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AVG Anti-Virus Free Small Business

“Deixe de lado a insegurança e foque a atenção na sua empresa com a versão gratuita do AVG Pequenos Negócios.”

A família AVG acabou de ganhar mais um membro de peso e responsabilidade. A qualidade do antivírus gratuito mais baixado no Baixaki agora está disponível na sua microempresa sem nenhum custo. AVG Anti-Virus Free Small Business é a versão desenvolvida para dar mais segurança nos seus negócios e na navegação pela Internet.

O que ele oferece?

Famosos pela qualidade, os antivírus da AVG se destacam pela interface descomplicada, comandos rápidos e certeiros. Com esta versão focada nos negócios você encontra exatamente as mesmas funções disponibilizadas na versão AVG Anti-Virus Free 8.5 build, porém pode usar a mesma chave de licença em até cinco computadores.

Armado até os dentes


Assim como a versão doméstica, o Small Business oferece o que é obrigatório em qualquer antivírus: proteção contra vírus e spyware. Além disso, o aplicativo oferece segurança em tempo real contra páginas infectadas (phishing), verificador de email e barra de segurança para verificar resultados de pesquisas no Yahoo!, Google e MSN.

A famosa e útil ferramenta LinkScanner foi mantida, desta maneira seus funcionários sempre serão avisados antes de clicar em algum link malicioso ou que possa trazer prejuízos à sua companhia. A barra de busca do antivírus também foi mantida e traduzida para o português.

Link limpo e seu PC seguro

Como conseguir as licenças

Como a versão Small Businnes só permite a instalação em no máximo cinco computadores, você precisa inserir uma licença todas as vezes que for instalar o antivírus nos seus computadores. Esta licença é válida para cinco instalações, desta forma na quinta utilização a chave se torna inválida. Mas, como a aquisição das chaves é gratuita, você pode baixar quantas quiser, desde que use computadores diferentes para isso.

Barra para buscas mais seguras

Para conseguir sua licença, clique aqui e faça o cadastro da sua companhia. Para completar sua inscrição, você precisa inserir um email, pois a chave será enviada para este endereço, sendo assim, cadastre um email válido para poder ter acesso à licença. A duração destas chaves é de doze meses, ao fim deste período você será convidado a adquirir uma versão paga, com custos, mas com mais ferramentas também.

Fonte: Internet

Microsoft anuncia preços do Windows 7

Com um monte dessas, você leva o novo Windows pra casa.

A quatro meses de seu lançamento, a Microsoft acabou de anunciar em seu blog de desenvolvimento os preços do Windows 7, que deve chegar às lojas no dia 22 de outubro, incluindo sua versão em português.

Os usuários que queiram migrar do XP ou Vista para o novo sistema operacional terão de desembolsar US$ 119,99, US$ 199,99 ou 219,99 para adquirir o Windows 7 Home Premium, Professional e Ultimate, respectivamente. Já para os que optarem por comprar licenças novas, a conta sairá mais salgada: o Home Premium custará US$ 199,99, o Professional 299,99 e o Ultimate US$ 319,99.

Fonte: GigaBlog

Microsoft lançará anti-vírus Gratuito em Breve

A Microsoft prepara para breve o lançamento do seu antivírus gratuito com proteção contra malware, vírus, rootkits, trojans e spyware.

Um porta-voz da empresa revelou que o produto já está sendo testado internamente entre os colaboradores e que dentro de pouco tempo será disponibilizada uma versão beta para os utilizadores, a partir do seu site.

O antivírus da Microsoft deverá ser compatível com o Windows Vista, XP e o novo Windows 7, mas não deverá ser integrado na nova suite, de acordo com a imprensa internacional.

A Microsoft já tinha no mercado uma solução de segurança com algumas ferramentas de protecção – o Live OneCare – cujas vendas a retalho deverão ser descontinuadas até ao final de Junho, mas que continuará activo até ao término das actuais subscrições. Todas as vendas do OneCare, incluindo as online, deverão terminar logo que o Morro esteja acessível.

Peter Firstbrook, analista da Gartner, descreveu o software como um “antivírus simples”, que utiliza o mesmo mecanismo do OneCare e que, sendo gratuito, deverá ter grande aceitação. Segundo este especialista, a Microsoft terá entrado no mercado dos antivírus por considerar que o McAfee e o Symantec não estavam a ter grande acolhimento entre os utilizadores, contribuindo para a elevada taxa de computadores infectados, prejudicando a experiência de utilização da Internet e a imagem da Microsoft.

Lembre-se  que a McAfee e a Symantec são parceiras tradicionais da Microsoft nesta área e integram muitas vezes as suas soluções com o sistema da fabricante. Quando o usuário compra o PC tem direito a um mês de proteção gratuita, que poderá ser estendido, com a aquisição da licença.

