Category Archives: Sistema Operacional

Windows Phone 7 Series

A Microsoft apresentou ontem durante a Mobile World Congress o Windows Phone 7 Series, o resultado de mais de 1 ano de trabalho recebendo o feedback dos usuários, testando designs e trazendo finalmente uma nova e única experiência para o mundo mobile.

Com a nova plataforma, a Microsoft traz para o celular um novo software com design mais inteligente e integrado com muitos serviços de diversas formas. Os Windows Phones 7 Series trazem integração com o Xbox Live e a experiência do Zune HD, como você confere no vídeo abaixo:

Cerca de 1 ano atrás, nós demos uma boa olhada nos smartphones presentes no mercado, particularmente no seu design. Percebemos que a interface predominante nesses celulares foi desenhada a partir de um modelo que vemos nos PCs, com ícones para gerenciar e navegar, onde é fácil ter muitos aplicativos abertos separadamente e alternar entre eles. Contudo, um celular não é um PC. A tela é menor, não há mouse e você geralmente não o uso por horas seguidas.

O novo design precisava se adaptar a essa realidade, com uma maneira fácil de conseguir as informações desejadas sem que você precisasse entrar e sair de diversas aplicações. É por isso que o design criado, que você pode ver nas imagens desse texto, permite uma forte integração entre as aplicações do celular e entre o sistema operacional.

O design do Windows Phone 7 Series representa uma série de elementos com características comuns e integradas, desde o layout, às fontes e até mesmo o hardware. Essas experiências integradas são chamadas de hubs:

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People: Esse hub entrega uma forte experiência social, com conteúdo relevante sobre as pessoas da sua rede de contatos, incluindo os feeds das redes sociais desses contatos, como Windows Live e Facebook. Também é possui compartilhar suas novidades e fotos com seus amigos neste hub.

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Pictures: Esse hub torna fácil compartilhar fotos e vídeos nas redes sociais em poucos passos. Os Windows PHones 7 Series também trazem integração com a Web e o PC, tornando o cellular o lugar ideal para ver as fotos e vídeo das pessoas.

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Games: Pela primeira vez temos a Xbox Live games dentro de um celular. Você poderá ver seu avatar e profile. Com mais de 23 milhões de membros ativos no mundo todo, a Xbox Live traz uma experiência única de entretenimento para os Windows Phones 7 Series.

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Music + Video: O que há de melhor no Zune agora você encontra nesse hub. Com Rádio FM, conteúdo do Pc do usuário e serviços de música online, você pode se conectar ao Zune Social no PC e compartilhar suas recomendações com outros amantes de música.

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Office: Com acesso ao Office, OneNote e SharePoint Workspace em um só lugar, você pode facilmente ler, editar e compartilhar documentos através desse hub.

Marketplace: Nesse hub você encontrará novos aplicativos e jogos para o seu celular.

Fonte: Windows Team

SystemRescueCd 1.3.5 – O Linux que ’salva’ o Windows

Foi anunciado recentemente a versão 1.3.5 do SystemRescueCD, criado por François Dupoux. O SystemRescueCd é uma distro de Gnu/Linux que corre através do leitor de CD-rom para permitir a reparação do sistema e recuperar os dados depois de o sistema ter “emperrado”. Esta nova versão traz um conjunto de utilitários e métodos de gestão de dados, assim como a gestão/edição de partições no disco rígido.

SystemRescueCD_2

Esta ferramenta dota o utilizador de privilégios para executar tarefas de administrador no nosso computador, tais como criar editar partições no disco. Contém imensas ferramentas do sistema (parted, partimage, fstools, …) e ferramentas básicas (editores, ferramentas de rede…).

systemrescu_2

É bastante fácil de usar, bastar colocar no leitor de CDRom e iniciar a partir do cd. O kernel suporta a maior parte das partições de ficheiros (ext2/ext3, reiserfs, reiser4, xfs, jfs, vfat, ntfs, iso9660), assim como sistemas de ficheiros de rede (samba e nfs). Veja aqui as ferramentas existentes.

É possível também bootar o SystemRescueCD através de um PEN-DRIVE. Veja aqui como fazer.

Licença:GPL
Sistemas Operativos: Linux/Windows/Mac/Solaris
Download: SystemRescueCd 1.3.5
Homepage: SystemRescueCd

Fonte: PeopleWare

Mito ou verdade: outros sistemas são mais seguros que o Windows?

