Botnet ‘Chuck Norris’ ataca roteadores e modems DSL
Posted by Gustavo D. Cardoso in Redes, Seguranca, Tecnologia on 22 de fevereiro de 2010
Malware infecta equipamentos que possuem senha padrão de administrador e podem direcionar usuários de PCs para sites maliciosos.
Se você não mudou a senha padrão do roteador da sua casa, pode estar prestes a receber a visita indesejada do Chuck Norris – um botnet descoberto por pesquisadores tchecos, que se espalhou graças ao grande número de roteadores e modens DSL com configurações precárias, de acordo com o chefe do departamento de segurança de rede da Universidade Masaryk, Jan Vykopal.
O malware recebeu a alcunha de Chuck Norris devido a um comentário em italiano no código fonte: “in nome di Chuck Norris” (em nome de Chuck Norris).

Especialistas dizem que vários tipos de botnets infectaram milhões de computadores ao redor do mundo, mas o Chuck Norris é incomum porque afeta os modens DSL e os roteadores, em vez dos PCs, usando a senha padrão de administrador dos equipamentos.
Para infectarem os aparelhos, basta que eles usem a senha padrão e estejam configurados para permitir acesso remoto. O botnet explora sobretudo uma vulnerabilidade dos dispositivos da fabricante D-Link, segundo Vykopal. Um representante da D-Link negou ter conhecimento do botnet, e a empresa ainda não comentou a questão.
Segundo Vykopal, assim como outro botnet de roteador, chamado Psyb0t, o Chuck Norris pode infectar dispositivos baseados em MIPS que rodem sistema operacional Linux, disse Vykopal. A combinação Linux/MIPS é amplamente usada em roteadores e modens DSL, mas o botnet também ataca receptores de TV por satélite.
Vykopal não sabe o alcance do botnet, mas disse que há evidências de que máquinas infectadas “estão se espalhando pelo mundo, da América do Sul à Ásia. O botnet atingiu diversas redes de servidores de provedores de internet e operadoras de Telecom”, afirmou.
No momento, máquinas infectadas com o Chuck Norris podem ser usadas pra atacar outros sistemas na internet,através dos famosos DDoS, ataques distribuídos de negação de serviço. O botnet pode fazer uso também de um “descobridor” de senhas, em outro computador, para mudar o sistema de nome de domínio (DNS) do roteador. Com esse ataque, vítimas pensam que se conectarão ao Facebook ou Google, mas acabam em páginas maliciosas que tentam instalar vírus nas máquinas.
Uma vez instalado na memória do roteador, o malware bloqueia a comunicação remota e começa a analisar a rede em busca de outras máquinas vulneráveis. Por estar presente na RAM do roteador, o Chuck Norris pode ser apagado com uma reinicialização do dispositivo.
Usuários que não querem ser infectados podem minimizar os riscos através de ações simples. Entre elas, o uso de senhas fortes no roteador e no modem. Também é possível acabar com o problema atualizando o firmware do dispositivo e desativando a possibilidade de acesso remoto.
Nos últimos anos, hackers começaram a olhar para dispositivos como roteadores, que não são propriamente seguros, disse Vykopal. “Eles não são regularmente atualizados, mesmo com pacotes disponíveis”. E estão continuadamente conectados à internet, durante dias e meses”, disse.
No futuro, ele espera que mais malwares ataquem os aparelhos.
Fonte: PCWorld
Windows Phone 7 Series
Posted by Gustavo D. Cardoso in Mobilidade, Sistema Operacional on 17 de fevereiro de 2010
A Microsoft apresentou ontem durante a Mobile World Congress o Windows Phone 7 Series, o resultado de mais de 1 ano de trabalho recebendo o feedback dos usuários, testando designs e trazendo finalmente uma nova e única experiência para o mundo mobile.

