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10 razões para adotar redes sociais nas empresas X Novos Problemas a Empregadores

Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.

A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).

Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study – The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:

- As empresas serão ávidas por mudança;

- Inovação de fora para dentro;

- Empresas globalmente integradas;

- Disruptivas por natureza;

- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;

Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.

Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:

- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.

O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;

A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;

Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;

Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;

Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;

Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;

Referênciasé uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;

Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;

Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.

Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.

Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.

Por Marcelo Bastos (http://hsm.updateordie.com/author/mbastos/)

Este texto foi publicado, originalmente, no Blog da HSM.

Opinião meio contraditória não acham? Por outro lado, temos a perca de produtividade por abusos:

Jogos no Facebook causam novos problemas para empregadores

Perda diária de produtividade das empresas pode chegar a 12,5%. Cerca de 20% dos usuários da rede social jogam os games.

Para muitos empregadores, Facebook, MySpace e outras redes sociais já são um flagelo no que tange a perdas de produtividade. Agora eles têm algo mais com que se preocupar: os jogos que esses sites oferecem.

Esse novo gênero de games sociais permite que as pessoas joguem com os amigos sem que todos precisem estar online ao mesmo tempo.

O envolvimento de baixa intensidade requerido fez com que jogos como “Farmville”, “Cafe world”, “Restaurant city”, “Pet society” e “Happy aquarium”, desenvolvidos por produtoras como Zynga, Playfish, Crowdstar e Slashkey, ganhassem popularidade entre os trabalhadores, que muitas vezes se conectam para jogá-los durante o expediente.

De acordo com uma recente pesquisa conduzida pela Associated Chambers of Commerce and Industry of India, cerca de 12,5% da produtividade do setor empresarial é desviada a cada dia para atividades em sites de redes sociais. “O que estamos vendo são mais e mais pessoas e organizações que reconhecem a perda de produtividade. Com isso, provavelmente mais bloqueios de aplicativos do Facebook por ordem dos executivos de informática serão vistos”, disse Rebecca Wettermann, da Nucleus Research.

A Nucleus Research conduziu um estudo recente sobre os efeitos das redes sociais sobre a produtividade no ambiente profissional. O levantamento constatou que cerca de metade dos funcionários de escritório dos Estados Unidos visitam sites de redes sociais no horário de trabalho, o que resulta em uma perda média da ordem de 1,5% da produtividade total do escritório.

O Facebook, que conta com 350 milhões de usuários no mundo, diz que pelo menos 20% de seus membros jogam online.

Sebastien de Halleux, presidente-executivo e co-fundador da Playfish, uma produtora de jogos on-line, disse que o crescimento na Ásia é mais rápido do que em outras regiões. “Não tínhamos ideia de que a difusão seria tão rápida. Quando conquistamos 100 mil usuários mensais, achávamos que aquilo fosse o auge do sucesso. Agora, com 60 milhões de usuários, achamos que estamos apenas no começo de algo muito maior”, disse.

Opiniões meio contraditórias não? Gostaria de saber as opiniões de cada um, comentem.

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Analistas de Sistemas são regulamentados

A comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou a proposta que regulamenta a o exercício da profissão de analista de sistema.

Segundo a Agência Senado, a proposta, conhecida como PLS 607/07, de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), deve seguir para a análise da Comissão de Assuntos Sociais, em decisão terminativa.

Analistas de Sistemas são regulamentados

Somente profissionais com diploma superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados poderão exercer a profissão, de acordo com o substitutivo aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

A proposta diz que cabe ao profissional “a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos”.

Outra profissão citada é a de técnico de informática, que poderá ser exercida por por pessoas que tenham diploma de ensino médio com curso técnico em Informática ou de Programação de Computadores.

Fonte: InfoOnline

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Operadora lança serviço de banda larga de 100 Mbps no Brasil

A operadora GVT anunciou o lançamento de um serviço banda larga de até 100 Mbps no país. Segundo comunicado da empresa, o serviço estará disponível para 73% da cobertura da empresa e 90% do seu respectivo mercado de banda larga.