A polêmica sobre este assunto é grande, então é arriscado assumir a responsabilidade de afirmar com todas as letras que isso é um mito ou verdade comprovada. Portanto, recomendamos a leitura deste artigo com atenção para que ele renda uma boa discussão entre vocês, usuários de qualquer sistema.

Vamos começar com uma breve “recapitulação”. Um vírus é um código que se aproveita de um software para entrar em ação e causar algum tipo de dano a um computador, dano esse que pode ser pequeno e irrisório ou catastrófico na pior das hipóteses. Vírus são criados por pessoas, usuários com diferentes motivações para tal: aprendizado, desafio, maldade pura para contemplar os estragos, enfim.

Quem é melhor vacinado?

Alguns mais, outros menos, mas nenhum sistema é totalmente seguro.

É inegável que o Windows registra mais casos de ataques e ocorrências muito sérias de vírus, chegando ao ponto de empresas perderem milhões de dólares em prejuízo. Isso acontece por dois motivos principais: primeiro, levando em consideração as motivações que levam alguém a desenvolver um vírus, é claro que esse alguém vai preferir atacar um sistema operacional utilizado por quase 90% dos usuários de computadores.

O segundo motivo principal para o Windows encabeçar as manchetes negativas quando o assunto é vírus é a “simpatia” do sistema operacional da Microsoft. A verdade é que o Windows foi desenvolvido para ser amigável e prático para os usuários, e esta é até uma das razões para o sucesso dele.

O preço dessa postura de entregar “mastigado” o que for possível ao usuário abre brechas que malfeitores exploram. Um exemplo: a execução automática de processos e componentes sem que o usuário tenha conhecimento e, o que é mais grave, consentimento. Este é o preço da praticidade. As últimas edições do Windows são um pouco mais rigorosas neste aspecto, uma vez que o usuário define o nível de permissões para a execução de processos e arquivos executáveis, mas não como Linux e Mac OS.

Neste aspecto, é correto falar que o Unix – que é a base do Linux e Mac OS – é mais seguro, pois estes sistemas são mais rigorosos com a execução de processos e instalação de programas. O usuário precisa participar mais, precisa ter maior consciência sobre o que se passa no computador. Nada entra em execução sem que o usuário permita. Logo, Linux e Mac OS podem ser considerados mais seguros. A contrapartida é que muitas pessoas sentem a necessidade de permissão como empecilho, pois eles não querem ser interrompidos para permitir ou bloquear tudo que se passa no computador.

Não há sistemas blindados

Com maior número de usuários, claro que o Windows é mais visado.Podemos concluir que, quando o assunto é vírus, Linux e Mac OS são mais seguros que o Windows, mas não é uma espécie de mágica intransponível. Um exemplo de vírus criado para o Mac OS é o Leap-A. Criado em 2006, esta praga mandava mensagens automáticas para os contatos do iChat. No entanto, pouquíssimos computadores foram infectados.

Uma pesquisa da gigante de segurança McAfee aponta que as brechas de segurança do Mac cresceram 228% nos últimos três anos. Já no Windows, o aumento foi de 73%. Voltando ao raciocínio de um criador de vírus: por um lado, pode não valer a pena atingir um sistema que não é tão popular como o Windows; por outro, a fama de danificar um sistema considerado invulnerável é uma motivação. Soma-se a isso o fato de que a fatia de Linux e Mac já é maior do que anos antes, então não é exagero esperar que apareçam mais ameaças concretas para outros sistemas.

Outra razão para não se sentir totalmente blindado atrás de um sistema que não o Windows são as maneiras alternativas para disparar vírus ou prejudicar um usuário. Um exemplo são os phishings – páginas fraudulentas clonadas que roubam informações de login e senha de quem as acessa. Não importa o sistema operacional, a informação é passada pelo usuário e chega aos malfeitores de qualquer jeito.

Há registros sobre a facilidade de invadir um Mac.Já em termos de invasão, um Mac, por exemplo, pode ser tão vulnerável quanto o Windows, até mais.  Em um concurso promovido em março de 2009, um hacker conseguiu invadir um notebook da Apple em 10 segundos. Antes da competição, o vencedor pesquisou o código do sistema e fez o alerta: o portátil seria um alvo fácil. O que este concurso pode indicar? Que é possível encontrar brechas de segurança através do extenso conhecimento de um sistema. Qualquer sistema.