Com a nova plataforma, a Microsoft traz para o celular um novo software com design mais inteligente e integrado com muitos serviços de diversas formas. Os Windows Phones 7 Series trazem integração com o Xbox Live e a experiência do Zune HD, como você confere no vídeo abaixo:
Cerca de 1 ano atrás, nós demos uma boa olhada nos smartphones presentes no mercado, particularmente no seu design. Percebemos que a interface predominante nesses celulares foi desenhada a partir de um modelo que vemos nos PCs, com ícones para gerenciar e navegar, onde é fácil ter muitos aplicativos abertos separadamente e alternar entre eles. Contudo, um celular não é um PC. A tela é menor, não há mouse e você geralmente não o uso por horas seguidas.
O novo design precisava se adaptar a essa realidade, com uma maneira fácil de conseguir as informações desejadas sem que você precisasse entrar e sair de diversas aplicações. É por isso que o design criado, que você pode ver nas imagens desse texto, permite uma forte integração entre as aplicações do celular e entre o sistema operacional.
O design do Windows Phone 7 Series representa uma série de elementos com características comuns e integradas, desde o layout, às fontes e até mesmo o hardware. Essas experiências integradas são chamadas de hubs:

People: Esse hub entrega uma forte experiência social, com conteúdo relevante sobre as pessoas da sua rede de contatos, incluindo os feeds das redes sociais desses contatos, como Windows Live e Facebook. Também é possui compartilhar suas novidades e fotos com seus amigos neste hub.

Pictures: Esse hub torna fácil compartilhar fotos e vídeos nas redes sociais em poucos passos. Os Windows PHones 7 Series também trazem integração com a Web e o PC, tornando o cellular o lugar ideal para ver as fotos e vídeo das pessoas.

Games: Pela primeira vez temos a Xbox Live games dentro de um celular. Você poderá ver seu avatar e profile. Com mais de 23 milhões de membros ativos no mundo todo, a Xbox Live traz uma experiência única de entretenimento para os Windows Phones 7 Series.

Music + Video: O que há de melhor no Zune agora você encontra nesse hub. Com Rádio FM, conteúdo do Pc do usuário e serviços de música online, você pode se conectar ao Zune Social no PC e compartilhar suas recomendações com outros amantes de música.

Office: Com acesso ao Office, OneNote e SharePoint Workspace em um só lugar, você pode facilmente ler, editar e compartilhar documentos através desse hub.
Marketplace: Nesse hub você encontrará novos aplicativos e jogos para o seu celular.
Fonte: Windows Team
Esconda uma partição no Windows em 4 passos
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas on 1 de fevereiro de 2010
As vezes sentimos necessidade de esconder algumas coisas do nosso computador. Ou porque é o irmão mais novo que gosta de vasculhar o nosso sistema, ou a namorada ou namorado, o pai ou a mãe, os colegas de trabalho, etc. Uma forma simples é esconder toda uma partição, com informação que não queremos que os outros vejam. Existem alguns softwares que fazem esta configuração mas hoje vamos ensinar como fazer apenas com as ferramentas nativas do Windows. Esta dica funciona para o Windows XP, Vista e Win7.

Esconder Partição
Passo 1 – Iniciar –> Executar e escrever diskpart

Passo 2 – escrever o comando list volume (para listar as partições)
Passo 3 – Escolhemos a partição que queremos através do comando: select volume X . Como exemplo: select volume 3

Passo 4 – Escondemos a partição propriamente dita através do comando: remove letter X. No meu caso remove letter D

Nesse instante, se formos ao Meu Computador verificamos que a partição já não está disponível

Para repor partição
Fazermos os passos 1), 2) e 3) e depois assing letter=X. Como exemplo: assign letter=D