O novo serviço de banda larga da GVT foi dividido em 3 Mbps, 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps, 50 Mbps e 100 Mbps, a R$ 49,90, R$ 69,90, R$ 99,90, 199,90, R$ 299,90 e R$ 499,90, respectivamente. Os preços são válidos para aquisição de banda larga dentro dos pacotes residenciais.

O cliente que optar por velocidades iguais ou superiores a 10 Mbps receberá gratuitamente o modem e contará com instalação assistida. As velocidades, de acordo com a companhia, não têm limitação para download e upload de arquivos.

Segundo a empresa, os novos pacotes tem o intuito de facilitar a exibição de vídeos em alta definição ou manipular arquivos pesados. Isso também mantém o alto desempenho também quando compartilhada entre várias máquinas. A empresa informa ainda que as velocidades de 50 Mbps e 100 Mbps são mais indicadas para escritórios e pequenos negócios que mantêm vários computadores ligados em rede.

“A combinação de velocidade, preço e abrangência do serviço eleva o país ao nível das nações mais avançadas em banda larga, e proporciona aos usuários novas experiências no mundo virtual”, declara o vice-presidente de Marketing e Vendas da empresa, Alcides Troller Pinto.

As cidades nas quais o serviço será comercializado podem ser vistas no site da empresa.

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Speedy estreia redundância de servidores DNS

Speedy estreia redundância de servidores DNS

A Telefônica dobrou o número de servidores DNS que operam para o serviço de banda larga Speedy em seu data center em Alphaville, município de Barueri, em São Paulo.

Embora não diga quantos servidores novos foram comprados, a empresa explica que duplicou o número de máquinas usadas para trabalhar como servidor DNS. Estes equipamentos convertem os endereços que o usuário digita em seu browser para o número IP correspondente ao site na web.

Os servidores DNS foram alvo, em abril deste ano, de ataques crackers que comprometeram gravemente a estabilidade do Speedy. Como parte do plano da companhia submetido à Anatel para melhorar seu serviço de internet, está dobrar sua infraestrutura de DNS.

Com as mudanças em Alphaville, metade desse trabalho foi concluído. Agora, a empresa deve duplicar também os servidores DNS usados em sua outra central de acesso, na região do Ibirapuera, em São Paulo.

Com a conclusão dessa fase, haverá servidores redundantes que só entram em funcionamento caso outras máquinas falhem ou sofram ataques externos, como os ocorridos em abril deste ano.

Em nota, a empresa diz que a central de Alphaville tinha capacidade para processar 80 mil pedidos de acesso a sites por segundo e que, agora, essa capacidade subiu para 160 mil solicitações por segundo.

Além de novas máquinas, a companhia diz que mudou algumas rotinas, como por exemplo, separar os servidores que autenticam o usuário na rede Speedy dos servidores que fazem a conversão de DNS, medida que segundo a empresa diminui a chance de panes.

As modificações foram feitas durante o final de semana, período de menor acesso à web. A telecom explica que em até 180 dias contados a partir de 26 de junho terá concluído um processo de melhorias em sua rede de banda larga.

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SORRIA! VOCÊ ESTÁ SENDO MONITORADO!

Ler e-mails, navegar pela Internet, conversar via mensagens instantâneas, falar ao telefone…

Todas estas atividades podem ser – e são – controladas em muitas empresas hoje em dia. A tecnologia criou novas oportunidades para o funcionário que quer “dar um tempo” no serviço e se distrair utilizando suas ferramentas de trabalho… “A fiscalização dos funcionários é um direito do empregador. O poder de controle pode ser exercido diretamente pelo superior hierárquico ou pelos próprios meios eletrônicos, ou seja, câmeras, gravadores…

É fundamental que os colaboradores tenham conhecimento desta fiscalização e também que ela seja autorizada por escrito”, explica a Doutora Fabíola Marques, presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo. 

Novos programas de monitoramento estão sendo desenvolvidos, pois os gerentes começam a fazer “vista grossa” em relação às atividades de seus funcionários na rede, tornando obrigatória a instalação de programas que monitoram a navegação, examinam e-mails e restringem os sites que podem ser acessados.