Esta discussão não é definitiva. Usuários Windows defendem o sistema da Microsoft da mesma maneira que os usuários de Linux e Mac. Isso só leva a uma conclusão definitiva e indubitável: o melhor antivírus e antipragas de qualquer computador, com qualquer sistema, é o usuário.

A maioria – maioria mesmo, esmagadora – dos vírus aproveita a ingenuidade e desatenção dos usuários como o gatilho de qualquer praga. Seja através de um link contaminado, um anexo disfarçado ou uma página fraudulenta, é o usuário quem “convida o vírus para dentro de casa”.

Tenha sempre cuidado redobrado com os propagadores de vírus.

Independente do sistema operacional e do programa antivírus instalado, é a atenção do usuário que mantém um computador protegido de vírus. Os hábitos de execução de programas e navegação pela internet precisam ser observados e é fundamental ler com atenção todo tipo de conteúdo acessado.

Fonte: Baixaki

Usando o Xen no OpenSuse

Assim como em outras distribuições, você pode usar o VirtualBox ou o VMware sobre o OpenSUSE, criando máquinas virtuais com outros sistemas. Apesar disso, o Yast inclui também um wizard que se encarrega de instalar e configurar o Xen, deixando-o pronto para uso.

O Xen é um software de virtualização muito usado em servidores, onde concorre com o VMware Server, o Virtuozzo e outros produtos. Um dos principal motivos do Xen ser pouco usado em desktops, onde predominam o VMware e o VirtualBox é o fato de ele ser mais complicado de instalar e configurar, um problema que o configurador do Yast se oferece para resolver:

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Com exceção do Qemu (que, embora muito lento, pode rodar sem usar um módulo de Kernel), todos os virtualizadores utilizam módulos de Kernel para ter acesso direto ao hardware e poderem assim acessar instruções privilegiadas do processador, capturar tráfego da rede e assim por diante, de forma a fazerem seu trabalho. O VMware, por exemplo, usa três módulos diferentes, o vmmon, o vmci e o vsock.

O Xen é um pouco mais intransigente, exigindo o uso de um Kernel especialmente compilado, contendo um conjunto de patches, que incluem as funções que permitem que ele tenha acesso direto ao hardware e outras funções necessárias.

Para facilitar, o wizard do OpenSUSE instala o novo Kernel automaticamente, adicionando uma opção de boot no menu do grub, o “Xen — OpenSUSE”. Como pode imaginar, é necessário reiniciar a máquina e inicializar usando a nova opção para que o Xen possa ser usado:

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Depois de reiniciar, use a opção “Criar máquina virtual” dentro da categoria “Sistema > Virtualização” do iniciar para criar as máquinas virtuais e poder testar. É possível (a partir do Xen 3.0) criar tanto VMs com outras distribuições Linux quanto com o Windows:

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Ao criar uma máquina virtual para uma distribuição Linux, você tem a opção de usar o modo de paravirtualização, que é o sistema clássico de operação do Xen, ou de usar o modo de virtualização completa, que está disponível a partir do Xen 3.0:

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O modo de paravirtualização é o mais usado em servidores, pois oferece um melhor desempenho. O grande problema é que ele exige que o sistema operacional dentro da máquina virtual seja especialmente adaptado para rodar dentro da VM. No caso das distribuições Linux, é necessário utilizar uma versão do kernel com suporte ao Xen (a maioria das grandes distribuições oferecem uma opção de boot que permite a instalação dentro da VM), mas isso não é possível no caso do Windows, que tem o código fonte fechado e não pode ser modificado.

No modo de virtualização completa, o Xen trabalha de forma similar ao VMware e outros softwares de virtualização, o que permite instalar o Windows e qualquer distribuição Linux, sem necessidade de usar um kernel especial (é por isso que ao criar uma VM com o Windows, a opção de usar o modo de paravirtualização não é mostrado). Este é o modo que você vai acabar usando na maior parte do tempo ao usar o Xen para testar vários sistemas.

O principal empecilho é que o modo de virtualização completa só funciona em máquinas com processadores Intel ou AMD recentes, com suporte ao Intel VT ou ao AMD-V. Se você usa um processador antigo, resta apenas o modo de paravirtualização.