No Windows XP, o comando é diferente: assign letter f
Fonte: PeopleWare
Virtualização de Desktops?
Posted by Gustavo D. Cardoso in virtualizacao on 1 de fevereiro de 2010
Normalmente estamos habituados a ouvir falar sobre virtualização de sistemas operacionais mas aqui o conceito é ligeiramente diferente.
m tempo participei numa apresentação sobre um produto da empresa Citrix que demonstrava este novo conceito de virtualização. A ideia consiste em ter um sistema que centraliza todas as aplicações e que as distribui pelas máquinas que pretendemos através de Streaming.
Desta forma, o utilizadores podem aceder às suas área de trabalho virtual, a partir de qualquer local, em qualquer computador.
A utilização desta tecnologia simplifica a vida de qualquer administrador de sistemas, reduzindo o tempo de manutenção das máquinas em qualquer parque informático assim como a simplicidade de gestão uma vez que é centralizada.
Algumas características:
- Gestão centralizada;
- Instalações simplificadas;
- Facilidade para a execução de backups;
- Suporte e manutenção simplificados;
- Acesso controlado a dados sensíveis e à propriedade intelectual mantendo-os seguros dentro do Datacenter de uma empresa;
- Independência de Hardware;
- Disponibilização de novos desktops reduzida para alguns minutos;
- Migração de desktops para novo hardware de forma transparente;
- Maior disponibilidade e mais fácil recuperação de desktops;
- Compatibilidade total com as aplicações.
Fonte: PeopleWare
5 Truques simples sobre APT para Debian e Ubuntu
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Linux on 1 de fevereiro de 2010
O APT (Advanced Packaging Tool) é um gestor de pacotes utilizador nas distribuições Debian como por exemplo o Ubuntu. O APT resolve complicações relativamente a dependências de pacotes (situação que às vezes é desesperante) e torna-se assim uma excelente ferramenta para instalar/actualizar ou eliminar programas.
O APT foi inicialmente desenvolvido para a distribuição Debian e utiliza pacotes .deb. A configuração do APT encontra-se normalmente em /etc/apt.
Actualmente existem vários gestores de pacotes com ambiente gráfico mas para mim, apt continua a ser apt, e o terminal é o terminal.

Depois de uma breve introdução ao APT, vamos aos truques:
1 – Ver lista de todos os pacotes instalados no sistema
dpkg –get-selections

Nota: No caso de pretendermos exportar toda a lista para um ficheiro executamos o comando: pkg –get-selections > lista_pacotes.txt
2 – Listar os ficheiros que foram instalados por um pacote
dpkg –L <nome_pacote>

3- Actualizar o sistema apenas com uma linha
sudo apt-get update && apt-get dist-upgrade
4- Instalar dependências para uma aplicação
Muita das vezes necessitamos de compilar a partir do código-fonte uma nova versão de uma aplicação que já se encontra definida nos repositórios mas que necessita de novas versões de bibliotecas/pacotes que ainda não se encontram no repositório.
apt-get build-dep <nova_versao_ aplicacao>
5 – Remover pacotes não utilizados
Sempre que instalamos um programa no Ubuntu, via apt-get, os pacotes ficam armazenados no disco . Por isso, sempre que instalamos um programa novo é recomendável limpar a cache, e assim ganhar uns bons megabytes de espaço livre.
Podemos inicialmente verificar quanto espaço está no directório definido anteriormente através do comando:
du –h /var/cache/apt/archives

e em seguida, damos a ordem de limpeza através do comando:
apt-get clean ou rm /var/cache/apt/archives/*
SystemRescueCd 1.3.5 – O Linux que ’salva’ o Windows
Posted by Gustavo D. Cardoso in Download, Sistema Operacional, Software on 1 de fevereiro de 2010
Foi anunciado recentemente a versão 1.3.5 do SystemRescueCD, criado por François Dupoux. O SystemRescueCd é uma distro de Gnu/Linux que corre através do leitor de CD-rom para permitir a reparação do sistema e recuperar os dados depois de o sistema ter “emperrado”. Esta nova versão traz um conjunto de utilitários e métodos de gestão de dados, assim como a gestão/edição de partições no disco rígido.

Esta ferramenta dota o utilizador de privilégios para executar tarefas de administrador no nosso computador, tais como criar editar partições no disco. Contém imensas ferramentas do sistema (parted, partimage, fstools, …) e ferramentas básicas (editores, ferramentas de rede…).