É o caso do Sistema ÚnicoNET, que possui ferramentas para controle, segurança e ferramentas de negócios para aumentar a lucratividade da empresa. 

 

O consultor em segurança na Internet da ÚnicoNET, Oracio Kuradomi, explica como funciona o sistema: “O empresário tem opção de escolher a forma de monitoramento e a quem ele será aplicado. O sistema monitora praticamente tudo! MSN, e-mails, anti-vírus, relatórios… Toda a conversa entre funcionários fica registrada”. Também é possível permitir que o colaborador acesse determinados sites durante o horário de trabalho, liberando os demais para depois do expediente. 

Outra ferramenta interessante é o envio de cópias e direcionamento de e-mails. “Se alguém de fora manda um currículo para o diretor da empresa, o sistema checa as palavras e o encaminha para alguém da área de Recursos Humanos.

Quando chega um e-mail com um pedido de vendas urgente, uma cópia é encaminhada para o gerente da área” exemplifica Kuradomi. Mensagens indesejadas também podem ser bloqueadas e arquivos suspeitos impedidos de serem abertos, bloqueando qualquer tipo de vírus. 

E O TEMPO OCIOSO? 

Isso tudo acontece por uma razão: muitos profissionais deixam de trabalhar para bater papo ou navegar em sites relacionados a assuntos pessoais. É o que apontou uma pesquisa realizada pela consultoria internacional Websense divulgada em 2006 no site O Globo Online. 

O estudo “Web@Work América Latina” contou com a participação de mais de 400 funcionários de empresas do Brasil, Chile, México e Colômbia, sendo cerca de 200 gerentes da área de Tecnologia da Informação e os demais de áreas diversas. 

As constatações? 

Pelo menos 80% dos brasileiros entrevistados gastam tempo de trabalho acessando sites não-relacionados ao trabalho, sendo o tempo médio de 4,7 horas por semana – mais do que o dobro do tempo apontado na pesquisa de 2005. Kuradomi sabe bem o que é isso… “Existe uma rotina do funcionário: ao chegar ele liga o computador, lê os e-mails, liga o MSN e começa a dar ‘Oi’ para todo mundo (risos). Responde e encaminha e-mails e, é claro, entra no Orkut…”. 

O ranking dos sites mais acessados pelos brasileiros está assim: 

- sites de notícias: 64% 

- sites de finanças: 51% 

- e-mail pessoal: 42% 

- lojas virtuais: 36% 

- sites esportivos: 26% 

Pelo menos 12% admitiram ter acessado sites ou conteúdos pornográficos proposital ou acidentalmente em computadores ou notebooks da empresa. 

As mensagens instantâneas estão entre as preferidas também: dois em cada três funcionários (68%) de empresas da América Latina usam mensagens instantâneas horário de trabalho, sendo 19% deles para assuntos pessoais. Porém, as empresas aprovaram o uso de programa de mensagens instantâneas no ambiente de trabalho – pelo menos 43% delas… 

O “cafezinho” é coisa do passado! Pelo menos 64% dos funcionários brasileiros preferem abrir mão da pausa para o café para poder usar a Internet no trabalho para fins pessoais. 

SEPARANDO O PESSOAL DO PROFISSIONAL… 

Muitos acreditam que o monitoramento pode invadir a privacidade do profissional, mas é fato que ele não pode ultrapassar algumas barreiras. “Entendo que em todos os tipos de empresa pode ocorrer o monitoramento, desde que ele não viole a intimidade da pessoa. Por exemplo, não acho correto o empregador instalar câmeras de vídeo nos banheiros utilizados pelos funcionários, no entanto, nos locais de trabalho, esta fiscalização é possível, desde que a pessoa tenha conhecimento do fato e autorize tal forma de fiscalização”, comenta a advogada, Doutora Fabíola. 

O consultor Kuradomi também tem a mesma opinião. “Não invadimos a privacidade de ninguém, pois o sistema não vê o e-mail pessoal do funcionário e este só pode trabalhar com o e-mail profissional durante o dia”. 