Em seguida, você vai para o menu de configuração da máquina virtual. À primeira vista, ele parece apenas um menu de confirmação, mas na verdade todas as opções são editáveis:

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Para poder usar a VM, o absoluto mínimo é acessar a opção “Discos” e adicionar um CD-ROM, com a mídia de instalação. Você pode tanto usar o próprio drive de CD-ROM da máquina (o que é o default) quanto indicar a localização de um arquivo .ISO com a imagem do CD de instalação:

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É importante também ajustar a quantidade de memória reservada à máquina virtual. O Xen permite que você defina um valor inicial, que é a quantidade “fixa” de memória que é reservada assim que a VM é ativada e também um valor máximo, que pode ser usado em caso de necessidade. Isso evita que você precise reservar 512 MB de memória para uma VM onde você precisa de apenas 256 MB na maior parte do tempo, por exemplo:

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Você pode escolher também a placa de vídeo que será simulada. Por padrão, o Xen simula uma placa Cirrus Logic 5446, uma placa 2D antiga, da época da Trident 9680, que oferece apenas recursos básicos de aceleração em 2D, sem qualquer suporte a 3D. Para os raros casos em que você esteja instalando um sistema sem suporte a ela dentro da VM, existe a opção de simular uma placa VESA, sem recursos especiais:

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Depois de concluída a configuração, a VM será inicializada, dando boot através do CD-ROM e iniciando a instalação do sistema, como um PC normal. O Xen não possui um sistema de acesso ao vídeo local da máquina virtual, por isso utiliza um servidor VNC interno para exibir as imagens. Isso faz com que o desempenho da atualização de tela seja bastante ruim se comparado ao do VirtualBox ou do VMware Player:

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Como comentei, o Xen é otimizado para uso em servidores, onde o modo de paravirtualização oferece um bom desempenho. O wizard do OpenSUSE automatiza a instalação e configuração e o modo de virtualização completa permite que você instale o Windows ou outras distribuições Linux sem muita complicação, mas não espere que o Xen se comporte de forma tão transparente quanto o VirtualBox, que é otimizado para uso em desktops.

De qualquer forma, a facilidade de instalação no OpenSUSE faz com que o Xen mereça pelo menos um teste.

Fonte: GuiadoHardware

Instalar o Windows 7 Usando um pendrive

http://i376.photobucket.com/albums/oo205/guiaultimate/Windows7-2.png?t=1245038212Cansado de ficar gastando DVDs para instalar o Windows 7? Com esta dica simples você pode criar um pendrive bootável que permitirá que você instale o Windows 7 como se estivesse instalando do próprio DVD! Um método alternativo que facilita muito na hora de decidir formatar!

Já exclareço aqui que este tutorial é exatamente o que contém no site do Baboo, eu só postei aqui porque acho esse método mais simples para formatar o pc usando o Pendrive, Então quero deixar bem claro que os méritos são deles.

Antes de prosseguir, você precisará destes dois itens:

- o DVD de instalação do Windows 7
- um pendrive com 4 GB ou mais de capacidade

Se você já tem os dois, basta seguir os passos abaixo:

1- Insira seu pendrive em uma porta USB do computador.

2- Execute o prompt de comando como Administrador (no menu Iniciar, digite cmd, clique com o botão direito do mouse sobre ele e escolha Executar como Administrador):

35653 03 Instalar o Windows 7 Usando um pendrive

3- Com o prompt de comando abaixo, digite os seguintes comandos (pressione ENTER após digitar cada um deles):

diskpart (ENTER)
list disk (ENTER)

O pendrive e os HDs no computador serão listados. Neste exemplo, o número do pendrive é 3.

4- Agora digite os comandos abaixo, sempre pressionando ENTER após cada um deles:

select disk 3 (ENTER)
clean (ENTER)
create partition primary (ENTER)
select partition 3 (ENTER)
active (ENTER)
format fs=NTFS (ENTER)
assign (ENTER)
exit (ENTER)

Com isso seu pendrive será formatado e particionado.

5- Insira seu DVD do Windows 7 (ou do Windows Vista, caso você queira instalá-lo) no drive de DVD se seu computador.

6- Usando o prompt de comando, navegue até o diretório de boot do DVD (que neste exemplo é o drive D:\):

D:\
cd D:\boot

7- Use o bootsect para definir o pendrive (que neste exemplo é o drive G:\) como um drive bootável:

bootsect /nt60 g: (ENTER)

Depois disso, feche o prompt de comando.

8- Agora copie todo o conteúdo do DVD de instalação para o pendrive:

35653 01 Instalar o Windows 7 Usando um pendrive

35653 02 Instalar o Windows 7 Usando um pendrive
O pendrive depois de pronto e já com os arquivos copiados

9- Agora é só configurar a BIOS do seu computador para executar o boot via USB e pronto!