É bastante fácil de usar, bastar colocar no leitor de CDRom e iniciar a partir do cd. O kernel suporta a maior parte das partições de ficheiros (ext2/ext3, reiserfs, reiser4, xfs, jfs, vfat, ntfs, iso9660), assim como sistemas de ficheiros de rede (samba e nfs). Veja aqui as ferramentas existentes.
É possível também bootar o SystemRescueCD através de um PEN-DRIVE. Veja aqui como fazer.
Licença:GPL
Sistemas Operativos: Linux/Windows/Mac/Solaris
Download: SystemRescueCd 1.3.5
Homepage: SystemRescueCd
Fonte: PeopleWare
10 dicas para melhorar a nossa rede Wireless
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Mobilidade, Redes, Tutorial on 1 de fevereiro de 2010
Como melhorar uma rede sem fios? Bem, como todos sabemos cada caso é um caso, mas com algumas afinações podemos conseguir algumas melhorias. Para quem gosta deste assunto, aconselhamos vivamente a ler os artigos relacionados.

A ideia desde artigo é dar algumas dicas para tentar melhorar a qualidade de sinal wireless na nossa casa, de forma a termos uma rede mais estável, com menos quebras e com um melhores débitos.
1 – Posicionar o router wireless (ou ponto de acesso) no ponto central
Sempre que possível, devemos colocar o nosso equipamento (router Wireless/ Access Point). Assim podemos conseguir abranger mais zonas (quarto, sala, cozinha, etc) da nossa casa, fazendo com que o sinal chegue com mais qualidade. Se colocarmos o nosso ponto de acesso numa das extremidades, possivelmente no outro extremo a força de sinal não será a melhor.

- InSSIDer – Detectar redes sem fios
- Xirrus Wifi Inspector – Redes Wireless – Windows 7
- Easy WiFi Radar 1.0
2 – Tentar afastar o router wifi de paredes, objectos de metal, vidros, etc
Devemos tentar afastar o nosso router wifi de metais, alguns tipos de pavimentos, vidros ou outro tipo de superfícies que sejam passíveis de interferência. Equipamentos como microondas, berbequins, etc são também fontes de muita interferência. Faça uma análise ao espectro (ver artigo seguinte)
3 – Trocar a antena do router (caso seja possível)
As antenas que vêm com os router são normalmente omni-direccionais ou seja transmitem sinal em todas as direcções. Se o router está perto de uma parede exterior, ‘metade’ do sinal não será aproveitado pois será difundido para fora de casa (por exemplo). Nesse sentido podemos optar por uma antena com mais ganho(dBis) e também direccional ou sectorial, concentrando o sinal num sítio/zona específica.

4 – Mudar a placa wireless cliente
Sempre que possível podemos trocar a nossa placa Wireless por forma a incluir uma antena externa de maior ganho e assim tentar aumentar a distância de captura de sinal.
5 – Adicionar um Wireless repetidor/Bridge
Repetidores/Bridges wireless permitem aumentar a cobertura em termos de sinal wireless, sem a necessidade de voltar a passar cabos. Basicamente este tipo de equipamentos capturam o sinal wireless e regenram-no, expandindo assim o sinal da rede sem fios.
6 – Mudar o canal
Considerando a norma 802.11b que nos permite 11Mb e que opera na frequência dos 2,4 a 2,4835 Ghz e que usa DSSS como modulação de sinal.O DSSS divide a gama de frequência em 14 canais de 22 MHz.
Dependendo da localização geográfica, o número de canais utilizáveis varia. Por exemplo nos EUA, o número de canais é de 11 enquanto na Europa, com excepção para a França (que apenas usa 4 canais), o número de canais é de 13, e no Japão usam-se os 14 canais.
De acordo com a frequência central e largura dos canais, existem 3 canais RF que não sofrem sobreposição dos canais adjacentes (1, 6 e 11), o que permitiria o uso de 3 pontos de acesso (cada um operando em um canal) dentro da mesma área física.