Segundo Fabíola, às vezes fica difícil separar o pessoal do profissional, mas o objetivo não deve ser limitar ou impedir que os funcionários resolvam questões particulares… “A idéia é evitar problemas para a empresa e garantir a segurança dos colaboradores”. Para ela, a melhor maneira de implantar esta forma de fiscalização é criar programas com a participação efetiva de todos os envolvidos. 

MAS ATÉ AONDE TUDO ISSO VAI? 

Alguns limites devem ser observados e o funcionário também deve fazer a sua parte: quando sentir que está tendo a sua privacidade invadida, ele deve lutar por seus direitos! 

Confira os limites da vigilância permitidos nas empresas segundo uma matéria publicada na Revista Exame, em outubro de 2006: 

Permitido 

  •  limitar o acesso a sites considerados de conteúdo inapropriado 
  •  verificar o conteúdo dos e-mails corporativos enviados e recebidos 
  •  bloquear o uso de telefones fixos e celulares e gravar ligações sobre assuntos pessoais feitas na empresa 

Contra a lei 

  •  gravar imagens com câmeras internas e usá-las indevidamente 
  •  espionar o conteúdo da caixa postal de e-mail particular do funcionário 
  •  utilizar tecnologias de rastreamentos (GPS) sem autorização prévia do funcionário 

Como o funcionário deve se proteger? 

Ficando atento no Código Interno da empresa, usando o e-mail com cuidado e controlando tudo o que, com quem e como fala ao telefone. “Se o funcionário entender que a empresa passou dos limites, a melhor forma é conversar com seus superiores hierárquicos. Se a conversa não for possível, o empregado poderá comunicar o fato à Delegacia Regional do Trabalho, ao seu Sindicato e ao Ministério Público do Trabalho. Em caso de rescisão de contrato de trabalho, ele deve consultar um advogado”, aconselha a Doutora Fabíola. 

FAZENDO JUSTIÇA! 

A Justiça Brasileira julgou, desde 2000 até setembro de 2006, cerca de 700 casos de crimes eletrônicos, como o vazamento de informações pela Internet para concorrentes e a publicação de dados falsos. Casos como o de demissão por justa causa devido ao monitoramento de sites e e-mails tem se tornado cada vez mais comuns. 

Em dezembro do ano passado, a 2ª Vara do Trabalho de Cachoeirinha (RS) confirmou a demissão por justa causa de um funcionário retirado de suas funções por acessar sites pornográficos durante o horário de expediente. O funcionário havia entrado com um processo por danos morais contra a empresa, alegando que sua dispensa não teria sido justificada. A Justiça entendeu que os fatos traduzem grave violação contratual e justificam a demissão por justa causa. 

Uma ex-funcionárias da Nestlé também foi demitida por justa causa por divulgar noticias sobre a empresa aos colegas de trabalho. Ela recorreu alegando que a empresa teria violado sua correspondência eletrônica pessoal e que ela teria sido exposta a constrangimento ao ser conduzida, na frente de todos, por seguranças da empresa na sua saída. A Justiça decidiu a favor da empresa por considerar que o e-mail fornecido como ferramenta de trabalho pertence à empresa, e não ao funcionário, e a companhia tem o direito de investigar seu conteúdo e penalizar seu mau uso. “Acho que muita coisa vai mudar no futuro. O controle vai ser obrigatório, não tem como fugir disso… Mas a Legislação da Internet também tem que mudar!”, diz Kuradomi. 

Fabíola também acha que muita coisa ainda deve ser feita: “Acredito que a fiscalização dos colaboradores por meios eletrônicos deve ser amplamente discutida para que não existam excessos. Tudo vai depender da evolução e dos limites impostos pela própria sociedade. De qualquer forma, é importante tomarmos cuidado para que o contato direto entre funcionário e empregador sempre exista. Só assim teremos garantias de que as relações trabalhistas se desenvolvam de forma a garantir os direitos dos empregados e também dos empregadores”. 