O analista acredita que se o Morro irá providenciar uma proteção eficaz, poderá significar uma mais-valia para os usuários e para as empresas, que receberão por esta via informação que pode usar para melhorar os produtos que comercializa, explicou Peter Firstbrook.

Fonte: PeopleWare

Veja o que há de novo no Office 2010

Excel 2010: o menu Office foi redesenhado e passou a incluir mais informações

Instalamos o pacote da Microsoft, que já circula nas redes de compartilhamento de arquivos.

O primeiro beta do Office 2010 vem sendo testado internamente na Microsoft. Pelo que se sabe, só deve começar a ser distribuído oficialmente para teste externo em julho. Cópias do software apareceram nos últimos dias nas redes de compartilhamento de arquivos. Instalamos uma delas no INFOLAB. Apesar de ser um beta, o software parece estar bastante estável. As novidades funcionais em relação ao Office 2007 são poucas. Mas há mudanças na interface com o usuário.

A faixa de opções encontrada no Word, no Excel e no PowerPoint 2007 está, agora, presente também nos outros componentes do pacote. Além disso, o botão Office passa a ter o formato de uma aba retangular. Quando acionado, ele esconde o documento aberto (se houver algum) e mostra um novo menu Office. Além dos habituais comandos para abrir, salvar e imprimir o arquivo, esse menu fornece informações sobre segurança, formato de gravação e permissões de acesso. Há também uma visualização prévia do arquivo. Esse menu ainda inclui as informações que antes, ficavam na opção Ajuda/Sobre.

O menu Office ficou mais bem organizado e informativo com as mudanças. Mas muita gente vai achar que há coisas demais nele, o que pode causar confusão. Outra alteração é que, agora, cada aplicativo tem uma cor de fundo diferente. A do Excel, por exemplo, é verde, a do Word é azul e a do OneNote é rosa (ou violeta).

O pacote também terá uma opção de upgrade chamada Office Anytime Upgrade. Quem comprar uma edição básica do Office poderá usá-la para, pagando um valor extra, passar a uma mais completa. É o mesmo sistema que a Microsoft tentou usar no Windows Vista (sem muito sucesso) e que, agora, deve oferecer também para o Windows 7. Tentei acionar esse recurso na cópia do Office 2010 que instalamos e ele não funcionou, o que era esperado, já que se trata de um beta ainda inicial.

Outlook 2010 agrupa mensagens como o Gmail

Outlook 2010: as mensagens podem ser agrupadas por conversa, como no webmail do Google

O aplicativo de e-mail da Microsoft é o que traz mais mudanças no Office 2010.

Como comentei há alguns dias, há um beta do Office 2010 circulando pelas redes de troca de arquivos. Essa cópia, não oficial, parece ser um beta ainda cru, que deverá passar por mudanças antes de ser liberado ao público. Um beta público está previsto para julho. Mesmo assim, já é possível observar o caminho que o Office 2010 está tomando. No INFOLAB, encontramos poucas diferenças funcionais entre esse beta e o Office 2007. As mudanças mais evidentes estão na interface com o usuário. Aplicativos como Publisher, OneNote e Outlook ganharam faixas de opções como as que já existem no Word e no Excel 2007. Além disso, o menu Office foi redesenhado e passou a exibir mais opções. Tudo isso eu já havia comentado antes. Vejamos, agora, algumas novidades específicas de cada aplicativo, com destaque para o Outlook, que parece ser o componente com mais mudanças funcionais no pacote.

O Word ganhou um comando para tradução de texto. Não pudemos testar esse recurso porque o beta que instalamos não inclui os dicionários de idiomas. No Excel, a faixa de opções mudou um pouco. Os botões são basicamente os mesmos, mas alguns deles foram reposicionados. Isso fica mais evidente no grupo onde estão as funções. Como no Office 2007, há botões específicos para cada tipo de função: aritméticas, para manipulação de texto, para operações com data e hora etc. Mas esses botões ficaram maiores e foram colocados lado a lado. Isso deve facilitar a busca de uma função específica, perdida entre as muitas que o Excel possui. Quanto ao Outlook 2010, estes são alguns dos recursos novos:

Ver conversa – Esse recurso é bastante conhecido por quem usa o Gmail, do Google. As mensagens pertencentes à mesma conversa serão exibidas juntas. Até que enfim alguém copiou essa ótima idéia do Google.

Ignorar conversação – Esse comando vai permitir que o usuário pare de receber mensagens de uma determinada conversa por e-mail.

Correio de voz – Esse recurso foi melhorados. Agora, mensagens gravadas poderão ser ouvidas no próprio Outlook.

Atendimento telefônico – O correio de voz vai permitir que o usuário defina procedimentos de atendimento automático do tipo: “Tecle 1 para deixar uma mensagem”.

Dicas de e-mail – O aplicativo poderá alertar quando o usuário realizar alguma ação suspeita, como enviar mensagem a um grupo muito grande de pessoas.