7 – Tentar reduzir ao máximo as interferência no wireless
Como sabemos, atualmente existem muitos outros equipamentos a operar nas mesmas frequências do wireless. Ainda noutro dia fiz um teste com o equipamento Airview2 – EXT para avaliar o impacto de um microondas numa rede sem fios. Os resultados forma impressionares, em termos de degradação de sinal. Sempre que possível e o equipamento (router e placa cliente) suporte, podemos colocar a funcionar na banda dos 5 Ghz que é menos susceptível a interferências.
8 – Actualizar o firmware ou drivers da placa wireless
A actualização do firmware do router ou a actualização dos drivers da placa wireless são sempre acções importantes pois regularmente existem melhorias e correcções de bugs. Muita das vezes as melhorias aumentam o desempenho do equipamento.
Visite a página dos fabricante e verifique se existem actualizações.
9 – Sempre que possível usar equipamentos sempre do mesmo fabricante
Quando usamos um router da mesma marca da placa wireless cliente, provavelmente podemos usufruir de todas as ‘features’ dos equipamentos. Muita das vezes existem incompatibilidades entre equipamentos devido a concepção dos mesmos. É muito importante que antes de adquirir um equipamento se verifique se o mesmo está certificado segundo as normas do WIFI. Há situações em que placas não certificadas (que podem funcionar a 108 Mbps (super G)), simplesmente não se conseguirem associar ao ponto de acesso.
10 – Actualização das norma 802.11b para 802.11g (e se possível para 802.11n)
- O padrão IEEE 802.11b define taxas de transferência de rede na ordem dos 11 Mbps, isto se as condições de transmissão forem ideais. Serão reduzidas para 5,5 Mbps, 2 Mbps ou 1 Mbps se a intensidade do sinal ou interferências estiverem a prejudicar a transmissão de dados. O 802.11b funciona nos 2,4Ghz.
- O padrão IEEE 802.11g aumenta a taxa máxima de transmissão de dados para 54 Mbps (5x mais rápido que o 802.11b) e um alcance aproximado de 38 metros. Opera também na frequência 2,4Ghz e como tal está sujeito a interferências de equipamentos que utilizem a mesma frequência.
- O padrão 802.11 n, tem uma largura de banda até entre os 300 Mbps e 600 Mbps, e um alcance de 70 metros. Opera nas frequências 2,4GHz e 5GHz. É um padrão recente com uma nova tecnologia, MIMO (multiple input, multiple output) que utiliza várias antenas para transferência de dados de um local para outro. Os principais benefícios desta tecnologia são o aumento significativo da largura de banda e o alcance que permite.
Fonte: PeopleWare
10 razões para adotar redes sociais nas empresas X Novos Problemas a Empregadores
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Notícias on 8 de janeiro de 2010
Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.
A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).

Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study - The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:
- As empresas serão ávidas por mudança;
- Inovação de fora para dentro;
- Empresas globalmente integradas;
- Disruptivas por natureza;
- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;
Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.
Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:

- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.
- O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;
- A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;
- Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;
- Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;
- Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;
- Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;
- Referências: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;
- Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;
- Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.
Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.
Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.
Por Marcelo Bastos (http://hsm.updateordie.com/author/mbastos/)
Este texto foi publicado, originalmente, no Blog da HSM.
Opinião meio contraditória não acham? Por outro lado, temos a perca de produtividade por abusos:
Jogos no Facebook causam novos problemas para empregadores
Perda diária de produtividade das empresas pode chegar a 12,5%. Cerca de 20% dos usuários da rede social jogam os games.
Para muitos empregadores, Facebook, MySpace e outras redes sociais já são um flagelo no que tange a perdas de produtividade. Agora eles têm algo mais com que se preocupar: os jogos que esses sites oferecem.
Esse novo gênero de games sociais permite que as pessoas joguem com os amigos sem que todos precisem estar online ao mesmo tempo.
O envolvimento de baixa intensidade requerido fez com que jogos como “Farmville”, “Cafe world”, “Restaurant city”, “Pet society” e “Happy aquarium”, desenvolvidos por produtoras como Zynga, Playfish, Crowdstar e Slashkey, ganhassem popularidade entre os trabalhadores, que muitas vezes se conectam para jogá-los durante o expediente.