Fonte: Bruna Martinho – Catho On-line

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Ataques de hackers causam problemas no Speedy, diz Telefônica

Internautas reclamam de dificuldades de conexão desde segunda-feira (6). Não há prazo para normalização do acesso ao serviço de banda larga.

A Telefônica divulgou nota nesta quinta-feira (9) para explicar as dificuldades de acesso enfrentadas pelos clientes do Speedy nesta semana. “A Telefônica informa que, nos últimos dias, parte da sua infraestrutura que dá suporte ao acesso à internet tem sido alvo de ações deliberadas e de origem externa que acarretaram dificuldades de navegação em páginas da internet aos seus clientes”, informou a empresa. Leia nota na íntegra.

 A dificuldade de acesso em São Paulo, que teve início na segunda-feira (6), se estende até esta quinta (9). Ao G1 e no site de microblogs Twitter, diversos internautas relatam os problemas enfrentados. Segundo o Procon-SP, os consumidores que ficaram sem acesso ao serviço de banda larga Speedy poderão pedir abatimento na conta proporcional aos dias que não conseguiram conexão. 


Na nota desta quinta, a empresa afirmou que as ações externas – provocadas por hackers - desestabilizaram os servidores DNS (Servidor de Nome de Domínio, em português). Esses servidores funcionam como um “mapa” da internet: quando o usuário pede para acessar o site “www.globo.com”, por exemplo, o servidor “traduz” o comando em um código numérico chamado endereço IP. Sem o DNS, o internauta não consegue, ao digitar o endereço, ser encaminhado para o site que está tentando acessar. 

“Essas ações externas caracterizam-se pela criação artificial de um número elevado de solicitações simultâneas aos servidores DNS. Esta ação intencional visa esgotar a capacidade dos servidores e fazer com que as solicitações artificiais concorram com as solicitações legítimas, gerando as dificuldades de navegação em páginas de internet (portais, websites etc)”, continua a nota. Apesar de dificultar a navegação, a Telefônica afirma que esse problema não interrompe serviços de mensagem e de trocas de arquivo por meio de redes peer-to-peer (P2P). 

No texto, a companhia disse adotar “todos os procedimentos conhecidos para detecção e proteção contra esse tipo de ação e minimização e correção dos seus efeitos”. Não há um prazo para o funcionamento normal do Speedy, mas a empresa afirma empreender esforços para normalizar a operação de sua rede o mais rápido possível. A Telefônica também disse lamentar o transtorno.

 ‘Normalizado’

Na quarta (8), a companhia divulgou uma nota afirmando que o serviço estava normalizado. “A Telefônica informa que, desde as 21h30 de terça (07/04), o Speedy encontra-se funcionando dentro dos padrões de normalidade”, disse a empresa. No texto, a Telefônica confirmou que haviam sido detectadas dificuldades de navegação entre clientes do serviço. “A empresa mobilizou suas equipes para normalizar a situação no menor prazo possível, o que, efetivamente, ocorreu na noite da terça-feira”, diz a nota.

 Reclamações

Em e-mails enviados ao G1, diversos leitores afirmam ainda enfrentar problemas. “Hoje, 09/04/2009, as 12:02 não consigo me conectar via Speedy”, diz uma das mensagens. Outra leitora afirma: “estou tendo problemas com o Speedy, e como outros usuários não consegui falar com a Telefônica. Isso está acontecendo desde 3ª feira e ainda hoje não consegui pedir ajuda, pois o telefone de atendimento ao consumidor dá ocupado direto”. 

Também há reclamações referentes à noite de quarta-feira, quando teoricamente o problema já havia sido solucionado. “Não consegui acessar a internet de casa na terça nem na quarta-feira à noite. E também não conseguia falar com a Telefônica, pois o serviço de atendimento ao cliente deles só dava ocupado”, afirmou ao G1 o desenhista e projetista Marco Antonio Mendo, 53, que mora na Vila Buarque. Pelo fato de o Speedy ser em sua conexão doméstica, e ele estar no trabalho, Mendo não sabe se o serviço foi normalizado pela manhã. 