Aqui na redação da INFO, quase ninguém gosta do Outlook. Há quem o chame de “Out Louco”, por ser difícil de personalizar e ter interface tortuosa. A Microsoft tem feito algum esforço para melhorar isso, reorganizando a interface para que fique mais racional. Isso é ótimo. Mas eu gostaria de ver opções para personalizar o aplicativo e criar macros no mesmo nível das que existem no Word e no Excel. Infelizmente, acho que ainda não vai ser nesta vez que meus desejos serão atendidos.

Fonte: Maurício Grego – Revista INFO

Suporte on-line com o LiveZilla

O LiveZilla é uma ferramenta que permite ao administrador de um site oferecer suporte online para os visitantes da sua página — via chat — sem a necessidade de instalação de plugins por parte do internauta ou qualquer outro tipo de software adicional para utilizar o serviço. Ou seja, com ele é possível conversar com os visitantes da página em tempo real, enquanto eles navegam pelo site. Trata-se de um software gratuito e que roda em qualquer servidor.

Além do chat — onde é possível utilizar até webcam —, através do LiveZilla o administrador ainda pode obter diversas informações acerca dos usuários que estão navegando pela sua página: nome, localização, sistema operacional e navegador que utilizam, resolução do monitor etc.

Como fazer funcionar

Primeiramente, para que o LiveZilla funcione, é necessário que o servidor que hospeda o site ofereça suporte a PHP — versão 4.1.0 ou superior —, caso contrário a ferramenta não irá funcionar. 

Para que o usuário utilize o LiveZilla em seu próprio site, ele deve seguir os seguintes três passos:

  1. Criar um server do LiveZilla
  2. Fazer o upload do server via FTP
  3. Incluir o código do LiveZilla no site

A seguir, uma explicação detalhada acerca dos três passos acima.

Primeiramente deve-se criar um server (servidor) do LiveZilla (passo nº. 1) e, em seguida, fazer o upload deste arquivo (server) para o servidor onde a página está hospedada — via FTP (passo nº. 2). Tudo isso é feito de maneira muito intuitiva a partir do LiveZilla Server Admin — ferramenta incluída no pacote do LiveZilla.

Depois, é só gerar um link para que os visitantes do site possam acessar o serviço. Para isso, deve-se utilizar o LiveZilla Link Generator, que também faz parte do conjunto de ferramentas instaladas pelo LiveZilla. O que o LiveZilla Link Generator faz é gerar um pedaço de código para que este seja copiado e então colado dentro do código HTML do site (passo nº. 3).

Para quem não entendeu ou para quem ficou curioso acerca do funcionamento do LiveZilla, recomenda-se conferir os tutoriais em vídeo disponibilizados no site do desenvolvedor: clique aqui para visualizar os vídeos.

Virtualização agora é com o VirtualBox

VirtualBox é uma das aplicações gratuitas que permite aos utilizadores todo o potencial da virtualização onde podemos construir um sistema com todas as características técnicas mas de uma forma virtual não permanente.

Até pouco tempo, usar uma máquina virtual era sinônimo de usar o VMware Player ou o VMware Server. Ao contrário do que o nome pode sugerir, o VMware Server é perfeitamente utilizável em um PC doméstico, a única contra-indicação é que ele oferece mais opções e é dividido em dois componentes (o servidor propriamente dito e a interface), o que o torna um pouco mais complicado de usar. O VMware Player é mais simples de usar, mas em compensação não inclui a opção de criar novas máquinas virtuais (apenas usar VMs já existentes), o que limita seu uso.

Isso mudou com o crescimento do VirtualBox, que começou como um projeto da Innotek (uma empresa alemã de desenvolvimento de softwares) e foi posteriormente incorporado pela Sun. O VirtualBox é oferecido em duas versões: a primeira é uma versão parcialmente fechada, gratuita para uso pessoal, enquanto e a segunda é uma versão inteiramente open-source, que pode ser usada para qualquer fim e redistribuída livremente.

A versão “oficial” (também chamada de PUEL, que é o nome da licença usada) inclui alguns componentes proprietários e é distribuída através de uma licença específica e por isso é evitada pelos puristas. Assim como em outros casos, a Sun ganha dinheiro vendendo versões aprimoradas do software, destinadas ao ramo corporativo, o que permite manter os investimentos no projeto.

Ela está disponível no http://www.virtualbox.org/wiki/Downloads (clique no “Binaries – all platforms”). Na página estão disponíveis pacotes para diversas distribuições, entre elas o Fedora, Mandriva, Ubuntu e OpenSuSE.

Além da versão padrão, existe também o VirtualBox Open Source Edition (OSE), que é a versão inteiramente livre, que tem todo o código-fonte disponível e pode ser usada dentro dos termos da GPL. Esta é a distribuição que é incluída nos repositórios das distribuições, que pode ser instada diretamente usando o gerenciador de pacotes.

Caso alguém se interesse, tem um super-tutotial do Carlos Morimoto, aqui no Guia do Hardware.