De acordo com uma recente pesquisa conduzida pela Associated Chambers of Commerce and Industry of India, cerca de 12,5% da produtividade do setor empresarial é desviada a cada dia para atividades em sites de redes sociais. “O que estamos vendo são mais e mais pessoas e organizações que reconhecem a perda de produtividade. Com isso, provavelmente mais bloqueios de aplicativos do Facebook por ordem dos executivos de informática serão vistos”, disse Rebecca Wettermann, da Nucleus Research.
A Nucleus Research conduziu um estudo recente sobre os efeitos das redes sociais sobre a produtividade no ambiente profissional. O levantamento constatou que cerca de metade dos funcionários de escritório dos Estados Unidos visitam sites de redes sociais no horário de trabalho, o que resulta em uma perda média da ordem de 1,5% da produtividade total do escritório.
O Facebook, que conta com 350 milhões de usuários no mundo, diz que pelo menos 20% de seus membros jogam online.
Sebastien de Halleux, presidente-executivo e co-fundador da Playfish, uma produtora de jogos on-line, disse que o crescimento na Ásia é mais rápido do que em outras regiões. “Não tínhamos ideia de que a difusão seria tão rápida. Quando conquistamos 100 mil usuários mensais, achávamos que aquilo fosse o auge do sucesso. Agora, com 60 milhões de usuários, achamos que estamos apenas no começo de algo muito maior”, disse.
Opiniões meio contraditórias não? Gostaria de saber as opiniões de cada um, comentem.
7 dicas para planejar TI em 2010
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Redes, Seguranca, Tecnologia on 5 de janeiro de 2010
Uma boa estratégia para TI em 2010 pode ajudar a reduzir custos e desperdícios nas empresas. Pedro Bicudo, sócio-diretor da TGT Consult, preparou uma série de dicas que podem auxiliar os CIOs.
Segundo o executivo, a instabilidade econômica presente em 2009 obrigou as empresas a abrir mão de investimentos e até dispensar força de trabalho para garantir seu bom funcionamento.
Após esse período crítico, chega a hora de aproveitar as oportunidades para planejar as estratégias para o próximo ano de forma mais eficiente.
“Na prática, preparar um plano não é fácil. Segui-lo é ainda mais complicado, por isso é necessário fazer um registro dessa estratégia, para que todos os envolvidos possam se comprometer e levar o plano adiante”, afirma Bicudo.