“Apesar de a Telefônica alegar que o Speedy está funcionado dentro da normalidade, não é o que está acontecendo. Quarta-feira, 21:10h, enfrentei, assim como os meus vizinhos, problemas para manter a conexão aqui em Itaquera”, dizia outra mensagem. Uma leitora escreveu ainda: “continua com problemas, sim. Estou tendo dificuldade para acessar a maioria dos websites”. 

 Twitter

Assim como acontece desde que os problemas de acesso começaram, na segunda-feira, muitos internautas usam o site de microblog Twitter para reclamar da conexão. 

Na manhã de quinta, os usuários postaram os seguintes comentários sobre o Speedy: “ainda persistem os problemas, 4 dias já!!! Ontem o suporte nem atendia telefone!!”, “Ainda sem internet. E o detalhe é que ao tentar ligar no 10315, está dando ocupado…. Beleza Pura”, “nesse momento a conexão está absolutamente instável, porém estou conectado” e “Véééspera de feriado e a Speedy tá pensando em funcionar”.

Fonte: G1

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Nova Geração de Certificações Microsoft

A nova geração de certificação Microsoft, consiste de quatro credenciais (Technology SpecialistIT Professional,Professional Developer e Architect), proporcionando assim uma estrutura mais simplificada e focada nas diversas linhas de produto Microsoft. Esta nova estrutura permite que profissionais de TI validem skills técnicos, profissionais e de arquitetura no mercado. Suas habilidades são expostas de uma maneira mais relevante, flexível e eficaz.

Existem certificações para todas as áreas de TI, de infra-estrutura, desenvolvimento e banco de dados. Escolha a que se adapta melhor as suas necessidades ou know-how.
Clique aqui e saiba mais.

A certificação é dividida em três níveis: Especialista de produto (primeiro nível da pirâmide), Profissional de produto (especialização em infra-estrutura ou desenvolvimento) e Arquiteto (Professional mais completo com skill de negócios).

Segue gráfico que mostra estes três níveis: estes são compostos de 4 credenciais: Technology Specialist – Especialista de Produto (de 1 a 3 provas), IT Professional ou Professional Developer – Profissional de Produto (de 1 a 3 provas) e Architect – Solução de Produto (apresentação projeto para banca examinadora

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Embratel conclui redes WiMAX em 12 cidades

A Embratel montou redes WiMAX em 12 capitais brasileiras, onde deve oferecer serviços corporativos.

A informação foi revelada pela Embratel em comunicado ao mercado de ações. No início deste ano, a CVM, órgão que regula as empresas de capital aberto, pediu informações mais detalhadas sobre os investimentos da companhia em redes WiMAX.

Segundo a Embratel, seus investimentos em WiMAX somarão R$ 175 milhões. A primeira fase, já concluída, montou redes nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo

Numa segunda etapa, outros 49 municípios serão beneficiados pela rede. Ao todo, a Embratel instalará 1018 rádios ERB para fornecer o sinal sem fio de acesso à web no padrão WiMAX.

No comunicado, a empresa afirma que não pretende oferecer banda larga sem fio para o mercado doméstico, segmento onde a tecnologia 3G está em vantagem. A idéia é usar o WiMAX para fornecer serviços corporativos a pequenas e médias empresas localizadas na área de cobertura das redes.

A Embratel diz em seu comunicado que se reserva o direito de não revelar quais são os fornecedores dos equipamentos usados para montar a rede. A companhia também não revela características técnicas da rede, como velocidade de tráfego de dados ou se a rede será para acesso fixo ou WiMAX móvel.

Informações técnicas e modelo de negócio para explorar a rede deverão ser revelados pela Embratel só após o final do mês.

Fonte: INFO

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Brasil tem a quinta pior banda larga do mundo

Estudo da Cisco Systems chamado “Broadband Quality Score” (BQS, em tradução livre, pontuação para a qualidade em banda larga) aponta que o Brasil tem a quinta pior banda larga do mundo, na frente apenas de Chipre, México, China e Índia. 