Microsoft Windows User State Migration Tool 3.0.1

state

Microsoft Windows User State Migration Tool é uma interessante ferramenta quem tem o objetivo migrar seus arquivos e perfis do XP ou Vista para o novo Windows 7.

O Microsoft® Windows® User State Migration Tool (USMT) v3.0.1 migra arquivos e configurações do usuário durante implementações do Windows XP e Windows Vista. Você pode utilizar o USMT para executar migrações não-assistidas e para migrar arquivos e configurações para computadores com múltiplos usuários.

Além disso, com o USMT você tem a possibilidade de criptografar e compactar os arquivos armazenados. O USMT 3.0.1 é melhor indicado para administradores que estão executando implementações aautomatizadas dos sistemas operacionais.

Esta ferramenta inclui duas ferramentas de linha de comando chamadas ScanState e LoadState. A ScanState cria um armazenamento intermediário que contém os arquivos do usuário e configurações do computador “fonte”. A LoadState restaura estes arquivos e configurações para o PC de destino.

O USMT 3.0.1 contém as seguintes atualizações para o USMT 3.0:
– Agora você pode instalar esta ferramenta em PCs com versões do Windows Vista em outros idiomas.
– No USMT 3.0, algumas configurações para as contas locais não podiam ser migradas. Isto foi corrigido no USMT 3.0.1.

Para baixar o USMT, acesse os links abaixo:

32 Bits

64 Bits

Microsoft anuncia preços do Windows 7

Com um monte dessas, você leva o novo Windows pra casa.

A quatro meses de seu lançamento, a Microsoft acabou de anunciar em seu blog de desenvolvimento os preços do Windows 7, que deve chegar às lojas no dia 22 de outubro, incluindo sua versão em português.

Os usuários que queiram migrar do XP ou Vista para o novo sistema operacional terão de desembolsar US$ 119,99, US$ 199,99 ou 219,99 para adquirir o Windows 7 Home Premium, Professional e Ultimate, respectivamente. Já para os que optarem por comprar licenças novas, a conta sairá mais salgada: o Home Premium custará US$ 199,99, o Professional 299,99 e o Ultimate US$ 319,99.

Fonte: GigaBlog

Tutorial – Otimizando o Windows 7

Apesar do novo SO da Microsoft apresentar um desempenho incrivelmente superior ao Vista, você pode realizar algumas configurações para poder acelerá-lo ainda mais, seguindo o primeiro tutorial da web para otimização do Windows 7!

1. Uma das coisas que mais pesam no desempenho do computador, é o efeito Aero. Se você não liga muito para o Visual desabilite-o. Para isso, clique com o botão direito do mouse no Desktop, e em seguida Personalize. Agora habilite o Windows 7 Basic Theme, que está localizado em Ease of Acess Themes.

Passo 1

2. Assim com o seu antecessor, o Seven também possue o Windows Defender, que serve como anti-spyware. O que vamos fazer é desablitar a varredura automática, que é habilitada por padrão e deixa o computador lento quando está sendo executada.

Vá em Iniciar e na caixa de pesquisa, digite Windows Defender e clique no ícone do programa.

Passo 2

O segundo passo é abrir a caixa de opções do Windows Defender, clicando em Tools e em seguida em Options. Na próxima janela desmarque a caixa Automatically scan  my computer (recommended) e clique em Save, em seguida Yes.

Passo 2.1

3. O terceiro passo é desativar alguns efeitos que continuam habilitados mesmo depois de aplicar o tema Basic. Novamente vamos na caixa de pesquisa e digitamos sysdm.cpl e damos um clique em cima do resultado. Vá até a abaAdvanced e em Performace clique em Settings e deixaremos apenas a caixa Use visual styles on windows and buttonsmarcada.

Passo 3

É interessante também deixar marcada a caixa Smooth edges of screen fonts, que deixa arredonda a borda das fontes da tela, ficando mais nítido ler algum coisa no seu PC.

4. A Central de Segurança do Windows existe desde o XP. Ela serve para monitorar e informar o usuário sobre algumas questões que o Windows julgue que façam parte da segurança do seu computador. Desabilitar a Central faz com que menos recursos no sistema sejam consumidos.

Em Iniciar, na caixa de pesquisa, digitamos services.msc, abrindo-o em seguida. Localize o item Security Center e dê dois cliques em cima dele. Na janela que abrir, em Startup type, selecione Disable e dê Ok.