Confira as dicas do profissional e da consultoria para garantir o planejamento de TI em 2010:
1. Seu plano está documentado?
Para essa pergunta é comum que o CIO responda: “sim, claro, eu tenho um plano e todos nós sabemos o que fazer”.
Mas, é visível que sem um claro registro, as pessoas simplesmente esquecem, perdem o foco, e ao fim do ano não lembram quais eram suas metas. É melhor errar pelo excesso do que pela falta: publique o seu plano 2010.
2. O plano diferencia o estratégico do tático?
Verifique o plano e veja se está claro o que é tático. O direcionamento estratégico é aquele dá uma visão de longo prazo, um destino para TI e uma descrição de alto nível de como serão alcançados seus objetivos (é a estratégia para se chegar lá).
Já o tático, é um plano de execução descrito por projetos que iniciam agora, ou em poucos meses. Esse será feito já em 2010 e, ao ser entregue, terá contribuído para a estratégia de longo prazo da TI e da empresa.
3. Como será controlado?
Cada iniciativa pode ser medida? Cada projeto tem data definida? O plano 2010 deve conter a lista de entregáveis (milestones), associados a datas, para que seja possível medir o avanço do plano.
Para grandes projetos é mais fácil definir milestones, mas são as pequenas coisas do dia-a-dia que corrompem o seu planejamento. Por mais simples que sejam as metas, sempre deve haver um projeto associado, como por exemplo, se a iniciativa for: “reduzir o número de chamados de reset de senha em 10%”, ele deve ser corrigido para “o João será responsável por reduzir em 10% o número de chamados de reset de senha até o mês de julho e para isso terá um orçamento de R$ x,xx”.
Sem responsabilidade, recurso e cobrança o seu plano não vai sair do papel, e a verificação é simples, cada iniciativa ou projeto deve estar claramente definido: a data de inicio, a data de entrega, os recursos, o orçamento e a meta de resultado.
4. Existem produtos intermediários?
O plano deve estar estruturado para medir o avanço mensal. Medir os projetos por tempo e Homem/Hora (a gestão do tempo de cada pessoa levou trabalhando na a atividade ou projeto). Mas é válido lembrar que, essa medida é útil, porém insuficiente.
Tenha por política definir eventos realizados, ou entregas parciais, e procure sempre associar essa entrega a um benefício, assim, além de demonstrar o avanço, será possível “medir” os benefícios atingidos todos os meses.
5. O benefício pode ser demonstrado?
Não há nada mais frustrante do que entregar um projeto e ser perguntado “por que fizemos isso?”. Cada sub-item do seu plano 2010 deve ter uma razão. Escreva-a. Por exemplo, mesmo que “melhorar a qualidade do atendimento” pareça óbvio, isso precisa ser justificado, explicando a razão: “para melhorar a produtividade do usuário”.
Nesse exemplo o primeiro é a meta do projeto, e o segundo é a razão do negócio. O óbvio precisa ser dito e repetido. Sem comunicação não é possível demonstrar o valor entregue. Divulgue e faça-se notar.
Outro ponto interessante: não se esqueça de “matar” os projetos para os quais não se consegue descrever o benefício, porque são eles que “matam” o CIO.
6. Possui contingência? Você gerencia riscos?
Qual a alternativa se um projeto der errado, se a verba for cortada, se uma pessoa chave pedir a conta ou se aparecer uma demanda emergencial? Deve haver alternativas para cada projeto, como por exemplo: terceirizar, treinar recurso de backup, ter alternativa de fornecimento, linguagem, arquitetura, etc.
Cada projeto deve ter um pequeno capítulo, ou parágrafo, explicando quais são as alternativas em caso de problemas.
7. Seu plano é conhecido e defendido por todos?
Verifique se está acessível e se sua equipe entende porque existe cada um dos projetos. O entendimento, a compreensão e a repetição da comunicação são fundamentais para que a equipe mantenha foco na execução.
Quando todas as pessoas sabem o que é mais importante e o que deve ser feito, as suas decisões do dia-a-dia são melhores, mais assertivas, e todos saem ganhando com isso.
Fonte: Info
Aumente o seu sinal 3G com uma… panela?
Posted by Gustavo D. Cardoso in Dicas, Mobilidade, wi-fi on 5 de janeiro de 2010
Este truque vem no seguimento de outros que já deixamos para aumentar o sinal dos vários sinais de Internet.
Quem utiliza os modems 3G, muito usados hoje em dia, poderá ter dificuldades em captar o melhor sinal, esta falta de sinal reduz a velocidade de navegação tornando mesmo essa navegação uma péssima experiência. Mas poderá aumentar esse sinal, veja como!
O mesmo poderá fazer para a Internet Móvel por pens USB, os tipos mais comuns ultimamente, para isso use uma extensao USB e coloque a pen dentro da panela, conforme é mostrado no vídeo. Esta truque, retirando a parte engracada da panela, é compreensível pois este utensílio funciona como se fosse uma parabólica que centraliza o sinal no seu espaço interior criando uma amplificação ao sinal.
Como podem ver não precisam comprar potencializadoes de sinal ou pendurarem-se na janela para terem melhor sinal 3G! Basta irem à cozinha e trazerem de lá uma das ferramentas disponíveis.
Fonte: PeopleWare