O cálculo avalia a qualidade e o índice de penetração da tecnologia. Para se ter uma idéia, existem 8,675 milhões de conexões banda larga no país e 45% deste total tem velocidade entre 256 kbps (kilobits por segundo)e 512 kbps, segundo dados do IDC do primeiro trimestre deste ano. Conexões entre 512 kbps e 1 Mbps totalizavam 21%, e velocidades maiores que 1 Mbps (megabits por segundo) apenas 7%.

A comScore confirma a falta de qualidade da banda larga brasileira: pesquisa indica que os brasileiros tendem a visitar sites multimídia com a mesma freqüência que os internautas do resto do mundo, mas que o acesso é menor do que a média mundial devido a impedimentos tecnológicos.

Uma das medidas do governo brasileiro para “bandalargar” o Brasil foi a revisão do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado, que obriga as concessionárias de telefonia fixa a levar a rede de banda larga até a sede de todos os municípios brasileiros até dezembro de 2010.

Com isso, ficou estabelecido que 40% dos municípios deverão ser atendidos até dezembro de 2008, 80%, até dezembro de 2009 e 100%, até dezembro de 2010. 

A velocidade da banda larga para municípios com até 20 mil habitantes deverá ser de, no mínimo, 8 Mbps; entre 20 mil e 40 mil, no mínimo, 16 Mbps; entre 40 mil e 60 mil, no mínimo, 32 Mbps; e acima de 60 mil, no mínimo, 64 Mbps.

Segundo a avaliação do BQS, os serviços mais usados atualmente, como vídeos streaming e redes sociais, pressupõem que se tenha uma conexão banda larga que ofereça velocidade de 3,75 Mbps de download e 1 Mbps de upload.

No entanto, para que haja qualidade na experiência do futuro na Internet, considerando os serviços que estarão disponíveis e serão demandados daqui um ano, será necessária velocidade de download de 11,25 Mbps e 5 Mbps de upload. 

O estudo mostra que, do final de 2009 para 2015, a demanda será por vídeos streaming de alta definição (como os que já são oferecidos no Joost), compartilhamento de arquivos grandes, IPTV de alta definição e videoconferência deve sair do ambiente empresarial para se tornar mais um serviço ao consumidor na Internet, como os mensageiros instantâneos.

A conclusão do BQS é que o único país que está pronto para o futuro é o Japão.

Os critérios de avaliação do BQS incluíram velocidades de download (recebimento de dados), upload (envio de dados) e a latência (tempo que um pacote de dados leva da fonte ao seu destino).

Mais informações sobre o estudo podem ser encontrados no site da Oxford University.

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Microsoft prepara Gazelle, substituto do IE

Segundo o site de pesquisas da Microsoft, a companhia está trabalhando em um navegador substituto ao Internet Explorer, chamado Gazelle. Com apelo principal voltado para segurança, o navegador será concebido como um sistema operacional que comandará as funções de proteção de maneira independente ao computador.

De acordo com o site da MS, “o protótipo em execução e avaliação indica que um browser rodando como sistema operacional gera uma melhora significativa na segurança e compatibilidade”.

Quanto ao apelo da segurança, esse é visto por especialistas como forma de diminuir o estigma de que o IE é um browser mais propenso a ataques de criminosos virtuais.

Ainda não foi informada a data de lançamento do Gazelle aos usuários.

 Luta com a concorrência

A iniciativa da gigante dos softwares busca desacelerar o crescimento dos concorrentes, como Firefox e Chrome, e diminuir as perdas de participação da companhia no mercado dos navegadores.

Segundo dados da Net Applications relativos ao mês de fevereiro de 2009, o Firefox 3.0 fechou o mês com participação de 19,28% no setor de navegadores, ficando à frente do IE6, que atingiu 19,14%.

Já o IE 7, versão mais recente do navegador da Microsoft, continua como primeiro no ranking, com 47,81% dos usuários.

As duas versões do Safari, da Apple, 3.2 e 3.1 têm, respectivamente, 4,34% e 2,49% do mercado. O Google Chrome conta com 1,12% e o Opera 9 0,68%.

Fonte: PeopleWare

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