa.
Particularmente, configurei cada máquina que dará Suporte com uma porta diferente no VNC Listening, para que pudesse fazer o Roteamento para cada membro da equipe. Para usar o Listening Viewer com uma porta diferente, use o comando:

“C:\Program Files\UltraVNC\vncviewer.exe” -listen 5501 (Coloque o número da porta no final)

Pronto, basta disponibilizar o executável à seus clientes e realizar acesso remoto às máquinas deles sem realizar alterações no firewall ou roteador, confira como ficou  meu:

PS: O mesmo também pode ser utilizado mesmo sem IP Fixo, basta colocar o endereço DynDNS no campo HOST do arquivo helpdesk.txt ao invés do IP.

Instalar o Windows 7 Usando um pendrive

http://i376.photobucket.com/albums/oo205/guiaultimate/Windows7-2.png?t=1245038212Cansado de ficar gastando DVDs para instalar o Windows 7? Com esta dica simples você pode criar um pendrive bootável que permitirá que você instale o Windows 7 como se estivesse instalando do próprio DVD! Um método alternativo que facilita muito na hora de decidir formatar!

Já exclareço aqui que este tutorial é exatamente o que contém no site do Baboo, eu só postei aqui porque acho esse método mais simples para formatar o pc usando o Pendrive, Então quero deixar bem claro que os méritos são deles.

Antes de prosseguir, você precisará destes dois itens:

- o DVD de instalação do Windows 7
- um pendrive com 4 GB ou mais de capacidade

Se você já tem os dois, basta seguir os passos abaixo:

1- Insira seu pendrive em uma porta USB do computador.

2- Execute o prompt de comando como Administrador (no menu Iniciar, digite cmd, clique com o botão direito do mouse sobre ele e escolha Executar como Administrador):

35653 03 Instalar o Windows 7 Usando um pendrive

3- Com o prompt de comando abaixo, digite os seguintes comandos (pressione ENTER após digitar cada um deles):

diskpart (ENTER)
list disk (ENTER)

O pendrive e os HDs no computador serão listados. Neste exemplo, o número do pendrive é 3.

4- Agora digite os comandos abaixo, sempre pressionando ENTER após cada um deles:

select disk 3 (ENTER)
clean (ENTER)
create partition primary (ENTER)
select partition 3 (ENTER)
active (ENTER)
format fs=NTFS (ENTER)
assign (ENTER)
exit (ENTER)

Com isso seu pendrive será formatado e particionado.

5- Insira seu DVD do Windows 7 (ou do Windows Vista, caso você queira instalá-lo) no drive de DVD se seu computador.

6- Usando o prompt de comando, navegue até o diretório de boot do DVD (que neste exemplo é o drive D:\):

D:\
cd D:\boot

7- Use o bootsect para definir o pendrive (que neste exemplo é o drive G:\) como um drive bootável:

bootsect /nt60 g: (ENTER)

Depois disso, feche o prompt de comando.

8- Agora copie todo o conteúdo do DVD de instalação para o pendrive:

35653 01 Instalar o Windows 7 Usando um pendrive

35653 02 Instalar o Windows 7 Usando um pendrive
O pendrive depois de pronto e já com os arquivos copiados

9- Agora é só configurar a BIOS do seu computador para executar o boot via USB e pronto!

Fazendo auditoria no Exchange 2007

Tutorial muito útil, encontrado no site do Anderson Patrício, mostrando como fazer auditoria em nível de Hub Transport no Exchange Server 2007.

O Exchange Server 2007 inovou na parte de auditoria de mailbox, que deixa de ser somente em nível de mailboxstore mas também podemos criar em nível de Hub Transport, isto só é possível, por que qualquer mensagem enviada pelo Mailbox Server passa pelo Hub Transport Server, com isto podemos fazer este tipo de auditoria.

Solução

 Para criarmos através do Exchange Management Console, devemos efetuar os seguintes passos:

  1. Abrir o Exchange Management Console
  2. Expandir Hub Transport
  3. Na Toolbox Actions clicar em New Journaling Rule

  1. New Journaling Rule. Aqui que temos várias opções, vamos explanar cada uma delas:

Rule name: Nome que daremos a regra, este nome deve ser breve e representar o motivo da regra
Journal e-mail address: Qual e-mail que receberá as mensagens da caixa auditada
Scope: Temos três níveis de escopo Global que compõe mensagens internas e externas; Internal somente mensagens internas; External somente mensagens com emissor ou receptor de origem externa

Journal e-mail for recipient: devemos marcar o recipiente que receberá a auditoria em nosso exemplo yuri@contoso.beta

E por último devemos marcar Enable Rule e clicar em New

  1. Completion. Tela final do assistente informando que o cmdlet (New-JournalRule)foi executado com sucesso.

Testando o Journal

Como estamos auditando o usuário Yuri, vamos enviar um e-mail de um usuário qualquer para ele (em nosso exemplo este usuário se chama Alexandre). Segue a mensagem:

Agora, vamos até a caixa do Administrator e aparece a mensagem enviada para o usuário Yuri, com todas opções utilizadas e a mensagem em si, fica em anexo com o nome do arquivo o subject da mensagem enviada.

Conclusão

Neste tutorial foi mostrado como auditar uma mailbox seja interna, externa ou em ambos através do Journaling uma funcionalidade nova da funçãoHub Transport Server.

Virtualização

Desta vez, vou voltar a falar novamente de minha distro Linux predileta. Já passei por situações há dois anos atrás, de ter de desenvolver projetos de virtualização de Windows Server sobre o Xen, mais especificamente sobre o Xen, rodando no SLES 10.

Na época, virtualização ainda não era meu foco, apesar de já estar virando uma realidade no mundo, ainda não existia recursos suficientes ao Xen, para virtualizar um produto Microsoft,  (Windows Server 2000) sobre ele. Mas com muito apoio técnico (Novell, 4Linux, outros), conseguimos realizar tal “façanha”, porém, sem um pingo de performance, nem confiabilidade no sistema.

Hoje,  graças à uma parceria Novell x Microsoft, isso já é uma realidade com o Windows Server 2008 em algumas de suas versões.

Dois anos se passaram e, ainda sou um pouco amador no mundo da consolidação e virtualização, mas em meus Labs (Já teste Virtual Server, Metaframe, VMWare) o Xen oferece os maiores recursos, além do maior custo x benefício x praticidade (Além de vir integrado ao SLES).

Sobre o Xen:

O Xen é uma plataforma de virtualização livre para as arquiteturas x86x86-64IA-32IA-64 e PowerPC. A versão open source do Xen distingue-se do VMware por NÃO oferecer interface gráfica com funções avançadas de gerenciamento que permitam a criação de um data center virtual, em contrapartida, todo o gerenciamento é muito mais flexível em linha de comando, permitindo que você crie o seu DataCenter Virtual de acordo com suas necessidades, sendo assim, muito superior ao VMware, além de possuir melhor performance, a velocidade das máquinas virtuais paravirtualizadas pelo Xen são muito próximas da máquina real, tecnologia exclusiva do Xen.

Caso o usuário queria a interface gráfica do Xen, deve optar pela versão paga oferecida pela empresa Citrix, igualando-se ao VMWare no sentido de ter telas gráficas para gerenciamento do DataCenter. Ele permite que se rode vários sistemas operacionais em um mesmo hardware ao mesmo tempo.

Abaixo, segue o link para um tutorial, desenvolvido pelo grande Carlos Alberto, da Novell, apresentando um how-to de como criar uma máquina virtual com o Xen integrado do SLES 10 SP2, também um vídeo com a mesma apresentação.

How To Novell