Passo 4

5. O penúltimo passo é desativar a desfragmentação automática dos discos, que também deixa o sistema lento quando está em execução.

Digite Disk Defragmenter na caixa de busca no menu Iniciar para localizar e abrir a ferramenta. Com o desfragmentador aberto, clicamos em Turn on schedule e desativamos a opção Run on a shedule (recommended).

Passo 5

6. O útlmo passo é desabilitar a Cópia de Sombra de Volume, que serve para realizar backups de todos os seus arquivos. O que é uma função praticamente inútil, pois uma vez que a Restauração de Sistema fica habilitada, são criadas cópias dos principais arquivos de sistema, além de que, o mais recomendado para os usuários domésticos é a realização do backup dos seus arquivos pessoais periodicamente.

Vamos novamente ao services.msc, localizamos o item Volume Shadow Copy, damos dois cliques nele e desativamos por completo esse serviço.

Passo 6

7. Chegamos ao fim! Certamente o que já era rápido ficou turbinado. Com essas configurações em um computador com 512MB de Ram o Windows 7 consegue rodar com a mesma agilidade e estabilidade que o XP.

Fonte: InfoXP

Como Deixar o Windows 7 RC em Português do Brasil (PT-BR)

 

windows7

Depois de quase uma semana depois da Microsoft liberar oficialmente o Windows 7 RC ao público, venho até vocês Brasileiros afirma que finalmente encontramos o Language Pack MUI PT-BR.

O que isto significa? Bem, para aqueles que não sabem o Language Pack MUI PT-BR nada mais nada menos é o pacote de língua em português do Brasil, onde agora vocês que instalaram o Windows 7 RC em Inglês, pode transformar-lo em Português do Brasil em apenas alguns clicks.

 

Seguem então os links para baixar o pacote de língua em Português do Brasil:

Download Language Pack MUI PT-BR Windows 7 RC x86 (32-bits) – 38MB

Download Language Pack MUI PT-BR Windows 7 RC x64 (64-bits) – 46MB

Antes de começar é necessário que você tenha em seu computador o pacote de língua MUI PT-BR descompactado, de preferência na sua área de trabalho.

1. Vá até “Start” e em seguida click em “Control Painel”

2. Agora click em “Change display language” na seção de “Clock, Language and 
Region”

3. Em seguida click em “Install/uninstall languages…”

4.Agora click em “Install Display Language”

5. Depois click em “Browser computer or network”

6. Click em “Browse…” para buscar o arquivo “lp.rar” que foi descompactado e 
localize-o.

7. Agora selecione a caixinha ao lado da opção “Portuguese (Brazil) 
(Português do Brasil)” e click em “Next”.

8. Aceite os termos e licenças da Microsoft e click em “Next”.

9. Espere até o final da instalação e pronto!

Se você seguiu os nossos tutorial em Como Deixar o Windows 7 RC em Português do Brasil (PT-BR), após o próximo log off seu Windows 7 estará em Português do Brasil.

Fonte: InfoManíaco

MS terá upgrade do XP para Windows 7

SÃO PAULO – A Microsoft vai oferecer opções de upgrade que permitirão a usuários do Windows XP migrar diretamente para o Windows 7.

 

Na prática, esta decisão visa atrair usuários que detêm licenças do Windows XP e resistiram a adotar o Vista. O método facilitaria a adoção do Windows 7 e garantiria um desconto a quem possui uma licença do velho XP.

Na avaliação da Microsoft, a medida seria especialmente interessante para convencer os usuários corporativos de Windows XP a abandonar o antigo sistema operacional, que a companhia deseja descartar. Dentro das empresas, a migração para o Vista ocorre de forma mais lenta que no mercado de consumo voltado para usuários finais.

 

O Windows 7 deve ficar disponível comercialmente apenas no início de 2010 e, além de inovações em termos de funcionalidades e recursos, promete ser mais veloz que o Vista e chegar ao mercado já compatível com grande número de aplicativos e hardware, o que não aconteceu de forma adequada quando o Vista estreou, em janeiro de 2007.

 

O upgrade direto do XP para Windows 7, no entanto, exigirá que o usuário falça um back up de todos os seus dados, pois não será possível preservá-los.

 

A ideia da Microsoft é liberar um up grade que, na prática, instala “por cima” o novo sistema operacional, ignorando dados gravados anteriormente no XP.

Fonte: Revista INFO